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	<title>Comentários em: A gargalhada*</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Tribunus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42416</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tribunus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 15:30:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O pessoal das universidades do Irão, apara este jogo? a taxa de inflação no Irão è de 10%, a juventude do Irão è uma das maiores
do médio oriente!
Como vão os gajos, safar-se da internet, da velocidade de comunicação, da moda internacional, das gajas boas, que se veem na televisão internacional? a religião resiste, mas tem dificauldad de resister ao enunciado...........]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O pessoal das universidades do Irão, apara este jogo? a taxa de inflação no Irão è de 10%, a juventude do Irão è uma das maiores<br />
do médio oriente!<br />
Como vão os gajos, safar-se da internet, da velocidade de comunicação, da moda internacional, das gajas boas, que se veem na televisão internacional? a religião resiste, mas tem dificauldad de resister ao enunciado&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
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		<title>Por: MJP</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42258</link>
		<dc:creator><![CDATA[MJP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 23:56:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A escola portuguesa é profundamente injusta com quem mais precisava de atenção. A única razão para juntar alunos deficientes a alunos ditos normais, em turmas de 28 alunos, só pode ser uma abstracção ideológica de quem não conhece as crianças e jovens, e os respectivos pais. Os jovens criam conflitos com o único fito de se divertir e vamos po-los juntamente com quem facilmente é gozado sem conseguir defender-se? Por outro lado, quais são os pais que concordam que um professor passe certo tempo de cada aula a dar atenção a um só aluno? Temos a experiência de colégios que pretenderam ser inclusivos e a exclusão é o dia-a-dia: não brincam juntos, não trabalham juntos, apenas partilham um espaço comum para que uns tantos finjam que é verdade o que, de facto, não acontece. Quantos destes jovens, normais, mantém contacto com os colegas com deficiência depois do sair do colégio?
Por outro lado, a escola é injusta com os alunos com dificuldades de aprendizagem, porque actua tardiamente porque só olha para o dito &quot;sucesso&quot; e este é entendido como o mínimo exigido. É a escola facilitista. Quando um aluno começa a manifestar dificuldades, que nem sempre são devidas a capacidades intelectuais, era necessário intervir e o que se constata é que enquanto esse jovem &quot;for passando&quot; não é um caso de insucesso, logo não precisa de ajuda. Soube dum caso duma menina de 13 anos com cancro, que vai passando com muitas lacunas porque precisa de faltar às aulas. Administrativamente, o problema está automaticamente resolvido porque as faltas são justificadas, e como é inteligente e bem acompanhada em casa, trabalha com persistência para conseguir passar. Esta aluna passa a ter direito a ZERO aulas de apoio, enquanto que, até agora, a escola dava grande relevo a dificuldades de concentração e trabalho derivadas dos tratamentos hormonais e quimio, para poder ter um acompanhamento, ainda que insuficiente.
Uma escola só pode ser inclusiva se tratar os seus alunos tal como eles são, uns com mais dificuldades e outros com menos. A sociedade que imaginamos justa, tem pessoas diferentes, uns que necessitam de mais ajuda e outros que a podem dar. Tratar todos por igual, é uma grande injustiça.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A escola portuguesa é profundamente injusta com quem mais precisava de atenção. A única razão para juntar alunos deficientes a alunos ditos normais, em turmas de 28 alunos, só pode ser uma abstracção ideológica de quem não conhece as crianças e jovens, e os respectivos pais. Os jovens criam conflitos com o único fito de se divertir e vamos po-los juntamente com quem facilmente é gozado sem conseguir defender-se? Por outro lado, quais são os pais que concordam que um professor passe certo tempo de cada aula a dar atenção a um só aluno? Temos a experiência de colégios que pretenderam ser inclusivos e a exclusão é o dia-a-dia: não brincam juntos, não trabalham juntos, apenas partilham um espaço comum para que uns tantos finjam que é verdade o que, de facto, não acontece. Quantos destes jovens, normais, mantém contacto com os colegas com deficiência depois do sair do colégio?<br />
