O que fazer? – II (com o “couvert” e o Kosovo)

O problema do “couvert” está para a protecção dos consumidores, como o do Kosovo está para a comunidade internacional….Ambos até se aceitam, desde que não se pague (ou que alguém os pague por nós!)

12 Comentários

  1. fat christ
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 16:07 | Permalink

    E ninguém sabe o preço que vai custar!
    ora nem mais

  2. Lololinhazinha
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 16:18 | Permalink

    Grande analogia.
    O kosovo, de facto, visto de uma certa perspectiva não deixa de ser uma “entrada”.

  3. Tribunus
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 16:53 | Permalink

    No parlamento um dos gajos, que vai comendo à nossa conta deve preguntar ao ministro da defesa, quanto nos custa a cowboiada
    do Kososv e Timor? deve para baixar 1<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<5 no <irs———–

  4. JB
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 18:13 | Permalink

    Tribunus
    Aqui tem o preço + ou (-) certo, do nosso serviço como cipaios do Império:
    OE/MDN de 2008 – 58 milhões de euros para a paz no mundo, a PAX Americana, de um bolo de 2.114,7 ME.
    Dois problemas:
    a)Na AR, parece não haver ninguem habilitado ou interessado em questionar questões concretas – tipicamente português.
    b)Tal como nenhum partido se lembra de questionar o PM, sobre o estatuto do BdP e os seus illuminati. Os dabates vão-se sucedendo, mais ou menos inócuos, de modo a que os cães possam ir continuando a morder o PIB.

  5. Beirão, o Velho do Restelo
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 18:57 | Permalink

    Que mandem mas é regressar as tropas sem cobertura legal da ONU no Kosovo ou será que passados só 33 anos já tudo é possível?
    Como paus mandados irão obviamente reconhecer o kosovo e claro pagar a sua contribuição para o seu sustento.

  6. Posted 22 Fevereiro, 2008 at 19:23 | Permalink

    De facto, como o assunto do ‘couvert’ é mais divertido do que sério, está mesmo a pedir que se conte uma velha anedota ‘a propósito’:
    É a rábula da senhora que vai a um restaurante e a quem pedem, no fim, 5 euros pelas azeitonas.
    Ela manda chamar o gerente, e reclama, dizendo que não comeu nenhuma.
    - Não comeu porque não quis, minha cara senhora – responde o outro -, porque elas estavam bem à mão.
    A freguesa paga, e depois diz:
    - Agora é o senhor que me deve 20 euros por me ter apalpado as mamas. Cobro 10 euros por cada uma.
    - Mas eu nem lhes toquei!
    - Não as apalpou porque não quis, meu caro senhor- responde ela -, porque elas estavam bem à mão.
    .

  7. kadaum
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 19:26 | Permalink

    Coisa é certa que em Portugal o consumo baixou no Janeiro findo para os mínimos conhecidos, sinal que os portugueses não cessam de aprender a apertar o cinto.

  8. fat christ
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 21:10 | Permalink

    Isso em Portugal e nos outros países todos. Foi uma moda que passou. E se comprar com a epoca de Dezembro em que andaram às compras, nota-se mesmo que em Janeiro o consumo baixou.Foi mal geral. Excepto em Espanha que fazem as compras no dia de Reis.

  9. Posted 22 Fevereiro, 2008 at 22:23 | Permalink

    Que piada!
    ( DA-AAAAAA)

  10. Posted 22 Fevereiro, 2008 at 22:30 | Permalink

    A história do couvert é engraçada… qualquer dia, se um empregado de mesa nos sugere um prato, também não somos obrigados a pagar, simplesmente porque não o pedimos, foi-nos sugerido.

    Incrível é que há pessoas que perdem tempo a pensar nestas tretas!

  11. All-facinha
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 23:20 | Permalink

    “O kosovo, de facto, visto de uma certa perspectiva não deixa de ser uma “entrada”.” Lololinhazinha

    Claro, é um ovo cozido.

  12. cuidado
    Posted 22 Fevereiro, 2008 at 23:45 | Permalink

    vocês estão para aí a gozar , mas , se não estou em erro , não houve uma grande guerra que começou precisamente por essas cenitas das Balcãs?
    E vejam , a Russia já está no lado oposto dos USA e há rivalidades que nunca se esquecem e que só esperam uma oportunidade para se voltarem a inflamar.
    Pois , pois , tantos anos de paz faz que pensemos serem as guerras coisas de um passado primitivo , mas a verdade é que continua a haver tantos loucos como antes.


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