Leituras de Sábado

Na Sábado:

“Os assaltantes recusaram o carro oferecido pelos negociadores do GOE e exigiram antes deixar o banco no Smart estacionado em frente à delegação do BES.”

Na fotografia vê-se um Smart em frente ao banco. Só tem 2 lugares.

197 Comentários

  1. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:01 | Permalink

    é, a essa já se respondeu- era para levarem os reféns amarrados no tejadilho

  2. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:07 | Permalink

    Não, era para levarem os carcanhóis, srª Profª Drª de Direito Penal.

  3. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:14 | Permalink

    Não, segundo outros estrategas por dotes adivinhatórios era apenas para levar um, bem apertadinho, porque o outro ia ser abatido antes de entrarem.

    Há mesmo quem se tenha especializado em contar o que este caso podia ter sido, se não fosse o que não foi.

  4. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:19 | Permalink

    Na maleta do porta luvas…

  5. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:20 | Permalink

    JCD:

    Estou à espera do título, a verde! Do postal, claro. Um penalty roubado e nem assim…

  6. Lololinhazinha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:28 | Permalink

    Também havia outra forma de evitar o sucedido: os senhores sequestradores podiam ter-se entregue voluntariamente. Não é?

  7. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:31 | Permalink

    Ou então, liquidarem os reféns. Nunca teriam sido alvejados pelos snipers.

  8. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:34 | Permalink

    A solução de liquidarem os reféns era, sem dúvida, a que mais teria agradado ao “jurista” José.

  9. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:34 | Permalink

    Ainda havia outra: roubarem legalmente, como roubou a antiga gerência do BES.

    È preciso saber-se de leis para tudo, principalmente quando se quer ser gatuno e viver nas sete quintas à custa disso.

  10. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:35 | Permalink

    Esta sim, é terapia cheia de fãs e com 7 cães a um osso de aprendizes.

  11. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:36 | Permalink

    È uma solução a la Swift. Get it?

    Outro assunto: 5 minutos de prolongamento. Estes árbitros, vãoi fazendo por merecer os epítetos e as Carolinas.

  12. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:36 | Permalink

    Do BES?

  13. Lololinhazinha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:36 | Permalink

    José,

    Ou isso. Se tivessem liquidado os reféns, agora a polícia seria criticada por não ter usado snippers. Não seria tão mais divertido ler esse tipo de críticas?

  14. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:37 | Permalink

    Porrada. Grunhice. O costume do mau perder.

  15. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:38 | Permalink

    O Jonathan Swift explica melhor que eu. Leiam.

  16. Posted 16 Agosto, 2008 at 22:38 | Permalink

    Vá lá, que no lagartismo estamos de acordo. Já é alguma coisa.

  17. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:39 | Permalink

    O Patrício está em forma. E o Sporting ganha ao Porto!

  18. Javardo
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:46 | Permalink

    PdC: Ó Bobi, este ano o carregamento de fruta, chocolatinhos e café com leite tem de ser reforçado.

  19. Portela menos um
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:47 | Permalink

    BES? isso não é o patrocínio do:

    !Sporting leva o troféu para Alvalade com dois golos de Djaló”

    não anda por aí o CAA?

  20. Mirando
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:48 | Permalink

    Só 2 lugares? Boa! Os tipos eram assaltantes mas de certeza que cumpriam o código da estrada e só iriam 2 no smart, nada de gerentes ao colinho. Eu acredito mesmo que eles largassem os reféns e fugissem num smart, fantástico Mike.

  21. dazulpintado
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:57 | Permalink

    Não anda o CAA ma ando eu.
    O Sporting ganhou bem, jogou melhor, foi mais feliz, levou a taça. Honra aos vencido, glória aos vencedores.

  22. dazulpintado
    Posted 16 Agosto, 2008 at 22:59 | Permalink

    E parabéns ao jcd.

  23. Anónimo
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:01 | Permalink

    o segredo de estado de direita não permitiu a partida no smart.
    só podiam sair de carro funerário.
    silêncio sobre o cigano de Loures

  24. Malha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:10 | Permalink

    Este regime pró-fascizante tinha de dar um sinal de apaziguamento das massas através da via securi-autoritária, executando em directo uns reles aprendizes de bandidos dos regionais do brazileirão. Tiveram uma eficácia de 50% e isso entristeceu a carneirada.
    Ainda mais virá a ser contado se não vedarem bem o quartel.

  25. Lololinhazinha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:12 | Permalink

    Caro anónimo,

    Tiveram oito horas para se entregarem voluntariamente. Nos Estados, de “direita” ou de “esquerda” não está legalmente previsto o direito à fuga após assalto e sequestro. Se o anónimo tinha a certeza que os sequestradores só iam fugir e não constituiam uma ameaça à vida dos reféns (ao longe não parecia nada ser esse o filme), devia ter ligado aos Goe e dado essa informação. Acredite que a estes também ninguem lhes paga para fazerem de carrasco. Só que, ás vezes, é preciso tomar decisões chatas. Nessa altura, quando não se tem as certezas a posteriori que iluminam o espírito de alguns, é mesmo necessário optar por aquilo que parece.

  26. Posted 16 Agosto, 2008 at 23:15 | Permalink

    Malditas séries policiais americanas…

  27. Portela menos um
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:23 | Permalink

    quantos posts mais vai jcd fazer sobre os …brasileiros?

    entretanto tem havido mais assaltos e o frenesim não é igual…só porque não houve homicidios?

  28. Posted 16 Agosto, 2008 at 23:23 | Permalink

    O que me faz espécie é a fonte da informação smartiana. Quem disse ao jornalista que eles queriam o Smart ?
    A informação que eu tenho, de fonte à prova de bala, é que eles exigiram uma bicicleta tandem, de dois lugares.

  29. ordralfabeletix
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:28 | Permalink

    Será que os snipers foram ao Algarve? Se sim como é que não abateram o Bruno Alves? Foi por causa do Sapunaru?

  30. Malha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:30 | Permalink

    Ao contrário: Eles são pagos para fazerem exactamente de carrascos.

    Mais uma vez, aqui repito, que se houvesse negociação por parte da PJ e sendo esta, dentro do principio da investigação criminal, a coordenar a operação, hoje teriamos zero tiros, zero mortos e não sei quanta informação recolhida (possivelmente de outros assaltos cometidos).
    Enfim, prevaleceu a via autoritária, a mais popular…

  31. Posted 16 Agosto, 2008 at 23:36 | Permalink

    Uma morte no Brasil que entristece e nos empobrece um pouco a todos : Dorival Caymmi.
    Sabemos que é a lei da vida, mas, mesmo assim…

  32. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:39 | Permalink

    Boa, Malha!

  33. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:41 | Permalink

    O que estranho mesmo, é a apetência por sangue, da parte de quem deveria ser vegetariano, ou no caso, vegetariana. Estranho. Incompreensível.

  34. Lololinhazinha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:43 | Permalink

    Caro Malha,

    Pois claro. Está-se mesmo a ver que quando alguém tem uma arma apontada à cabeça de outra pessoa, num cenário de assalto com reféns, a prioridade é investigar os crimes. Até não percebo porque é que não mandaram um procurador, um juiz e dois advogados, para constituirem os senhores arguidos e os interrogarem logo ali.

  35. Malha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:48 | Permalink

    Negociação, lolozinha, negociação… não gostas da palavra como os carrascos, é?

  36. ordralfabeletix
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:48 | Permalink

    “Até não percebo porque é que não mandaram um procurador, um juiz e dois advogados, para constituirem os senhores arguidos e os interrogarem logo ali.”

    Isso seria o ideal porque saíam todos com termo de identidade e residência e ficavam todos felizes.

  37. Lololinhazinha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:48 | Permalink

    José,

    Eu não tenho qualquer apetência por sangue. Nem sequer sei se a decisão foi bem tomada. Só não me parece que se possa criticar de ânimo tão leve a actuação da polícia numa situação desta natureza. Tem alguma dúvida que a probabilidade de um dos reféns ser morto ou ferido era grande? Como sabe, ao fim de algumas horas uma das coisas que passa a ser elemento da equação é o estado de stress das vítimas que os leva a fazer coisas estúpidas em desespero e a colocar-se em situação de risco acrescido.
    Só acho que é demasiado fácil esta total identificação com os sequestradores e o pressuposto de ter havido excesso. Eu não sei se houve excesso. Para mim, não é evidente que tenha havido.

  38. tancredo
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:50 | Permalink

    Oh Malha ou és da PJ, ou tens pouca memória.Então a PJ nunca matou ninguém?Andam por aqui bons actores para fazerem concorrência aos Gato.

  39. ordralfabeletix
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:50 | Permalink

    “uma das coisas que passa a ser elemento da equação é o estado de stress das vítimas ”

    E o stress dos sequestradores. Que, contado por um refém (brasileiro), além de violentos estavam nervosos e trapalhões, tendo chegado a perder uma das armas.

  40. Posted 16 Agosto, 2008 at 23:55 | Permalink

    Há outra versão que sustenta a opção tomada naquele momento e por aquele meio.
    A operação estava a ficar muito dispendiosa com as horas extraordinárias de todo aquele pessoal.

  41. Malha
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:57 | Permalink

    Negociadores, Tancredo, negociadores. A PJ tem negociadores que já deram provas e nunca mataram ninguém.
    Alias, naquele nível do brasileirão até aos negociadores da PSP era fácil, não vencesse a via populista que tanto vos regozijou

  42. José
    Posted 16 Agosto, 2008 at 23:58 | Permalink

    Lololinhazinha:

    Basta um argumento, para se colocar em dúvida a adequação e proporcionalidade da actuação do GOE: falharam um tiro e pelo menos um dos reféns, não morreu, porque o sequestrador não quis matar. Ao contráro do sniper…

    Logo, o perigo para a vida dos reféns, foi criado, nesse caso, em maior grau pela actuação do próprio GOE.

    Essa ponderação, tem de ser feita antes e foi-o. Mas falhou. E isso deveria levar-nos a considerar que a operação foi um risco muito grande para a vida dos reféns. Mais do que a dos sequestradores.

    Só isso, chega, para mim. Mas há mais, como o Malha adiantou.

