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	<title>Comentários em: Obras pouco públicas</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Joao Farinha</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17915</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joao Farinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 08:41:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acho que sim. Acho que temos um problema aqui, a dois niiveis:

(i) obras puublicas teem o potential de aumentarem a rentabilidade privada de investimentos em nova capacidade produtiva. EE este o efeito de complementariedade e coordenacao de investimentos. Um sector tuuristico pode depender completamente de um bem puublico como um aeroporto. Mas as contas teem que se fazer. Ao mesmo tempo, imagine-se que uma nova estrada ee simplesmente uma &quot;estrada para lado algum&quot;, mas para a construir, alguns investimentos se farao, mas por parte dos construtores e de todos os negoocios que ocorrem somente durante a fase de construcao. Os estudos empiiricos mostram de facto o efeito de crowding-in, mas ee difiicil destinguir entre o que ee de facto acrescentado aa capacidade produtiva da economia ou nao. Depende do investimento puublico. Este parece mais do mesmo. Ou seja, escolhas sem qualquer preocupacao analiitica de perceber o que se estaa a financiar. Seraa isto possiivel em Portugal no ano 2008?

(ii) toda esta despesa, bem como grande parte da despesa puublica Portuguesa, ee em bens nao-transaccionaaveis. Continuamos na mesma!!! Isto continua a dar fortes price-signals para a alocacao de recursos em direccao a este sector protegido da concorrencia internacional, e onde empiiricamente se sabem existir menos spillovers. Isto pode-se detectar na taxa de cambio real efectiva...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que sim. Acho que temos um problema aqui, a dois niiveis:</p>
<p>(i) obras puublicas teem o potential de aumentarem a rentabilidade privada de investimentos em nova capacidade produtiva. EE este o efeito de complementariedade e coordenacao de investimentos. Um sector tuuristico pode depender completamente de um bem puublico como um aeroporto. Mas as contas teem que se fazer. Ao mesmo tempo, imagine-se que uma nova estrada ee simplesmente uma &#8220;estrada para lado algum&#8221;, mas para a construir, alguns investimentos se farao, mas por parte dos construtores e de todos os negoocios que ocorrem somente durante a fase de construcao. Os estudos empiiricos mostram de facto o efeito de crowding-in, mas ee difiicil destinguir entre o que ee de facto acrescentado aa capacidade produtiva da economia ou nao. Depende do investimento puublico. Este parece mais do mesmo. Ou seja, escolhas sem qualquer preocupacao analiitica de perceber o que se estaa a financiar. Seraa isto possiivel em Portugal no ano 2008?</p>
<p>(ii) toda esta despesa, bem como grande parte da despesa puublica Portuguesa, ee em bens nao-transaccionaaveis. Continuamos na mesma!!! Isto continua a dar fortes price-signals para a alocacao de recursos em direccao a este sector protegido da concorrencia internacional, e onde empiiricamente se sabem existir menos spillovers. Isto pode-se detectar na taxa de cambio real efectiva&#8230;</p>
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		<title>Por: balde-de-cal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17806</link>
		<dc:creator><![CDATA[balde-de-cal]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 20:20:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[a argamassa larga &quot;massa&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a argamassa larga &#8220;massa&#8221;</p>
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		<title>Por: Luis Moreira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17799</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luis Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 19:32:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Júdice diz que somos todos uns lamechas que não sabemos o bem que eles nos fazem!

Só calúnias!O homem nunca teve nenhum favor do Estado!

E vai para a frente ribeirinha sem vencimento, fazendo um grande favor!

Oh! Dr Júdice, mas com as comissões das obras na frente ribeirinha quem é que precisa de vencimento? E os pareceres do seu escritório? E a entrga de obras sem concurso aos amigos? E...

Dr. Júdice não nos faça mais nenhum favor!Vale?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Júdice diz que somos todos uns lamechas que não sabemos o bem que eles nos fazem!</p>
<p>Só calúnias!O homem nunca teve nenhum favor do Estado!</p>
<p>E vai para a frente ribeirinha sem vencimento, fazendo um grande favor!</p>
<p>Oh! Dr Júdice, mas com as comissões das obras na frente ribeirinha quem é que precisa de vencimento? E os pareceres do seu escritório? E a entrga de obras sem concurso aos amigos? E&#8230;</p>
<p>Dr. Júdice não nos faça mais nenhum favor!Vale?</p>
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		<title>Por: José</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17754</link>
		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 17:04:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pois, mas na altura de questionar os vários Jorges Coelhos que vão aparecendo, as virgens púdicas ofendem-se.

Que não! Que são impolutos! Que é uma vergonha e uma calúnia, o que andam a dizer.

Leiam o Júdice, hoje no Público e tentem depois, não sentir a vontade retórica de vomitar.

No entanto, o Júdice, aparece nos jornais da tv e nas rádios. Desde há muitos anos e curiosamente a defender sempre os mesmos...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, mas na altura de questionar os vários Jorges Coelhos que vão aparecendo, as virgens púdicas ofendem-se.</p>
<p>Que não! Que são impolutos! Que é uma vergonha e uma calúnia, o que andam a dizer.</p>
<p>Leiam o Júdice, hoje no Público e tentem depois, não sentir a vontade retórica de vomitar.</p>
<p>No entanto, o Júdice, aparece nos jornais da tv e nas rádios. Desde há muitos anos e curiosamente a defender sempre os mesmos&#8230;</p>
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		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17753</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 16:59:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;exigir-se aos construtores de estradas e equipamentos a manutenção ao longo do tempo de uma geração&quot;

E para justificar as portagens para as Estradas de Portugal como é que se fazia depois?
Onde é que já se viu fazer uma obra publica em Portugal que depois só possa ser cobrada uma única vez aos contribuintes?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;exigir-se aos construtores de estradas e equipamentos a manutenção ao longo do tempo de uma geração&#8221;</p>
<p>E para justificar as portagens para as Estradas de Portugal como é que se fazia depois?<br />
Onde é que já se viu fazer uma obra publica em Portugal que depois só possa ser cobrada uma única vez aos contribuintes?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/04/11/obras-pouco-publicas/#comment-17751</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Lavoura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 16:50:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;algumas de necessidade duvidosa, como o Centro Cultural de Belém&quot;

E a Casa da Música?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;algumas de necessidade duvidosa, como o Centro Cultural de Belém&#8221;</p>
<p>E a Casa da Música?</p>
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