<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Aí vamos nós “montados a cavalo” numa bicicleta*</title>
	<atom:link href="http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/</link>
	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 10:10:53 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; O &#8220;status&#8221; de andar de bicicleta</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-34204</link>
		<dc:creator><![CDATA[cinco dias &#187; O &#8220;status&#8221; de andar de bicicleta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 22:21:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-34204</guid>
		<description><![CDATA[[...] Ou, como não poderia deixar de ser, o &#8220;status&#8221;! É neste texto da sua colega Helena Matos, um belo exemplo de como um suposto &#8220;feminismo&#8221; pode servir para disfarçar o [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ou, como não poderia deixar de ser, o &#8220;status&#8221;! É neste texto da sua colega Helena Matos, um belo exemplo de como um suposto &#8220;feminismo&#8221; pode servir para disfarçar o [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Paulo Pedrosa</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-31234</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Paulo Pedrosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 21:03:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-31234</guid>
		<description><![CDATA[Lisboa de bicicleta é do melhor que há. Há vinte anos atrás, era ainda muito mais raro ver malta a pedalar na cidade, e eu subia a Infante Santo, para ir dar aulas no Liceu Pedro Nunes. Nos dias de calor, transpirava mais dentro de um autocarro do que a pedalar Avenida acima, onde o ar sempre corria mais e não suava em bica. E, no regresso, divertia-me com a alucinante velocidade atingida. Nunca fui atropelado, e nunca atroplei ninguém, só uma vez bati num carro ao ultrapassar pela direita, mas logo acabei a ultrapassagem e pedi desculpa. Habituado a andar de bicicleta em Coimbra, e morando bem no alto de Santa Clara, ao ir para Lisboa não me consegui adaptar aos transportes públicos, às esperas nas paragens, aos apertões, ao calor. E lá levei a minha bicicleta comigo. Durante um ano fui muito feliz a pedalar pela cidade. Lembro-me também de num fim-de-semana ter pensado dar um passeio até Cascais, mas nunca mais repeti a façanha, pois de passeio imaginado a um horror de milhares de carros a passarem e a &quot;apertarem-me&quot; para o lado, foi só uma pedalada.
Os anos passaram, e agora a norma são os autocarros com ar condicionado. Já há mais utilizadores de bicicleta nas ruas. Nunca mais voltei a trabalhar em Lisboa, mas de vez em quando vou lá, para tratar de assuntos pessoais. E, desde finais do ano passado, tenho uma Mobiky Genius, que me permite ir a Lisboa de transportes colectivos, chegar lá e fazer as minhas pequenas deslocações a pedalar, utilizando ao mesmo tempo os transportes colectivos, para deslocações maiores, subidas mais íngremes, chuvas fortes, insolação insuportável, mesmo nas horas de ponta. A minha genial bicicleta encolhe-se tanto que ocupa menos espaço que um carrinho de bebé. Se houver melhores condições para andar de bicicleta em Lisboa, isso só quer dizer que a qualidade de vida na cidade vai aumentar - e aumenta para todos, residentes ou visitantes, automobilistas ou peões. Ainda que não defenda as ciclovias, a não ser para casos em que a ideia seja permitir passeios familiares, em que as crianças possam pedalar à vontade, imagino que para automobilistas ou pessoas que têm fobia às bicicletas, estudos que dizem que se deve melhorar as condições para quem usa bicicleta, faça muitas cócegas.
Andar de bicicleta em Lisboa é possível, tal como andar de scooter, a gasolina ou eléctrica, e mesmo assim não se vêem tantas como noutras cidades ibéricas. É uma questão cultural, e como tal, passível de evoluir. Num ou noutro sentido. Mas que o custo económico é um factor que ajuda na evolução, sobre isso ninguém tem dúvidas. É pena que tenha que ser assim à força, melhor seria chegarmos lá pela lógica da ecologia global. Mas o importante é ir chegando lá...