  43. lucklucky
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:03 | Permalink

    É isso, vamos sair de Smart de um assalto mas até chegarmos ao Smart levamos os reféns com armas apontadas á cabeça? O Smart seria blindado? Provávelmente até poderia voar. JCD tenta desesperadamente defender JM mas mais uma vez o que segue é hilariedade geral.

  44. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:07 | Permalink

    Para mim, resta ainda uma dúvida que um dia se desvanecerá. Estou plenamente convencido que a licença para matar, saiu da boca do ministro. É apenas um palpite, mas se for verdade, é a maior desgraça que poderia ter acontecido a um tipo como Rui Pereira.

    Mandou matar duas pessoas, naquelas circunstâncias que o equiparam a um carrasco. Este também mata segundo a lei e o direito. É esse o facto e se for verdadeiro, tenho pena. Um Humanista não faz uma coisa destas. Não faz, simplesmente.

  45. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:09 | Permalink

    O Lucky dispara mais rápido que a sombra. Mesmo assim, nunca matou alguém, mesmo em forma de bd.

  46. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:15 | Permalink

    Mesmo os humanistas, cegos pelo poder, se podem tornar carrascos. Também tenho dúvidas, mas é bem possível que a ordem tenha vindo de cima, mas com informação errónea ou incompleta por parte de quem estava no terreno.

  47. Mr. Hyde
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:19 | Permalink

    Dupond e Dupont.

  48. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:20 | Permalink

    Oh Malha és um peixinho (agarrado pelo anzol).Uma das reféns já declarou publicamente que foram todos algemados.Amadores?Mas fica-te bem, faz é uma declaração de interesses.

  49. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:22 | Permalink

    Negociadores, Tancredo, negociadores… e desinteressados

  50. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:26 | Permalink

    Rambos, I, II, III e IV

  51. lucklucky
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:27 | Permalink

    “Mandou matar duas pessoas, naquelas circunstâncias que o equiparam a um carrasco.”

    Precisamente por ser naquelas circunstâncias é que foi a decisão menos má. Carrasco? Um Carrasco mata quem está desarmado e não está a ameaçar alguém, é essa a sua caracterização da cena . Está esquecido da discussão passada? Uma pessoa de leis sem precisão na linguagem?

  52. Portela menos um
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:31 | Permalink

    com Lucklucky a ministro do Interior até os guardas florestais andariam de AK47.

  53. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:34 | Permalink

    Malha:
    As armas que compraram para fazer a tal unidade de assalto onde estão?Faz lá a daclaração de interesses,fica-te bem, só te eleva o ego.

  54. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:38 | Permalink

    Um carrasco, mata porque o mandam matar, depois de decisão superior. Executa uma tarefa. Um sniper, faz o mesmo. Executa uma tarefa de matar. O motivo, difere apenas num ponto: o sniper executa a ordem porque alguém entendeu que a morte de outrém salvaria a vida de vários. ( Vida por vida…hummm). Um carrasco, executa a ordem porque aplica uma pena de morte, a alguém que assim foi condenado. Um carrasco é até mais neutro do que um sniper.

    No efeito, há identidade: ambas são penas de morte. Nas causas, diferem apenas na circunstância de o sniper tentar salvar a vida de outros, matando um ( ou vários, como era o caso). É essa a única diferença substancial, porque a legitimidade e legalidade estão igualmente asseguradas.

  55. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:44 | Permalink

    Fugirem de Smart ? E sem reféns ? Epa, vocês são cómicos, que figurinhas de banda desenhada que para aqui escrevem.

  56. Posted 17 Agosto, 2008 at 00:44 | Permalink

    “” Primeira: as pessoas subestimam invariavelmente o número de estúpidos que as rodeiam; e há muitos que julgamos racionais e inteligentes revelam-se, de súbito, inequívoca e irremediavelmente estúpidas. Dia após dia, com uma incessante monotonia, somos estorvados na nossa actividade por indivíduos obstinadamente estúpidos.
    Segunda: a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa mesma pessoa; uma pessoa é estúpida da mesma forma que uma outra é ruiva, e pertence ao grupo dos estúpidos como uma outra pertence a um dado grupo sanguíneo. Em suma uma pessoa nasce estúpida por vontade imperscrutável e inapelável da Divina Providência.
    Terceira: uma pessoa estúpida é alguém que causa um dano a outra pessoa ou grupo de pessoas, sem que disso resulte alguma vantagem para si, ou podendo até vir a sofrer um prejuízo; toda a nossa vida é pontuada por acontecimentos que resultam em perdas de dinheiro, tempo, energia, apetite, tranquilidade e bom humor, por causa das acções de alguma absurda criatura que nos provoca danos, frustrações e dificuldades, sem ter absolutamente nada a ganhar com o que fez. Uma criatura estúpida perseguir-nos-á sem razão, sem um plano preciso, nos tempos e lugares mais impensáveis. Ninguém sabe, percebe ou pode explicar porque é que essa absurda criatura faz o que faz. De facto não há explicação, ou melhor, há uma única: a pessoa em questão é estúpida.
    Quarta: as pessoas não estúpidas esquecem-se constantemente do prejuízo que implica o convívio com pessoas estúpidas: em geral, são levadas a acreditar que uma pessoa estúpida só fará mal a si mesma, mas isso significa confundir estupidez com credulidade; por vezes, temos a tentação de nos associar a um indivíduo estúpido com o objectivo de usá-lo para os nossos fins, uma tal manobra poderá ter efeitos desastrosos porque dará à pessoa estúpida mais espaço para o exercício dos seus talentos; podemos ter a ilusão de manipular uma pessoa estúpida, mas como não podemos prever todas as suas acções e reacções, seremos rapidamente destruídos e pulverizados pelos seus actos irracionais e imprevisíveis.
    Quinta: a pessoa estúpida é o tipo de pessoa mais perigoso que existe, ainda é mais perigoso que o bandido. Perante um indivíduo estúpido está-se completamente vulnerável; geralmente, somos apanhados de surpresa pelo ataque e, quando tomamos consciência desse ataque, não conseguimos organizar uma defesa racional porque o ataque em si não possui qualquer estrutura racional. Entre burocratas, generais, políticos e chefes de Estado, a áurea proporção de indivíduos fundamentalmente estúpidos e a sua capacidade de prejudicar o próximo é perigosamente acrescida pela posição que ocupam.”

    Carlo Maria Cipolla

  57. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:45 | Permalink

    José Diz:
    17 Agosto, 2008 às 12:07 am
    Para mim, resta ainda uma dúvida que um dia se desvanecerá. Estou plenamente convencido que a licença para matar, saiu da boca do ministro.José Diz:
    17 Agosto, 2008 às 12:07 am

    Mas você deste o primeiro minuto que só fala no ministro. Acha que tem o lê é assim tão parvo em perceber as suas motivações ?

  58. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:48 | Permalink

    Comics. Não confundir, porque é isso que devem ter lido e visto em filmes recentes, tipo Exterminador. Não é bem Hill Street. É mais anos noventa. Eficácia. Tiros certeiros e mortes a preceito entre os maus. Van Damme. Terminator.

    A figura de polícia armado e ataviado de camuflado de metralha ao ombro e pronto a defender a segurança dos bons, é um standard de Hollywood. Passa muitas e muitas vezes na tv, para não deixar marcas por aqui. Como se pode ler, à saciedade.

  59. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:49 | Permalink

    A verdade tem de ter motivação, ó anónimo?

  60. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:49 | Permalink

    Rui Pereira é um dos ministros em quem mais confiava. Parece-me um Humanista. Parecia.

  61. Posted 17 Agosto, 2008 at 00:50 | Permalink

    “Rui Pereira, ministro da Administração Interna , segundo o Jornal de Notícias, avalizou uma ordem para matar, numa situação em que a polícia usa o eufemismo “neutralizar”, num caso de roubo a um banco, acompanhado de sequestro. Os neutralizados eram dois assaltantes, inexperientes e sem antecedentes conhecidos.

    Rui Pereira, apresentou-se publicamente muito satisfeito, por esta acção policial, tipo operação militar, com intervenção de um grupo para-militar da PSP ( GOE), por causa de um assalto a um banco, com tomada de reféns, realizado por dois punks.
    Dois “desperados”, a lembrar cenas de filme ( Dog day afternoon com Al Pacino, por exemplo) sem antecedentes criminais, trabalhadores imigrados do Brasil, já apresentados como pessoas correctas para com os vizinhos, e que decidiram assaltar um banco, para roubar dinheiro.

    O plano correu mal, porque a polícia, ao contrário do que é costume, apareceu logo e em força. A dupla de punks, armada em bandidos profissionais, decidiu tomar reféns, para garantir uma fuga em segurança. Vendo-se cercados, os bandidos estagiários, ibertaram-nos logo, retendo dois que manietaram com abraçadeiras de plástico ( o responsável máximo da PSP, na tv, usou a expressão “manipularam”).

    Ao longo de oito horas, a polícia, através de negociadores ad hoc, tentou convencer os sequestradores a renderem-se. Estiveram perto de o conseguir, mas não lograram esse objectivo primordial, por motivos ainda não esclarecidos.
    Ao fim desse tempo, a polícia do GOE, por ordem de comando, avalizada, segundo os jornais ( pelo menos o JN) pelo ministro Rui Pereira, disparou e matou. Com atiradores furtivos, colocados estrategicamente, esperou a oportunidade de cumprir a ordem de execução ( não há outra expressão, por muito cruel que o seja, para definir o acto) e matou um dos sequestradores, ferindo outro.

    Meio sucesso, portanto, se tivermos em conta que neste género de actuações, o objectivo , confessado pelo GOE, é sempre a neutralização completa e total, dirigida ao cerebelo dos alvos.
    Ainda assim, o ministro bateu palmas à sua própria actuação. Para a polícia, a operação foi um sucesso, porque tudo correu segundo o objectivo desejado: a libertação dos reféns sãos e salvos.

    Esqueceram no entanto, vários pormenores. A operação correu bem, de facto, segundo essa perspectiva, porque os sequestradores, como tudo indica, não quiseram abater os reféns.
    Essa é a verdade lógica e consequente com os factos conhecidos, agora. E se os sequestradores quisessem mesmo matar os reféns, o que valeria a intervenção do GOE?

