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	<title>Comentários em: Kos</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Fernando S</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5851</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando S]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 23:50:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Correcção :
&quot;...os países “ocidentais” e certas organizações internacionais a eles ligadas e por eles financiadas ..&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Correcção :<br />
&#8220;&#8230;os países “ocidentais” e certas organizações internacionais a eles ligadas e por eles financiadas ..&#8221;</p>
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		<title>Por: Fernando S</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5835</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando S]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 23:13:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[lucklucky,

&quot;Há várias provas empíricas que a ajuda só por si não beneficia os países.&quot;

Efectivamente ! Eu também conheço, e de perto, alguns exemplos. Em particular, em África. Desde logo porque “só por si” é insuficiente. Mas, sobretudo, porque “só por si” pode ser nefasta e ter efeitos perversos. O de sustentar regimes e nomenclaturas corruptas. O de criar (maus) hábitos assistencialistas nas populações que agravam os problemas em vez de ajudarem a resolvê-los. Não sou de modo nenhum favorável a ajudas generalizadas e sem condições. 

Mas não sou contra as ajudas. Penso que, em certos casos e dentro de certas condições, se podem justificar e ser úteis. Para os países e populaçõe que as recebem. Para os países que as dão. Penso que os países “ocidentais” e certas organizações internacionais a elas ligadas e por elas financiadas podem e devem utilizar a ajuda económica para promover e apoiar o desenvolvimento de modelos, políticas, modos de vida e valores característicos de sociedades liberais e de economias de mercado. Porque deste modo favorecem a estabilização e a prosperidade económica dos países beneficiários e das respectivas populações. Sou apenas por ajudas selectivas e condicionadas. Quando os benificiados, sobretudo os governos, não respeitam as condições as ajudas devem ser suspensas. Já foi muito pior num passado não muito longínquo. Mas ainda continua em muitos casos a ser feita em condições inaceitáveis. Que devem ser denunciadas e recusadas.

Falando específicamente do Kosovo, e apesar de todos os disfuncionamentos que se conhecem, admito efectivamente que a ajuda seja actualmente necessária e útil. Como recorda oportunamente o Tales de Mileto, “a população desse território foi vítima de uma tentativa de extermínio em massa”. Não foi assim há muito tempo. A intervenção externa foi necessária para evitar uma tragédia maior e a continuação da escalada desestabilizadora na região. A “comunidade internancional” pode ainda continuar a ajudar o território a ser independente e viável. Mas a ajuda deve ser sempre feita sob condições rigorosas. As novas autoridades devem respeitar princípios rigorosos de “boa governação” e devem garantir efectivamente os direitos da minoria sérvia no território. Se for o menor dos males devem aceitar a existência de zonas sérvias com estatutos especiais e ligados à Sérvia (como é, na prática, o caso actualmente). Que se ajudem os kosovares a serem finalmente independentes do tradicional jugo sérvio. Mas que seja uma independência sob tutela, pelo menos enquanto a ajuda continuar a ser necessária e dada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>lucklucky,</p>
<p>&#8220;Há várias provas empíricas que a ajuda só por si não beneficia os países.&#8221;</p>
<p>Efectivamente ! Eu também conheço, e de perto, alguns exemplos. Em particular, em África. Desde logo porque “só por si” é insuficiente. Mas, sobretudo, porque “só por si” pode ser nefasta e ter efeitos perversos. O de sustentar regimes e nomenclaturas corruptas. O de criar (maus) hábitos assistencialistas nas populações que agravam os problemas em vez de ajudarem a resolvê-los. Não sou de modo nenhum favorável a ajudas generalizadas e sem condições. </p>
<p>Mas não sou contra as ajudas. Penso que, em certos casos e dentro de certas condições, se podem justificar e ser úteis. Para os países e populaçõe que as recebem. Para os países que as dão. Penso que os países “ocidentais” e certas organizações internacionais a elas ligadas e por elas financiadas podem e devem utilizar a ajuda económica para promover e apoiar o desenvolvimento de modelos, políticas, modos de vida e valores característicos de sociedades liberais e de economias de mercado. Porque deste modo favorecem a estabilização e a prosperidade económica dos países beneficiários e das respectivas populações. Sou apenas por ajudas selectivas e condicionadas. Quando os benificiados, sobretudo os governos, não respeitam as condições as ajudas devem ser suspensas. Já foi muito pior num passado não muito longínquo. Mas ainda continua em muitos casos a ser feita em condições inaceitáveis. Que devem ser denunciadas e recusadas.</p>
<p>Falando específicamente do Kosovo, e apesar de todos os disfuncionamentos que se conhecem, admito efectivamente que a ajuda seja actualmente necessária e útil. Como recorda oportunamente o Tales de Mileto, “a população desse território foi vítima de uma tentativa de extermínio em massa”. Não foi assim há muito tempo. A intervenção externa foi necessária para evitar uma tragédia maior e a continuação da escalada desestabilizadora na região. A “comunidade internancional” pode ainda continuar a ajudar o território a ser independente e viável. Mas a ajuda deve ser sempre feita sob condições rigorosas. As novas autoridades devem respeitar princípios rigorosos de “boa governação” e devem garantir efectivamente os direitos da minoria sérvia no território. Se for o menor dos males devem aceitar a existência de zonas sérvias com estatutos especiais e ligados à Sérvia (como é, na prática, o caso actualmente). Que se ajudem os kosovares a serem finalmente independentes do tradicional jugo sérvio. Mas que seja uma independência sob tutela, pelo menos enquanto a ajuda continuar a ser necessária e dada.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tales de Mileto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5703</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tales de Mileto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 19:58:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5703</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Deve ou não a União Europeia apoiar um pequeno e frágil território de modo a contribuir para que seja respeitado o seu direito a decidir sobre o póprio destino ? Deve ou não a Uniao Europeia contribuir para uma solução que minimize os perigos de uma nova desestabilização da região ?&quot;


