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	<title>Comentários em: Argumentários&#8230;.</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-39151</link>
		<dc:creator><![CDATA[anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 11:43:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma das mais engraçadas (e ridículas) reacções ao «não» irlandês é o do «mal-agradecidos».


Foi uma das poucas coisas que PA me ensinou e aceptei por ter tantas veces confirmado. Ser mal-agradecido vai no caracter e no gen do católico !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais engraçadas (e ridículas) reacções ao «não» irlandês é o do «mal-agradecidos».</p>
<p>Foi uma das poucas coisas que PA me ensinou e aceptei por ter tantas veces confirmado. Ser mal-agradecido vai no caracter e no gen do católico !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: honni soit qui mal y pense</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-38016</link>
		<dc:creator><![CDATA[honni soit qui mal y pense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 16:41:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Viva a Irlanda .]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva a Irlanda .</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Joaquim Amado Lopes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37915</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Amado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 12:59:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;b&gt;G Ferreira dos Santos: &lt;/b&gt;
&lt;i&gt;Portanto a decisão da não ractificação do tratado ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores.&lt;/i&gt;
Em primeiro lugar, a sua afirmação está errada. A decisão não ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores mas sim a cargo de 3.059.033(?) eleitores. Sempre é melhor do que ficar a cargo de apenas algumas centenas de políticos.

Em segundo lugar, em democracia decide quem aparece. Ao menos os irlandeses puderam aparecer. Os outros foram muito &quot;democráticamente&quot; impedidos de dizer de sua justiça.

Independentemente de serem 800 e tal mil ou um centésimo desses, o importante é que mais de metade dos que puderam e se deram ao trabalho de votar disseram que não. Pretender valorizar mais os que não puderam ou quiseram votar do que os que puderam e quiseram votar demonstra um fraco entendimento do que é a democracia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>G Ferreira dos Santos: </b><br />
<i>Portanto a decisão da não ractificação do tratado ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores.</i><br />
Em primeiro lugar, a sua afirmação está errada. A decisão não ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores mas sim a cargo de 3.059.033(?) eleitores. Sempre é melhor do que ficar a cargo de apenas algumas centenas de políticos.</p>
<p>Em segundo lugar, em democracia decide quem aparece. Ao menos os irlandeses puderam aparecer. Os outros foram muito &#8220;democráticamente&#8221; impedidos de dizer de sua justiça.</p>
<p>Independentemente de serem 800 e tal mil ou um centésimo desses, o importante é que mais de metade dos que puderam e se deram ao trabalho de votar disseram que não. Pretender valorizar mais os que não puderam ou quiseram votar do que os que puderam e quiseram votar demonstra um fraco entendimento do que é a democracia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Bonifácio</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37674</link>
		<dc:creator><![CDATA[Bonifácio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 20:13:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Querem chatear a nossa classe dirigente? Façam um referendo online sobre o Tratado de Lisboa! Vamos desmascarar a palhaçada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querem chatear a nossa classe dirigente? Façam um referendo online sobre o Tratado de Lisboa! Vamos desmascarar a palhaçada.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: PLus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37554</link>
		<dc:creator><![CDATA[PLus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:50:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um grande post.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: G Ferreira dos Santos</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37522</link>
		<dc:creator><![CDATA[G Ferreira dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:09:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2704#comment-37522</guid>
		<description><![CDATA[Só gostaria de deixar uma pequena achega ao texto, de facto o actual número de eleitores na Irlanda ronda os 3.059.033 milhões, considerando que o nível de abstenção foi da ordem dos 50%, na práctica só cerca de 1.529.516 foram a votos, 54% deste valor corresponde aproximadamente a 825.939 eleitores. Portanto a decisão da não ractificação do tratado ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só gostaria de deixar uma pequena achega ao texto, de facto o actual número de eleitores na Irlanda ronda os 3.059.033 milhões, considerando que o nível de abstenção foi da ordem dos 50%, na práctica só cerca de 1.529.516 foram a votos, 54% deste valor corresponde aproximadamente a 825.939 eleitores. Portanto a decisão da não ractificação do tratado ficou a cargo de menos de um milhão de eleitores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lionheart</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37474</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lionheart]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 13:14:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2704#comment-37474</guid>
		<description><![CDATA[Desde partidos políticos a sindicatos, passando por associações empresariais, todos recebem dinheiro de Bruxelas. Não é de admirar que estas &quot;instituições&quot; sejam europeístas em quase todos os países. Mas o cidadão comum, que vê a sua situação económica cada vez mais difícil e a representatividade política mais limitada, não se revê, óbviamente, no caminho que a União Europeia está a tomar. A UE é um &quot;gigante&quot; com pés de barro e algum dia a casa vem abaixo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desde partidos políticos a sindicatos, passando por associações empresariais, todos recebem dinheiro de Bruxelas. Não é de admirar que estas &#8220;instituições&#8221; sejam europeístas em quase todos os países. Mas o cidadão comum, que vê a sua situação económica cada vez mais difícil e a representatividade política mais limitada, não se revê, óbviamente, no caminho que a União Europeia está a tomar. A UE é um &#8220;gigante&#8221; com pés de barro e algum dia a casa vem abaixo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joaquim Amado Lopes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37374</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Amado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 23:53:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;b&gt;Gabriel Silva:&lt;/b&gt;
&lt;i&gt;Vejo que não compreendeu a pergunta.&lt;/i&gt;
Se tivesse compreendido, teria respondido &quot;sim&quot;, não era?