Por outro lado, a escola é injusta com os alunos com dificuldades de aprendizagem, porque actua tardiamente porque só olha para o dito &#8220;sucesso&#8221; e este é entendido como o mínimo exigido. É a escola facilitista. Quando um aluno começa a manifestar dificuldades, que nem sempre são devidas a capacidades intelectuais, era necessário intervir e o que se constata é que enquanto esse jovem &#8220;for passando&#8221; não é um caso de insucesso, logo não precisa de ajuda. Soube dum caso duma menina de 13 anos com cancro, que vai passando com muitas lacunas porque precisa de faltar às aulas. Administrativamente, o problema está automaticamente resolvido porque as faltas são justificadas, e como é inteligente e bem acompanhada em casa, trabalha com persistência para conseguir passar. Esta aluna passa a ter direito a ZERO aulas de apoio, enquanto que, até agora, a escola dava grande relevo a dificuldades de concentração e trabalho derivadas dos tratamentos hormonais e quimio, para poder ter um acompanhamento, ainda que insuficiente.<br />
Uma escola só pode ser inclusiva se tratar os seus alunos tal como eles são, uns com mais dificuldades e outros com menos. A sociedade que imaginamos justa, tem pessoas diferentes, uns que necessitam de mais ajuda e outros que a podem dar. Tratar todos por igual, é uma grande injustiça.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tribunus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42082</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tribunus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:41:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na realidade, ao ver o telejornal, as palhaçadas que Socrates e seus muchchos, dizem, dão para dar fortes gargalhadas, pelo ar sério, com que são pronuncidads tantas idiotices,
Inaugurar, isto, aquilo, etc, para daqui a 5 anos, como se fosse para inaugurar no momento a seguir! Que raio o curso do engenheiro, talvez, não seja assim tão bom, por isso o homem devia ter cuidado com as asneiradas que diz, com aquele ar compenetrado, como se alguem o estivesse a levar a sério!
EM  tres anos e meio, chegou a esta desgraça......]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na realidade, ao ver o telejornal, as palhaçadas que Socrates e seus muchchos, dizem, dão para dar fortes gargalhadas, pelo ar sério, com que são pronuncidads tantas idiotices,<br />
Inaugurar, isto, aquilo, etc, para daqui a 5 anos, como se fosse para inaugurar no momento a seguir! Que raio o curso do engenheiro, talvez, não seja assim tão bom, por isso o homem devia ter cuidado com as asneiradas que diz, com aquele ar compenetrado, como se alguem o estivesse a levar a sério!<br />
EM  tres anos e meio, chegou a esta desgraça&#8230;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AM</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42071</link>
		<dc:creator><![CDATA[AM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:22:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É isto. Só pela Helena Matos vale a pena passar no Blasfémias.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isto. Só pela Helena Matos vale a pena passar no Blasfémias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zedeportugal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42065</link>
		<dc:creator><![CDATA[zedeportugal]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:16:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3038#comment-42065</guid>
		<description><![CDATA[Excelente texto, Helena.

&quot;Este é o Estado que não só não consegue ter uma justiça credível como fez da negação do crime uma verdade oficial.&quot;

É a este estado do Estado que alguns autores dão nome de pós-democracia. A recusa da realidade, uma espécie de birra existêncial colectiva radicada num profundo individualismo hedonista. Se ainda não leu, aconselho &quot;A democracia Totalitária&quot; de Matthieu Baumier.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto, Helena.</p>
<p>&#8220;Este é o Estado que não só não consegue ter uma justiça credível como fez da negação do crime uma verdade oficial.&#8221;</p>
<p>É a este estado do Estado que alguns autores dão nome de pós-democracia. A recusa da realidade, uma espécie de birra existêncial colectiva radicada num profundo individualismo hedonista. Se ainda não leu, aconselho &#8220;A democracia Totalitária&#8221; de Matthieu Baumier.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: roídodefundo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42044</link>
		<dc:creator><![CDATA[roídodefundo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 16:19:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3038#comment-42044</guid>
		<description><![CDATA[O caso de que vou falar é real e está a acontecer agora, num Agrupamento de Escolas situado do Concelho de Loures.
Para arranjar espaço para criar duas salas de aulas, uma para Jardim de Infância e outra para uma Unidade Integrada de Autismo, foi cozinhada uma solução entre a DRELVT (Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo) e a Direcção do Agrupamento de Escolas, que consiste em enviar duas turmas de cada uma de duas escolas de Ensino Básico 1, para a Escola de Ensino Básico 2+3 do mesmo agrupamento. Nesta resolução os pais não foram tidos nem achados, e só lhes foi comunicado após as aulas terem terminado.