    Os disparos dos snipers do GOE, não atingiram os objectivos tal como previsto no manual de instruções, publicitado aos media. Não foram efectuados simultaneamente; não foram letais, num caso e não foram suficientemente lestos para evitar a reacção de, pelo menos um dos sequestradores. Este, poderia ter morto um dos reféns ou até os dois, se optasse por disparar contra o fugitivo.

    Em resumo: a acção do GOE foi temerária, afinal amadora ( apesar do profissionalismo dos seus militares) e só correu bem, porque a sorte os acompanhou e provavelmente, como se denota, os punks sequestradores, não estavam mesmo dispostos a matar os reféns.
    Depois disto, vir deitar foguetes, pelo sucesso desta operação, parece, talvez, um pouco exagerado.

    Mas o ponto principal, nem é esse.
    Este mesmo Rui Pereira que agora aplaude pressurosamente e com amplo gáudio geral, esta operação executiva de morte de sequestradores, à ordem de um comando policial, avalizada por ele próprio, é o mesmo ministro que liderou a reforma dos códigos penais e a Unidade de Missão que disso se encarregou.

    Nesta altura, o balanço efectuado por várias entidades oficiais, ( vários responsáveis do MP e a PGR, por exemplo), é denunciador de um estado de Direito, em Portugal, onde os criminosos de alta e baixa densidade ( como é o caso destes dois punks da banditagem amadora), têm ampla liberdade de movimentos.
    Além do mais, por exemplo, os requisitos para a prisão preventiva estão agora tão restringidos que nem se percebe que este assaltante sequestrador que sobreviveu, possa de alguma forma ficar em prisão preventiva.
    As penas e as exigências quanto aos requisitos de prova, do crime foram tão aprimorados que qualquer advogado de meia tijela, pode anular um julgamento ou uma prova recolhida em Inquérito, se nisso se empenhar.

    Neste aspecto, gravíssimo para um Estado de Direito que se preze e ao contrário do que afirmam alguns responsáveis governamentais, pode Rui Pereira limpar as mãos à parede. Aliás, a isso, foi já aconselhado, na prática de argumentos apresentados pessoalmente e num colóquio, por um dos autores de comentários às leis penais- Costa Andrade.

    O sentimento de impunidade da banditagem de pequena e média dimensão é tal que os pequenos punks do assalto a carros e da prática reiterada de car-jacking, home-jacking e outros exercícios , já nem se dão ao cuidado de ter cuidado com a polícia. Já-que- isto- está – assim- vamos- lá- experimentar-um- pequeno- assalto- que-no fim de contas-pouco ou nada- nos acontece.
    É este o sentimento geral e evidente e que só não nota quem não quer notar.
    As notícias diárias, no Correio da Manhã e no 24 Horas, já nem espantam o transeunte que toma conhecimento, na rua, de mais assaltos violentos, de mais assaltos a bancos, de mais assaltos com gangs e outras malfeitorias que não preocupam muito os Ruis Pereiras, enquanto as estatísticas oficiais, contradisserem numericamente a realidade por todos vivida.

    Este pathos e este ambiente deletério na sociedade, foi criado objectiva e reiteradamente pelos Ruis Pereiras que assentam lições nas faculdades de Direito e depois as vertem em letra de lei, nos códigos penais e de processo, com ideias peregrinas que só podem resultar em laxismo de comportamentos sociais.
    Os acontecimentos na Quinta da Fonte e noutros lados, fogem ao alcance dos snipers do GOE, mas têm um reflexo social muito mais profundo. Nesses casos, Rui Pereira está no Brasil, ou algures, ausente da realidade vivida por cá.
    Agora, o politicamente correcto, veiculado por um director da PSP que não sabe distinguir o verbo manipular do verbo manietar, é iludir a nacionalidade dos assaltantes. “São pessoas como eu e você”, disse o dito cujo. Pois são. E que foram condenados à morte, por execução do verbo neutralizar.
    Talvez ainda vão a tempo de conjugar o verbo prevenir. Vão sempre a tempo, aliás. Desde que tenham inteligência suficente para tal e se eximam ao ridículo de aplaudir operações militares contra dois punks. Falhadas, ainda por cima, nos objectivos de neutralização definitiva.

    Um dos assaltantes sobreviveu. Está fora de perigo, dizem do hospital.

    Vamos então fazer uma prognose do que lhe irá acontecer, tendo em contas as belíssimas leis que este mesmo Rui Pereira fez aprovar, por trabalho que dirigiu numa Unidade de Missão.

    Logo que saia do hospital, o suspeito vai ser constiuido arguido. Como?

    Oh! Se vocês soubessem o trabalho que o MP e o JIC de turno vão ter, para lhe imputar os factos que já são conhecidos!
    Aí, é que Rui Pereira deveria estar presente, para perceber o resultado prático da Unidade de Missão que liderou e a lei que a AR ( PS s PSD) aprovou.

    Ao suspeito, em primeiro lugar, vão ser lidos os seus direitos, onstituindo-o arguido, com assistência de advogado, escolhido por ele ou nomeado pelas autoridades judiciárias. D
    epois, vai ser-lhe lido o relato dos factos, pormenorizado e com indicação obrigatória de todas as provas que existem nos autos e suportam aqueles factos.
    Depois, o magistrado do MP, vai escrever tudo isto e remeter este expediente, para o JIC, a fim de o interrogar sobre os factos relatados, indicando-lhe obrigatoriamente todas as provas que o indiciam na prática desses factos.

    Depois, uma vez que isto vai demorar várias horas, longas horas em que os jornalistas ansiosos irão relatar os acontecimenntos à maneira de uma incrível Sandra Felgueiras, iremos perceber uma coisa simples que resulta directamente das leis aprovadas comesforço, pelo esforçado responsável pela Unidade de Missão: o arguido não deverá ficar em prisão preventiva. Não deve e adianto já porquê.

    Só ficaria se houvesse receio de o mesmo fugir, segundo a lei processual penal actual. Será que um juiz vai entender de modo diverso, quando o suspeito, tem residência em Portugal, trabalha, tem até um primo que jura pela sua permanência em sossego? Não, não acredito nisso.

    Depois, podemos sempre especular acerca da pena que o mesmo, eventualmente e em julgamento poderá sofrer, aplicada por um tribunal criminal de Lisboa, daqui a uns bons meses (nunca antes de um ano).

    O crime de roubo, está praticamente provado. Em co-autoria com o assaltante morto, em execução da ordem avalizada por Rui Pereira.
    Moldura da pena, segundo o artº 210ºC.Penal ( roubo): 1 a oito anos de prisão ( sobe para 15 se o agente provocar perigo para a vida da vítima. Mas, neste caso, quem é que realmente provocou perigo para a vida da vítima? Foi o bandido?)

    Tendo em conta que o arguido não tem antecedentes penais, o critério para a ponderação da pena concreta, nunca irá para cima dos 4 anos, com toda a probabilidade de ficar aí nos três anitos de prisão. E depende, em concreto, do que se roubou…se é que se roubou.

    Depois, o sequestro, punido no artigo 158º do Código Penal, com pena de prisão máxima de…três anos!
    Temos por isso, dois crimes imputados indiciariamente. Um de roubo e outro de sequestro ( o suspeito, se o advogado tiver cuidado, só deverá ser acusado por um crime, porque os outros, podem muito bem ficar a cargo do morto…) .
    Ainda que lhe seja imputada a co-autoria de seis crimes de sequestro, o que aumentará a moldura penal, a verdade é que dificilmente passará do máximo de três anos de prisão. Com a redução da praxe, no cálculo da pena concreta, poderá alvitrar-se, com suficientemente margem de manobra, e a permitir até, uma aposta , que o arguido sobrevivente, dificilmente apanhará uma pena de prisão efectiva, superior a cinco anos de prisão.

    Mas isso, se tudo correr processualmente bem. Ou seja, se a entidade investigadora e a cusadora, não cometerem qualquer falha. As nulidades e simples irregularidades, no actual Código Processo Penal, são como minas pessoais, espalhadas no campo de batalha do processo: quando menos se espera, qualquer sujeito processual pisa uma- e lá vai tudo ao ar.
    Se o arguido escolher um advogado que prefira estudar essas possibilidades de sucesso que o Código de Processo Penal, aprovado pela Unidade de Missão de Rui Pereira, garante efectivamente aos arguidos. então vamos assistir a um autêntico show de probabilidades semânticas e jurídicas. E com sorte, pode até dizer-se que o arguido ainda escapa. De qualquer pena.
    Tudo isto, obra de quem?
    Além de outros, naturalmente, de Rui Pereira. O mesmo que avalizou a ordem para “neutralizar”.

    Adenda, em 11.8.2008:

    O texto foi corrigido na sua sintaxe e alteradas algumas palavras, para conformar a escrita em português, com uma redacção menos apressada.
    Quanto ao prurido, que li nos comentários, sobre o facto de o Grupo de Operações Especiais, da PSP, não ser um grupo para-militar, só deixo uma pergunta: é o quê, então? Uma força civil, como alguns pretendem, sem ponta de característica militar? E já leram os objectivos e missões que lhe estão confiadas estatutariamente?
    Então, para esses que fazem figura de cadelas apressadas, aconselho a leitura desta discussão e deste texto.

    A foto é do Expresso e acompanha um excelente artigo de reportagem, assinado, além de outros por um certo Carlos Rodrigues Lima. Parabéns.”

    Publicado por josé

    http://grandelojadoqueijolimiano.blogspot.com/2008/08/o-neutralizador.html#links

  62. Posted 17 Agosto, 2008 at 00:50 | Permalink

    Falta saber se o sniper é da família do ministro.

  63. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:52 | Permalink

    E aqueles plásticos pretos com que um dos sequestradores se preparava para colocar sobre si e sobre a refém, era para quê ? Era para a refém não se constipar com o vento enquanto ele calmamente ia até ao Smart ?

    Tenham paciência, metem dó !