Deve. Principalmente quando a população desse território foi vítima de uma tentativa de extermínio em massa. Já toda a gente se esqueceu disso?

ou será que a limpeza étnica no kosovo nunca existiu?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Deve ou não a União Europeia apoiar um pequeno e frágil território de modo a contribuir para que seja respeitado o seu direito a decidir sobre o póprio destino ? Deve ou não a Uniao Europeia contribuir para uma solução que minimize os perigos de uma nova desestabilização da região ?&#8221;</p>
<p>Deve. Principalmente quando a população desse território foi vítima de uma tentativa de extermínio em massa. Já toda a gente se esqueceu disso?</p>
<p>ou será que a limpeza étnica no kosovo nunca existiu?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5675</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 18:48:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5675</guid>
		<description><![CDATA[Há várias provas empíricas que a ajuda só por si não beneficia os países. Os Moldavos receberam perto de um bilião de $ do Banco Mundial e FMI, o país não evoluiu, corrompeu-se ainda mais. A Europa apoia os Palestinianos, há estudos que indicam correlação entre o crescendo dos ataques Palestinianos(incluíndo o combate entre Palestinianos e não só contra Israel) e a ajuda internacional.  http://www.camera.org/images_user/Palestinian%20homicides%20and%20aid.JPG

http://www.camera.org/index.asp?x_context=2&amp;x_outlet=118&amp;x_article=1362

http://idei.fr/doc/wp/2005/aid_delegated.pdf

&quot;Aid and the Delegated Fight Against Terrorism, Review of Development Economics, 10(2), 330/344, 2006). Azam and Delacroix are cautious about the conclusions to be drawn, but like the graphs presented above, their correlation raises questions about the effectiveness of aid as a policy to combat terrorism and radicalism.&quot;

