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	<title>Comentários em: O discurso de MFL</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Bloggers Rule &#171;</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39874</link>
		<dc:creator><![CDATA[Bloggers Rule &#171;]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 22:40:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...]  Pois é. Chegado de Guimarães, onde tive o prazer de me sentar ao lado do Tiago, do Luís e do [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  Pois é. Chegado de Guimarães, onde tive o prazer de me sentar ao lado do Tiago, do Luís e do [...]</p>
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		<title>Por: kkbm</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39841</link>
		<dc:creator><![CDATA[kkbm]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:54:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gosto sobretudo da expressão &quot;lufada de ar fresco&quot; que vai campeando por estes comentários.Só pode ser a brincar.
A mim cheira-me a mofo, muito mofo...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto sobretudo da expressão &#8220;lufada de ar fresco&#8221; que vai campeando por estes comentários.Só pode ser a brincar.<br />
A mim cheira-me a mofo, muito mofo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Pi-Erre</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39840</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pi-Erre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:54:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;anti-comuna Diz: 
22 Junho, 2008 às 5:07 pm 
“Vai ver que a Manela ainda cancela o TGV e Alcochete.”

Estou convencido que esses projectos vão acabar por ser abandonados,(...)&quot;


Nunca serão abandonados! Jamais! O ministro Lino já afirmou que irão avante.
Avante!...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;anti-comuna Diz:<br />
22 Junho, 2008 às 5:07 pm<br />
“Vai ver que a Manela ainda cancela o TGV e Alcochete.”</p>
<p>Estou convencido que esses projectos vão acabar por ser abandonados,(&#8230;)&#8221;</p>
<p>Nunca serão abandonados! Jamais! O ministro Lino já afirmou que irão avante.<br />
Avante!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: caodeguarda</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39839</link>
		<dc:creator><![CDATA[caodeguarda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:40:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Francamente, mesmo com todas as benesses que o PS está a dar, acho que não é desta que o PSD lá vai... precisava de se ter demarcado do PS... tiveram agora a ocasião de ouro para se demarcarem, mas a sr.ª preferiu a via da alternância... ainda não é desta que levam o meu voto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francamente, mesmo com todas as benesses que o PS está a dar, acho que não é desta que o PSD lá vai&#8230; precisava de se ter demarcado do PS&#8230; tiveram agora a ocasião de ouro para se demarcarem, mas a sr.ª preferiu a via da alternância&#8230; ainda não é desta que levam o meu voto.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: PSD entre Obama e Chicholina &#124; Palpitar</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39837</link>
		<dc:creator><![CDATA[PSD entre Obama e Chicholina &#124; Palpitar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:27:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Força Manela!Partilhar    Partilhar: These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Força Manela!Partilhar    Partilhar: These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anti-comuna</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39832</link>
		<dc:creator><![CDATA[anti-comuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 16:51:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que me intriga nisto tudo é que os bancos portugueses estejam mesmo convencidos que estão a fazer um grande negócio com estas obras faraónicas. E continuam convencidos, quando um banqueiro português vai à televisão, de um modo patético e revelador de que ainda não entendeu o que está a acontecer nos mercados internacionais, que nunca viu uma crise desta envergura.

Os banqueiros portugueses ainda nem sequer compreenderam lá muito bem com o que estão a apanhar em cima. Porque se o entendessem, eram os primeiros a olhar para esta megalomania dos políticos como uma ameaça real à própria sobrevivência do sistema financeiro português. Eles ainda não se aperceberam que estão a ser as primeiras vítimas do aumento do risco sistémico português? Que embora não exista subprime em Portugal, toda a economia portuguesa se transformou num enorme subprime? E que, mais tarde ou mais cedo, até a dívida pública portuguesa irá reflectir a crise que se passa com o mundo a viver do crédito?

Eu estranho como os nossos estrategas banqueiros sintam-se desejosos de abocanhar estes negócios chorudos patrocinados pelo Estado e depois não sintam as consequências de um mundo averso a risco subprime? Eles não se apercebem no mercado de crédito? E até no valor dos títulos? Em que os bancos portugueses estão a cair mais que semelhantes por essa europa fora com carteiras de crédito com demasiado toxic waste nos seus balanços?

É por estas e por outras, quando os nossos banqueiros se aperceberem do que lhes está a cair na carola, eles serão os primeiros a impedir que o nosso Estado se transforme numa Argentina europeia. Serão os primeiros a pedir que o Estado pare com as suas manias megalómanas.

Mas até lá, alguns nossos políticos sonham com obras de fachada. Até ao dia que alguéms lhes diz: alto e pára o baile! Vamos todos para o galheiro, com os vossos disparates!