  64. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:53 | Permalink

    Para que é que o ministro apareceu desde a primeira hora na tv, a avalizar e a elogiar a acção para-militar? Precisava disso? E porque não eligiou a acção da GNR contra o ciganito?

  65. Posted 17 Agosto, 2008 at 00:54 | Permalink

    Gostava também de saber se o sniper também está a ter consultas no psicólogo.

    Não deve ser fácil abater um ser humano(?) e dormir descansado.

  66. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 00:59 | Permalink

    As armas tivemos que as entregar ao GOE prá chacina e agora nem negociadores. Uma tristeza, pá!

  67. Pêndulo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:02 | Permalink

    Gosto da maneira como é atribuída serenidade, clareza de raciocínio e escolha da melhor opção, aos sequestradores após oito horas.
    Conseguem dormir descansados e sem medo fazendo dos criminosos a ideia de super homens que fazem? Eu tinha medo.

  68. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:02 | Permalink

    A parte mais caricata é a de se dizer que nem se sabia o que estava ali a fazer o carro e o problema era eles poderem fugir nele.

    Portanto, temos todo aquele arsenal preparado em volta do banco mas não há ninguém que consiga tirar um carro, que nem se sabe a quem pertence, e que pode servir para eles fugirem…

  69. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:04 | Permalink

    J:

    Em vez de citares o Cipolla devias citar o Sapunaru. Ganda jogador. O Bsoingwa não vai deixar saudades.

  70. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:04 | Permalink

    «De acordo com o que apurou o DN, o carro estacionado à porta da agência bancária, com os piscas ligados, terá sido o “isco” para atrair os indivíduos até à rua, fazendo-os acreditar que poderiam usá-lo para fugir. Ontem, em conferência de imprensa, a direcção nacional da PSP não assumia esta versão, afirmando que o veículo se encontrava ali por acaso, desconhecendo-se o proprietário. (…)

    “Não havia mais nada a fazer”, disse ao DN uma fonte policial. “Se por qualquer hipótese os sequestradores conseguissem sair com os reféns e tentassem apanhar o carro, as consequências seriam muito mais graves”. A partir daqui, o objectivo da negociação mudou, passando a ser o de os conseguir atrair até à rua ou a algum ponto que os tornasse alvos visíveis. Às 23.23 os snipers conseguiram tê-los na mira. »

  71. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:08 | Permalink

    Quanto às negociações e motivo pelo qual terminaram também é muito curioso.

    Aqueles profissionais limitaram-se a acreditar na palavra de um familiar do assaltante que se deslocou de propósito ao recinto e contou que este lhe tinha telefonado a dizer que se ia sucidar. Que preferia matar-se a ser preso.

    Negociação de alto profissionalismo que dá como argumento para a terminar este “depoiamento”.

  72. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:09 | Permalink

    Teriam acreditado na mesma se por acaso se tratasse de um ajusto de contas. Não foi sequer escuta telefónica. Foi um palerma que teve de ir lá dizer isto.

  73. Eduardo Correia
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:09 | Permalink

    Tadinhos dos assaltantes…
    Já não vão ajudar:
    “O português não tem condições fisionómicas para a alta competição, à excepção do futebol e em casos particulares, em que pontualmente tivemos atletas de grande nível. Com mudança nas mentalidades, com a mesclagem das raças e mestiçagem em que Portugal sempre foi fértil, vamos ter corpos para todas as modalidades. Corpos que serão fruto da força emigrante (…) sobretudo de países de Leste (…)”
    Paulo Frischknecht, presidente da Federação Portuguesa de Natação, A Bola, 16/08/2008

  74. Eduardo Correia
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:10 | Permalink

    É verdade,
    a surpresa é………Hulk, o herói verde…

  75. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:11 | Permalink

    Não li mais nenhuma explicação para a tal ordem de matar. As negociações acabaram porque apareceu la´este a contar isto, e a perfeita noção que tinham que tudo ia ser pior, era o facto de até terem ali estacionado à porta um automóvel que nunca retiraram por nem saberem a quem pertencia…

  76. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:14 | Permalink

    O Cipolla gasta duas dúzias de linhas para definir um estúpido? Não é preciso. Na maior parte dos casos, bastaria seguir o velho método: conhece-te a ti mesmo. Ou ver-se ao espelho, que é mais célere e vai dar ao mesmo.

  77. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:15 | Permalink

    O tal automóvel estacionado à porta é o smart de 2 lugares. O móbil para algemarem as pessoas não teve nada a ver com a necessidade de poderem obrigar a abrir a porta do cofre e pirarem-se, era mesmo sequestro para levarem toda a gente num carro.

    O dito sequestro foi isto- hora e meia depois do assalto já só lá estavam 2 pessoas, os indícios de perigosidade e intenção de morte foram estes. Até deixavam cair as armas… eram amadores, pareciam crianças…

    Estranhas negociações que nem este amadorismo conseguiram quebrar, tratando-se de psicólogos altamente treinados para sequestros a sério, em operações terroristas.

  78. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:19 | Permalink

    zazie Diz:
    17 Agosto, 2008 às 1:04 am

    A refém que tem andado a dar entrevistas disse que o carro era de um outro refém que o deixou mal estacionado para ir ao banco quando ainda acreditava que não demoraria a sair.

  79. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:19 | Permalink

    Então e os reféns não eram humanos?Esses que se saibam não estavam a roubar, não estavam a ameaçar os seres humanos.Os que estão a coagir, sequestrar e assaltar de humanos não têm nada.Numa escala de valores a qual destes é que se dá prioridade?
    Ainda vai chegar o dia em que o culpado não é o ladrão, mas quem tem o bem.Nas sociedades selvagens o processo é esse

  80. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:20 | Permalink

    A refém que tem andado a dar entrevistas disse que o carro era de um outro refém que o deixou mal estacionado para ir ao banco quando ainda acreditava que não demoraria a sair.

    Portanto é essa a explicação para todo aquele arsenal de polícia não ter tido autorização para tirar dali do carro e estar com medo que eles fugissem nele…

  81. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:22 | Permalink

    O Malha já falta pouco para seres colega dos elementos do GOE, depois quero ver o que dizes.ahahahahaahahahah

  82. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:23 | Permalink

    Negociadores, Tancredo, o segredo nestes casos está na negociação e não na aldrabice para preparar a execução que a populaça pede.

  83. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:24 | Permalink

    Eu pergunto-me é se é com estes profissionais que podemos estar seguros se houver aquilo a que verdadeiramente se chama um sequestro.
    Um edifício tomado por terroristas com exigências ao Estado, por exemplo.

    Se numa situação dessas vão usar os tais psicólogos que nem estes idiotas conseguiram quebrar e se teve de ir lá um desconhecido contar o que o sequestrador lhe disse ao telefone…

    Ou um carro cá fora, que não se sabe de quem é e que pode ser usado pelos terroristas para fugirem do local…

  84. Malha
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:24 | Permalink

    Ser teu colega?

  85. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:25 | Permalink

    «Portanto é essa a explicação para todo aquele arsenal de polícia não ter tido autorização para tirar dali do carro e estar com medo que eles fugissem nele…»

    Não. Estou só a tentar demonstrar que a tese do DN, de que o carro foi usado como “isco” não tem cabimento.

  86. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:25 | Permalink

    E que ainda falham um dos tiros e dão tempo ao “terrorista” de matar quem quisesse.

    isto foi com dois ladrõezecos. Como seria a sério, com ´vários terroristas, sem ser para levar uns trocos de um banco.

  87. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:27 | Permalink

    Não é tese, foi depoiamento contrário de outros. As versões da própria polícia não coincidem.

    Mas se se escolhe esta como verdadeira e esta declaração- que o problema era aquele carro que estava ali parado e no qual podiam fugir, é mesmo caso para se perguntar se estão a gozar com a nossa cara.

  88. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:33 | Permalink

    Malha:
    Meu colega ainda não,talvez um dia, quem sabe.Eu disse colega dos elementos do GOE, logo da PSP.

  89. Mr. Hyde
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:33 | Permalink

    “É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota, do que falar e acabar com a dúvida” – Abraham Lincoln.

  90. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:37 | Permalink

    zazie Diz:
    17 Agosto, 2008 às 1:27 am

    Apontando o óbvio: não importa o que sabemos (ou deixamos de saber) agora. O que pode justificar ou não a intervenção do GOE tem de ser aferido em razão do que a polícia sabia à altura – só assim se pode tentar perceber com base em que informação é que a polícia teve de decidir a operação.

  91. RGD
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:45 | Permalink

    Zazie,

    O que é “adivinhatórios”? Não será “divinatórios”? Tristeza…

  92. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:45 | Permalink

    Há pormenores que ainda não tinham sido tornados públicos e que teriam precipitado os acontecimentos.
    Só agora se sabe que as condições meteorológicas previam um aumento de humidade.

  93. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:45 | Permalink

    Não- aquilo que é legítimo perguntar é se esta decisão de chamar o GOE teve algum interesse quando se alegam estas justificações como “perigos de fuga” ou finalização de negociações. Se são mesmo profissionais, teriam de ter negociadores à altura e nunca por em risco a vida dos sequestrados com base em idas a pé de um qualquer desconhecido a dizer” oi, eu sou o primo e o cara aí dentro me telefonou a dizer que suicida”.

  94. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:48 | Permalink

    Tristeza, sim, tem razão, se o único que argumento que conseguiu repescar foi um erro ortográfico.

    Tem muito disso cara, quando se trata de gostar de enfiar barrete.

  95. Posted 17 Agosto, 2008 at 01:48 | Permalink

    “Entre burocratas, generais, políticos e chefes de Estado, a áurea proporção de indivíduos fundamentalmente estúpidos e a sua capacidade de prejudicar o próximo é perigosamente acrescida pela posição que ocupam.”

    O que me preocupa é isto, e sabendo que pessoas que já pertenceram ao SIS, escolhidos como foram,sabendo o que sabem que colocam os peões nos sítios certos, lacaios acéfalos que nunca questionarão ninguém.

    Isto é que tenho medo.

  96. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 01:59 | Permalink

    Ò J:
    O SIS sabe mesmo muito, será que sabe alguma coisa de si? Não deve saber porque vc não é estúpido.O acéfalo tem desculpa, agora quem tem cabeça e não sabe dar-lhe uso…….

