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	<title>Comentários em: Especulação</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Micas</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31277</link>
		<dc:creator><![CDATA[Micas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 22:38:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especulação, JoãoMiranda, é comprar o barril de petróleo a um preço x-y há não sei quanto tempo atrás e vender o produto final hoje como se o barril tivesse sido comprado ontem.
Especulação, JoãoMiranda é o que vc faz todos dias com as resmas de posts que publica e com que metódicamente vai dando cabo do Blasfémias: escreve três linhas e uma pergunta e depois conta com uma mole de comentadores para fazer o trabalhinho todo.
O meu desprezo ás vezes é vencido pela minha falta de pachorra. Mas só às vezes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Especulação, JoãoMiranda, é comprar o barril de petróleo a um preço x-y há não sei quanto tempo atrás e vender o produto final hoje como se o barril tivesse sido comprado ontem.<br />
Especulação, JoãoMiranda é o que vc faz todos dias com as resmas de posts que publica e com que metódicamente vai dando cabo do Blasfémias: escreve três linhas e uma pergunta e depois conta com uma mole de comentadores para fazer o trabalhinho todo.<br />
O meu desprezo ás vezes é vencido pela minha falta de pachorra. Mas só às vezes.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Tribunus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31202</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tribunus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 18:50:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especular, è convencer alguem, que um bem durador, è barato comparado com outro, e a sua duração è mais prelongada.
Este conjunto de coisas tal como está organizada a nossa sociedade, não è compativel!
Outra forma de especular, feita pelos financeiros, è lançar uma emissão de acções, com a promessa da sua valorização, porquanto a empresa, que as titula, vende àgua, que na realidade è como se fosse petroleo e como tal os beneficios, vão ser extraordinarios! Expeculação corrente nos meios financeiros, em tudo acontece ao contrario (BCP)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Especular, è convencer alguem, que um bem durador, è barato comparado com outro, e a sua duração è mais prelongada.<br />
Este conjunto de coisas tal como está organizada a nossa sociedade, não è compativel!<br />
Outra forma de especular, feita pelos financeiros, è lançar uma emissão de acções, com a promessa da sua valorização, porquanto a empresa, que as titula, vende àgua, que na realidade è como se fosse petroleo e como tal os beneficios, vão ser extraordinarios! Expeculação corrente nos meios financeiros, em tudo acontece ao contrario (BCP)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31181</link>
		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 17:58:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falamos portanto, de um mercado de futuro. Quem tem dinheiro, aplica-o já, em negócios para o futuro.

Esperemos que dêem com os burrinhos na água.

Aliás, é a nossa única esperança, depois de termos meia dúzia de anos de domínio neo-con, adulado por alguns basbaques. Que continuam a adorar o bezerro.

É um rerun da 7.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falamos portanto, de um mercado de futuro. Quem tem dinheiro, aplica-o já, em negócios para o futuro.</p>
<p>Esperemos que dêem com os burrinhos na água.</p>
<p>Aliás, é a nossa única esperança, depois de termos meia dúzia de anos de domínio neo-con, adulado por alguns basbaques. Que continuam a adorar o bezerro.</p>
<p>É um rerun da 7.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Soares</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31149</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 16:29:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exactamente penso que não conseguiria... só especulando...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exactamente penso que não conseguiria&#8230; só especulando&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arrastão: As razões do sobe-e-desce do petróleo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31076</link>
		<dc:creator><![CDATA[Arrastão: As razões do sobe-e-desce do petróleo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 14:28:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] João Miranda pede que alguém lhe explique do que fala quando fala de especulação no preço do petróleo. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] João Miranda pede que alguém lhe explique do que fala quando fala de especulação no preço do petróleo. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Oliveira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31068</link>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 14:14:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2422#comment-31068</guid>
		<description><![CDATA[«Desenvolvimentos espetaculares parecidos já ocorreram quatro vezes nas últimas décadas: em 1973, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) impôs um embargo pela primeira vez; em 1979, após a revolução iraniana; um ano depois, quando o Iraque invadiu o Irã; e em 1990, quando o Iraque invadiu o Kuwait.

O que nos leva a uma das perguntas mais provocativas feitas hoje sobre a economia mundial: Por que os preços do petróleo estão subindo de novo? É tudo especulação?

