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	<title>Comentários em: Utentes versus clientes</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: A autoridade(?) dos professores &#124; Oh Não!</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-81199</link>
		<dc:creator><![CDATA[A autoridade(?) dos professores &#124; Oh Não!]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 18:15:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] do telemóvel por parte dos docentes: na caixa de comentários do Blasfémias houve alguém que citou uma participação de um jurista, «num site de juristas» (não faço ideia qual): «Certo que temos poucos dados, mas há aqui algo que é incontornável:  [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do telemóvel por parte dos docentes: na caixa de comentários do Blasfémias houve alguém que citou uma participação de um jurista, «num site de juristas» (não faço ideia qual): «Certo que temos poucos dados, mas há aqui algo que é incontornável:  [...]</p>
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		<title>Por: Confrade</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13481</link>
		<dc:creator><![CDATA[Confrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 22:28:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A variantes são divertidas, como esta por exemplo: 
http://www.youtube.com/watch?v=ck9iFzu5pDc]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A variantes são divertidas, como esta por exemplo:<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ck9iFzu5pDc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13319</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 03:04:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ó JLS... que nojo...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ó JLS&#8230; que nojo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JLS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13283</link>
		<dc:creator><![CDATA[JLS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 20:01:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«Coitadinha da aluna. No “meu tempo” os OPC (objectos pessoais de comunicações) eram mais rudimentares. Eram papeis escritos, e usavamos-los essencialmente nos testes. Os profs tinham esse hábito terrivel de os apreender ilegalmente. Inacreditável.»

No seu tempo.

Hoje em dia os telemóveis têm capacidade para albergar textos, imagens, vídeos, centenas de contactos, pode ser &quot;a&quot; agenda dessa pessoa, pode ser um aparelho de GPS, pode ser um meio privilegiado de acesso à net, de ouvir podcasts e ver vidcasts, de acompanhar a actualidade, pode ser um instrumento essencial para a normal utilização de serviços bancários, etc.

Diz bem. No seu tempo.

E um bilhetinho não é uma carta... nem é exactamente propriedade privada.

É uma questão de bom senso. Se alguém for apanhado a falar ao telemóvel numa biblioteca, não lhe apreendem o telemóvel; se alguém for apanhado a fumar num local proibido, não lhe apreendem o maço e o isqueiro. Bom senso. Podem-lhes impor outras coisas: expulsão do local, ou uma qualquer sanção. Mas de certeza que não lhe vão apreender os bens.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Coitadinha da aluna. No “meu tempo” os OPC (objectos pessoais de comunicações) eram mais rudimentares. Eram papeis escritos, e usavamos-los essencialmente nos testes. Os profs tinham esse hábito terrivel de os apreender ilegalmente. Inacreditável.»</p>
<p>No seu tempo.</p>
<p>Hoje em dia os telemóveis têm capacidade para albergar textos, imagens, vídeos, centenas de contactos, pode ser &#8220;a&#8221; agenda dessa pessoa, pode ser um aparelho de GPS, pode ser um meio privilegiado de acesso à net, de ouvir podcasts e ver vidcasts, de acompanhar a actualidade, pode ser um instrumento essencial para a normal utilização de serviços bancários, etc.</p>
<p>Diz bem. No seu tempo.</p>
<p>E um bilhetinho não é uma carta&#8230; nem é exactamente propriedade privada.</p>
<p>É uma questão de bom senso. Se alguém for apanhado a falar ao telemóvel numa biblioteca, não lhe apreendem o telemóvel; se alguém for apanhado a fumar num local proibido, não lhe apreendem o maço e o isqueiro. Bom senso. Podem-lhes impor outras coisas: expulsão do local, ou uma qualquer sanção. Mas de certeza que não lhe vão apreender os bens.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno Abrantes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13260</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Abrantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 16:43:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tocou no cerne da questão da violência nas escolas. Efectivamente em países onde o ensino é praticamente todo ele  privado não ocorrem actos de violência... Veja-se os EUA, por exemplo… De facto, se temos de levar um tiro enquanto estamos na biblioteca ou na cantina ou menos que sejamos clientes…]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tocou no cerne da questão da violência nas escolas. Efectivamente em países onde o ensino é praticamente todo ele  privado não ocorrem actos de violência&#8230; Veja-se os EUA, por exemplo… De facto, se temos de levar um tiro enquanto estamos na biblioteca ou na cantina ou menos que sejamos clientes…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Confrade</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13255</link>
		<dc:creator><![CDATA[Confrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 16:19:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[algures li &quot;Bullying afecta professora&quot; tsk tsk ... jornalistas tsk tsk]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>algures li &#8220;Bullying afecta professora&#8221; tsk tsk &#8230; jornalistas tsk tsk</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Pedrito Portugal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13250</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedrito Portugal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 16:00:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não se pode tratar o professor como um produtor comum de bens materiais

Um texto de José Gil, de Dezembro de 2006, tão actual...

