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	<title>Comentários em: 200K</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51435</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 22:37:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Então ainda bem que não vou à missa, não sou mulher e nem da sua aldeia. E que, por trabalhar em equipa, tinha que comunicar as situações de maneira a se encontrar a melhor maneira de resolver a questão. E que estas situações apesar de complicadas quando aconteciam eram ainda assim a excepção e não a regra e, na pior das hipóteses, 4 horas depois rodava o turno. :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então ainda bem que não vou à missa, não sou mulher e nem da sua aldeia. E que, por trabalhar em equipa, tinha que comunicar as situações de maneira a se encontrar a melhor maneira de resolver a questão. E que estas situações apesar de complicadas quando aconteciam eram ainda assim a excepção e não a regra e, na pior das hipóteses, 4 horas depois rodava o turno. :)</p>
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		<title>Por: Pinto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51400</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 18:41:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há mulheres na minha aldeia que, ao final da missa, contam que viram coisas que mais ninguém viu. E juram a pé junto. Principalmente coisas feitas por pessoas que elas detestam.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há mulheres na minha aldeia que, ao final da missa, contam que viram coisas que mais ninguém viu. E juram a pé junto. Principalmente coisas feitas por pessoas que elas detestam.</p>
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		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51394</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 17:48:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu NUNCA POR NUNCA vi o Presidente da Republica. Mas há quem jure que ele existe. E até anda por aí gente que jura já o ter visto ao vivo! Em carne e osso, imagine-se lá! :)

É a vida! ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu NUNCA POR NUNCA vi o Presidente da Republica. Mas há quem jure que ele existe. E até anda por aí gente que jura já o ter visto ao vivo! Em carne e osso, imagine-se lá! :)</p>
<p>É a vida! ;)</p>
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		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51393</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 17:43:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pinto Diz:
&quot;Mas é assim: uns vêem tudo e outros não vêem nada.&quot;

Nada de novo.
Se mais gente visse alguma coisa talvez o País não tivesse chegado ao triste estado em que está. :)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pinto Diz:<br />
&#8220;Mas é assim: uns vêem tudo e outros não vêem nada.&#8221;</p>
<p>Nada de novo.<br />
Se mais gente visse alguma coisa talvez o País não tivesse chegado ao triste estado em que está. :)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Pinto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51042</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 13:00:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tenho um Pingo Doce à porta com um agente diariamente. NUNCA POR NUNCA vi o polícia com indícios de estar embriagado. NUNCA POR NUNCA vi o polícia sair dali para multar seja quem for. NUNCA POR NUNCA os vi sair para beber numa tasca. 


Mas é assim: uns vêem tudo e outros não vêem nada. Provavelmente sou eu que sou muito ceguinho.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um Pingo Doce à porta com um agente diariamente. NUNCA POR NUNCA vi o polícia com indícios de estar embriagado. NUNCA POR NUNCA vi o polícia sair dali para multar seja quem for. NUNCA POR NUNCA os vi sair para beber numa tasca. </p>
<p>Mas é assim: uns vêem tudo e outros não vêem nada. Provavelmente sou eu que sou muito ceguinho.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-51024</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 12:06:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3978#comment-51024</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Paga em gratificado. Mas deve-se abstrair, igualmente, de se envolver na sua actividade.&quot;

Devido a funções que desempenhei em tempos contratei e paguei incontáveis gratificados tanto a PSP como GNR incluindo aqui a própria BT. E vi de quase tudo. Desde agentes que não apareciam para o turno marcado deixando os seus colegas a fazer turnos seguidos, a agentes que apareceram a cair de completamente embriagados, a agentes que largavam as funções para as quais foram contratados para ir passar mais uns &quot;bilhetes&quot; ali ao lado deixando tudo o resto à espera, ou mesmo a um ou outro que pediram dinheiro &quot;por fora&quot; para prolongar o turno e ate, imagine-se, quem deixou desaparecer material à sua guarda porque estava na tasca mais próxima a beber umas mini com o colega que o acompanhava no turno.