O dinheiro pode piorar a situação quando a cabeça não está no sítio.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há várias provas empíricas que a ajuda só por si não beneficia os países. Os Moldavos receberam perto de um bilião de $ do Banco Mundial e FMI, o país não evoluiu, corrompeu-se ainda mais. A Europa apoia os Palestinianos, há estudos que indicam correlação entre o crescendo dos ataques Palestinianos(incluíndo o combate entre Palestinianos e não só contra Israel) e a ajuda internacional.  <a href="http://www.camera.org/images_user/Palestinian%20homicides%20and%20aid.JPG" rel="nofollow">http://www.camera.org/images_user/Palestinian%20homicides%20and%20aid.JPG</a></p>
<p><a href="http://www.camera.org/index.asp?x_context=2&#038;x_outlet=118&#038;x_article=1362" rel="nofollow">http://www.camera.org/index.asp?x_context=2&#038;x_outlet=118&#038;x_article=1362</a></p>
<p><a href="http://idei.fr/doc/wp/2005/aid_delegated.pdf" rel="nofollow">http://idei.fr/doc/wp/2005/aid_delegated.pdf</a></p>
<p>&#8220;Aid and the Delegated Fight Against Terrorism, Review of Development Economics, 10(2), 330/344, 2006). Azam and Delacroix are cautious about the conclusions to be drawn, but like the graphs presented above, their correlation raises questions about the effectiveness of aid as a policy to combat terrorism and radicalism.&#8221;</p>
<p>O dinheiro pode piorar a situação quando a cabeça não está no sítio.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando S</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5668</link>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando S]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 18:33:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5668</guid>
		<description><![CDATA[Caro Gabriel Silva,

1. Se interpreto bem o seu ponto de vista, creio que concordo plenamente consigo relativamente a uma série de aspectos fundamentais. Nomeadamente :

a) Não sou nem por nem contra a independência do Kosovo. Sou pelo direito moral de cada comunidade, neste caso a dos kosovares, poder decidir livremente sobre o seu destino. Incluindo a independência. 

b) A aplicação e o exercício efectivos deste direito podem ser combatidos e impedidos por quem não o aceite de boa-fé. O que pode acontecer até de forma violenta. Neste caso, trata-se da Sérvia, com o altamente provável apoio directo da Rússia e de outros países eslavos. 

c) Não se deve aceitar que a actual vontade de independência dos kosovares seja posta em causa deste modo. Pelo menos por duas razões. 

d) Uma primeira, de ordem moral, e que é a de considerar ilegítimo que o princípio da força se sobreponha a um direito. 

e) Uma segunda, de ordem mais pragmática e realista, que é a de considerar que o não respeito da vontade de independência dos kosovares pode ser um factor de instabilidade regional e internacional mais forte do que uma nova cedência perante as exigências integracionistas da Sérvia. A este respeito, penso que a sua leitura dos acontecimentos históricos da 1ª guerra mundial e das lições práticas a tirar para os tempos presentes está básicamente correcta. 

f) Naturalmente que, mesmo admitindo o direito e a vontade dos kosovares à independência, se espera que estes tenham em conta as circunstâncias existentes e se movimentem quando estas circunstâncias parecem ser mais favoráveis.

g) Existe actualmente um conjunto de circunstâncias favoráveis. Em particular : a relativa fragilidade da Sérvia e da Rússia ; o forte apoio dos Estados Unidos e da União Europeia. Apesar dos protestos verbais é muito pouco provável que a Sérvia e a Rússia consigam actualmente bloquear o processo independentista. Sabendo-se que estas condições se podem vir a alterar no futuro, em particular com o reforço da posição da Rússia no plano internacional, a manutenção do impasse anterior poderia vir a ser no futuro um forte factor de instabilidade. Com consequências difíceis de prevêr e controlar.

2. Assim sendo, tenho alguma dificuldade em perceber as suas fortes reservas (utilizou a expressão “lamentável” !) quanto à circunstância de a União Europeia ter estado e continuar a apoiar a possibilidade de um Kosovo independente e minimamente viável. 

Deve ou não a União Europeia apoiar um pequeno e frágil território de modo a contribuir para que seja respeitado o seu direito a decidir sobre o póprio destino ? Deve ou não a Uniao Europeia contribuir para uma solução que minimize os perigos de uma nova desestabilização da região ?        