Ora, existem em ambas as escolas EB1 duas turmas de 3º ano e duas de 4º ano, turmas essas que não têm horário completo, ou seja cada turma só frequenta a escola ou de manhã ou de tarde, como tal para cada duas turmas existe apenas uma sala de aula. 
Como é necessário vagar duas salas, então foi decidido que irão transitar no próximo ano lectivo para a escola EB 2+3, uma turma de 3º ano e outra de 4º ano de cada uma das escolas EB1, ficando uma turma de 3º ano e outra de 4º ano em cada uma das escolas EB1.
Os pais destes alunos nada têm contra a criação de mais salas de Jardim de Infância, ou a integração de crianças autistas na escola dos seus filhos, desde que para isso os mesmos não tenham que ser afastados da sua escola. Além do mais, não ficou claro quais serão os critérios de selecção das turmas a transitar para a outra escola, nem as medidas de segurança adicionais a adoptar, uma vez que pretendem juntar no mesmo espaço escolar crianças com idades muito distintas.
Procurando por respostas para esta situação, um pai foi informado que a opção de mandar turmas de anos diferentes  para outra escola, era uma imposição da DRELVT, baseados talvez, digo eu, na grande experiência pedagógica dos seus técnicos.
Ou seja, para a DRELVT é preferível juntar duas turmas de 3º ano e duas de 4º ano, (alunos entre os oito e os dez anos) numa escola onde todos os outros alunos frequentam do 5º ano ao 9ºano, (alunos entre os 10 e os 16 anos), do que por exemplo enviar as quatro turmas do 4º ano para a escola EB 2+3. Esta opção é, quanto a mim no mínimo discutível, sobretudo quando o Ministério vem dizendo que, se deveria prolongar o ensino na mesma escola do 1º até ao 6º ano, de modo a evitar grandes alterações para as crianças.
Neste caso a dita “escola inclusiva” para o ser para uns, é “exclusiva” para outros.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O caso de que vou falar é real e está a acontecer agora, num Agrupamento de Escolas situado do Concelho de Loures.<br />
Para arranjar espaço para criar duas salas de aulas, uma para Jardim de Infância e outra para uma Unidade Integrada de Autismo, foi cozinhada uma solução entre a DRELVT (Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo) e a Direcção do Agrupamento de Escolas, que consiste em enviar duas turmas de cada uma de duas escolas de Ensino Básico 1, para a Escola de Ensino Básico 2+3 do mesmo agrupamento. Nesta resolução os pais não foram tidos nem achados, e só lhes foi comunicado após as aulas terem terminado.<br />
Ora, existem em ambas as escolas EB1 duas turmas de 3º ano e duas de 4º ano, turmas essas que não têm horário completo, ou seja cada turma só frequenta a escola ou de manhã ou de tarde, como tal para cada duas turmas existe apenas uma sala de aula.<br />
Como é necessário vagar duas salas, então foi decidido que irão transitar no próximo ano lectivo para a escola EB 2+3, uma turma de 3º ano e outra de 4º ano de cada uma das escolas EB1, ficando uma turma de 3º ano e outra de 4º ano em cada uma das escolas EB1.<br />
Os pais destes alunos nada têm contra a criação de mais salas de Jardim de Infância, ou a integração de crianças autistas na escola dos seus filhos, desde que para isso os mesmos não tenham que ser afastados da sua escola. Além do mais, não ficou claro quais serão os critérios de selecção das turmas a transitar para a outra escola, nem as medidas de segurança adicionais a adoptar, uma vez que pretendem juntar no mesmo espaço escolar crianças com idades muito distintas.<br />
Procurando por respostas para esta situação, um pai foi informado que a opção de mandar turmas de anos diferentes  para outra escola, era uma imposição da DRELVT, baseados talvez, digo eu, na grande experiência pedagógica dos seus técnicos.<br />
Ou seja, para a DRELVT é preferível juntar duas turmas de 3º ano e duas de 4º ano, (alunos entre os oito e os dez anos) numa escola onde todos os outros alunos frequentam do 5º ano ao 9ºano, (alunos entre os 10 e os 16 anos), do que por exemplo enviar as quatro turmas do 4º ano para a escola EB 2+3. Esta opção é, quanto a mim no mínimo discutível, sobretudo quando o Ministério vem dizendo que, se deveria prolongar o ensino na mesma escola do 1º até ao 6º ano, de modo a evitar grandes alterações para as crianças.<br />