Um dos movimentos mais interessantes em termos de evolução cultural é a bicicletada, ou massa crítica. Um movimento que tende a crescer um pouco por todo o lado, e que ajuda a desmistificar a eternamente divulgada má relação automobilista/ciclista, e a má relação cidade/bicicleta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa de bicicleta é do melhor que há. Há vinte anos atrás, era ainda muito mais raro ver malta a pedalar na cidade, e eu subia a Infante Santo, para ir dar aulas no Liceu Pedro Nunes. Nos dias de calor, transpirava mais dentro de um autocarro do que a pedalar Avenida acima, onde o ar sempre corria mais e não suava em bica. E, no regresso, divertia-me com a alucinante velocidade atingida. Nunca fui atropelado, e nunca atroplei ninguém, só uma vez bati num carro ao ultrapassar pela direita, mas logo acabei a ultrapassagem e pedi desculpa. Habituado a andar de bicicleta em Coimbra, e morando bem no alto de Santa Clara, ao ir para Lisboa não me consegui adaptar aos transportes públicos, às esperas nas paragens, aos apertões, ao calor. E lá levei a minha bicicleta comigo. Durante um ano fui muito feliz a pedalar pela cidade. Lembro-me também de num fim-de-semana ter pensado dar um passeio até Cascais, mas nunca mais repeti a façanha, pois de passeio imaginado a um horror de milhares de carros a passarem e a &#8220;apertarem-me&#8221; para o lado, foi só uma pedalada.<br />
Os anos passaram, e agora a norma são os autocarros com ar condicionado. Já há mais utilizadores de bicicleta nas ruas. Nunca mais voltei a trabalhar em Lisboa, mas de vez em quando vou lá, para tratar de assuntos pessoais. E, desde finais do ano passado, tenho uma Mobiky Genius, que me permite ir a Lisboa de transportes colectivos, chegar lá e fazer as minhas pequenas deslocações a pedalar, utilizando ao mesmo tempo os transportes colectivos, para deslocações maiores, subidas mais íngremes, chuvas fortes, insolação insuportável, mesmo nas horas de ponta. A minha genial bicicleta encolhe-se tanto que ocupa menos espaço que um carrinho de bebé. Se houver melhores condições para andar de bicicleta em Lisboa, isso só quer dizer que a qualidade de vida na cidade vai aumentar &#8211; e aumenta para todos, residentes ou visitantes, automobilistas ou peões. Ainda que não defenda as ciclovias, a não ser para casos em que a ideia seja permitir passeios familiares, em que as crianças possam pedalar à vontade, imagino que para automobilistas ou pessoas que têm fobia às bicicletas, estudos que dizem que se deve melhorar as condições para quem usa bicicleta, faça muitas cócegas.<br />
Andar de bicicleta em Lisboa é possível, tal como andar de scooter, a gasolina ou eléctrica, e mesmo assim não se vêem tantas como noutras cidades ibéricas. É uma questão cultural, e como tal, passível de evoluir. Num ou noutro sentido. Mas que o custo económico é um factor que ajuda na evolução, sobre isso ninguém tem dúvidas. É pena que tenha que ser assim à força, melhor seria chegarmos lá pela lógica da ecologia global. Mas o importante é ir chegando lá&#8230;<br />
Um dos movimentos mais interessantes em termos de evolução cultural é a bicicletada, ou massa crítica. Um movimento que tende a crescer um pouco por todo o lado, e que ajuda a desmistificar a eternamente divulgada má relação automobilista/ciclista, e a má relação cidade/bicicleta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Niagara</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27717</link>
		<dc:creator><![CDATA[Niagara]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2008 23:45:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27717</guid>
		<description><![CDATA[Caríssima Helena Matos:
Sou uma espécie de ciclista irregular. Ando de bicicleta quando posso, infelizmente não quando quero. Moro na margem sul, e por uma felicidade do destino viajo de transportes públicos (fertagus), mas por uma grandessíssima volta do destino tenho que andar uns 8 kmts de carro até à estação mais próxima - tenho o autocarro a um quarteirão de casa, mas vai para outra estação e demora no mínimo 30 mins a fazer o percurso - já experimentei. Isto porquê? porque NÃO temos uma política metropolitana de transportes COERENTE. Como não posso transportar a bicicleta no combóio dentro do horário de ponta e não tenho como a deixar na estação EM SEGURANÇA, sou forçado a ir de carro.
