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	<title>Comentários em: Ainda bem *</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Ponto Por Ponto &#187; O que eu gostava de ter escrito XVI</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25944</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ponto Por Ponto &#187; O que eu gostava de ter escrito XVI]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 22:57:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] daqui: http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/ [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] daqui: <a href="http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/" rel="nofollow">http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/</a> [...]</p>
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		<title>Por: Da Silva 27</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25845</link>
		<dc:creator><![CDATA[Da Silva 27]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 19:16:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A propósito da nomeação do novo director da PJ (Judite)veio à estampa um artigo no Correio da Manhã de hoje com o título &quot;Espírito de Casta&quot;, muito interessante, que advoga a nomeacão feita pelo Ministro da tutela e faz, entre outras afirmações, a seguinte:-&quot;Não há nada mais petrigoso para a independência do poder judicial do que os magistrados ansiando pela graça de uma nomeação pelo poder político&quot;.
É curioso notar que fiz um comentário idêntico (posso admitir que fosse um pouco mais abrasivo para os Juízes)no site do SOL que simplesmente foi cortado. Daí a minha modesta intervenção neste momento, porque, sinceramente, já tenho algum medo de fazer comentários sobre o que se passa no nosso País.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito da nomeação do novo director da PJ (Judite)veio à estampa um artigo no Correio da Manhã de hoje com o título &#8220;Espírito de Casta&#8221;, muito interessante, que advoga a nomeacão feita pelo Ministro da tutela e faz, entre outras afirmações, a seguinte:-&#8221;Não há nada mais petrigoso para a independência do poder judicial do que os magistrados ansiando pela graça de uma nomeação pelo poder político&#8221;.<br />
É curioso notar que fiz um comentário idêntico (posso admitir que fosse um pouco mais abrasivo para os Juízes)no site do SOL que simplesmente foi cortado. Daí a minha modesta intervenção neste momento, porque, sinceramente, já tenho algum medo de fazer comentários sobre o que se passa no nosso País.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Mr. Hyde</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25840</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mr. Hyde]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 19:10:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;As convicções são mais inimigas da verdade que as mentiras&quot; - Nietzsche.

Bom texto, dr. Amorim.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As convicções são mais inimigas da verdade que as mentiras&#8221; &#8211; Nietzsche.</p>
<p>Bom texto, dr. Amorim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: frei de jesus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25836</link>
		<dc:creator><![CDATA[frei de jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 19:01:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paroles ...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paroles &#8230;</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25716</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 07:26:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A briu a epoca da noticia falsa desmentida no dia seguinte no reino do jornalismo de cristal]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A briu a epoca da noticia falsa desmentida no dia seguinte no reino do jornalismo de cristal</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25715</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 07:25:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Amanha o DN desmente essa noticia]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amanha o DN desmente essa noticia</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: anti-comuna</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25712</link>
		<dc:creator><![CDATA[anti-comuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 02:10:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da propaganda à dura e triste realidade. Ou como o Pinócrates continua a preferir usar a mentira como arma política do que a verdade nua e crua.

&quot;Indústria está a exportar média-baixa tecnologia

Indústria ainda não saiu da idade dos metais básicos

&lt;b&gt;As exportações portuguesas de alta tecnologia industrial estão a perder gás desde 2004.&lt;/b&gt; A tomar posições, no comércio internacional - para a União Europeia e resto do mundo -, estão as vendas de produtos industriais entre a média-baixa tecnologia (como a construção naval ou metalurgia de base) e a média-alta tecnologia (produtos farmacêuticos ou aparelhos de TV e rádio).

&lt;b&gt;Há quatro anos, cerca de 12% dos produtos industriais vendidos ao exterior eram de alta tecnologia. No final de 2007, o peso da sofisticação caiu 0,7 pontos percentuais, uma descida de 6,6% no total do comércio industrial, estando ao nível do princípio da década.&lt;/b&gt; E há indícios de deterioração nas exportações das indústrias de ponta. É que, em Janeiro último, o peso industrial neste tipo de vendas ao estrangeiro continuava a descer.

