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	<title>Comentários em: Novo grupo de risco II</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: carvalho</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-196766</link>
		<dc:creator><![CDATA[carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:12:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[tantas barbaridades se utilizarem preservativo n contraiem o virus nao existe probabilidade 1 / 1000 existe situacao de risco se a pessoa tiver sexo desprotegido e muito provavel k fique infectado o virus penetra no homem pela glande por isso cm a friccao ele entra muito facilnente no organismo nas mulher o virus existente no experma e absorvido pelas paredes da vagina ao contrario do que se pensava n e preciso uma micro ferida para o virus penetrar no sangue ele e absorvido pelas paredes vaginais o mesmo acontece cm o anus por isso cuidem se]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tantas barbaridades se utilizarem preservativo n contraiem o virus nao existe probabilidade 1 / 1000 existe situacao de risco se a pessoa tiver sexo desprotegido e muito provavel k fique infectado o virus penetra no homem pela glande por isso cm a friccao ele entra muito facilnente no organismo nas mulher o virus existente no experma e absorvido pelas paredes da vagina ao contrario do que se pensava n e preciso uma micro ferida para o virus penetrar no sangue ele e absorvido pelas paredes vaginais o mesmo acontece cm o anus por isso cuidem se</p>
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		<title>Por: Curiosa</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-48266</link>
		<dc:creator><![CDATA[Curiosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 02:33:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta frase do João Miranda “Os que tivessem um/uma amante com SIDA precisariam de centenas de relações vaginais para se contaminarem e, depois de ficar contaminado, mais umas centenas para contaminar o parceiro da relação estável” é o maior disparate que já li sobre a matéria, tendo em conta o que se conhece sobre a Sindrome e a facilidade de acesso a informação sobre a matéria.

“a probabilidade de alguém contrair SIDA numa única relação sexual vaginal com uma pessoa escolhida ao acaso é de 4 num milhão”. Probabilidades? Então fiem-se nas probabilidades e em dados sem confirmação científica.

O público alvo tem uma razão de ser: o número de indivíduos infectados e casados tem aumentado consideravelmente em PORTUGAL, ao contrário dos que não são casados - basta que se consulte os relatórios do Instituto Ricardo Jorge, ou se preferir, os da OMS – no entanto a campanha falha ao incidir a mensagem no parceiro “fiel”, como muito bem diz o comentador Zé (10 Julho, 2008 às 4:39 pm) o sentido da mensagem devia ser o inverso, devia dirigir-se a quem tem relações extra-conjugais, seja o homem ou a mulher.

“O risco de contrair SIDA com uma prostituta é muito maior que o risco de contrair SIDA com outra pessoa qualquer. Por isso é que a questão das prostitutas é mais relevante” – pois é meu caro, mas se o cliente da(o) prostituta(o) for casado, não usar o preservativo e contrair SIDA, digamos que…Enfim, ter a noção que as anteriores campanhas (de diversas instituições e organismos) incidiram em grupos em que se vêem resultados (demorou, mas já começam a surgir resultados), e que esta incide noutro grupo, não seria um desperdício de exercício mental.

E já agora, a contrair, contrai-se o VIH e não SIDA.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta frase do João Miranda “Os que tivessem um/uma amante com SIDA precisariam de centenas de relações vaginais para se contaminarem e, depois de ficar contaminado, mais umas centenas para contaminar o parceiro da relação estável” é o maior disparate que já li sobre a matéria, tendo em conta o que se conhece sobre a Sindrome e a facilidade de acesso a informação sobre a matéria.</p>
<p>“a probabilidade de alguém contrair SIDA numa única relação sexual vaginal com uma pessoa escolhida ao acaso é de 4 num milhão”. Probabilidades? Então fiem-se nas probabilidades e em dados sem confirmação científica.</p>
<p>O público alvo tem uma razão de ser: o número de indivíduos infectados e casados tem aumentado consideravelmente em PORTUGAL, ao contrário dos que não são casados &#8211; basta que se consulte os relatórios do Instituto Ricardo Jorge, ou se preferir, os da OMS – no entanto a campanha falha ao incidir a mensagem no parceiro “fiel”, como muito bem diz o comentador Zé (10 Julho, 2008 às 4:39 pm) o sentido da mensagem devia ser o inverso, devia dirigir-se a quem tem relações extra-conjugais, seja o homem ou a mulher.</p>
<p>“O risco de contrair SIDA com uma prostituta é muito maior que o risco de contrair SIDA com outra pessoa qualquer. Por isso é que a questão das prostitutas é mais relevante” – pois é meu caro, mas se o cliente da(o) prostituta(o) for casado, não usar o preservativo e contrair SIDA, digamos que…Enfim, ter a noção que as anteriores campanhas (de diversas instituições e organismos) incidiram em grupos em que se vêem resultados (demorou, mas já começam a surgir resultados), e que esta incide noutro grupo, não seria um desperdício de exercício mental.</p>
<p>E já agora, a contrair, contrai-se o VIH e não SIDA.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; &#8220;Contas Furadas&#8221; por Vasco Barreto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-47998</link>
		<dc:creator><![CDATA[cinco dias &#187; &#8220;Contas Furadas&#8221; por Vasco Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 12:41:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] discussão centra-se num outro vídeo, que faz dos “9 960 000 portugueses que não têm SIDA” o alvo da campanha. O João Miranda irrita-se com isto. Não sei se o percebo. Sendo uma campanha [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] discussão centra-se num outro vídeo, que faz dos “9 960 000 portugueses que não têm SIDA” o alvo da campanha. O João Miranda irrita-se com isto. Não sei se o percebo. Sendo uma campanha [...]</p>
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		<title>Por: Daniel Rocha</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46902</link>
		<dc:creator><![CDATA[Daniel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 01:56:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É preciso se ser pouco informado para se afirmar tal barbaridade!!!
é pena que ainda haja em Portugal quem pense como o senhor.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso se ser pouco informado para se afirmar tal barbaridade!!!<br />
é pena que ainda haja em Portugal quem pense como o senhor.</p>
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	<item>
		<title>Por: Zé Nabo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46431</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zé Nabo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 19:07:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atenção faz sentido retirar os homosseuxais do grupo de risco, quando se fala de paises que já normalizaram ou liberalizaram pelos meios socialmente aceitaveis as relações guys, a partir do momento em que estas relações são aceites deixam efectivamente de representar tamanho risco]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção faz sentido retirar os homosseuxais do grupo de risco, quando se fala de paises que já normalizaram ou liberalizaram pelos meios socialmente aceitaveis as relações guys, a partir do momento em que estas relações são aceites deixam efectivamente de representar tamanho risco</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Duarte</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46404</link>
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 17:04:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pois, e batendo novamente no ceguinho, o problema da campanha é o alvo. Em vez de &quot;dirigirem&quot; aos que dão facadas, dirigem aos que ficam em casa. O que, se acontecesse, resultava em coisas fabulosas, como um provável aumento dos crimes passionais.