  97. O Aprendiz de Jurista
    Posted 17 Agosto, 2008 at 02:15 | Permalink

    Isto é cada entendido em fugas com reféns!
    Então,
    «“Os assaltantes recusaram o carro oferecido pelos negociadores do GOE e exigiram antes deixar o banco no Smart estacionado em frente à delegação do BES.”»
    «Só tem 2 lugares.» Escreve, v. exc., tentando fazer crer, aos leitores, que os sequestradores não tencionavam sair protegidos com os reféns como escudos humanos.
    Muito bem! Brilhante dedução a sua! Um must diga-se!
    JCd:

    Se precisasse fugir daquele banco com os reféns e sob a mira de atiradores, furtivos ou não, qual dos carros o meu amigo preferiria:
    - Um utilitário pequeno, como o Smart, em que os reféns são obrigados a partilhar o exíguo espaço e assim dificultam a tarefa de potenciais atiradores; ou
    - Um carro familiar, de 7 lugares de preferência, onde os alvos pudessem ser facilmente isolados e, desse modo, os sequestradores abatidos?

    Pelos posts e comentários que aqui leio, sobre uma pretensa inexperiência dos sequestradores, facilmente, se chega à conclusão de que os únicos anjinhos, nestas matérias, são mesmo aqueles que escrevem estas bacoradas, como se de magnificas conclusões se tratassem.
    Meus amigos, ponham o nariz do lado de fora da toca ou do armário ou de lá onde quer que se encontrem e sintam, vivam, a realidade da vida.
    Só por essa forma se podem discutir estes problemas com seriedade.

  98. O Aprendiz de Jurista
    Posted 17 Agosto, 2008 at 02:30 | Permalink

    Os sequestradores quiseram um carro que já estava à porta e assim evitavam qualquer surpresa das forças policiais;
    Sempre se protegeram de atiradores chegando mesmo um deles a cobrir-se, a si e à refém, com algo que parecia um pano ou plástico preto para que os atiradores não pudessem agir;
    Um carro pequeno é o ideal para que a proximidade de sequestrador e refém seja tal que o atirador não possa isolar o alvo.

    Se visto assim, estes senhores estiveram sempre conscientes dos riscos que corriam e não pretenderam, em momento algum, emendar o seu comportamento.
    JM, JCD e alguns outros, têm dúvidas? Pois bem, é legitimo que as tenham, mas ao usarem argumentos como este, só revelam desconhecimento.
    Nada mais.

  99. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 05:56 | Permalink

    Ainda está por saber qual ou quais as sanitas utilizadas pelos assaltantes antes do acto.

  100. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 06:36 | Permalink

    Havia 2 smarts estacionados em frente do banco. Reparei porque achei estranho.

  101. Posted 17 Agosto, 2008 at 10:09 | Permalink

    “Depoiamento”, Zazie?
    Vem de poia, é?

    Olha, eu sou o palerma do primo do dito e sei escrever Português. Estava em interessado em conhecer-te para te dar uma lição. Não te importas?

  102. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 11:09 | Permalink

    Aprendiz de jurista, esta conversa está gasta. Eles não entendem porque, teimosamente, não querem entender.

    Como se um Smart não levasse três por alguns quilómetros e depois fosse largado.

    Como se fosse necessário levarem dois reféns.

    Como se fosse coisa de outro mundo exigirem o carro do gerente, que estava ali estacionado todo o dia, e por isso não estava preparado.

    Mas esta gente parte semprte do princípio que a polícia (entidade maldosa e mafiosa) mente. Mas desta vez tiveram azar: foi tudo filmado e toda a gente viu que a acção da polícia foi legal e foi a que se exigia.

    Mas imagino como seriam so comentários se tal não fosse filmado: “será que estavam armados? Um homem que lá passou jurou a pé junto que não. Eles eram tão boas pessoas. A polícia matou-os quando eles já se tinham rendido”, e baboseiras do mesmo género.

    Gostava de ver a reacção do JM se tal episódio se desse em Nova Iorque. Imagino algo deste género: “Tinha de ser assim. A polícia americana não brinca nem facilita”.

    Aqui perdem-se em argumentações patéticas para tentar ofuscar uma acção legal e 100% eficaz (do ponto de vista da acção cirúrgica da polícia). É para isto que o GOE é chamado, se não iriam só negociadores.

  103. RGD
    Posted 17 Agosto, 2008 at 11:12 | Permalink

    Zazie,

    “se o único que argumento que conseguiu repescar foi um erro ortográfico.”

    Não é por isso que deixa de ser uma tristeza.

  104. Aldina
    Posted 17 Agosto, 2008 at 11:15 | Permalink

    Isto só prova que eram dois calhaus com olhos. Foi pena o outro não ter morrido. Assim poupávamos nos tratamentos.

  105. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 11:20 | Permalink

    À maioria dos camaradas defensores dos tadinhos dos assaltantes, recomendava a seguinte terapia ocupacional: servir de refém durante 8 horinhas seguidas, algemados com uma fitinha de plástico, com um brasuca a gritar aos ouvidos que “te mato!” com uma arma, sem qualquer segurança de disparo apontada ao pescoço.

    Dizia um veterano da segunda guerra: “Não há Ateus nas trincheiras. Isto não é um argumento contra os Ateus. É um argumento contra as trincheiras.”

    Os valentes que agora vêm dizer que se podia ter feito isto ou aquilo, não passam de críticos cínicos, que depois da obra feita, vêm dizer que fariam mais e melhor. Não fariam. Poucos teriam tomates. Preferiam ficar no quente (ou fresco, sendo verão) das casas, sentados na poltrona, a teclar alarvidades num qualquer blog.

    Mas é divertido. Ver estes valentes de sofá a puxar por todos os fios a ver se conseguem desmanchar o trabalho feito pela polícia. Sempre me faz vir aqui de vez em quando a ver até que ponto se pode cair no ridículo. Quanto mais procuram defender os indefensáveis, mais se apequenam.

  106. José
    Posted 17 Agosto, 2008 at 11:26 | Permalink

    V.C.I:

    Se não fossem pessoas como V. ainda vivíamos da Idade da Pedra. Lascada.

  107. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 13:07 | Permalink

    Sempre grato pelos elogios, não andava por cá nesses tempos. Nem no 25 de Abril, sequer. Mas a inteligência compensa um pouco a falta de anos de vida. É uma questão de leituras.

  108. Posted 17 Agosto, 2008 at 13:08 | Permalink

    Pois, o ser humano não vem em estado angélico. Por isso mesmo é que se deve exigir mais racionalidade e humanidade a quem nem é criado na marginalidade.

    Os regozijos que se lêem por aí, vindos de gente supostamente civilizada, também são inquietantes.

    Porque, quem escreve coisas como “adenda: não queria falar de coisas tristes, mas estou derramadinha para dizer isto: pena o outro não ter quinado, também.” sendo jurista, por exemplo, ou idênticas, sendo grande defensor da exportação da superioridade dos valores ocidentais para os bárbaros do Islão, não me parece sintoma de menor barbaridade que o exemplo destes dois brasileiros do dito assalto.

    Pelas palavras, até diria que seriam pessoas de índole mais malévola e que teriam feito pior, se estivessem no lugar deles.

  109. Posted 17 Agosto, 2008 at 13:16 | Permalink

    Estar no lugar dos outros não é assim inviabilidade absoluta.

    Também se pode estar do lado dos criminosos quando se começa por aceitar a barbárie a partir de justificações processuais.

    Todos os grandes ditadores foram populares. Os processos kafkianos também se baseiam em legalidades.

    Aquela maldita “ICAR” que anda sempre na boca dos jacobinos, como sinónimo de Inquisição, também foi nessa casuística que hipotecou os princípios humanistas da mensagem cristã.

    Não vejo grandes diferenças em quem aceita uma ou outra coisa, se o fundamento que prevalece não for de ordem motal.

    Lei sem moral mata milhões e com apoio das massas.

  110. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 14:02 | Permalink

    E moral sei lei? Prefere? Beijinho no joelho do sequestrador que tropeça no passeio ao fugir da polícia?

  111. Posted 17 Agosto, 2008 at 14:13 | Permalink

    Não há moral sem lei. A lei começou por ser natural. A tradição jacobina é que consegue sustentar as maiores atrocidades na legitimidade legal para os fazer.

    O resto são tripas ou prazer na crueldade. Quem não entende isto e precisa de fazer demagogia achando que civilidade é o mesmo que apoiar-se bandidos, tem, de facto, mentalidade da Idade da Pedra.

    por mim ainda acho mais hipócrita quando essa mentalidade da Idade da Pedra, vem dos grandes “pacifistas de esquerda”, que se recusam a entender a causa deste clima em que se vive.
    E que defendem o status quo, revestido-se em casuística penal, a mesma que justifica sempre todos os grandes crimes em nome do Estado.

  112. Posted 17 Agosto, 2008 at 14:14 | Permalink

    errata: para “as” fazer. Não apareça aí o fiscal de gralhas ou de caça multas.

  113. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 14:18 | Permalink

    Não falemos nos tais grandes ditadores, porque teremos que recordar também os milhões que deram a vida no cumprimento do dever para os depôr. Gente que colocou o dever, o serviço, a vida de outros, antes da sua, ao remover injustiças e crimes.

    Neste caso, os GOE poderiam ter sido baleados. Mas não vacilaram no cumprimento do seu dever. Que era o de salvar as vidas dos reféns. Alguém aqui tem a coragem de defender alguém que não se importa de jogar com a vida de dois inocentes para sair de um banco com dinheiro a que não têm direito? (Se o fizerem, não se lhes pode chamar comunista…)

    Se preferem chorar pelos sequestradores, façam-no. Mas não nos chamem a todos burros ao ponto de esquecer que quem se colocou na situação dos dois, foram os próprios. Não foi a polícia, não foram os reféns, não foi a sociedade. Tudo na vida tem consequências. A trabalhar não seriam alvos dos snipers.

    Chamar para aqui o Kafka é tudo menos sério. Não foi a Autoridade que os escolheu ao acaso, foram eles que escolheram colocar-se na mira da autoridade.