E também conheci nessas mesmas funções agentes, independentemente da sua graduação, que se mostraram não só grandes profissionais como pessoas fantásticas.

Mas a fé é importante. E é bom tê-la. E até há pessoas que conseguem passar uma vida inteira sem nunca a perder ou dela sequer duvidar. E ainda bem para eles. E para si se é o seu caso.

Cumprimentos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Paga em gratificado. Mas deve-se abstrair, igualmente, de se envolver na sua actividade.&#8221;</p>
<p>Devido a funções que desempenhei em tempos contratei e paguei incontáveis gratificados tanto a PSP como GNR incluindo aqui a própria BT. E vi de quase tudo. Desde agentes que não apareciam para o turno marcado deixando os seus colegas a fazer turnos seguidos, a agentes que apareceram a cair de completamente embriagados, a agentes que largavam as funções para as quais foram contratados para ir passar mais uns &#8220;bilhetes&#8221; ali ao lado deixando tudo o resto à espera, ou mesmo a um ou outro que pediram dinheiro &#8220;por fora&#8221; para prolongar o turno e ate, imagine-se, quem deixou desaparecer material à sua guarda porque estava na tasca mais próxima a beber umas mini com o colega que o acompanhava no turno.</p>
<p>E também conheci nessas mesmas funções agentes, independentemente da sua graduação, que se mostraram não só grandes profissionais como pessoas fantásticas.</p>
<p>Mas a fé é importante. E é bom tê-la. E até há pessoas que conseguem passar uma vida inteira sem nunca a perder ou dela sequer duvidar. E ainda bem para eles. E para si se é o seu caso.</p>
<p>Cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Pinto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-50986</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 10:11:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3978#comment-50986</guid>
		<description><![CDATA[&quot;Eu, por enquanto, ainda posso escolher o medico onde vou. Já não posso escolher o policia que resolve finalizar logo ali a sua quota nas receitas para a corporação.&quot;

Então quando entrar de urgência num hospital (oxalá que não) escolha o médico. Pode escolher se for rico e for aos privados. Mas nem estes o autorizam a dar palpites sobre o seu trabalho. 
Se quiser um polícia à porta pode ter. Paga em gratificado. Mas deve-se abstrair, igualmente, de se envolver na sua actividade. 
Os polícias que encontra, por vezes, no Pingo Doce e afins são pagos pelos supermercados. Os polícias estão lá em serviço extraordinário. Mas não é por isso que a gerência do supermercado lhes pode dar ordens: a partir do momento que o polícia lá está, ele próprio é que determina a sua actividade (se não mais faltaria). 


Raramente viajo nessas auto estradas. Mas não me preocupa a presença. Se, porventura, for apanhado em excesso de velocidade (como já fui) pago a multa: afinal de contas fui eu que infrigi e não a polícia. Ensino aos meus filhos a seerem verticais e a assumirem eventuais erros (erros todos cometemos). É assim que lhes ensino porque, graças a Deus, foi assim que o meu pai me ensinou. Não vou ter comportamentos diferentes daqueles que lhes ensino. 


&quot;Ainda bem que estão previstas. Já fico mais descansado por saber que não são inventadas no momento.&quot;

Porquê? Costuma inventar as suas funções laborais no momento?


&quot;Não se preocupe com isso que também estamos a evoluir nesse campo no sentido de apanhar os locais “mais evoluídos”.&quot;

Se assim for: ainda mal.


&quot;Só que ao contrario de cá, lá a autoridade dá a todos os casos a mesma prioridade, seja ela uma simples (que raramente é simples pois muita gente anda armada) rixa de bêbados na rua, um caso de violência domestica, um assalto com armas de fogo ou um “simples” abrandamento de velocidade num STOP quando a lei obriga a parar francamente.&quot;


Não tenho, por norma, o hábito de verificar se a polícia anda a fiscalizar muito ou pouco. Se fiscalizar muito, ainda bem: é sinal que estão a trabalhar. 
Há gente que tem milhares de azares com as polícias. Pois eu sou um sortudo: nunca tive. Nunca me bateram (há gente que se queixa disso diariamente), nunca foram mal educados e a única vez que solicitei a sua presença em casa, não só foram rápidos como bem educados. Mas há gente mesmo muito azarada.