Veremos quem terá razão. ;-)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me intriga nisto tudo é que os bancos portugueses estejam mesmo convencidos que estão a fazer um grande negócio com estas obras faraónicas. E continuam convencidos, quando um banqueiro português vai à televisão, de um modo patético e revelador de que ainda não entendeu o que está a acontecer nos mercados internacionais, que nunca viu uma crise desta envergura.</p>
<p>Os banqueiros portugueses ainda nem sequer compreenderam lá muito bem com o que estão a apanhar em cima. Porque se o entendessem, eram os primeiros a olhar para esta megalomania dos políticos como uma ameaça real à própria sobrevivência do sistema financeiro português. Eles ainda não se aperceberam que estão a ser as primeiras vítimas do aumento do risco sistémico português? Que embora não exista subprime em Portugal, toda a economia portuguesa se transformou num enorme subprime? E que, mais tarde ou mais cedo, até a dívida pública portuguesa irá reflectir a crise que se passa com o mundo a viver do crédito?</p>
<p>Eu estranho como os nossos estrategas banqueiros sintam-se desejosos de abocanhar estes negócios chorudos patrocinados pelo Estado e depois não sintam as consequências de um mundo averso a risco subprime? Eles não se apercebem no mercado de crédito? E até no valor dos títulos? Em que os bancos portugueses estão a cair mais que semelhantes por essa europa fora com carteiras de crédito com demasiado toxic waste nos seus balanços?</p>
<p>É por estas e por outras, quando os nossos banqueiros se aperceberem do que lhes está a cair na carola, eles serão os primeiros a impedir que o nosso Estado se transforme numa Argentina europeia. Serão os primeiros a pedir que o Estado pare com as suas manias megalómanas.</p>
<p>Mas até lá, alguns nossos políticos sonham com obras de fachada. Até ao dia que alguéms lhes diz: alto e pára o baile! Vamos todos para o galheiro, com os vossos disparates!</p>
<p>Veremos quem terá razão. ;-)</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Dennis</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39831</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dennis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 16:49:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O anti-comuna é um pândego. É difícil encontrar alguém tão básico e tão convencido ao mesmo tempo. Erra que se farta, e no entanto está sempre a mandar postas de pescada. Disse que abandonava o blasfemais e passa os dias aqui a parasitar. O Santana Lopes é que poderia ser o nosso salvador etc,etc. Não ter a noção do ridículo, tem a vantagem de muita gente se rir com isso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O anti-comuna é um pândego. É difícil encontrar alguém tão básico e tão convencido ao mesmo tempo. Erra que se farta, e no entanto está sempre a mandar postas de pescada. Disse que abandonava o blasfemais e passa os dias aqui a parasitar. O Santana Lopes é que poderia ser o nosso salvador etc,etc. Não ter a noção do ridículo, tem a vantagem de muita gente se rir com isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anti-comuna</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39830</link>
		<dc:creator><![CDATA[anti-comuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 16:27:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O problema a meu ver é simples. O Estado não tem cheta para assumir determinados compromissos, como nos anda a vender o desgoverno. Olhem para esta desgraça:

http://img515.imageshack.us/img515/2106/maio08rk0.gif

Com a despesa corrente a crescer a esta velocidade e o colapso das receitas fiscais, seja no ISP, seja no I. do Tabaco ou até no I. Automóvel, se somarmos a o problema das receitas do IVA (marteladas quanto?) e do IRC (com tendência a um colapso ainda maior, apesar dos PECs), onde vai o desgoverno encontrar meios para assumir determinados compromissos?

Uma solução aventada por um dos jornais da praça, julgo que o Sol, era que o desgoverno estava a negociar para que o pagamento destas obras começariam a fazer-se sentir só após... 2013! O que seria vergonhoso se o PR aceitasse esta forma de atirar para a frente as despesas assumidas por este desgoverno.

Por outro lado, se o Estado começar a assumir estes compromissos, no estado em que estão as contas públicas, temo bem que a Dívida da República portuguesa comece a pagar risco elevado, trazendo ainda mais problemas aos riscos sitémicos de todas a economia. Os bancos, que julgam que vão ganhar muito dinheiro com estas obras megalómanas do Estado, acabarão por serem penalizados no seu acesso ao crédito, no exterior, devido ao crescer e avolumar de riscos sitémicos da economia portuguesa. A menos que os nossos bancos acreditem que conseguirão evitar ser penalizados pelo maior risco da dívida portuguesa nos mercados internacionais. Os italianos não o conseguirão, conseguirão os portugueses? Até penso que os bancos portugueses ainda não se aperceberam do perigo que correm se o próprio Estado assumir este tipo de obras megalómanas. Os nossos bancos, devido ao credit crunch internacional, que se livrem de uma quebra na confiança na dívida portuguesa. Faliam!