NUMA trapalhada de notícias indirectas e desmentidos confusos das autoridades, ficou-se a saber, na semana passada [Dezembro de 2006], que o Ministério da Educação (ME), pelo menos pensou em acabar com as «pausas» lectivas do Natal, do Carnaval e da Páscoa dos professores; além de que estes seriam obrigados a dar oito horas de docência por dia, para além das horas de reuniões, substituição de professores, etc. Que os desmentidos do ME anulem o «anúncio» daquelas decisões (fazendo tudo isto parte, talvez, das técnicas de propaganda do Governo) nada tira ao escândalo que é o poder-se ter pensado em tais medidas (e isto é indesmentível). 
Devo dizer que fiquei siderado ao ler o primeiro cabeçalho do «Público», que as publicava. Jamais, assim, a política educativa do Governo criaria as condições para a transformação profunda do ensino de que o país tanto precisa. Porque essas medidas supõem que se trata a escola como uma empresa, e que a preocupação em reconciliar o seu funcionamento obedece a critérios puramente economicistas e estatísticos. Menos oito mil professores o ano passado, menos cinco mil este ano — «uma boa gestão», como diz um secretário de Estado.

Mas gerir uma escola não é gerir uma empresa, e a racionalização do ensino tem de ter em conta um parâmetro «imaterial» — o desejo de aprender e conhecer que, inerente ao desenvolvimento da criança, deveria ser expandido, diversificado e intensificado no básico e no secundário. Este «dado» — muitas vezes esquecido pelas teorias cognitivistas da aprendizagem — implica que se olhe para a relação mestre-aluno com um cuidado especial. 
Não se pode tratar o professor como um produtor comum de bens materiais.Significa isto que se deve também pensar atentamente no papel e na acção do professor, quando se concebem planos de transformação da sua docência. O que o professor dá de si, — o investimento da sua disponibilidade, o seu prazer em ensinar, o seu trabalho de preparação das lições, o clima afectivo da aula, o laço que se estabelece entra ele e a turma — são factores decisivos da aprendizagem (para além das suas competências pedagógico-científicas) e implicam uma longa elaboração da sua experiência de docente, da sua inventividade, da sua autenticidade enquanto professor. E tudo isso requer tempo para si próprio e lazer (trabalha-se consciente e inconscientemente, mesmo no ócio).

Um segundo factor marca a singularidade do trabalho do professor: o seu desgaste «psicológico». O investimento na docência convoca forças de toda a ordem, os dons, a capacidade de se autocontrolar e de controlar, a plasticidade para se adaptar a, e lidar com cada aluno em particular, o equilíbrio incessante entre o papel de docente e o de educador, o constante brio que exige de si (o terrível superego do professor que o força a ter a melhor imagem de si para estar em paz consigo mesmo), a responsabilidade que assume pelo aproveitamento dos alunos, etc. Ele não investe uma ou duas «competências», investe na aula a sua existência inteira.

Para obter bons resultados, boas estatísticas, boas médias, é preciso ter bons professores. Para os ter, tem de se considerar a especificidade do seu trabalho.