São muitas as respostas. Alguns responsabilizam a crise no Oriente Médio e a demanda sempre crescente na China. Outros culpam os países produtores por manterem a torneira do óleo meio fechada.

Mas nada disso é muito convincente. “Oferta e procura não podem explicar os preços altos”, diz Fadel Gheit, da Oppenheimer &amp; Co., um importante analista de commodities. Como muitos em seu ramo, Gheit acredita que investidores estão empurrando os preços para cima. Ele lembra a bolha da internet na virada do milênio. Segundo Gheit, o petróleo também é objeto de uma “especulação exagerada” neste momento.

O excesso de oferta normalmente causaria uma queda do preço por barril. Mas os dealers romperam o limiar mágico de US$ 100 pela segunda vez em apenas algumas semanas.

O clima é festivo entre os barões do petróleo, que não parecem muito preocupados com os temores de recessão global. A Exxon Mobil reportou recentemente seus lucros para 2007: US$ 40,6 bilhões, um recorde para a maior empresa de energia do mundo.

Quantias enormes de dinheiro estão mudando de mão nos negócios de petróleo. Com a crise imobiliária americana infeccionando segmentos cada vez maiores dos mercados de capitais, os investidores estão buscando alternativas. E o petróleo parece uma ferramenta perfeita para distribuir o risco e maximizar o lucro. Mas muitos investidores terão um despertar rude quando perceberem que investir em petróleo, embora possa parecer diferente, não é menos arriscado que outros tipos de investimentos.


(...) O mundo consome 86 milhões de barris de petróleo por dia, mas o volume negociado é 15 vezes maior. A diferença são as apostas nos desenvolvimentos do preço futuro.

A conseqüência é que os especuladores agora detêm até 45% de todos contratos de petróleo - três vezes o que tinham na virada do milênio. “Os preços estão sendo distorcidos”, diz o senador democrata Carl Levin, da Subcomissão Permanente de Investigações. Se oferta e procura fossem os únicos fatores, o preço estaria pelo menos US$ 20 mais baixo.

Como isso pode acontecer? Uma das dez maiores companhias de trading de energia do mundo, a Mercuria, tem sua sede na Place du Molard em Genebra, Suíça. Seu presidente-executivo Daniel Jaeggi, um ex-trader de futuros do Goldman Sachs, sabe como o negócio mudou no fim dos anos 1990. Os fundos de pensão, segundo ele, tornaram-se o “fator motriz no mercado”.

Os bancos de Wall Street ficaram mais que felizes de atender a essa demanda, com o Goldman Sachs à frente do grupo. “Eles inventaram um novo índice de commodities que também inclui o petróleo”, diz Jaeggi. O novo índice foi extremamente bem-sucedido, e quanto mais dinheiro os grandes investidores puseram nele, mais contratos de petróleo o Goldman comprou e mais os preços subiram.

Criou-se uma enorme força de mercado. Todo mundo entrou no jogo. Morgan Stanley, Deutsche Bank e muitos outros gigantes financeiros expandiram seu volume de trading em contratos de petróleo. Bancos de investimento como o Goldman estabeleceram suas reservas de petróleo, agindo como se fossem empresas de energia como a BP. Eles esperam ganhar uma melhor percepção dos acontecimentos no mercado.

Por conseqüência, o volume de trading em petróleo bruto quase triplicou nos últimos cinco anos, enquanto a demanda cresceu apenas 1,9% por ano.

Adeus oferta e procura. Era uma vez uma época em que tudo que contava no negócio de petróleo era volume de produção e consumo nas nações industrializadas. Essa época passou. O petróleo hoje faz parte de todo portfólio bem-estruturado - como foi o caso, até recentemente, daqueles títulos abstratos para permitir que cada investidor tirasse uma lasca do boom imobiliário americano.

(...) Gheit está no negócio há 30 anos. Trabalhou na Mobil Oil e no JP Morgan antes de ir para a Oppenheimer. Ele se recorda de preços do petróleo a US$ 9 o barril. Nas audiências do Congresso americano, serviu como testemunha especial, atestando a loucura dos especuladores. “Os traders usam qualquer desculpa para elevar os preços”, diz ele. “É pura histeria.”