Causa-me uma grande perplexidade o esforço e a preserverança de todos aqueles que, diáriamente e num entusiasmo solitário que só eles compreendem, levam o carro para o centro da cidade, enfrentando o trânsito, acidentes, o desgaste permaturo da viatura e o consumo estupidamente elevado de combustível. E ainda compreendo menos a afirmação &quot;horária&quot; de status -&quot;vou lá abaixo meter uma moedinha&quot;...
A Emel NÃO faz nada pela cidade. Faz sim por alguns dos seus... investigue. A EMEL devia ser EXTINTA e todos os alvéolos erradicados como zona de estacionamento. Sim, se não houver onde estacionar, não se leva o pópó. A Emel é a primeira boa razão (de umas quantas) para não haver uma autoridade metropolitana de transportes. O ISP é outra. And so on...
Cada um é livre de dizer e fazer o que quiser, mas às vezes a coisa corre mal. Não me parece sensato querer ter todas as pessoas a andarem de bicicleta - mas andar de bicicleta NÃO é meter a bicicleta no tejadilho do carro para ir até Monsanto dar uma volta com os amigos ao domingo - é ir até Monsanto de bicicleta para então dar a tal volta com os amigos, ponto. É fazer da bicicleta um elemento do quotidiano, uma ferramenta útil. E como tal, se não for útil, não se utiliza. Para ser útil, a sua utilização (ciclovias, p ex) tem que ser coordenada com uma rede de transportes públicos funcional e correctamente articulada. E com mudanças de legislação - o peão e o ciclista não deveriam estar na base da cadeia alimentar dos transportes urbanos, como estão. E é óbvio que há zonas em que não parece razoável assumir a circulação em bicicleta como a norma (o Castelo, por exemplo, pela geografia). Mas para não fugir ao mesmo exemplo, o bom-senso recomendar-nos-ia que a circulação automóvel não fosse aí a norma, quer pela traça urbana, quer pela idade avançada de muitos dos seus residentes... Eppur si muove...
Outra questão pertinente: a Av da Liberdade é, das avenidas principais de todas as Capitais Europeias, a MAIS POLUÍDA. Bem no centro da cidade. O IC19 é a via mais congestionada da Europa...
Mas para lhe dar uma idéia bem clara do ABSURDO a que chegámos no abuso da utilização do automóvel, pense no cruzamento da Braancamp ou da Alexandre Herculano com a Av da Liberdade. Imagine alguém a tentar atravessar a Avenida com o peão verde. Faça a experiência. Vá lá. Ponha-se no lugar do peão. Ponha-se no lugar de um peão invisual ou deficiente motor. Ou idoso - em Lisboa há muitos. E explique-me porque razão misteriosa deverá ser  o peão a aguardar, ou a correr, ou ou. No pino do Verão, sem ar condicionado, é lixado, acredite-me. E no Inverno, à chuva, não é lá muito seguro. Mas... o automobilista, quando sai da sua viatura, não é ele próprio um peão? Perguntei por perguntar...
Para além da redução drástica do estacionamento dentro da cidade, penso que se deveriam tomar medidas acessórias: diminuição da velocidade máxima para os 30 kmts hora para todos os veículos ligeiros dentro das malhas urbanas; perda de prioridade destes (ligeiros) para os transportes públicos colectivos, peões e velocípedes SEMPRE (em cruzamentos e passadeiras, conforme os casos). Por exemplo. Nada de impostos, nada de desculpas fiscais. Só &quot;a César o que é de César&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssima Helena Matos:<br />
Sou uma espécie de ciclista irregular. Ando de bicicleta quando posso, infelizmente não quando quero. Moro na margem sul, e por uma felicidade do destino viajo de transportes públicos (fertagus), mas por uma grandessíssima volta do destino tenho que andar uns 8 kmts de carro até à estação mais próxima &#8211; tenho o autocarro a um quarteirão de casa, mas vai para outra estação e demora no mínimo 30 mins a fazer o percurso &#8211; já experimentei. Isto porquê? porque NÃO temos uma política metropolitana de transportes COERENTE. Como não posso transportar a bicicleta no combóio dentro do horário de ponta e não tenho como a deixar na estação EM SEGURANÇA, sou forçado a ir de carro.<br />