Neste caso a dita “escola inclusiva” para o ser para uns, é “exclusiva” para outros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónima</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42042</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 16:14:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente texto Helena, e enorme complemento de João Lopes... de facto, eu que me considero uma cidadã informada, não faço a menor ideia em que situação se encontram hoje as escolas portuguesas, fala-se dos professores e penso nos alunos... mas pouco se sabe deles, um tabu recente a querer mais atenção dos &quot;aministrados&quot; visto aqueles que ao ministério pertecem estão mais preocupados em mostrar os gráficos com as &quot;novas técnologias&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto Helena, e enorme complemento de João Lopes&#8230; de facto, eu que me considero uma cidadã informada, não faço a menor ideia em que situação se encontram hoje as escolas portuguesas, fala-se dos professores e penso nos alunos&#8230; mas pouco se sabe deles, um tabu recente a querer mais atenção dos &#8220;aministrados&#8221; visto aqueles que ao ministério pertecem estão mais preocupados em mostrar os gráficos com as &#8220;novas técnologias&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A gargalhada mais mortífera &#171; Farmácia Central</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-42011</link>
		<dc:creator><![CDATA[A gargalhada mais mortífera &#171; Farmácia Central]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 14:51:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Junho 30, 2008 A gargalhada mais&#160;mortífera Posted by Carmex under Genéricos &#160;  &#8220;Ninguém se levantou, ninguém pediu a palavra para dizer ao secretário de Estado que os pre... [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Junho 30, 2008 A gargalhada mais&nbsp;mortífera Posted by Carmex under Genéricos &nbsp;  &#8220;Ninguém se levantou, ninguém pediu a palavra para dizer ao secretário de Estado que os pre&#8230; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Piscoiso</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-41999</link>
		<dc:creator><![CDATA[Piscoiso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 14:10:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3038#comment-41999</guid>
		<description><![CDATA[&quot;&lt;i&gt;São simplesmente castelos erguidos pela propaganda. A realidade murcha-os e o sopro duma gargalhada fá-los ruir.&quot;&lt;/i&gt;

Foi a melhor frase de auto-crítica que alguma vez li, de HM.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<i>São simplesmente castelos erguidos pela propaganda. A realidade murcha-os e o sopro duma gargalhada fá-los ruir.&#8221;</i></p>
<p>Foi a melhor frase de auto-crítica que alguma vez li, de HM.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/06/30/a-gargalhada/#comment-41962</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 12:31:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3038#comment-41962</guid>
		<description><![CDATA[Caro 13,

Já foi só isso e do resto desconfia mal, como se percebe. Está exactamente no estado da ministra: nem sabe, nem desconfia, está convencida e perante qualquer relato, nega. A reprodução não é obviamente uma simples reprodução, é muito mais do que isso, mas não se aflija, porque mais ano menos ano o resultado vai aparecer, bastando que aqueles que agora não falam sintam que há ministério. Não sei se tem filhos menores, dando-me a impressão que não, mas se tiver e for chamado de emergência para o ir lá buscar num estado psicológico lastimável, ou for lá ter com a equipe do INEM que o assiste, como relatado na tal reportagem, pode ser que compreenda como é que agora se joga esse tal jogo do empurrão, como diz. Provavelmente até nunca terá ouvido falar no jogo das cabeçadas nas paredes, no jogo das facas e outros que vão aprecendo em substituição do tradicional. Paciência. É sempre bom viver na ausência daquilo que mais nos pode incomodar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro 13,</p>
<p>Já foi só isso e do resto desconfia mal, como se percebe. Está exactamente no estado da ministra: nem sabe, nem desconfia, está convencida e perante qualquer relato, nega. A reprodução não é obviamente uma simples reprodução, é muito mais do que isso, mas não se aflija, porque mais ano menos ano o resultado vai aparecer, bastando que aqueles que agora não falam sintam que há ministério. Não sei se tem filhos menores, dando-me a impressão que não, mas se tiver e for chamado de emergência para o ir lá buscar num estado psicológico lastimável, ou for lá ter com a equipe do INEM que o assiste, como relatado na tal reportagem, pode ser que compreenda como é que agora se joga esse tal jogo do empurrão, como diz. Provavelmente até nunca terá ouvido falar no jogo das cabeçadas nas paredes, no jogo das facas e outros que vão aprecendo em substituição do tradicional. Paciência. É sempre bom viver na ausência daquilo que mais nos pode incomodar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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