  114. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 14:21 | Permalink

    “quando essa mentalidade da Idade da Pedra, vem dos grandes “pacifistas de esquerda””

    A afitude dos Geo é prática habitual dos SWAT, nos USA. Serão os amerixanos o protótipo dos “grandes pacifistas de esquerda”?

  115. Posted 17 Agosto, 2008 at 14:22 | Permalink

    A tradição jacobina fez pior e o problema que subjaz a grande parte disto é da responsabilidade deles.

    Num mundo globalizado o jus soli devia prevalecer sobre o jus sanguinis.

    Porque não me parece que se possa fazer frente a esta criminalidade mantendo errado dois dos aspectos que a explicam:

    1- lei frouxa, afrouxada pelo próprio poder
    2- imigração destrambelhada.

  116. Posted 17 Agosto, 2008 at 14:23 | Permalink

    Vou indo que não há por aqui ninguém com quem valha a pena perder tempo.

  117. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 14:29 | Permalink

    Não seja assim. A falta de palavreado latino no discurso não a desafia? Ou a elementaridade dos argumentos não deixa margem para contra-argumentação? Ou é o sol lá fora que a chama?

  118. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 14:37 | Permalink

    Mas agora reparo que a insinuação dos anti-autoridade é a de que não se pode entrar a matar imediatamente sobre os fora-da-lei. Foi isto que viram acontecer? Ou só ligaram a televisão nos isntantes do assalto final ao banco? É que antes dos tiros dos snipers houve 8 horas de negociações com os sequestradores. Durante os quais, não houve sinais de abertura dos mesmos. Segundo a lógica aqui de alguns, era a polícia desmobilizar nessa altura e retirar para o quartel, podendo então os meliantes fugir com a massa e eventualmente balear os reféns, se assim lhes desse na real gana.

  119. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 15:03 | Permalink

    a Zazie é um ser superior, quem não concorda com ela, não está ao seu nível.Bnedita estupidez!

  120. Posted 17 Agosto, 2008 at 15:10 | Permalink

    Em 2005 já por aqui, na blogo, se falava destas questões. Espreitar aqui

    É, de facto, um problema ideológico. E toda a Europa está a mudar a lei e colocar cada vez mais restrições à imigração, mas o monstro já foi criado.

    Como se não bastasse, ainda temos lei frouxa para todos.

  121. Posted 17 Agosto, 2008 at 15:13 | Permalink

    Tancredo, v. precisava saber em que não concorda para poder usar a cabeça.

    V. usa as tripas e é com elas que tecla. Para isso tem por aí as Aldinas e mais uma porrada de escatológicos. E isso eu passo.

    Como passo os casuísticos, dados à manha legalista, sem nunca se comprometerem em valores morais.

  122. Posted 17 Agosto, 2008 at 15:20 | Permalink

    E eu até troquei, aí atrás, a prioridade entre o sangue e a terra porque a questão é complicada e pode ser usada com intuitos diversos.

    O RT, no post linkado diz o que espelha o intuito das políticas de imigração que depois servem para as estatísticas e para os tais estudos onde é tudo português e não existem problemas que tenham por característica desintegração de imigrantes.

    São os descendentes do Marquês (o grande herói totalitário e jacobino de onde deriva esta esquerda):
    «Quero que as crianças nascidas em Portugal sejam portuguesas – uma tradição jurídica que é a portuguesa desde o tempo de Pombal e que deve ser restaurada.»

  123. Posted 17 Agosto, 2008 at 15:28 | Permalink

    Então, Zazie, queres ou não?

  124. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 17:01 | Permalink

    ” zazie Diz:
    17 Agosto, 2008 às 2:23 pm
    Vou indo que não há por aqui ninguém com quem valha a pena perder tempo.”

    Aqui? Aqui em Portugal, não é? Para seu infortúnio 97% da população portuguesa (e 99.999% das pessoas com formação jurídica) não comunga da sua opinião.

    Não se ponha em bicos de pés que é feio. A sua opinião não tem qualquer valor. Em primeiro porque não é fundamentada na lei (e a polícia tem de se seguir pelo que diz a lei; não tem que inventar) e em segundo porque nunca deu uma alternativa à acção da polícia. Você não traz nada de novo: são baboseiras iguais às da chavalada que hoje está para aí numa festa com uns charritos na mão a grunhir patetices.

  125. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 17:33 | Permalink

    AS CERTEZAS SÃO:
    1) Sequestradores a ameaçar reféns com armas de fogo;
    2) A lei diz que nessas situações é legítimo o uso de armas de fogo contra pessoas; a lei diz também que a PSP DEVE ACTUAR em caso de prática de um crime (sob pena de cometer um crime de por omissão);
    3)A PSP não age, por norma, desta forma: foi a primeira vez que os negociadores não conseguiram lograr a rendição dos sequestradores. Já houve negociações que duraram três dias;
    4)TODOS os professores de Direito, penalistas, criminologistas, constitucionalistas, comandantes e directores das polícias (e toda a população, em geral), são da opinião que o tiro foi legítimo;
    5) A PSP afirmou não ter outras alternativas para o caso concreto;
    6) A PSP afirmou que os sequestradores não colaboraram com os negociadores

    O QUE NÃO SABEMOS:
    1) O teor das conversas sequestrador/negociador (embora alguns chavalos julguem tratar-se de “negociadores ad hoc”);
    2) As verdadeiras intenções dos sequestradores;
    3) Alternativas para a resolução do incidente.

    A partir deste ponto, a rapaziada faz o seguinte raciocício: “as declarações da PSP são falsas; os professores de Direito, penalistas, criminologistas, constitucionalistas, comandantes e directores das polícias não percebem nada; da lei não percebo mas também não quero perceber: o que interessa é criticar a acção porque o meu papá e a minha mamã disseram que viviamos num país de liberdade e eu pensava que isso significava que eu podia fazer tudo o que me desse vontade fazer; eu pensava que era o centro do mundo e que as minhas acções tivessem sempre “paninhos quentes” por parte de alguém”.

    UMA PERGUNTA (a ver se é desta que alguém dá uma solução):
    Que fazia a PSP? Dizia: “ó, eles não vão disparar; é só bluf; vamos aguardar”. Isto era uma atitude coerente e responsável? Quem achar que sim que levante o braço.

  126. Pois
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:27 | Permalink

    José Diz:
    17 Agosto, 2008 às 12:07 am
    Para mim, resta ainda uma dúvida que um dia se desvanecerá. Estou plenamente convencido que a licença para matar, saiu da boca do ministro.

    Eu concordo com o José.
    Se não foi o ministro foi o Vital Moreira.
    Ou qualquer uma das outras 9.999.995 pessoas que o José odeia. (Estou a excluir também, claro está, o José que é a pessoa mais estimável do mundo, os 2 bandidos, e o ex-procurador Souto Moura)

  127. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:27 | Permalink

    ò Pinto, v. no intervalo da caça às multas também se dedica à estatística?

    Onde é que foi desencantar essa prova que 99.999% da população achou correcto.

    Ontem ainda ia nos 97%.

    Será que nos intervalos também se dedica à tele-estatística?

  128. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:31 | Permalink

    E a sua noção de cidadania apenas inclui corporativismo e pessoas que concordam e têm papel passado como penalistas?

    Os outros não são cidadãos? não votam?

    Como e´que v.s costumam dizer quando se referem aos tempos da ditadura?

    Não era ela também legal?
    A cidadania é algo que implica nunca questionar nada desde que o facto cumpra as estritas regras da legalidade?

    É que, se é assim, bem podem limpar as mãos à parede porque a Pide também era legal

    E esta nem é para si, é mais para as Sofias casuísticas que são muito de esquerda para umas coisas e muito situacionistas para outras.

  129. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:32 | Permalink

    Pinto:
    À Zazie não vale a pena responder, dado que ela está muito “acima” da razão e quando a contrariam ela faz birras e vai embora.Tem que ter cuidado com o Malha porque, os negociadores dele, são melhores que os seus e não falhavam as ditas.Já não basta a esquerdalha do costume, como pelos vistos, vai surgir guerra de capoeiras.

  130. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:33 | Permalink

    A mesma pessoa que agora anda muito preocupada com os direitos humanos, certa altura escreveu isto: “(…)Guantanamo não é certamente um hotel mas está longe de ser o destino que nos devia preocupar ou indignar mais quando se fala destes homens (…)”.

    (http://blasfemias.net/2008/01/29/a-guantanomologia/)

    É bom lembrar que a guerra do Iraque foi justificada como “legítima defesa preventiva”. Isto era o mesmo que a PSP, após a morte de um polícia na Cova da Moura em 2005, ter invadido e matado toda a população do bairro para prevenir futuras situações similares.

    Parece que há outro tipo de compreensão para com os EUA (o país onde a legítima defesa pode ser invocada para defender bens patrimoniais). Parece que só “o que é português é mau”.
    Faz lembrar os emigrantes que vão 6 meses à Suíça e quando vêm criticam tudo: o que é motivo de ser criticado e o que não é.

    A obsessão, o fanatismo e o extremismo nas opiniões acarreta sempre destas incoerências…

  131. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:35 | Permalink

    Além do mais, quem apenas consegue olhar para a sua corporação e achar que só isso é que está em causa, nem tem nada para dizer.

    Demonstra até uma mentalidade muito pouco abrangente- já que não consegue pensar mais nada e apenas se preocupa em defender a sua corporação.

    Como se fosse a corporação que está em causa ou foi colocada em causa por algum de nós.

    Porque não foi. Foi a opção do seu uso.

  132. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:37 | Permalink

    Se v. quer mesmo chatear quem apenas se agarra a este caso por ter bruta paranóia com tudo o que vem da polícia, vá ao 5 dias. Aí sim, aí é capaz de acertar no alvo.

    Tirando os tais desvios à conta de outros cachecóis mais xuxas, que esses até conseguem fazer piruetas e chamar-lhes “danos colaterais”.

    Os branqueadores também andam por aí, e até são mais cretinos que os meros corporativos.