Eu acho engraçado, por exemplo, quando apontam que os homossexuais podem estar em relações estáveis e portanto deveriam ser retirados do grupo de risco (lembro-me de uma guerra por causa de uma dádiva de sangue), o que é, digamos, legítimo. E depois vão &quot;alargar&quot; de novo o grupo de risco para toda a gente que tem relações sexuais.

Como se disse num post anterior, quer dizer que agora ter filhos só após lavagem de esperma (à cautela)? Que ideia mais estúpida!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, e batendo novamente no ceguinho, o problema da campanha é o alvo. Em vez de &#8220;dirigirem&#8221; aos que dão facadas, dirigem aos que ficam em casa. O que, se acontecesse, resultava em coisas fabulosas, como um provável aumento dos crimes passionais.</p>
<p>Eu acho engraçado, por exemplo, quando apontam que os homossexuais podem estar em relações estáveis e portanto deveriam ser retirados do grupo de risco (lembro-me de uma guerra por causa de uma dádiva de sangue), o que é, digamos, legítimo. E depois vão &#8220;alargar&#8221; de novo o grupo de risco para toda a gente que tem relações sexuais.</p>
<p>Como se disse num post anterior, quer dizer que agora ter filhos só após lavagem de esperma (à cautela)? Que ideia mais estúpida!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: SMP</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46383</link>
		<dc:creator><![CDATA[SMP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:57:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;em&gt;Mas parece-me que é desejável e possível (e eu acredito que isso estaja a acontecer) que os membros desses casais quando têm sexo ocasional se protejam.&lt;/em&gt;

Aí é que está: não é essa a direcção da campanha. A campanha é dirigida aos que «ficam em casa» E acreditam que o outro é fiel. 

Quantos aos riscos que já não é necessário correr, bom, remeto novamente para o Kissing Shield. Suponho que todos os comentadores a favor da campanha, sabendo que um norte-americano teve esta ideia brilhante, vão a correr comprar um. Não é nada negligenciável o risco que se corre por dar um beijo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mas parece-me que é desejável e possível (e eu acredito que isso estaja a acontecer) que os membros desses casais quando têm sexo ocasional se protejam.</em></p>
<p>Aí é que está: não é essa a direcção da campanha. A campanha é dirigida aos que «ficam em casa» E acreditam que o outro é fiel. </p>
<p>Quantos aos riscos que já não é necessário correr, bom, remeto novamente para o Kissing Shield. Suponho que todos os comentadores a favor da campanha, sabendo que um norte-americano teve esta ideia brilhante, vão a correr comprar um. Não é nada negligenciável o risco que se corre por dar um beijo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ze Nabo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46377</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ze Nabo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:49:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[totalmente de acordo com as 2 ultimas opiniões, discussão encerrada.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>totalmente de acordo com as 2 ultimas opiniões, discussão encerrada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lololinhazinha</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46355</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lololinhazinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:04:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3520#comment-46355</guid>
		<description><![CDATA[SMP, 

