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	<title>Comentários em: Galvão de Melo</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Toino</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-465490</link>
		<dc:creator><![CDATA[Toino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 23:57:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Américo Duarte era um simples operário da Lisnave. Mas ainda houve outro antes do Américo Duarte, um tal Pisco, acho eu...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Américo Duarte era um simples operário da Lisnave. Mas ainda houve outro antes do Américo Duarte, um tal Pisco, acho eu&#8230;</p>
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		<title>Por: André Verneuil</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13597</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Verneuil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 23:29:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Galvão de Melo está a cima das torpezas. Honra lhe seja feita.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galvão de Melo está a cima das torpezas. Honra lhe seja feita.</p>
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		<title>Por: Goncalo Pereira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13531</link>
		<dc:creator><![CDATA[Goncalo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 15:09:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Então mas era ou não da PIDE???]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então mas era ou não da PIDE???</p>
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		<title>Por: anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13501</link>
		<dc:creator><![CDATA[anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 10:45:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paresce ser que na UDP aparte a Helena também havía algúm que outro a mais...nao podemos afirmar que ficava sozinha. Ai, o bisturí da historia...

A União Democrática Popular (UDP) forma-se em 16 de Dezembro de 1974, a partir de 3 grupos marxistas-leninistas-maoístas, o Comité de Apoio à Reconstrução do Partido Marxista-Leninista (CARP ML), surgido depois de 1974, os Comités Comunistas Revolucionários Marxistas-Leninistas (CCRML), criados em 1970 a partir de uma cisão do CM-LP e que se assumiam como seus verdadeiros sucessores, e a Unidade Revolucionária Marxista-Leninista (URML), surgida em 1971, e que teve uma breve aproximação aos trotskistas. Tem o seu I Congresso em 9 de Março de 1975. Elege um deputado para a Assembleia Constituinte em 25 de Abril de 1975, Américo Duarte, após Pulido Valente, um dos fundadores do CM-LP em 1964, ter sido barrado do cargo por ter visitado um preso político de então que fora seu amigo de infãncia e que por sinal era banqueiro.

Em 1976, nas eleições para a 1ª Assembleia Legislativa foi eleito como deputado Acácio Barreiros, um ex-estudante de engenharia que vinha dos CCRM-L e que mais tarde aderiria ao Partido Socialista de que viria também a ser deputado, e nas eleições de 1979 Mário Tomé é eleito deputado à Assembleia da República. Em 1976 participa como principal força política num movimento revolucionário unitário de apoio à candidatura presidencial de Otelo Saraiva de Carvalho, que chega a obter 16,5% dos votos nacionais, movimento que tenta persistir depois das presidenciais concorrendo com os GDUP às autárquicas de Dezembro de 1976 (apenas 2,49%).

Em 1983 apresenta-se às eleições legislativas coligada com o Partido Socialista Revolucionário, após profundas cisões no interior do PCP(R) de que a UDP se pretendia a &quot;frente de massas&quot; e que levaram ao afastamento de Acácio Barreiros, João Carlos Espada, José Manuel Fernandes e outros, no rescaldo do fim da Revolução e dos GDUP. Só voltará a ter representação parlamentar no período 1991-95, fruto de um acordo com o PCP que leva Mário Tomé de novo à Assembleia da República.

Na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, o partido consegue em várias ocasiões eleger deputados, conquistando um pequeno eleitorado de agricultores e trabalhadores do sector do artesanato, tendo tido em Paulo Martins o seu principal dirigente regional.