Não é atafulhando o seu tempo com oito horas diárias, nem cortando as «pausas» — de que precisa como de pão para a boca — que se formarão docentes «competentes». Parece haver uma preocupação obsessiva com a quantidade (em todos os domínios) no ME, que o torna cego às virtudes da qualidade. Que os responsáveis pela educação do nosso país possam ter pensado em esmagar assim os professores é sinal de que qualquer coisa de incompreensivelmente absurdo se está a passar nas suas cabeças.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode tratar o professor como um produtor comum de bens materiais</p>
<p>Um texto de José Gil, de Dezembro de 2006, tão actual&#8230;</p>
<p>NUMA trapalhada de notícias indirectas e desmentidos confusos das autoridades, ficou-se a saber, na semana passada [Dezembro de 2006], que o Ministério da Educação (ME), pelo menos pensou em acabar com as «pausas» lectivas do Natal, do Carnaval e da Páscoa dos professores; além de que estes seriam obrigados a dar oito horas de docência por dia, para além das horas de reuniões, substituição de professores, etc. Que os desmentidos do ME anulem o «anúncio» daquelas decisões (fazendo tudo isto parte, talvez, das técnicas de propaganda do Governo) nada tira ao escândalo que é o poder-se ter pensado em tais medidas (e isto é indesmentível).<br />
Devo dizer que fiquei siderado ao ler o primeiro cabeçalho do «Público», que as publicava. Jamais, assim, a política educativa do Governo criaria as condições para a transformação profunda do ensino de que o país tanto precisa. Porque essas medidas supõem que se trata a escola como uma empresa, e que a preocupação em reconciliar o seu funcionamento obedece a critérios puramente economicistas e estatísticos. Menos oito mil professores o ano passado, menos cinco mil este ano — «uma boa gestão», como diz um secretário de Estado.</p>
<p>Mas gerir uma escola não é gerir uma empresa, e a racionalização do ensino tem de ter em conta um parâmetro «imaterial» — o desejo de aprender e conhecer que, inerente ao desenvolvimento da criança, deveria ser expandido, diversificado e intensificado no básico e no secundário. Este «dado» — muitas vezes esquecido pelas teorias cognitivistas da aprendizagem — implica que se olhe para a relação mestre-aluno com um cuidado especial.<br />
Não se pode tratar o professor como um produtor comum de bens materiais.Significa isto que se deve também pensar atentamente no papel e na acção do professor, quando se concebem planos de transformação da sua docência. O que o professor dá de si, — o investimento da sua disponibilidade, o seu prazer em ensinar, o seu trabalho de preparação das lições, o clima afectivo da aula, o laço que se estabelece entra ele e a turma — são factores decisivos da aprendizagem (para além das suas competências pedagógico-científicas) e implicam uma longa elaboração da sua experiência de docente, da sua inventividade, da sua autenticidade enquanto professor. E tudo isso requer tempo para si próprio e lazer (trabalha-se consciente e inconscientemente, mesmo no ócio).</p>
<p>Um segundo factor marca a singularidade do trabalho do professor: o seu desgaste «psicológico». O investimento na docência convoca forças de toda a ordem, os dons, a capacidade de se autocontrolar e de controlar, a plasticidade para se adaptar a, e lidar com cada aluno em particular, o equilíbrio incessante entre o papel de docente e o de educador, o constante brio que exige de si (o terrível superego do professor que o força a ter a melhor imagem de si para estar em paz consigo mesmo), a responsabilidade que assume pelo aproveitamento dos alunos, etc. Ele não investe uma ou duas «competências», investe na aula a sua existência inteira.</p>
<p>Para obter bons resultados, boas estatísticas, boas médias, é preciso ter bons professores. Para os ter, tem de se considerar a especificidade do seu trabalho.</p>
<p>Não é atafulhando o seu tempo com oito horas diárias, nem cortando as «pausas» — de que precisa como de pão para a boca — que se formarão docentes «competentes». Parece haver uma preocupação obsessiva com a quantidade (em todos os domínios) no ME, que o torna cego às virtudes da qualidade. Que os responsáveis pela educação do nosso país possam ter pensado em esmagar assim os professores é sinal de que qualquer coisa de incompreensivelmente absurdo se está a passar nas suas cabeças.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: mac</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13241</link>
		<dc:creator><![CDATA[mac]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 15:09:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se os alunos fossem considerados clientes, seriam postos fora deste estabelecimento, seriam proibidos de lá voltar e ainda seriam processados por trazer mau nome a esse estabelecimento. Isto se fossem considerados clientes. Mas não são...Ah e tal, são adolescentes, não sabem o que fazem...Desculpas baratas. Pura e simplesmente, aquela turma apanharia 1 mês de suspensão. E infelizmente, este caso não é específico duma escola e duma região. É apenas 1 caso com que os professores lidam provalvelmente todos os dias, com a diferença de que, desta vez, foi posto a circular no You Tube.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se os alunos fossem considerados clientes, seriam postos fora deste estabelecimento, seriam proibidos de lá voltar e ainda seriam processados por trazer mau nome a esse estabelecimento. Isto se fossem considerados clientes. Mas não são&#8230;Ah e tal, são adolescentes, não sabem o que fazem&#8230;Desculpas baratas. Pura e simplesmente, aquela turma apanharia 1 mês de suspensão. E infelizmente, este caso não é específico duma escola e duma região. É apenas 1 caso com que os professores lidam provalvelmente todos os dias, com a diferença de que, desta vez, foi posto a circular no You Tube.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ZéNabo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13229</link>
		<dc:creator><![CDATA[ZéNabo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 14:19:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O João Miranda,
Neste mundo de cliente-fornecedor,

O senhor é cliente da sua mulher, ou a sua mulher é que é sua cliente?
Quem paga a quem?
Quem paga o quê?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O João Miranda,<br />
Neste mundo de cliente-fornecedor,</p>
<p>O senhor é cliente da sua mulher, ou a sua mulher é que é sua cliente?<br />
Quem paga a quem?<br />
Quem paga o quê?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/20/utentes-versus-clientes/#comment-13226</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 13:55:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Produziam para eles e nao diziam a ninguém.&quot;&lt;/i&gt;

E acha mesmo que não se sabia? Bastava consultar o site do INE.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Produziam para eles e nao diziam a ninguém.&#8221;</i></p>
<p>E acha mesmo que não se sabia? Bastava consultar o site do INE.</p>
]]></content:encoded>
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