Evidentemente que, por vezes poderão demorar mais tempo, afinal de contas, não sou o único que vivo nesta cidade e que pode solicitar a presença deles. Assim como tenho que esperar quando vou às urgências, também poderei ter que esperar pela polícia. 

Só mais um ponto: se a polícia só anda à &quot;caça à multa&quot; ( (: - gosto deste termo, acho-lhe piada), quem é que foi que encheu as cadeias? É que já estão a construir mais uma ou duas e não me consta que os presos lá tivessem ido bater à porta!

Por mim: Srs. agentes, façam o vosso trabalho onde entenderem. Se de mim suspeitarem, a porta estará sempre aberta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu, por enquanto, ainda posso escolher o medico onde vou. Já não posso escolher o policia que resolve finalizar logo ali a sua quota nas receitas para a corporação.&#8221;</p>
<p>Então quando entrar de urgência num hospital (oxalá que não) escolha o médico. Pode escolher se for rico e for aos privados. Mas nem estes o autorizam a dar palpites sobre o seu trabalho.<br />
Se quiser um polícia à porta pode ter. Paga em gratificado. Mas deve-se abstrair, igualmente, de se envolver na sua actividade.<br />
Os polícias que encontra, por vezes, no Pingo Doce e afins são pagos pelos supermercados. Os polícias estão lá em serviço extraordinário. Mas não é por isso que a gerência do supermercado lhes pode dar ordens: a partir do momento que o polícia lá está, ele próprio é que determina a sua actividade (se não mais faltaria). </p>
<p>Raramente viajo nessas auto estradas. Mas não me preocupa a presença. Se, porventura, for apanhado em excesso de velocidade (como já fui) pago a multa: afinal de contas fui eu que infrigi e não a polícia. Ensino aos meus filhos a seerem verticais e a assumirem eventuais erros (erros todos cometemos). É assim que lhes ensino porque, graças a Deus, foi assim que o meu pai me ensinou. Não vou ter comportamentos diferentes daqueles que lhes ensino. </p>
<p>&#8220;Ainda bem que estão previstas. Já fico mais descansado por saber que não são inventadas no momento.&#8221;</p>
<p>Porquê? Costuma inventar as suas funções laborais no momento?</p>
<p>&#8220;Não se preocupe com isso que também estamos a evoluir nesse campo no sentido de apanhar os locais “mais evoluídos”.&#8221;</p>
<p>Se assim for: ainda mal.</p>
<p>&#8220;Só que ao contrario de cá, lá a autoridade dá a todos os casos a mesma prioridade, seja ela uma simples (que raramente é simples pois muita gente anda armada) rixa de bêbados na rua, um caso de violência domestica, um assalto com armas de fogo ou um “simples” abrandamento de velocidade num STOP quando a lei obriga a parar francamente.&#8221;</p>
<p>Não tenho, por norma, o hábito de verificar se a polícia anda a fiscalizar muito ou pouco. Se fiscalizar muito, ainda bem: é sinal que estão a trabalhar.<br />
Há gente que tem milhares de azares com as polícias. Pois eu sou um sortudo: nunca tive. Nunca me bateram (há gente que se queixa disso diariamente), nunca foram mal educados e a única vez que solicitei a sua presença em casa, não só foram rápidos como bem educados. Mas há gente mesmo muito azarada.</p>
<p>Evidentemente que, por vezes poderão demorar mais tempo, afinal de contas, não sou o único que vivo nesta cidade e que pode solicitar a presença deles. Assim como tenho que esperar quando vou às urgências, também poderei ter que esperar pela polícia. </p>
<p>Só mais um ponto: se a polícia só anda à &#8220;caça à multa&#8221; ( (: &#8211; gosto deste termo, acho-lhe piada), quem é que foi que encheu as cadeias? É que já estão a construir mais uma ou duas e não me consta que os presos lá tivessem ido bater à porta!</p>
<p>Por mim: Srs. agentes, façam o vosso trabalho onde entenderem. Se de mim suspeitarem, a porta estará sempre aberta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-50979</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 09:34:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando vou a um consultório médico não digo: (...)