Portugal está a perfilar-se como exportador industrial de &quot;média-baixa qualidade&quot;. Entre 2004 e final de 2007, o peso da média tecnologia industrial vendida ao exterior cresceu 9,7% e representa agora 54,6% das exportações de produtos industriais.

Mas existem dados que confirmam que a expansão da média tecnologia é à custa do segmento mais baixo. Por exemplo, para o período considerado (2004 a 2007), o peso das exportações de produtos que envolvem tecnologia média-baixa cresceram 32%, enquanto a gama média-alta expandiu-se apenas 2,3%. Ou seja, o tecido industrial português ainda não saiu da idade dos metais básicos, da construção naval, dos plásticos ou da refinaria de petróleos.

A modernização da indústria exportadora está a passo de tartaruga e, em alguns casos, até existe um retrocesso. No princípio da década, as exportações de máquinas e aparelhos eléctricos representavam 12,7% do total das exportações nacionais de mercadorias. Agora, de acordo com dados do INE, são apenas 12,2% do total. O peso das vendas de automóveis - que inclui a produção da AutoEuropa - caiu 14,1%.

Mudança

Apesar destes números, Portugal está a subir patamares de sofisticação no mercado externo, o que confirma que o tecido industrial está em transformação. Em 2001, a baixa tecnologia era comum a 44,6% das exportações industriais. Já em 2007, representava 35,6%, um recuo de 20,2%. Isto foi conseguido à custa de destruição do tradicional sector exportador.

Assim, em 2002, os dados do INE indicam que 16,5% das exportações de mercadorias eram vendas de vestuário e calçado (o peso entre os produtos industriais era de 26,3%). Cinco anos depois, representavam apenas 10,4% das vendas e pesam apenas 15,5% dos produtos industriais. Outro exemplo: no princípio da presente década, as peles e os têxteis &quot;ocupavam&quot; 7,7% das exportações de bens; hoje significam só 4,8%.&quot;

