Leitura recomendada

Os posts de Pedro Arroja sobre o fabuloso mundo dos manuais de direito administrativo:

to economize

clearly now

a bunch

15 Comentários

  1. Posted 15 Fevereiro, 2008 at 01:21 | Permalink

    Recomenda
    ou encomenda ?

  2. Paulo
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 01:24 | Permalink

    Eu recomendo! Definitivamente!

  3. Posted 15 Fevereiro, 2008 at 02:24 | Permalink

    O Pedro Arroja continua com os seus devaneios bacocos? Vejo que sim… vejo que sim. Será senilidade? Ou simplesmente tempo a mais?

    Enfiou, citou meia dúzia de linhas de mais de 1000 páginas. É interessante. Também reparei que já é uma verdadeira saga de posts com citações aleatórias e descontextualizadas. Fascinante a forma como, orgulhosamente e pretensiosamente, demonstra a sua ignorância.

    PS: O João Miranda saberá qual foi o post em que ele renunciou à sua nacionalidade (é isso que deduzo, já que se refere a Portugal como “vosso país”) e decidiu escrever em inglês? Deve ser um post fascinante! O pico da senilidade, imagino? Pico, porque imagino que isto do Direito seja mais do mesmo, já que ele, ao que parece, associa o Direito a uma espécie de seita religiosa (religião que já era uma associação obrigatória, a tudo sobre o que escrevia, quando estava “aqui” no Blasfémias)… A sério. Ninguém avisa o senhor? Já mete pena.

  4. Anónimo
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 06:22 | Permalink

    JAM = Cristian Keller?

  5. otto klismo
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 08:22 | Permalink

    escrever direito por linhas tortas
    por falta de viagra nem o direito se põe de pé
    o machismo lusitano limita-se a dar pancada na mulher. há que reconhecer a existência da andropausa ou “Serafim de Carvalho”

  6. Posted 15 Fevereiro, 2008 at 09:05 | Permalink

    O Pedro Arroja de Direito Administrativo sabe ZERO…

  7. ...
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 10:05 | Permalink

    Que humor coberto de ignorância, até choca como o blasfémias, um blog “inteligente” pode linkar tamanho disparate e falácia.

  8. rb
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 10:41 | Permalink

    É preciso ter topete para criticar os muito doutos, muitíssimo, conhecimentos de Freitas do Amaral about Direito Administrativo. Ainda o PA andava de cueiros e já o eminente Professor tinha uma vasta, profuunda e única obra sobre o tema.

    PS: porque é que o PA escreve em inglês?!

  9. José
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 11:24 | Permalink

    Freitas do Amaral é um copista sofrível. Haja justiça.

  10. lololinhazinha
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 12:33 | Permalink

    É muito fácil descontextualizar meia dúzia de frases e ridicularizar o trabalho sério dos outros.
    Quem se descridibiliza, naturalmente, é quem recorre a este tipo de processos.

  11. Posted 15 Fevereiro, 2008 at 13:57 | Permalink

    Como quase sempre, a Lolo acertou em cheio!

  12. Posted 15 Fevereiro, 2008 at 16:39 | Permalink

    Ler o artigo “to economize” do P.Arroja, de preferência umas 3 vezes. Sem descontextualizações… e com muita paciência!
    Um bom remédio para resistir à tentação de seguir links para os posts de PA.

  13. Anónimo
    Posted 15 Fevereiro, 2008 at 17:49 | Permalink

    “Ler o artigo “to economize” do P.Arroja, de preferência umas 3 vezes. Sem descontextualizações… e com muita paciência”
    E depois ir fazer uma mijinha (É como com as cervejas)

  14. Curiosamente
    Posted 16 Fevereiro, 2008 at 22:31 | Permalink

    lololinhazinha Diz: ” É muito fácil descontextualizar meia dúzia de frases e ridicularizar o trabalho sério dos outros.”
    “Quem se descridibiliza, naturalmente, é quem recorre a este tipo de processos. ”

    Curiosamente, poderá ter razão.
    Mas algumas das respostas dadas, estão longe de ser da qualidade da sua. O que curiosamente, dá crédito a PArroja.

  15. José Barros
    Posted 17 Fevereiro, 2008 at 01:27 | Permalink

    São posts com muita piada e que têm algo de verdadeiro.

    Na verdade, para quem, como, em parte, eu, trabalha nessa área, é muito difícil encontrar soluções na doutrina portuguesa para a maior parte dos problemas que surgem no dia à dia de municípios ou de empresas que participam em negócios com o Estado.

    Maior parte dos administrativistas satisfazem-se com os lugares-comuns do costume (interesse público, princípio da legalidade), evitando dar ~respostas concretas às questões ou guardando-as para pareceres pagos a preço de ouro.

    E julgo que a escola Coimbrã é um sintoma, não a causa de uma doença, digamos, cultural. Em Portugal, maior parte da população é iletrada ou analfabeta, pelo que é fácil uma pessoa mediana passar-se por vulto da cultura ou da ciência. Seria injusto generalizar, até porque existem alguns excelentes juristas no país, mas o panorama geral muitas vezes parece-se com os excertos do manual de Freitas do Amaral.


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