Algumas manhãs, quando chega ao escritório em Manhattan, traders em Londres empurraram os preços para cima US$ 4 o barril durante a noite, talvez porque um oleoduto explodiu em algum lugar do mundo.

A questão é, por quanto tempo esses preços galopantes continuarão sem causar um dano permanente às economias americana e mundiais?

“No fim, é a gota d’água”, diz Gheit, que é natural do Egito. Ou é como um levantador de pesos segurando os pesos no alto, diz ele, até que alguém coloque um lápis em cima e ele desabe. “É uma bolha”, ele insiste, “e ela estourará.”

De Beat Balzli e Frank Hornig
Estado de São Paulo/Der Spiegel

Assim chega?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Desenvolvimentos espetaculares parecidos já ocorreram quatro vezes nas últimas décadas: em 1973, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) impôs um embargo pela primeira vez; em 1979, após a revolução iraniana; um ano depois, quando o Iraque invadiu o Irã; e em 1990, quando o Iraque invadiu o Kuwait.</p>
<p>O que nos leva a uma das perguntas mais provocativas feitas hoje sobre a economia mundial: Por que os preços do petróleo estão subindo de novo? É tudo especulação?</p>
<p>São muitas as respostas. Alguns responsabilizam a crise no Oriente Médio e a demanda sempre crescente na China. Outros culpam os países produtores por manterem a torneira do óleo meio fechada.</p>
<p>Mas nada disso é muito convincente. “Oferta e procura não podem explicar os preços altos”, diz Fadel Gheit, da Oppenheimer &amp; Co., um importante analista de commodities. Como muitos em seu ramo, Gheit acredita que investidores estão empurrando os preços para cima. Ele lembra a bolha da internet na virada do milênio. Segundo Gheit, o petróleo também é objeto de uma “especulação exagerada” neste momento.</p>
<p>O excesso de oferta normalmente causaria uma queda do preço por barril. Mas os dealers romperam o limiar mágico de US$ 100 pela segunda vez em apenas algumas semanas.</p>
<p>O clima é festivo entre os barões do petróleo, que não parecem muito preocupados com os temores de recessão global. A Exxon Mobil reportou recentemente seus lucros para 2007: US$ 40,6 bilhões, um recorde para a maior empresa de energia do mundo.</p>
<p>Quantias enormes de dinheiro estão mudando de mão nos negócios de petróleo. Com a crise imobiliária americana infeccionando segmentos cada vez maiores dos mercados de capitais, os investidores estão buscando alternativas. E o petróleo parece uma ferramenta perfeita para distribuir o risco e maximizar o lucro. Mas muitos investidores terão um despertar rude quando perceberem que investir em petróleo, embora possa parecer diferente, não é menos arriscado que outros tipos de investimentos.</p>
<p>(&#8230;) O mundo consome 86 milhões de barris de petróleo por dia, mas o volume negociado é 15 vezes maior. A diferença são as apostas nos desenvolvimentos do preço futuro.</p>
<p>A conseqüência é que os especuladores agora detêm até 45% de todos contratos de petróleo &#8211; três vezes o que tinham na virada do milênio. “Os preços estão sendo distorcidos”, diz o senador democrata Carl Levin, da Subcomissão Permanente de Investigações. Se oferta e procura fossem os únicos fatores, o preço estaria pelo menos US$ 20 mais baixo.</p>
<p>Como isso pode acontecer? Uma das dez maiores companhias de trading de energia do mundo, a Mercuria, tem sua sede na Place du Molard em Genebra, Suíça. Seu presidente-executivo Daniel Jaeggi, um ex-trader de futuros do Goldman Sachs, sabe como o negócio mudou no fim dos anos 1990. Os fundos de pensão, segundo ele, tornaram-se o “fator motriz no mercado”.</p>
<p>Os bancos de Wall Street ficaram mais que felizes de atender a essa demanda, com o Goldman Sachs à frente do grupo. “Eles inventaram um novo índice de commodities que também inclui o petróleo”, diz Jaeggi. O novo índice foi extremamente bem-sucedido, e quanto mais dinheiro os grandes investidores puseram nele, mais contratos de petróleo o Goldman comprou e mais os preços subiram.</p>
<p>Criou-se uma enorme força de mercado. Todo mundo entrou no jogo. Morgan Stanley, Deutsche Bank e muitos outros gigantes financeiros expandiram seu volume de trading em contratos de petróleo. Bancos de investimento como o Goldman estabeleceram suas reservas de petróleo, agindo como se fossem empresas de energia como a BP. Eles esperam ganhar uma melhor percepção dos acontecimentos no mercado.</p>
<p>Por conseqüência, o volume de trading em petróleo bruto quase triplicou nos últimos cinco anos, enquanto a demanda cresceu apenas 1,9% por ano.</p>
<p>Adeus oferta e procura. Era uma vez uma época em que tudo que contava no negócio de petróleo era volume de produção e consumo nas nações industrializadas. Essa época passou. O petróleo hoje faz parte de todo portfólio bem-estruturado &#8211; como foi o caso, até recentemente, daqueles títulos abstratos para permitir que cada investidor tirasse uma lasca do boom imobiliário americano.</p>
<p>(&#8230;) Gheit está no negócio há 30 anos. Trabalhou na Mobil Oil e no JP Morgan antes de ir para a Oppenheimer. Ele se recorda de preços do petróleo a US$ 9 o barril. Nas audiências do Congresso americano, serviu como testemunha especial, atestando a loucura dos especuladores. “Os traders usam qualquer desculpa para elevar os preços”, diz ele. “É pura histeria.”</p>
<p>Algumas manhãs, quando chega ao escritório em Manhattan, traders em Londres empurraram os preços para cima US$ 4 o barril durante a noite, talvez porque um oleoduto explodiu em algum lugar do mundo.</p>
<p>A questão é, por quanto tempo esses preços galopantes continuarão sem causar um dano permanente às economias americana e mundiais?</p>
<p>“No fim, é a gota d’água”, diz Gheit, que é natural do Egito. Ou é como um levantador de pesos segurando os pesos no alto, diz ele, até que alguém coloque um lápis em cima e ele desabe. “É uma bolha”, ele insiste, “e ela estourará.”</p>
<p>De Beat Balzli e Frank Hornig<br />
Estado de São Paulo/Der Spiegel</p>
<p>Assim chega?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31035</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 12:11:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;“Veja aí pelos posts das últimas semanas, aqui e em outros blogues, que é recorrente.”&lt;/i&gt;