Causa-me uma grande perplexidade o esforço e a preserverança de todos aqueles que, diáriamente e num entusiasmo solitário que só eles compreendem, levam o carro para o centro da cidade, enfrentando o trânsito, acidentes, o desgaste permaturo da viatura e o consumo estupidamente elevado de combustível. E ainda compreendo menos a afirmação &#8220;horária&#8221; de status -&#8221;vou lá abaixo meter uma moedinha&#8221;&#8230;<br />
A Emel NÃO faz nada pela cidade. Faz sim por alguns dos seus&#8230; investigue. A EMEL devia ser EXTINTA e todos os alvéolos erradicados como zona de estacionamento. Sim, se não houver onde estacionar, não se leva o pópó. A Emel é a primeira boa razão (de umas quantas) para não haver uma autoridade metropolitana de transportes. O ISP é outra. And so on&#8230;<br />
Cada um é livre de dizer e fazer o que quiser, mas às vezes a coisa corre mal. Não me parece sensato querer ter todas as pessoas a andarem de bicicleta &#8211; mas andar de bicicleta NÃO é meter a bicicleta no tejadilho do carro para ir até Monsanto dar uma volta com os amigos ao domingo &#8211; é ir até Monsanto de bicicleta para então dar a tal volta com os amigos, ponto. É fazer da bicicleta um elemento do quotidiano, uma ferramenta útil. E como tal, se não for útil, não se utiliza. Para ser útil, a sua utilização (ciclovias, p ex) tem que ser coordenada com uma rede de transportes públicos funcional e correctamente articulada. E com mudanças de legislação &#8211; o peão e o ciclista não deveriam estar na base da cadeia alimentar dos transportes urbanos, como estão. E é óbvio que há zonas em que não parece razoável assumir a circulação em bicicleta como a norma (o Castelo, por exemplo, pela geografia). Mas para não fugir ao mesmo exemplo, o bom-senso recomendar-nos-ia que a circulação automóvel não fosse aí a norma, quer pela traça urbana, quer pela idade avançada de muitos dos seus residentes&#8230; Eppur si muove&#8230;<br />
Outra questão pertinente: a Av da Liberdade é, das avenidas principais de todas as Capitais Europeias, a MAIS POLUÍDA. Bem no centro da cidade. O IC19 é a via mais congestionada da Europa&#8230;<br />
Mas para lhe dar uma idéia bem clara do ABSURDO a que chegámos no abuso da utilização do automóvel, pense no cruzamento da Braancamp ou da Alexandre Herculano com a Av da Liberdade. Imagine alguém a tentar atravessar a Avenida com o peão verde. Faça a experiência. Vá lá. Ponha-se no lugar do peão. Ponha-se no lugar de um peão invisual ou deficiente motor. Ou idoso &#8211; em Lisboa há muitos. E explique-me porque razão misteriosa deverá ser  o peão a aguardar, ou a correr, ou ou. No pino do Verão, sem ar condicionado, é lixado, acredite-me. E no Inverno, à chuva, não é lá muito seguro. Mas&#8230; o automobilista, quando sai da sua viatura, não é ele próprio um peão? Perguntei por perguntar&#8230;<br />
Para além da redução drástica do estacionamento dentro da cidade, penso que se deveriam tomar medidas acessórias: diminuição da velocidade máxima para os 30 kmts hora para todos os veículos ligeiros dentro das malhas urbanas; perda de prioridade destes (ligeiros) para os transportes públicos colectivos, peões e velocípedes SEMPRE (em cruzamentos e passadeiras, conforme os casos). Por exemplo. Nada de impostos, nada de desculpas fiscais. Só &#8220;a César o que é de César&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Ferreira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27406</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 13:40:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27406</guid>
		<description><![CDATA[Cara Helena,
Agradeço que me ligue, 962972134, porque o que tenho para lhe dizer , só por telefone ou cara a cara.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Helena,<br />
Agradeço que me ligue, 962972134, porque o que tenho para lhe dizer , só por telefone ou cara a cara.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: céptico</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27394</link>
		<dc:creator><![CDATA[céptico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 13:09:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27394</guid>
		<description><![CDATA[Caro Nuno,