O XVII Congresso da UDP, realizado a 2 e 3 de Abril de 2005, aprovou a passagem do partido a associação política, tendo sido eleito Pedro Soares presidente da direcção da associação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paresce ser que na UDP aparte a Helena também havía algúm que outro a mais&#8230;nao podemos afirmar que ficava sozinha. Ai, o bisturí da historia&#8230;</p>
<p>A União Democrática Popular (UDP) forma-se em 16 de Dezembro de 1974, a partir de 3 grupos marxistas-leninistas-maoístas, o Comité de Apoio à Reconstrução do Partido Marxista-Leninista (CARP ML), surgido depois de 1974, os Comités Comunistas Revolucionários Marxistas-Leninistas (CCRML), criados em 1970 a partir de uma cisão do CM-LP e que se assumiam como seus verdadeiros sucessores, e a Unidade Revolucionária Marxista-Leninista (URML), surgida em 1971, e que teve uma breve aproximação aos trotskistas. Tem o seu I Congresso em 9 de Março de 1975. Elege um deputado para a Assembleia Constituinte em 25 de Abril de 1975, Américo Duarte, após Pulido Valente, um dos fundadores do CM-LP em 1964, ter sido barrado do cargo por ter visitado um preso político de então que fora seu amigo de infãncia e que por sinal era banqueiro.</p>
<p>Em 1976, nas eleições para a 1ª Assembleia Legislativa foi eleito como deputado Acácio Barreiros, um ex-estudante de engenharia que vinha dos CCRM-L e que mais tarde aderiria ao Partido Socialista de que viria também a ser deputado, e nas eleições de 1979 Mário Tomé é eleito deputado à Assembleia da República. Em 1976 participa como principal força política num movimento revolucionário unitário de apoio à candidatura presidencial de Otelo Saraiva de Carvalho, que chega a obter 16,5% dos votos nacionais, movimento que tenta persistir depois das presidenciais concorrendo com os GDUP às autárquicas de Dezembro de 1976 (apenas 2,49%).</p>
<p>Em 1983 apresenta-se às eleições legislativas coligada com o Partido Socialista Revolucionário, após profundas cisões no interior do PCP(R) de que a UDP se pretendia a &#8220;frente de massas&#8221; e que levaram ao afastamento de Acácio Barreiros, João Carlos Espada, José Manuel Fernandes e outros, no rescaldo do fim da Revolução e dos GDUP. Só voltará a ter representação parlamentar no período 1991-95, fruto de um acordo com o PCP que leva Mário Tomé de novo à Assembleia da República.</p>
<p>Na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, o partido consegue em várias ocasiões eleger deputados, conquistando um pequeno eleitorado de agricultores e trabalhadores do sector do artesanato, tendo tido em Paulo Martins o seu principal dirigente regional.</p>
<p>O XVII Congresso da UDP, realizado a 2 e 3 de Abril de 2005, aprovou a passagem do partido a associação política, tendo sido eleito Pedro Soares presidente da direcção da associação.</p>
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	<item>
		<title>Por: Zé Pardal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13459</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zé Pardal]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 01:58:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A verdade é que o contributo do sr. general para a democracia portuguesa foi diminuto, não adiantou nem atrasou grande coisa, ainda bem. RIP!
Quanto ao ilustre deputado Américo Duarte, por mais que puxe pelos neurónios, não me recordo nem da cara nem de contributo que tenha dado à luta do povo trabalhador contra o capitalismo e o fascismo. É que não me lembro de nada, quem era o artista? Enfim, RIP também!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é que o contributo do sr. general para a democracia portuguesa foi diminuto, não adiantou nem atrasou grande coisa, ainda bem. RIP!<br />
Quanto ao ilustre deputado Américo Duarte, por mais que puxe pelos neurónios, não me recordo nem da cara nem de contributo que tenha dado à luta do povo trabalhador contra o capitalismo e o fascismo. É que não me lembro de nada, quem era o artista? Enfim, RIP também!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jomap</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13328</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jomap]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 08:29:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não foi a Helena Matos que esteve na UDP e que ajudou a escrever esse discurso? Ou foi o Jorge Coelho?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi a Helena Matos que esteve na UDP e que ajudou a escrever esse discurso? Ou foi o Jorge Coelho?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CAA</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13311</link>
		<dc:creator><![CDATA[CAA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 01:11:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa do Américo Duarte ser o Euroliberal está muito bem apanhada. 
Pelo menos, algum ADN comum deve existir...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa do Américo Duarte ser o Euroliberal está muito bem apanhada.<br />
Pelo menos, algum ADN comum deve existir&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: johnes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13303</link>
		<dc:creator><![CDATA[johnes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 00:06:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E o Sr Galvão de 
Mello dá exemplo 
do que um homem, 
Duarte ou Mello, 
ao fim lá deve fazer.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o Sr Galvão de<br />
Mello dá exemplo<br />
do que um homem,<br />
Duarte ou Mello,<br />
ao fim lá deve fazer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: libertas</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13302</link>
		<dc:creator><![CDATA[libertas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 00:00:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Galvão de Melo: um Português que ombreia em coragem e probidade com os portugueses de antanho. Que a sua alma descanse em paz.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galvão de Melo: um Português que ombreia em coragem e probidade com os portugueses de antanho. Que a sua alma descanse em paz.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: António de Almeida</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/03/21/galvao-de-melo/#comment-13299</link>
		<dc:creator><![CDATA[António de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 22:41:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[-O gen. Galvão de Melo, foi indubitavelmente um grande português, mais um dos que após a abrilada, e principalmente após a golpada comuna do 11 de Março, resistiu, tal como outros, com o apoio da maioria silenciosa, aos histéricos vermelhos que apregoavam os amanhãs que cantam, felizmente ficaram mudos, os quais empunhavam uns panos vermelhos pendurados nos paus, com foices que significavam o ceifar das liberdades, martelos a representar o seu esmagamento e a opressão, visando colocar Portugal na órbita da execrável e felizmente já extinta, ex-URSS, o regime mais infeme que algum dia existiu no planeta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>-O gen. Galvão de Melo, foi indubitavelmente um grande português, mais um dos que após a abrilada, e principalmente após a golpada comuna do 11 de Março, resistiu, tal como outros, com o apoio da maioria silenciosa, aos histéricos vermelhos que apregoavam os amanhãs que cantam, felizmente ficaram mudos, os quais empunhavam uns panos vermelhos pendurados nos paus, com foices que significavam o ceifar das liberdades, martelos a representar o seu esmagamento e a opressão, visando colocar Portugal na órbita da execrável e felizmente já extinta, ex-URSS, o regime mais infeme que algum dia existiu no planeta.</p>
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