Pois. Não encontro nada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>“Veja aí pelos posts das últimas semanas, aqui e em outros blogues, que é recorrente.”</i></p>
<p>Pois. Não encontro nada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: anonymouse</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31032</link>
		<dc:creator><![CDATA[anonymouse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 12:08:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Veja aí pelos posts das últimas semanas, aqui e em outros blogues, que é recorrente.&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Veja aí pelos posts das últimas semanas, aqui e em outros blogues, que é recorrente.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31030</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 12:07:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;jcd nem todos os liberais concordam com a especulação. Logo associar a especulação ao liberalismo é abusivo.&quot;&lt;/i&gt;

E nem sequer é bem uma questão de concordar. Muito do que se chama &#039;especulação&#039; não é nada senão o método normal de funcionamento de muitos sectores. Actualmente, até se chama especulação aos contratos de fixação de preço que as refindoras assinam com os produtores.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;jcd nem todos os liberais concordam com a especulação. Logo associar a especulação ao liberalismo é abusivo.&#8221;</i></p>
<p>E nem sequer é bem uma questão de concordar. Muito do que se chama &#8216;especulação&#8217; não é nada senão o método normal de funcionamento de muitos sectores. Actualmente, até se chama especulação aos contratos de fixação de preço que as refindoras assinam com os produtores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/05/27/especulacao-2/#comment-31027</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 12:05:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2422#comment-31027</guid>
		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Muito mais abusivo é chamar comunista a quem não concorda com a especulação. Essa falsa dicotomia é um estalinismo.&quot;&lt;/i&gt;

E quem é que o fez? Onde está?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Muito mais abusivo é chamar comunista a quem não concorda com a especulação. Essa falsa dicotomia é um estalinismo.&#8221;</i></p>
<p>E quem é que o fez? Onde está?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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