O meu comentário sobre a populaça era irónico...mas gostei do seu texto...por vezes é pela polémica e sendo advogado do chifrudo que chegamos ao cerne da questão...

Desde novo que me questiono sobre a questão das biclas em Lisboa...e confesso que subir quotidianamente por exemplo do largo do rato para campo de ourique (subindo aquela ingreme rua do sol ao rato) criaria pernas, abdominais e gluteos de aço a muitas moçoilas alfacinhas...não nego os inumeros beneficios fisicos da prática...mas basta-me andar 30 minutos de automóvel..ou pior ainda 10 minutos de mota para perceber como se conduz em Portugal...

Outro grande problema (não só do nosso país) é a questão do que representa o pópó para muitos...de mero mecanismo de mobilidade que deveria ser para simbolo de status e orgulho pessoal...lembro-me quando frequentava um saudoso palácio cor de rosa ali para as beiras da junqueira nos conturbados meandros dos anos 90 e apenas vislumbravamos os pópós dos senhores professores e de alguns colegas mais endinheirados...de repente por volta de 97 98 deixámos de poder usufruir do belo jardim..pois apareceram carros de todas as formas e feitios..em todos os sitios e mais algum....viva o crédito &quot;barato&quot; e a necessidade de arrivismo social...

não me baralhando mais...a questão passará por mudar a imagem que em geral temos de populações em bicicleta...se substituirmos a imagem mental de magotes de chineses de bicla a sairam das fabricas pela imagem da jovem familia nordica, loira,civilizada e atenciosa a pedalar num belo domingo, talvez cheguemos a algum lado....

mas isso demora tempo...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno,</p>
<p>O meu comentário sobre a populaça era irónico&#8230;mas gostei do seu texto&#8230;por vezes é pela polémica e sendo advogado do chifrudo que chegamos ao cerne da questão&#8230;</p>
<p>Desde novo que me questiono sobre a questão das biclas em Lisboa&#8230;e confesso que subir quotidianamente por exemplo do largo do rato para campo de ourique (subindo aquela ingreme rua do sol ao rato) criaria pernas, abdominais e gluteos de aço a muitas moçoilas alfacinhas&#8230;não nego os inumeros beneficios fisicos da prática&#8230;mas basta-me andar 30 minutos de automóvel..ou pior ainda 10 minutos de mota para perceber como se conduz em Portugal&#8230;</p>
<p>Outro grande problema (não só do nosso país) é a questão do que representa o pópó para muitos&#8230;de mero mecanismo de mobilidade que deveria ser para simbolo de status e orgulho pessoal&#8230;lembro-me quando frequentava um saudoso palácio cor de rosa ali para as beiras da junqueira nos conturbados meandros dos anos 90 e apenas vislumbravamos os pópós dos senhores professores e de alguns colegas mais endinheirados&#8230;de repente por volta de 97 98 deixámos de poder usufruir do belo jardim..pois apareceram carros de todas as formas e feitios..em todos os sitios e mais algum&#8230;.viva o crédito &#8220;barato&#8221; e a necessidade de arrivismo social&#8230;</p>
<p>não me baralhando mais&#8230;a questão passará por mudar a imagem que em geral temos de populações em bicicleta&#8230;se substituirmos a imagem mental de magotes de chineses de bicla a sairam das fabricas pela imagem da jovem familia nordica, loira,civilizada e atenciosa a pedalar num belo domingo, talvez cheguemos a algum lado&#8230;.</p>
<p>mas isso demora tempo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27353</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 10:48:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27353</guid>
		<description><![CDATA[Nuno &quot;Eu quero contribuir para mudar isto &quot;

O que vais fazer é andar de bibicleta e de transportes públicos? Puxa, tanta linha só para dizer isso. Quanto ao ceptico, epá, não andes. Vai de carro que chegas mais devagar. 

Eu então só monto motorizadas, daquelas em triciclo. Gostava era de ver a Helana a não ofender mais agentes e andar de bibicleta pra toda a gente ver.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno &#8220;Eu quero contribuir para mudar isto &#8221;</p>
<p>O que vais fazer é andar de bibicleta e de transportes públicos? Puxa, tanta linha só para dizer isso. Quanto ao ceptico, epá, não andes. Vai de carro que chegas mais devagar. </p>
<p>Eu então só monto motorizadas, daquelas em triciclo. Gostava era de ver a Helana a não ofender mais agentes e andar de bibicleta pra toda a gente ver.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Catarina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27330</link>
		<dc:creator><![CDATA[Catarina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 10:16:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27330</guid>
		<description><![CDATA[Eu ando de bicicleta em Lisboa!!
Mais de 10km por dia e não tenho qualquer problema com isso (:

A melhor escolha que fiz!!! 
Para a minha sáude e resistência física, para a minha bolsa, para o meu tempo de deslocações de transporte e para a saúde dos restantes habitantes da cidade também.