Eu, por enquanto, ainda posso escolher o medico onde vou. Já não posso escolher o policia que resolve finalizar logo ali a sua quota nas receitas para a corporação.

&quot;Faço muitas vezes a A1 (Lisboa - Coimbra Norte) e juro que nunca vi um radar fixo na berma. Se sou atento à estrada? Não sei. Até ver não tive qualquer acidente.&quot;

Também nunca vi nenhum na A1. O carro sobre o viaduto vi-o na A2 antes dos marcos de tickets nas portagens Norte-Sul. O carro na berma vi-o na A8 antes da praça da portagem ao final da AE. E não faço aquelas AEs assim tantas vezes

&quot;A polícia não tem 1ª função e 2ª função. Todas as funções são essenciais e estão previstas no Art. 272.º da Constituição da República Portuguesa e na Lei de Segurança Interna.&quot;

Ainda bem que estão previstas. Já fico mais descansado por saber que não são inventadas no momento.

&quot;Mas deixe-me fazer só uma nota: enquanto a nível criminal temos, a par de Helsínquia, a capital mais segura da UE (segundo estudo inglês da especialidade), a nível de sinistralidade rodoviária estamos exactamente na outra ponta (na de baixo). Contudo, todas as áreas devem merecer grande importancia.&quot;

Não se preocupe com isso que também estamos a evoluir nesse campo no sentido de apanhar os locais &quot;mais evoluídos&quot;.

&quot;(Nasci na Alemanha e vivi lá vários anos. A minha mãe foi autuada por circular a 38 Km/h quando só poderia circular a 30 Km/h. Se fosse cá chamavam logo a SIC que aquilo era um escandâlo.)&quot;

Ainda bem para si. Eu vivi no Canada e fui multado a 90 onde só podia circular a 80. (Pena que lá não houvesse SIC. :))
Só que ao contrario de cá, lá a autoridade dá a todos os casos a mesma prioridade, seja ela uma simples (que raramente é simples pois muita gente anda armada) rixa de bêbados na rua, um caso de violência domestica, um assalto com armas de fogo ou um &quot;simples&quot; abrandamento de velocidade num STOP quando a lei obriga a parar francamente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vou a um consultório médico não digo: (&#8230;)</p>
<p>Eu, por enquanto, ainda posso escolher o medico onde vou. Já não posso escolher o policia que resolve finalizar logo ali a sua quota nas receitas para a corporação.</p>
<p>&#8220;Faço muitas vezes a A1 (Lisboa &#8211; Coimbra Norte) e juro que nunca vi um radar fixo na berma. Se sou atento à estrada? Não sei. Até ver não tive qualquer acidente.&#8221;</p>
<p>Também nunca vi nenhum na A1. O carro sobre o viaduto vi-o na A2 antes dos marcos de tickets nas portagens Norte-Sul. O carro na berma vi-o na A8 antes da praça da portagem ao final da AE. E não faço aquelas AEs assim tantas vezes</p>
<p>&#8220;A polícia não tem 1ª função e 2ª função. Todas as funções são essenciais e estão previstas no Art. 272.º da Constituição da República Portuguesa e na Lei de Segurança Interna.&#8221;</p>
<p>Ainda bem que estão previstas. Já fico mais descansado por saber que não são inventadas no momento.</p>
<p>&#8220;Mas deixe-me fazer só uma nota: enquanto a nível criminal temos, a par de Helsínquia, a capital mais segura da UE (segundo estudo inglês da especialidade), a nível de sinistralidade rodoviária estamos exactamente na outra ponta (na de baixo). Contudo, todas as áreas devem merecer grande importancia.&#8221;</p>
<p>Não se preocupe com isso que também estamos a evoluir nesse campo no sentido de apanhar os locais &#8220;mais evoluídos&#8221;.</p>
<p>&#8220;(Nasci na Alemanha e vivi lá vários anos. A minha mãe foi autuada por circular a 38 Km/h quando só poderia circular a 30 Km/h. Se fosse cá chamavam logo a SIC que aquilo era um escandâlo.)&#8221;</p>
<p>Ainda bem para si. Eu vivi no Canada e fui multado a 90 onde só podia circular a 80. (Pena que lá não houvesse SIC. :))<br />
Só que ao contrario de cá, lá a autoridade dá a todos os casos a mesma prioridade, seja ela uma simples (que raramente é simples pois muita gente anda armada) rixa de bêbados na rua, um caso de violência domestica, um assalto com armas de fogo ou um &#8220;simples&#8221; abrandamento de velocidade num STOP quando a lei obriga a parar francamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pinto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-50975</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 08:58:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3978#comment-50975</guid>
		<description><![CDATA[DOE: &quot;O que as não torna, por si só, menos ocultas. A não ser que recomende um curso de jurista e um serviço de clipping como parte da cidadania portuguesa.&quot;