Pretender que as perguntas não significam aquilo que as palavras dizem e que só responde &quot;errado&quot; (por definição, o oposto do que os &quot;iluminados&quot; pretendem) os que não as percebem não é novo mas não deixa de demonstrar o pouco respeito que esses &quot;iluminados&quot; têem pela opinião dos outros e o significado muito próprio que dão ao termo &quot;democracia&quot;.

Como é que é o ditado? &quot;Presunção e água benta...&quot;

O que estava em causa ficou perfeitamente claro desde o início, independentemente da forma da pergunta. E o resultado é inquestionável: os portugueses não querem uma divisão &lt;b&gt;política&lt;/b&gt; do território, com aquele ou outro mapa, mesmo que lhe chamem &lt;i&gt;administrativa&lt;/i&gt;.

E quanto ao resto (&quot;previsto na Constituição&quot;), disse nada. Percebe-se porquê.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Gabriel Silva:</b><br />
<i>Vejo que não compreendeu a pergunta.</i><br />
Se tivesse compreendido, teria respondido &#8220;sim&#8221;, não era?</p>
<p>Pretender que as perguntas não significam aquilo que as palavras dizem e que só responde &#8220;errado&#8221; (por definição, o oposto do que os &#8220;iluminados&#8221; pretendem) os que não as percebem não é novo mas não deixa de demonstrar o pouco respeito que esses &#8220;iluminados&#8221; têem pela opinião dos outros e o significado muito próprio que dão ao termo &#8220;democracia&#8221;.</p>
<p>Como é que é o ditado? &#8220;Presunção e água benta&#8230;&#8221;</p>
<p>O que estava em causa ficou perfeitamente claro desde o início, independentemente da forma da pergunta. E o resultado é inquestionável: os portugueses não querem uma divisão <b>política</b> do território, com aquele ou outro mapa, mesmo que lhe chamem <i>administrativa</i>.</p>
<p>E quanto ao resto (&#8220;previsto na Constituição&#8221;), disse nada. Percebe-se porquê.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37353</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 22:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«A primeira era sobre “a instituição em concreto das regiões administrativas”, não sobre aquela.»