http://dn.sapo.pt/2008/05/11/economia/industria_esta_a_exportar_mediabaixa.html

Pinócrates: o verdadeiro artista. O Vale Azevedo saiu de cena mas deixou cá um seu discipulo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da propaganda à dura e triste realidade. Ou como o Pinócrates continua a preferir usar a mentira como arma política do que a verdade nua e crua.</p>
<p>&#8220;Indústria está a exportar média-baixa tecnologia</p>
<p>Indústria ainda não saiu da idade dos metais básicos</p>
<p><b>As exportações portuguesas de alta tecnologia industrial estão a perder gás desde 2004.</b> A tomar posições, no comércio internacional &#8211; para a União Europeia e resto do mundo -, estão as vendas de produtos industriais entre a média-baixa tecnologia (como a construção naval ou metalurgia de base) e a média-alta tecnologia (produtos farmacêuticos ou aparelhos de TV e rádio).</p>
<p><b>Há quatro anos, cerca de 12% dos produtos industriais vendidos ao exterior eram de alta tecnologia. No final de 2007, o peso da sofisticação caiu 0,7 pontos percentuais, uma descida de 6,6% no total do comércio industrial, estando ao nível do princípio da década.</b> E há indícios de deterioração nas exportações das indústrias de ponta. É que, em Janeiro último, o peso industrial neste tipo de vendas ao estrangeiro continuava a descer.</p>
<p>Portugal está a perfilar-se como exportador industrial de &#8220;média-baixa qualidade&#8221;. Entre 2004 e final de 2007, o peso da média tecnologia industrial vendida ao exterior cresceu 9,7% e representa agora 54,6% das exportações de produtos industriais.</p>
<p>Mas existem dados que confirmam que a expansão da média tecnologia é à custa do segmento mais baixo. Por exemplo, para o período considerado (2004 a 2007), o peso das exportações de produtos que envolvem tecnologia média-baixa cresceram 32%, enquanto a gama média-alta expandiu-se apenas 2,3%. Ou seja, o tecido industrial português ainda não saiu da idade dos metais básicos, da construção naval, dos plásticos ou da refinaria de petróleos.</p>
<p>A modernização da indústria exportadora está a passo de tartaruga e, em alguns casos, até existe um retrocesso. No princípio da década, as exportações de máquinas e aparelhos eléctricos representavam 12,7% do total das exportações nacionais de mercadorias. Agora, de acordo com dados do INE, são apenas 12,2% do total. O peso das vendas de automóveis &#8211; que inclui a produção da AutoEuropa &#8211; caiu 14,1%.</p>
<p>Mudança</p>
<p>Apesar destes números, Portugal está a subir patamares de sofisticação no mercado externo, o que confirma que o tecido industrial está em transformação. Em 2001, a baixa tecnologia era comum a 44,6% das exportações industriais. Já em 2007, representava 35,6%, um recuo de 20,2%. Isto foi conseguido à custa de destruição do tradicional sector exportador.</p>
<p>Assim, em 2002, os dados do INE indicam que 16,5% das exportações de mercadorias eram vendas de vestuário e calçado (o peso entre os produtos industriais era de 26,3%). Cinco anos depois, representavam apenas 10,4% das vendas e pesam apenas 15,5% dos produtos industriais. Outro exemplo: no princípio da presente década, as peles e os têxteis &#8220;ocupavam&#8221; 7,7% das exportações de bens; hoje significam só 4,8%.&#8221;</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2008/05/11/economia/industria_esta_a_exportar_mediabaixa.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2008/05/11/economia/industria_esta_a_exportar_mediabaixa.html</a></p>
<p>Pinócrates: o verdadeiro artista. O Vale Azevedo saiu de cena mas deixou cá um seu discipulo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25708</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 01:11:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;A igualdade é o fundo de todo o pensamento liberal.&quot;

Mas é muito lá para o fundo!...
É mais ou menos assim: Num mundo liberal todos os vencedores são iguais (na vitória) e todos os derrotados são iguais (na derrota).
Portanto há muita igualdade, já que só há dois tipos. Nada dessas classes intermédias protegidas pelo Estado, como acontece nessas desgraçadas sociedades socialistas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A igualdade é o fundo de todo o pensamento liberal.&#8221;</p>
<p>Mas é muito lá para o fundo!&#8230;<br />
É mais ou menos assim: Num mundo liberal todos os vencedores são iguais (na vitória) e todos os derrotados são iguais (na derrota).<br />
Portanto há muita igualdade, já que só há dois tipos. Nada dessas classes intermédias protegidas pelo Estado, como acontece nessas desgraçadas sociedades socialistas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: gato preto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25706</link>
		<dc:creator><![CDATA[gato preto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 01:01:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cuidado que aí vem o Sr. Dr.
OOHHH Sr Doutor!!!
Excelência!
Passe, passe Sr. Dr.
Bom dia Excelentíssimo.
Os magistrados agora saem da universidade para a judiciária??
E recebem arma?
Não havia por aí uns montes de pastas para desbastar?
Deviam ouvi-los quando a policia os manda parar...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidado que aí vem o Sr. Dr.<br />
OOHHH Sr Doutor!!!<br />
Excelência!<br />
Passe, passe Sr. Dr.<br />
Bom dia Excelentíssimo.<br />
Os magistrados agora saem da universidade para a judiciária??<br />
E recebem arma?<br />
Não havia por aí uns montes de pastas para desbastar?<br />
Deviam ouvi-los quando a policia os manda parar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/#comment-25704</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 23:28:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É o Karma , é. A vingança do trabalhador manual sobre o intelectual é divinal. é , é.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o Karma , é. A vingança do trabalhador manual sobre o intelectual é divinal. é , é.</p>
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