Eu diria diferente: é o que faz pronunciar-se sobre temas que não domina. Se, eventualmente, eu me pusesse a dar palpites de medicina, corria sérios riscos de dizer asneira. 
Uma sugestão: e se, em vez de colocar em causa a boa fé dos agentes, quando estes andam sem cinto ou colocam radares, confiasse mais um pouco? Eu sei que poderão ser desagradáveis, mas a fiscalização faz parte de uma sociedade salutar.
Quando vou a um consultório médico não digo: &quot;Sr Doutor você pode mesmo utilizar esse aparelho? Hum, mostre-me os regulamentos. Sr Doutor, você acha que fez bem em receitar este medicamento? Não seria melhor o outro?&quot; O mais certo era o médico ser desagradável e virar costas. Contudo, no trabalho das polícias e dos tribunais toda a gente gosta de dar o seu palpite (o síndrome de treinador de bancada). 

&quot; (...) Saltam à vista a qualquer condutor que use da atenção mínima recomendada pelo código da estrada.&quot;

Faço muitas vezes a A1 (Lisboa - Coimbra Norte) e juro que nunca vi um radar fixo na berma. Se sou atento à estrada? Não sei. Até ver não tive qualquer acidente. 

&quot;Contra a função essencial da policia não vejo qualquer estigma, pelo menos da minha parte. Contra mais um serviço de cobranças do Estado, que descarta para 2º e 3º planos todas as suas outras exclusivas atribuições, já falta a paciência de tantos que eles são.&quot;

A polícia não tem 1ª função e 2ª função. Todas as funções são essenciais e estão previstas no Art. 272.º da Constituição da República Portuguesa e na Lei de Segurança Interna. 
Mas deixe-me fazer só uma nota: enquanto a nível criminal temos, a par de Helsínquia, a capital mais segura da UE (segundo estudo inglês da especialidade), a nível de sinistralidade rodoviária estamos exactamente na outra ponta (na de baixo). Contudo, todas as áreas devem merecer grande importancia. 