Cara Helena devia experimentar! Claro que não convem começar por grandes inclinações, e depois sim dar a sua opinião em como andar em Lisboa é horrível ao que eu discordo com toda a força que tenho nas pernas.
A cidade fica mais bonita quando se vêm 6 ciclistas em vez de um carro. 

E não tenho problemas quando está mais quentinho porque a deslocação do ar faz uma brisa bastante agradável.

Não sei se já reparou mas há cada vez mais seres esquesitos(?!) que se deslocam diariamente de bicicleta na cidade maravilhosa de Lisboa.

E como é bonito ver uma mulher de saltos e óculos de Sol a deslocar-se de bicicleta na cidade.

Cumprimentos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ando de bicicleta em Lisboa!!<br />
Mais de 10km por dia e não tenho qualquer problema com isso (:</p>
<p>A melhor escolha que fiz!!!<br />
Para a minha sáude e resistência física, para a minha bolsa, para o meu tempo de deslocações de transporte e para a saúde dos restantes habitantes da cidade também.</p>
<p>Cara Helena devia experimentar! Claro que não convem começar por grandes inclinações, e depois sim dar a sua opinião em como andar em Lisboa é horrível ao que eu discordo com toda a força que tenho nas pernas.<br />
A cidade fica mais bonita quando se vêm 6 ciclistas em vez de um carro. </p>
<p>E não tenho problemas quando está mais quentinho porque a deslocação do ar faz uma brisa bastante agradável.</p>
<p>Não sei se já reparou mas há cada vez mais seres esquesitos(?!) que se deslocam diariamente de bicicleta na cidade maravilhosa de Lisboa.</p>
<p>E como é bonito ver uma mulher de saltos e óculos de Sol a deslocar-se de bicicleta na cidade.</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carneiro</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27318</link>
		<dc:creator><![CDATA[carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 10:02:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27318</guid>
		<description><![CDATA[Desculpem a prosápia de vir aqui formular conclusões, mas...
a bicicleta será um meio de transporte citadino natural quando a economia assim o determinar. Pelo preço dos combustíveis, pelo preço dos cuidados de saúde, pelo preço (portagens) da utilização de veículos a combustão dentro das cidades.

Entretanto, só andam de bicicleta uns gajos mais ou menos desenquadrados do sonho português que é, como se sabe, conduzir diariamente para o emprego um BMW 320D com o cotovelo apoiado, com muita pinta aliás, na janela aberta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem a prosápia de vir aqui formular conclusões, mas&#8230;<br />
a bicicleta será um meio de transporte citadino natural quando a economia assim o determinar. Pelo preço dos combustíveis, pelo preço dos cuidados de saúde, pelo preço (portagens) da utilização de veículos a combustão dentro das cidades.</p>
<p>Entretanto, só andam de bicicleta uns gajos mais ou menos desenquadrados do sonho português que é, como se sabe, conduzir diariamente para o emprego um BMW 320D com o cotovelo apoiado, com muita pinta aliás, na janela aberta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27278</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 02:21:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27278</guid>
		<description><![CDATA[Caro Céptico,
Não vai você entrar pela diferença cultural mas vou eu. 

Não tenho nehum pudor em assumir que sou culturalmente inferior aos povos nórdicos, e muito menos por qualquer tipo de recalcamento tenho problemas em reconhecendo essa superioridade me esforçar por que tenhamos uma sociedade como a deles.

O bem estar social deve ser promovido para toda a população e não como acontece neste país apenas para os ricos. Por isso é que devemos apostar na rede de transportes públicos e nas condições para que as pessoas se possam deslocar da forma mais económica possível.

Com o ritmo imparável de crescimento dos custos com os combustíveis, só a classe alta irá poder continuar a se deslocar para todo o lado de automóvel, enquanto que a classe média e baixa se o quiserem fazer da mesma forma como o têm feito quando os combustíveis estavam baratos irão têr que passar por graves provações. 