Daqui até que essas obras surjam no horizonte, muita água vai correr debaixo da ponte.

Repito. Tenho sinceras dúvidas que essas obras acabem por se fazer. Sobretudo quando o Estado não tem dinheiro, as suas receitas estão em risco de sofrer um colapso pior que em 2003. Quando vivemos um credit crunch que se está abater sobre os bancos que levará muitos à falência. Quando vivemos profundas divisões no interior do &quot;clube europeu&quot;, e quando os mercados internacionais começam a olhar para esta divisão como uma forma de penalizar os países laxistas, como Portugal, Itália, etc.

O futuro o dirá!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema a meu ver é simples. O Estado não tem cheta para assumir determinados compromissos, como nos anda a vender o desgoverno. Olhem para esta desgraça:</p>
<p><a href="http://img515.imageshack.us/img515/2106/maio08rk0.gif" rel="nofollow">http://img515.imageshack.us/img515/2106/maio08rk0.gif</a></p>
<p>Com a despesa corrente a crescer a esta velocidade e o colapso das receitas fiscais, seja no ISP, seja no I. do Tabaco ou até no I. Automóvel, se somarmos a o problema das receitas do IVA (marteladas quanto?) e do IRC (com tendência a um colapso ainda maior, apesar dos PECs), onde vai o desgoverno encontrar meios para assumir determinados compromissos?</p>
<p>Uma solução aventada por um dos jornais da praça, julgo que o Sol, era que o desgoverno estava a negociar para que o pagamento destas obras começariam a fazer-se sentir só após&#8230; 2013! O que seria vergonhoso se o PR aceitasse esta forma de atirar para a frente as despesas assumidas por este desgoverno.</p>
<p>Por outro lado, se o Estado começar a assumir estes compromissos, no estado em que estão as contas públicas, temo bem que a Dívida da República portuguesa comece a pagar risco elevado, trazendo ainda mais problemas aos riscos sitémicos de todas a economia. Os bancos, que julgam que vão ganhar muito dinheiro com estas obras megalómanas do Estado, acabarão por serem penalizados no seu acesso ao crédito, no exterior, devido ao crescer e avolumar de riscos sitémicos da economia portuguesa. A menos que os nossos bancos acreditem que conseguirão evitar ser penalizados pelo maior risco da dívida portuguesa nos mercados internacionais. Os italianos não o conseguirão, conseguirão os portugueses? Até penso que os bancos portugueses ainda não se aperceberam do perigo que correm se o próprio Estado assumir este tipo de obras megalómanas. Os nossos bancos, devido ao credit crunch internacional, que se livrem de uma quebra na confiança na dívida portuguesa. Faliam!</p>
<p>Daqui até que essas obras surjam no horizonte, muita água vai correr debaixo da ponte.</p>
<p>Repito. Tenho sinceras dúvidas que essas obras acabem por se fazer. Sobretudo quando o Estado não tem dinheiro, as suas receitas estão em risco de sofrer um colapso pior que em 2003. Quando vivemos um credit crunch que se está abater sobre os bancos que levará muitos à falência. Quando vivemos profundas divisões no interior do &#8220;clube europeu&#8221;, e quando os mercados internacionais começam a olhar para esta divisão como uma forma de penalizar os países laxistas, como Portugal, Itália, etc.</p>
<p>O futuro o dirá!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: radical livre</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39828</link>
		<dc:creator><![CDATA[radical livre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 16:20:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[depois do narciso (psl)
veio o não era preciso (lfm)
agora tenham juizo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>depois do narciso (psl)<br />
veio o não era preciso (lfm)<br />
agora tenham juizo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Piscoiso</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/22/o-discurso-de-mfl/#comment-39827</link>
		<dc:creator><![CDATA[Piscoiso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 16:19:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;&quot;Mas Vc. já não tem muitas chances de se armar em engraçadinho.&quot;&lt;/i&gt;

Eu quero lá saber do que vc pensa a meu respeito. Nem sequer me interessa emitir opinião sobre o que penso de si. Pela simples razão de que o não conheço. Tal como não me conhece.
Deixe-se paternalismos chochos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Mas Vc. já não tem muitas chances de se armar em engraçadinho.&#8221;</i></p>
<p>Eu quero lá saber do que vc pensa a meu respeito. Nem sequer me interessa emitir opinião sobre o que penso de si. Pela simples razão de que o não conheço. Tal como não me conhece.<br />
Deixe-se paternalismos chochos.</p>
]]></content:encoded>
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