(Nasci na Alemanha e vivi lá vários anos. A minha mãe foi autuada por circular a 38 Km/h quando só poderia circular a 30 Km/h. Se fosse cá chamavam logo a SIC que aquilo era um escandâlo.)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DOE: &#8220;O que as não torna, por si só, menos ocultas. A não ser que recomende um curso de jurista e um serviço de clipping como parte da cidadania portuguesa.&#8221;</p>
<p>Eu diria diferente: é o que faz pronunciar-se sobre temas que não domina. Se, eventualmente, eu me pusesse a dar palpites de medicina, corria sérios riscos de dizer asneira.<br />
Uma sugestão: e se, em vez de colocar em causa a boa fé dos agentes, quando estes andam sem cinto ou colocam radares, confiasse mais um pouco? Eu sei que poderão ser desagradáveis, mas a fiscalização faz parte de uma sociedade salutar.<br />
Quando vou a um consultório médico não digo: &#8220;Sr Doutor você pode mesmo utilizar esse aparelho? Hum, mostre-me os regulamentos. Sr Doutor, você acha que fez bem em receitar este medicamento? Não seria melhor o outro?&#8221; O mais certo era o médico ser desagradável e virar costas. Contudo, no trabalho das polícias e dos tribunais toda a gente gosta de dar o seu palpite (o síndrome de treinador de bancada). </p>
<p>&#8221; (&#8230;) Saltam à vista a qualquer condutor que use da atenção mínima recomendada pelo código da estrada.&#8221;</p>
<p>Faço muitas vezes a A1 (Lisboa &#8211; Coimbra Norte) e juro que nunca vi um radar fixo na berma. Se sou atento à estrada? Não sei. Até ver não tive qualquer acidente. </p>
<p>&#8220;Contra a função essencial da policia não vejo qualquer estigma, pelo menos da minha parte. Contra mais um serviço de cobranças do Estado, que descarta para 2º e 3º planos todas as suas outras exclusivas atribuições, já falta a paciência de tantos que eles são.&#8221;</p>
<p>A polícia não tem 1ª função e 2ª função. Todas as funções são essenciais e estão previstas no Art. 272.º da Constituição da República Portuguesa e na Lei de Segurança Interna.<br />
Mas deixe-me fazer só uma nota: enquanto a nível criminal temos, a par de Helsínquia, a capital mais segura da UE (segundo estudo inglês da especialidade), a nível de sinistralidade rodoviária estamos exactamente na outra ponta (na de baixo). Contudo, todas as áreas devem merecer grande importancia. </p>
<p>(Nasci na Alemanha e vivi lá vários anos. A minha mãe foi autuada por circular a 38 Km/h quando só poderia circular a 30 Km/h. Se fosse cá chamavam logo a SIC que aquilo era um escandâlo.)</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Doe, J</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/07/23/200k/#comment-50951</link>
		<dc:creator><![CDATA[Doe, J]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 07:58:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=3978#comment-50951</guid>
		<description><![CDATA[Pinto Diz:
&quot;OCULTA? Todas as leis são publicadas no Diário da República!&quot;

O que as não torna, por si só, menos ocultas. A não ser que recomende um curso de jurista e um serviço de clipping como parte da cidadania portuguesa.

&quot;Da minha parte, confesso, nunca me fez qualquer espécie nem nunca andei a reparar afincadamente onde a BT pára ou deixa de parar. E já fui multado por excesso de velocidade: paciência, infringi, tive que pagar.&quot;

Não é preciso levar lupa para ver carros solitariamente estacionados. Saltam à vista a qualquer condutor que use da atenção mínima recomendada pelo código da estrada.

&quot;Ai este estigma anti-polícia que assola algumas cabeças.&quot;

Contra a função essencial da policia não vejo qualquer estigma, pelo menos da minha parte. Contra mais um serviço de cobranças do Estado, que descarta para 2º e 3º planos todas as suas outras exclusivas atribuições, já falta a paciência de tantos que eles são.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pinto Diz:<br />
&#8220;OCULTA? Todas as leis são publicadas no Diário da República!&#8221;</p>
<p>O que as não torna, por si só, menos ocultas. A não ser que recomende um curso de jurista e um serviço de clipping como parte da cidadania portuguesa.</p>
<p>&#8220;Da minha parte, confesso, nunca me fez qualquer espécie nem nunca andei a reparar afincadamente onde a BT pára ou deixa de parar. E já fui multado por excesso de velocidade: paciência, infringi, tive que pagar.&#8221;</p>
<p>Não é preciso levar lupa para ver carros solitariamente estacionados. Saltam à vista a qualquer condutor que use da atenção mínima recomendada pelo código da estrada.</p>
<p>&#8220;Ai este estigma anti-polícia que assola algumas cabeças.&#8221;</p>
<p>Contra a função essencial da policia não vejo qualquer estigma, pelo menos da minha parte. Contra mais um serviço de cobranças do Estado, que descarta para 2º e 3º planos todas as suas outras exclusivas atribuições, já falta a paciência de tantos que eles são.</p>
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