Compreendo, e até posso partilhar, algumas das suas críticas ao modo como esse apoio tem sido prestado no terreno. Não sei qual é a verddeira dimensão do problema, mas também li que tem havido um grande desperdício de meios e importantes desvios de fundos ligados à presença da União Europeia, da NATO, e, sobretudo, da ONU. É algo que acontece infelizmente em quase todas estas operações e que se deve certamente condenar e combater. Mas não creio que estes aspectos negativos sejam suficientes para justificar a defesa de uma atitude passiva de União Europeia numa região onde está, para o melhor e para o pior, fortemente envolvida desde há já bastantes tempo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gabriel Silva,</p>
<p>1. Se interpreto bem o seu ponto de vista, creio que concordo plenamente consigo relativamente a uma série de aspectos fundamentais. Nomeadamente :</p>
<p>a) Não sou nem por nem contra a independência do Kosovo. Sou pelo direito moral de cada comunidade, neste caso a dos kosovares, poder decidir livremente sobre o seu destino. Incluindo a independência. </p>
<p>b) A aplicação e o exercício efectivos deste direito podem ser combatidos e impedidos por quem não o aceite de boa-fé. O que pode acontecer até de forma violenta. Neste caso, trata-se da Sérvia, com o altamente provável apoio directo da Rússia e de outros países eslavos. </p>
<p>c) Não se deve aceitar que a actual vontade de independência dos kosovares seja posta em causa deste modo. Pelo menos por duas razões. </p>
<p>d) Uma primeira, de ordem moral, e que é a de considerar ilegítimo que o princípio da força se sobreponha a um direito. </p>
<p>e) Uma segunda, de ordem mais pragmática e realista, que é a de considerar que o não respeito da vontade de independência dos kosovares pode ser um factor de instabilidade regional e internacional mais forte do que uma nova cedência perante as exigências integracionistas da Sérvia. A este respeito, penso que a sua leitura dos acontecimentos históricos da 1ª guerra mundial e das lições práticas a tirar para os tempos presentes está básicamente correcta. </p>
<p>f) Naturalmente que, mesmo admitindo o direito e a vontade dos kosovares à independência, se espera que estes tenham em conta as circunstâncias existentes e se movimentem quando estas circunstâncias parecem ser mais favoráveis.</p>
<p>g) Existe actualmente um conjunto de circunstâncias favoráveis. Em particular : a relativa fragilidade da Sérvia e da Rússia ; o forte apoio dos Estados Unidos e da União Europeia. Apesar dos protestos verbais é muito pouco provável que a Sérvia e a Rússia consigam actualmente bloquear o processo independentista. Sabendo-se que estas condições se podem vir a alterar no futuro, em particular com o reforço da posição da Rússia no plano internacional, a manutenção do impasse anterior poderia vir a ser no futuro um forte factor de instabilidade. Com consequências difíceis de prevêr e controlar.</p>
<p>2. Assim sendo, tenho alguma dificuldade em perceber as suas fortes reservas (utilizou a expressão “lamentável” !) quanto à circunstância de a União Europeia ter estado e continuar a apoiar a possibilidade de um Kosovo independente e minimamente viável. </p>
<p>Deve ou não a União Europeia apoiar um pequeno e frágil território de modo a contribuir para que seja respeitado o seu direito a decidir sobre o póprio destino ? Deve ou não a Uniao Europeia contribuir para uma solução que minimize os perigos de uma nova desestabilização da região ?        </p>
<p>Compreendo, e até posso partilhar, algumas das suas críticas ao modo como esse apoio tem sido prestado no terreno. Não sei qual é a verddeira dimensão do problema, mas também li que tem havido um grande desperdício de meios e importantes desvios de fundos ligados à presença da União Europeia, da NATO, e, sobretudo, da ONU. É algo que acontece infelizmente em quase todas estas operações e que se deve certamente condenar e combater. Mas não creio que estes aspectos negativos sejam suficientes para justificar a defesa de uma atitude passiva de União Europeia numa região onde está, para o melhor e para o pior, fortemente envolvida desde há já bastantes tempo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tales de Mileto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5657</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tales de Mileto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 18:12:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5657</guid>
		<description><![CDATA[este post é muito ambíguo: uma no cravo, outra na ferradura. parece que para os portugueses só os timorenses têm direito à auto-determinação, vá lá a gente perceber porquê... e já agora, parece que o território timorense tb foi ocupado por umas forças estrangeiras... a única diferença é que em timor essas forças não estão lá a fazer nada, a julgar pelos últimos acontecimentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este post é muito ambíguo: uma no cravo, outra na ferradura. parece que para os portugueses só os timorenses têm direito à auto-determinação, vá lá a gente perceber porquê&#8230; e já agora, parece que o território timorense tb foi ocupado por umas forças estrangeiras&#8230; a única diferença é que em timor essas forças não estão lá a fazer nada, a julgar pelos últimos acontecimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Beware of the Balcans &#171; Farmácia Central</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5600</link>
		<dc:creator><![CDATA[Beware of the Balcans &#171; Farmácia Central]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 15:42:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5600</guid>
		<description><![CDATA[[...] auto-proclamada e reclamada para reconhecimento alheio pelos próprios, não cabe no simplismo do direito (e a liberdade para o exercer) à auto-determinação dos povos. A Europa tem demasiados grupos cultural, línguística e tradicionalmente ligados a comunidades [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] auto-proclamada e reclamada para reconhecimento alheio pelos próprios, não cabe no simplismo do direito (e a liberdade para o exercer) à auto-determinação dos povos. A Europa tem demasiados grupos cultural, línguística e tradicionalmente ligados a comunidades [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5588</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 15:04:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5588</guid>
		<description><![CDATA[Caro António Lemos Soares,