  133. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:37 | Permalink

    Ó zaziezinha, só falo consigo quando notar que tem capacidade para ler os meus comentários; que tem capacidade de ler e interpretar o que está escrito. Não é isso que tenho notado, principalmente no seu comentário 127.

    O seu argumento da “caça à multa” revela muito da sua pessoa, pois é o típico bocejo das pessoas mal formadas.

    Já vi que o Governo anda a distribuir computadores nos bairros sociais.

  134. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:39 | Permalink

    Pois é, pintainho, vá aos 5 Dias que vai ver que tem adversário à altura. Há por lá uma Womenage a Trois que nem lhe digo.

    Era capaz de subir para cima de um banco e desatar aos gritos: acudam, acudam que está aqui polícia!

  135. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:39 | Permalink

    Quem põe em causa a ética na lei da legítima defesa não anda bom da cabeça.

  136. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:44 | Permalink

    Nem sequer se tratou de legítima defesa e essa explicação técnica está dada por quem percebe. Que não é nenhum de v,s.

    E também ninguém colocou em causa ética nenhum dos operacionais.
    V. tem mesmo dificuldades de leitura.

    tudo o que eu escrevi destinava-se aos jacobinos casuísticos, gente esquerdalha e politicamente correcta que tem por hábito apontar precisamente estas acções como exemplo de “autoritarismos facistas” e paranóias securitárias”.

    Foi a esses, e aos que depois dão piruetas à Circo Chen que eu chateei. Mas era boca que não entende quem não anda nestas andanças da blogo.

    Fora isso eu até nem estava a par do caso, não estava cá, não tinha sequer visto as filmagens e nos primeiros posts comecei mesmo por gozar porque julgava que tinha sido mais uma morte no meio de um assalto.

  137. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:48 | Permalink

    Ó zazie enfim…

    Mas é claro que foi legítima defesa.

    Não falei sobre ética dos operacionais mas da componente ética que reveste o art. 34.º do CP – legítima defesa.

    Consigo não adianta. Não sabe, não quer saber e tem raiva de quem sabe.

  138. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:51 | Permalink

    De resto, estas coisas virtuais podem apenas servir de National Geographic para se observar como se dão determinados encontros na barbárie por pessoas ideologicamente antagónicas.

    E, quanto a isso, assim como quanto a quem rejubila a fica feliz por uma morte e insiste em dizê-lo e escrevê-lo passados todos estes dias, apenas digo que a principal explicação é serem ímpios.

    Mais do que as palhaçadas dos racismos e xenofobias existe isso- essa falta de moral e de temor a Deus, a partir da qual tudo é permitido. E uma vida vale o que vale, ou vale de acordo com outros factores de cor ou raça, ou que quiserem. Para quem acha que todos são filhos de Deus nem o racismo se pode colocar.

    Não seria precisa nenhumas dessas gavetas de causas fracturantes se o fundo em que podem ser enquadradas- o humanismo cristão- não tivesse sido mandado para o caixote do lixo.

    (por eles- pelos seus progenitores ideológicos- os das causas fracturantes)

  139. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:53 | Permalink

    V, insiste que eu estou a discutir a sua corporação porque não enxerga nada fora dela e eu não estou a discutir a sua corporação da polícia.

    Palavra, não +e por nada, também gosto da brincadeira. Experimente chatear umas sujeitas do 5 Dias…

    ehehe

    Diga-lhes um niquinho do que tem dito a mim e vai ver…

    “;O))

  140. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:54 | Permalink

    Há uma que dá pelo nome de Maria João Pires; experimente com essa “womenage a trois” e vai ver como tem entretenimento garantido na blogosfera

    ehehe

  141. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 18:56 | Permalink

    Prefiro falar com o meu filho. Tem 3 anos. Noto-lhe mais maturidade.

  142. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:57 | Permalink

    Depois, se quiser mais, eu dou-lhe outras dicas. V. tem mesmo entretenimento garantido na blogosfera. Só não acertou foi com quem.

  143. Posted 17 Agosto, 2008 at 18:59 | Permalink

    Faz bem. É bom ter filhos para se entender que nunca se sabe o dia da amanhã e que aquilo que não desajamos aos nossos também não nos contragulamos quando acontece aos outros.

    E, mais uma vez, isto não é para si, mas para quem escreve coisas como “estou derramadinha para dizer isto: pena o outro não ter quinado, também”. Neste caso até foi jurista e não é uma Aldina grunha.

  144. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 19:04 | Permalink

    Nunca desejei a morte aos assaltantes. Desejei sempre que os 4 ficasse vivos.

    Mas como isso não deu, prefiro a sobrevivência dos reféns que o contrário.

  145. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:06 | Permalink

    Esta gaja, dita Zazie, escreve directamente do Júlio de Matos, num computador oferecido pelo Sócrates.

  146. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:16 | Permalink

    Estás ao colinho do enfermeiro, é?

  147. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:19 | Permalink

    Pinto, claro que eu também nunca disse isso dirigido a si. Quanto aos resultados e aos sentimentos não há antagonismos.

  148. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:21 | Permalink

    Eu até entenderia mais as fantasias à balada de Hill Street que as outras- as dos exterminadores implacáveis é que não fazem a minha cara.

    E essas é que conseguem surpreender-me quando até se escapam nos interstícios do status quo ou das artimanhas da demagogia legalista, para acabarem na mesma fantasia.

  149. V.C.I.
    Posted 17 Agosto, 2008 at 19:27 | Permalink

    Continuo a achar que o raciocínio era simples e será mais elementar apartir de agora em futuros sequestros perto de si: “epá, é melhor estar quietinho e largar estes reféns, que estes gajos ainda me fazem risco ao meio com uma carabina de precisão…”

  150. Pinto
    Posted 17 Agosto, 2008 at 19:34 | Permalink

    Joaõ Miranda, versão hardcore (visão sobre os EUA):

    “(…) guantanamo não é certamente um hotel mas está longe de ser o destino que nos devia preocupar ou indignar mais quando se fala destes homens (…)” (o outro acrescentaria: desta “escumalha”)

    João Miranda, versão pessoa preocupada com os direitos humanos (visão sobre Portugal):

    “(…) No caso dos snipers, a decisão é tomada no terreno em reacção ao desenrolar dos acontecimentos. Existe uma grande probabilidade de se cometerem erros de avaliação, de se atingirem inocentes ou de a função para que foram constituídas as forças policiais ser subvertida (…)”

    (é caso para dizer: ainda bem que em Guantanamo não existe a probabilidade de erros de avaliação, de se atingirem inocentes ou da função para o qual foram constituídas as forças policiais e armadas não ser subvertida. Ainda bem que no Iraque também não existe essa probabilidade, caso contrário, seria uma tragédia)

  151. Anónimo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 19:37 | Permalink

    Ó Pinto estou consigo mas dê-lhes a taça porque isto já cheira mal.
    Para a próxima a malta do GOE que coordene melhor o tiro para morrerem os dois e prontos!

  152. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:50 | Permalink

    Ah, mas nunca a questão foi o João Miranda. Isso é inverter a ordem dos factos. O João Miranda não é um facto público a debate.

    Isso é confundir a blogosfera com o mundo real.
    E muito menos é preciso ter-se afinidades com alguém para concordar, pontualmente, com o que pode escrever.

  153. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:52 | Permalink

    Isso é mera tarefa de arquivadores. Há muito arquivador na blogo. Preocupam-se exclusivamente em desencantar o cacifo certo para arrumar qualquer pessoa.

  154. Posted 17 Agosto, 2008 at 19:54 | Permalink

    Agora se se disser que o argumento da proporcionalidade neste caso não tem equivalência com o mesmo argumento da proporcionalidade em questões de guerra, como o McNamara formulou, sim. Essa boca também não consegui resistir e mandei-a.

  155. Posted 17 Agosto, 2008 at 20:03 | Permalink

    Mas, no que toca a actuações em sequestros ele até foi consequente. Já tinha escrito algo parecido quando foi o sequesto russo na escola de Ossétia, em 2004.

  156. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 21:32 | Permalink

    “Mas, no que toca a actuações em sequestros ele até foi consequente. Já tinha escrito algo parecido quando foi o sequesto russo na escola de Ossétia, em 2004.”

    Tem tudo ver esse sequestro. Em Beslan como em Moscovo. Aí a polícia atacou para matar os sequestradores sem se preocupar com os reféns. Daí a morte de centenas de reféns em ambos os casos.

    A Zazie dava-se bem com o regime musculado dos filhos do Putin.

  157. Posted 17 Agosto, 2008 at 22:02 | Permalink

    V. é mongolóide, só pode. Analfabruto e mongolóide.

  158. Posted 17 Agosto, 2008 at 22:05 | Permalink

    Olha aqui o teu retrato, ó imbeciletix

  159. Rantaplan
    Posted 17 Agosto, 2008 at 22:25 | Permalink

    Os brasucas trabalharam bem durante 8h23min e no fim foram recompensados por isso. Penso que queriam sair de bicicleta Kona, podia ser em segunda mão mas com poucos kms. A polícia disse-lhes que isso em Portugal não era possível e o final foi como sabemos. Parece que hoje uns pretos mataram na Qt da Fonte um indíviduo da qual a vizinhança só fala bem. Não ouvi ainda a esquerda verborreica a vomitar grandes frases folclóricas sobre o assunto. Mas vou estar atento.

  160. tancredo
    Posted 17 Agosto, 2008 at 22:49 | Permalink

    Ó Zazie os mongolóides merecem respeito, ou será que lhe estalou o verniz, os mongolóides são humanos ao contrário dos assaltantes, que de humanos não têm nada.Tome chá, tome chá.

  161. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 22:51 | Permalink

    Por acaso é mais este:

    http://www.webscolaire.jeaneudes.qc.ca/Profs/dmontpetit/informatique/3sec/images/PowerPoint/img_ordralfabetix2.gif

    Mas quanto a peixeirada estou esclarecido. Que nível.

  162. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:03 | Permalink

    Já estava à espera da reactiva politicamente correcta. V.s são todos muito grunhos para umas coisas mas beberam pela mesma cartilha das palavras proibidas.

    Se v. não fosse mesmo mongo, sabia que o termo deriva de mongóis e nunca os próprios colocaram em tribunal internacional o facto de se dar o nome a deficiência genética que se considerou tornar as caras das pessoas iguais às deles.