É muito fácil. Há riscos que é necessário correr (para se viver, para se ser feliz para se ter prazer, para atravessar a estrada, etc) e há outros riscos que já não é necessário correr. A utilização do preservativo nas gerações mais novas nos países mais evoluídos da europa é mais ou menos o equivalente à lavagem dos dentes. Nem se pensa nisso. É impensável não lavar.
O controlo da Sida passa por fazer da utilização do preservativo um hábito natural. Não me parece que os casais, dentro das chamadas relações estáveis, comecem agora a usar preservativos se antes não o faziam. Mas parece-me que é desejável e possível (e eu acredito que isso estaja a acontecer) que os membros desses casais quando têm sexo ocasional se protejam. Da mesma maneira que é desejável que os casais que iniciam agora a sua vida sexual passem a adquirir esses hábitos. A campanha tenta apenas obter os mesmos objectivos que já foram alcançados noutros países da europa. Não percebo porque é que se critica tanto e porque é que se assume que não produzirá resultados. Os portugueses serão mais burros que os outros? Quando muito serão mais obstinados em admitir que a infidelidade é uma realidade quotidiana.
(Uma vez um senhor da medicina legal confidenciou-me que o nº de casos de pretensos filhos que não são filhos dos pais, em portugal, é absolutamente diabólico).
Como eu disse, são hábitos culturais. Bons hábitos, na minha opinião.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SMP, </p>
<p>É muito fácil. Há riscos que é necessário correr (para se viver, para se ser feliz para se ter prazer, para atravessar a estrada, etc) e há outros riscos que já não é necessário correr. A utilização do preservativo nas gerações mais novas nos países mais evoluídos da europa é mais ou menos o equivalente à lavagem dos dentes. Nem se pensa nisso. É impensável não lavar.<br />
O controlo da Sida passa por fazer da utilização do preservativo um hábito natural. Não me parece que os casais, dentro das chamadas relações estáveis, comecem agora a usar preservativos se antes não o faziam. Mas parece-me que é desejável e possível (e eu acredito que isso estaja a acontecer) que os membros desses casais quando têm sexo ocasional se protejam. Da mesma maneira que é desejável que os casais que iniciam agora a sua vida sexual passem a adquirir esses hábitos. A campanha tenta apenas obter os mesmos objectivos que já foram alcançados noutros países da europa. Não percebo porque é que se critica tanto e porque é que se assume que não produzirá resultados. Os portugueses serão mais burros que os outros? Quando muito serão mais obstinados em admitir que a infidelidade é uma realidade quotidiana.<br />
(Uma vez um senhor da medicina legal confidenciou-me que o nº de casos de pretensos filhos que não são filhos dos pais, em portugal, é absolutamente diabólico).<br />
Como eu disse, são hábitos culturais. Bons hábitos, na minha opinião.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JPG</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/10/novo-grupo-de-risco-ii/#comment-46325</link>
		<dc:creator><![CDATA[JPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 14:33:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3520#comment-46325</guid>
		<description><![CDATA[Caro JM,
Não me parece. Quando muito, esses 5% interessam apenas para teoricamente sustentar o seu ponto de vista (mesmo dando de barato que estará talvez a interpretar mal a expressão &quot;in any given year&quot;). Por alguma razão, a sua atenção fixou-se em apenas um dos três conjuntos de dados, desprezando soberanamente os outros. Algo lhe diz que os outros, absurdamente discrepantes em relação aos que &quot;prefere&quot;, são mentira ou estão errados? Quer dizer então que se eu tivesse omitido aqueles 5%, que tanto aprecia, a sua análise seria diferente? A lógica e a verdade do tema variam consoante as coisas convenham ou não à teoria? 
Ok. Não desisto, era só o que faltava, mas já vi que estou aqui a bater no ceguinho, salvo seja. Dou-lhe a minha palavra de honra de que, neste como em qualquer outro caso, a minha intenção era apenas contribuir para alguma espécie de esclarecimento - e nunca por nunca ganhar uma conversa. Já não tenho idade para isso.
Portanto, com os meus cumprimentos, fique lá o amigo com a taça, que a mim não me faz falta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JM,<br />
Não me parece. Quando muito, esses 5% interessam apenas para teoricamente sustentar o seu ponto de vista (mesmo dando de barato que estará talvez a interpretar mal a expressão &#8220;in any given year&#8221;). Por alguma razão, a sua atenção fixou-se em apenas um dos três conjuntos de dados, desprezando soberanamente os outros. Algo lhe diz que os outros, absurdamente discrepantes em relação aos que &#8220;prefere&#8221;, são mentira ou estão errados? Quer dizer então que se eu tivesse omitido aqueles 5%, que tanto aprecia, a sua análise seria diferente? A lógica e a verdade do tema variam consoante as coisas convenham ou não à teoria?<br />
Ok. Não desisto, era só o que faltava, mas já vi que estou aqui a bater no ceguinho, salvo seja. Dou-lhe a minha palavra de honra de que, neste como em qualquer outro caso, a minha intenção era apenas contribuir para alguma espécie de esclarecimento &#8211; e nunca por nunca ganhar uma conversa. Já não tenho idade para isso.<br />
Portanto, com os meus cumprimentos, fique lá o amigo com a taça, que a mim não me faz falta.</p>
]]></content:encoded>
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