A escolha para os portugueses médios é simples - comer bem, investir em cultura e formação, viajar ou então andar de carro particular para todo o lado como agora e abdicar de quase tudo o resto. Esse é o motivo pelo qual o estado deve apoiar o transporte por bicicleta, transportes públicos, etc. 

É melhor para a sociedade e economia um consumo diversificado de vários tipos de bens do que uma concentração de despesas em combustíveis, chama-se crescimento sustentado e sustentável!!

Ah e já agora eu por gostar do contacto com os restantes cidadãos do meu país (a tal populaça como você chama) é que ando a pé, de transportes e de bicicleta, não ando enlatado sozinho na minha lata-móvel.

Não sei se já reparou mas a única forma de comunicar quando anda de automóvel é com a buzina, e essa não é uma forma muito amigável. 
Elitista e anti-sociável é quem se tranca sozinho no carro....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Céptico,<br />
Não vai você entrar pela diferença cultural mas vou eu. </p>
<p>Não tenho nehum pudor em assumir que sou culturalmente inferior aos povos nórdicos, e muito menos por qualquer tipo de recalcamento tenho problemas em reconhecendo essa superioridade me esforçar por que tenhamos uma sociedade como a deles.</p>
<p>O bem estar social deve ser promovido para toda a população e não como acontece neste país apenas para os ricos. Por isso é que devemos apostar na rede de transportes públicos e nas condições para que as pessoas se possam deslocar da forma mais económica possível.</p>
<p>Com o ritmo imparável de crescimento dos custos com os combustíveis, só a classe alta irá poder continuar a se deslocar para todo o lado de automóvel, enquanto que a classe média e baixa se o quiserem fazer da mesma forma como o têm feito quando os combustíveis estavam baratos irão têr que passar por graves provações. </p>
<p>A escolha para os portugueses médios é simples &#8211; comer bem, investir em cultura e formação, viajar ou então andar de carro particular para todo o lado como agora e abdicar de quase tudo o resto. Esse é o motivo pelo qual o estado deve apoiar o transporte por bicicleta, transportes públicos, etc. </p>
<p>É melhor para a sociedade e economia um consumo diversificado de vários tipos de bens do que uma concentração de despesas em combustíveis, chama-se crescimento sustentado e sustentável!!</p>
<p>Ah e já agora eu por gostar do contacto com os restantes cidadãos do meu país (a tal populaça como você chama) é que ando a pé, de transportes e de bicicleta, não ando enlatado sozinho na minha lata-móvel.</p>
<p>Não sei se já reparou mas a única forma de comunicar quando anda de automóvel é com a buzina, e essa não é uma forma muito amigável.<br />
Elitista e anti-sociável é quem se tranca sozinho no carro&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: céptico</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/14/ai-vamos-nos-%e2%80%9cmontados-a-cavalo%e2%80%9d-numa-bicicleta/#comment-27274</link>
		<dc:creator><![CDATA[céptico]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 01:10:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2198#comment-27274</guid>
		<description><![CDATA[Caro Nuno,

eu nem vou entrar pela diferença cultural-religiosa entre nordicos protestantes, latinos católicos e gregos ortodoxos....

Eu contribuo para mudar isto apenas com as accões que tomo na minha vida e por ela....não pretendo mudar os outros ..nem com cenouras nem pelo pau.....

A culpa é sempre do português tipico...esse tipo animalesco e rude..que habita nesta piolheira....a sorte que temos são estes seres eleitos..estas elites estrangeiradas que velam pelo nosso querido rectangulo...e que se enchem de perfume e oculos escuros cada vez que tem que sair à rua e interagir com a populaça...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno,</p>
<p>eu nem vou entrar pela diferença cultural-religiosa entre nordicos protestantes, latinos católicos e gregos ortodoxos&#8230;.</p>
<p>Eu contribuo para mudar isto apenas com as accões que tomo na minha vida e por ela&#8230;.não pretendo mudar os outros ..nem com cenouras nem pelo pau&#8230;..</p>
<p>A culpa é sempre do português tipico&#8230;esse tipo animalesco e rude..que habita nesta piolheira&#8230;.a sorte que temos são estes seres eleitos..estas elites estrangeiradas que velam pelo nosso querido rectangulo&#8230;e que se enchem de perfume e oculos escuros cada vez que tem que sair à rua e interagir com a populaça&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