Vejo que não compreendeu a pergunta. 
As pessoas que defenderam a regionalização não fizeram devidamente o seu trabalho e portanto perderam. Acontece.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«A primeira era sobre “a instituição em concreto das regiões administrativas”, não sobre aquela.»</p>
<p>Vejo que não compreendeu a pergunta.<br />
As pessoas que defenderam a regionalização não fizeram devidamente o seu trabalho e portanto perderam. Acontece.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joaquim Amado Lopes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/15/argumentarios/#comment-37350</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Amado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 22:24:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=2704#comment-37350</guid>
		<description><![CDATA[&lt;b&gt;Gabriel Silva:&lt;/b&gt;
&lt;i&gt;pois já e AQUELA regionalização chumbada e enterrada.&lt;/i&gt;
Pelos vistos não se recorda das perguntas colocadas a referendo. A primeira era sobre &quot;&lt;b&gt;a&lt;/b&gt; instituição em concreto das regiões administrativas&quot;, não sobre &lt;b&gt;aquela&lt;/b&gt;. Foi chumbada por 61%. 

&lt;i&gt;Mas a constituição continua a dizer que o pais deve ser organizado regionalmente, pelo que mais tarde ou mais cedo, se terá de apresentar OUTRA lei de regionalização e fazer novamente o referendo.&lt;/i&gt;
E por que não, mais tarde ou mais cedo, se terá que apresentar uma proposta de revisão da Constituição que retire desta algo com que a maior parte dos portugueses manifestamente não concorda?

Já foi referido por outros mas a falta de vergonha na cara por parte de alguns faz com que não seja demais apontá-lo novamente. &quot;De referendo em referendo até à vitória&quot; é um disparate e uma falta de respeito por quem se dá ao trabalho de ir votar.

O facto de estar na Constituição não torna a regionalização inevitável. 

O nº 1 do artigo 13º diz que &quot;Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei&quot;.
A alínea d) do artigo 81º diz que &quot;Incumbe prioritariamente ao Estado no âmbito económico e social&quot; (...) &quot;Promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de um crescimento equilibrado de todos os sectores e regiões e eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade e o campo e entre o litoral e o interior&quot;.

E são logo os nºs 1 e 4 do artigo 236º que têm forçosamente que ser concretizados?
Tenha juízo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Gabriel Silva:</b><br />
<i>pois já e AQUELA regionalização chumbada e enterrada.</i><br />
Pelos vistos não se recorda das perguntas colocadas a referendo. A primeira era sobre &#8220;<b>a</b> instituição em concreto das regiões administrativas&#8221;, não sobre <b>aquela</b>. Foi chumbada por 61%. </p>
<p><i>Mas a constituição continua a dizer que o pais deve ser organizado regionalmente, pelo que mais tarde ou mais cedo, se terá de apresentar OUTRA lei de regionalização e fazer novamente o referendo.</i><br />
E por que não, mais tarde ou mais cedo, se terá que apresentar uma proposta de revisão da Constituição que retire desta algo com que a maior parte dos portugueses manifestamente não concorda?</p>
<p>Já foi referido por outros mas a falta de vergonha na cara por parte de alguns faz com que não seja demais apontá-lo novamente. &#8220;De referendo em referendo até à vitória&#8221; é um disparate e uma falta de respeito por quem se dá ao trabalho de ir votar.</p>
<p>O facto de estar na Constituição não torna a regionalização inevitável. </p>
<p>O nº 1 do artigo 13º diz que &#8220;Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei&#8221;.<br />
A alínea d) do artigo 81º diz que &#8220;Incumbe prioritariamente ao Estado no âmbito económico e social&#8221; (&#8230;) &#8220;Promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de um crescimento equilibrado de todos os sectores e regiões e eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade e o campo e entre o litoral e o interior&#8221;.</p>
<p>E são logo os nºs 1 e 4 do artigo 236º que têm forçosamente que ser concretizados?<br />
Tenha juízo.</p>
]]></content:encoded>
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