Note bem que não digo que não haverá conflitos, que alguns não aceitem de boa-fé o principio de que cada comunidade deve poder decidir o seu destino. 
Conhecendo-se a história é provável que tal suceda. 
A questão é que tal principio é verdadeiro e deve ser respeitado. E julgo difícil defender-se que porque alguns poderão reagir, até por forma violenta, aqueles que pretendam separar-se não tenham tal direito ou o não devam fazer. Seria ceder meramente ao principio da força.

Evidentemente que quem queira tomar tal decisão, de se separar, deverá ser pragmático e perceber o que poderá ocorrer, isto é, tomar consciencia das circunstancias e dos factores favoráveis e desfavoráveis. O que em si mesmo não prejudica o direito á separação, que permanece semrpre, mas poderá  afectar a sua exequibilidade. Os kosovares entenderam que nas actuais circunstancias teriam algum sucesso, seja pela perspectiva de ausencia de reacção violenta por parte da sérvia, seja sobretudo pelo facto de a UE, de forma lamentável, ter decidido apoia-los e financiar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro António Lemos Soares,</p>
<p>Note bem que não digo que não haverá conflitos, que alguns não aceitem de boa-fé o principio de que cada comunidade deve poder decidir o seu destino.<br />
Conhecendo-se a história é provável que tal suceda.<br />
A questão é que tal principio é verdadeiro e deve ser respeitado. E julgo difícil defender-se que porque alguns poderão reagir, até por forma violenta, aqueles que pretendam separar-se não tenham tal direito ou o não devam fazer. Seria ceder meramente ao principio da força.</p>
<p>Evidentemente que quem queira tomar tal decisão, de se separar, deverá ser pragmático e perceber o que poderá ocorrer, isto é, tomar consciencia das circunstancias e dos factores favoráveis e desfavoráveis. O que em si mesmo não prejudica o direito á separação, que permanece semrpre, mas poderá  afectar a sua exequibilidade. Os kosovares entenderam que nas actuais circunstancias teriam algum sucesso, seja pela perspectiva de ausencia de reacção violenta por parte da sérvia, seja sobretudo pelo facto de a UE, de forma lamentável, ter decidido apoia-los e financiar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: All-facinha</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5586</link>
		<dc:creator><![CDATA[All-facinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 15:03:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5586</guid>
		<description><![CDATA[Também eu gostava de ser independente. Tenho vontade, condições físicas e psíquicas, disponibilidade, etc. Só me falta o dinheiro!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também eu gostava de ser independente. Tenho vontade, condições físicas e psíquicas, disponibilidade, etc. Só me falta o dinheiro!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/02/17/kos/#comment-5576</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 14:51:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=1105#comment-5576</guid>
		<description><![CDATA[errata: «anexada em 1908»]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>errata: «anexada em 1908»</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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