    A série do planete mongo também nunca foi considerada um insulto nem aos mongóis nem aos que têm síndrome de Down.

    Entendeu? claro que não entendeu. O Mongolix, não entenderia nunca. Só entende insultar os outros e achar que se vão ficar.

  163. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:10 | Permalink

    aqui seus burros.

    Nem para moçoilas travestis do Genghis Kahn tinham préstimo.

  164. RGD
    Posted 17 Agosto, 2008 at 23:15 | Permalink

    Zazie,

    Agora já há errata e tudo. O incómodo assim o ditou. De tristeza passou a comédia.

  165. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:18 | Permalink

    Anda por aí essa labrega dessa Aldina, há dias e dias a vomitar trampa, com histerismos do mais patético possível e não vejo v.s a ficarem enojados ou a dizerem alguma coisa.

    Se calhar porque é da v. família e nem notam a diferença. Foi assim que vos ensinaram a acharem-se gente.

  166. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:19 | Permalink

    Costuma dizer-se que não se nota o próprio cheiro. Há-de ser isso. V.s fedem e lá se amigam por fedor idêntico.

  167. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:20 | Permalink

    ò palhaço de RGD, vai limpar a maquilhagem que ainda se nota de onde vens.

  168. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 23:31 | Permalink

    A Zazie original define-me melhor

    “Je suis un homme, je suis un Cro-Magnon”. Depois disso imbecil, burro, mongolóide,burro, grunho, analfabruto, fedorento, vindo de quem vem, só pode ser elogio.

    As melhoras.

  169. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:36 | Permalink

    v. não acerta uma

    zazie dans le metro do Raymond Queneau

  170. ordralfabeletix
    Posted 17 Agosto, 2008 at 23:42 | Permalink

    Então vá mesmo tomar o comprimido porque quem gosta de Louis Malle e de Dreyer não pode baixar ao nível que desceu.

  171. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:44 | Permalink

    este é mais giro

  172. Posted 17 Agosto, 2008 at 23:45 | Permalink

    Lá nisso tem razão. Mas se v. gosta dos dois, então ainda é mais grave por ter começado.

    “:OP

  173. RGD
    Posted 18 Agosto, 2008 at 00:35 | Permalink

    Zazie,

    “ò palhaço de RGD, vai limpar a maquilhagem que ainda se nota de onde vens.”

    “ò palhaço”? “ò”? Risível até mais não. O melindre aumenta com o apontar das bacoradas. Fraudezzzzzita.

  174. Posted 18 Agosto, 2008 at 00:42 | Permalink

    Ele ao menos ao de tudo na blogosfera. Este micro-tarado só anda por aqui de lupa a caçar gralhas.

    Algo me diz que tens outro apêndice micro que podias partilhar com grilos.

  175. tancredo
    Posted 18 Agosto, 2008 at 00:43 | Permalink

    Desde quando é que os Mongóis são Mongolóides? Zazie nem lavando-se por baixo….ao menos leia aquilo que escreve.

  176. RGD
    Posted 18 Agosto, 2008 at 01:22 | Permalink

    Zazie,

    Note, para o seu caso não é necessário uma “lupa a caçar gralhas”, a Zazie é um chorrilho delas, basta ver os seus anedotários, digo, “comentários”…

    “menos ao de tudo na blogosfera”? “ao”? “ao” tipo latido enviesado: ao ao?

    Respondendo a “apêndices” partilháveis com grilos? Tirinho no pé.

  177. Posted 18 Agosto, 2008 at 01:40 | Permalink

    Mas que panascagem que para aqui se juntou. V.s se são misóginos têm bom remédio- trocam e.mails e resolvem a coisa em privado com lupa ou com carabina, ou com um ramo de ortaliça, tanto faz. Mas ide-vos f****

  178. Posted 18 Agosto, 2008 at 01:41 | Permalink

    Se este panasca não é o famoso ui… ui… que usa esta táctica da caça às gralhas das mulheres, para atrair a homenzarrada…

    Já sabemos que és tarado, pá. desorelha, amanha-te com a lupa.

  179. Posted 18 Agosto, 2008 at 01:42 | Permalink

    E consta que o tipo até faz trinados em latim. O grande taradão. O famoso ui…ui, rainha travesti da blogosfera.

  180. Posted 18 Agosto, 2008 at 01:50 | Permalink

    Olha, vai-te masturbar para o blogue do maradona que é por lá que eles andam. Tens gralha e erro ortográfico a magote e tarado ao teu gosto. Até podes contar que foste aluno do professor Lindley Sintra, como costumas fazer, para impressionar a mariconagem virtual.

  181. Posted 18 Agosto, 2008 at 01:54 | Permalink

    Isso aí por Macieira de Cambra deve ser uma desgraça ó super-toino- experimenta o nº de urgência que talvez te ajude: 85.244.29

  182. goodfeeling
    Posted 18 Agosto, 2008 at 14:27 | Permalink

    Num mini já couberam 22. è fazer a regra da porpoção e mais ou menos temos os que caberiam num Smart….

    Como sempre a zazie a terminar a discussão em grande estilo. pelo menos mata-me as saudades do mercado do bulhão.

  183. Filipe
    Posted 18 Agosto, 2008 at 16:52 | Permalink

    Bolhão, de bolha e não (incomprensivelmente) de bulha :)

  184. Curiosamente
    Posted 18 Agosto, 2008 at 21:00 | Permalink

    Malha Diz: ” Negociadores, Tancredo, negociadores. A PJ tem negociadores que já deram provas e nunca mataram ninguém. ”

    Há uns anos, os melhores negociadores de reféns, eram da PJ.

  185. Curiosamente
    Posted 18 Agosto, 2008 at 21:07 | Permalink

    Curiosamente, a pergunta que fica é ninguém falar nas condições que levam
    à criminalidade, e porque desde há anos o crime violento tem aumentado em Portugal, sem que se vislumbre melhores soluções que sangue.

  186. tancredo
    Posted 18 Agosto, 2008 at 21:25 | Permalink

    Curiosamente:
    “Há uns anos, os melhores negociadores de reféns, eram da PJ.”
    Agora já não são?A concorrência por norma aumenta a qualidade.O desenvolvimento social não tráz só o lado bom.Além do mais, é bom dizer, sem temor, que os nossos políticos não estão á altura de tão antigo País.

  187. RGD
    Posted 18 Agosto, 2008 at 22:26 | Permalink

    Zazie,

    Três comentários? Dói-lhe assim tanto?

    “Já sabemos que és tarado, pá. desorelha, amanha-te com a lupa.”

    Peço que leia o que vomita, digo, o que escreve… Não é necessário uma lupa, mas sim uns óculos escuros, para proteger a vista da sua “fina escrita”.

    Use isto, não custa nada. Com muito treino e esforço, talvez acabe a primeira classe. Não há impossíveis.

  188. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 00:14 | Permalink

    Caro tancredo.
    Eu disse que há anos atrás, os negociadores da PJ eram os melhores.
    Não disse que deixaram de o ser, que passaram a ser outros, que mudaram de lugar, ou que melhoraram ou pioraram. Disse que há uns anos eram os melhores.

  189. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 00:17 | Permalink

    tancredo Diz:
    “A concorrência por norma aumenta a qualidade.O desenvolvimento social não tráz só o lado bom.”

    Curiosamente, o que está a dizer é que a concorrência aumenta a qualidade, mas também trás lados maus.
    Não percebo como é que aumenta a qualidade se tem lados maus.

    Mas sei, que essa ideia que a concorrência aumenta a qualidade, é um mito.

  190. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 00:21 | Permalink

    E sei que é um mito, porque o tancredo entre muitas outras pessoas assim o afirmou.
    Primeiro, diz tipo Dogma que a concorrência trás aumento de qualidade. E desenvolvimento social (presumo que ligado). Mas tudo junto, desde a concorrência, ao aumento de qualidade, ao desenvolvimento, afinal tem lados maus.
    Evidente que isto para si terá lógica, mas deixe-me dizer que não tem nenhuma.
    Como é que o aumento de qualidade tem lados maus ? Então, não houve aumento de qualidade.

    Isso é o mesmo que dizer que agora a carne de vaca aumentou de qualidade, mas muitas peças vêem.
    Como vê, no mundo real não tem lógica.

  191. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 00:24 | Permalink

    Muitas peças vêem “Podres” faltou dizer e como exemplo imaginativo

  192. tancredo
    Posted 19 Agosto, 2008 at 01:01 | Permalink

    A concorrência é referente aos negociadores.
    O desenvolvimento refere-se á criminalidade violenta.
    “Há uns anos, os melhores negociadores de reféns, eram da PJ.”Estou a citá-lo.Há uns anos atrás não havia negociadores sem ser da PJ, pelo menos que se saiba, logo não eram melhores nem piores eram os únicos.Se quer dizer que são os melhores assuma-o.

  193. tancredo
    Posted 19 Agosto, 2008 at 01:05 | Permalink

    Curiosamente:
    Leia o que escrevi.
    “O desenvolvimento social não tráz só o lado bom”.Nesta frase já não estou a falar de negociadores,digo desenvolvimento social.

  194. Pinto
    Posted 19 Agosto, 2008 at 01:18 | Permalink

    Diz o malha que os negociadores da PJ eram melhores porque nunca tinham matado ninguém. É verdade.

    Em primeiro lugar os negociadores da PSP também nunca mataram. Quando a negociação falha, quem actua é o GOE. Se as negociações da PJ (quando tinha essa competência) falhassem, seria o GOE a fazer o trabalho seguinte.

    Em segundo lugar, até àquela data, os negociadores da PSP também tinham tido 100% sucesso. Mas há sempre uma primeira vez.

    Em terceiro lugar também posso fazer especulações baratas desse nipe: se fossem investigadores licenciados da PSP (e não há poucos; só de lembrar que os oficiais da PSP/GNR são os únicos portadores de licenciatura de cariz policial. Os oficiais da PSP têm licenciatura em “ciências policiais e segurança interna”) a investigar o desaparecmiento de Madeleine, nunca se teriam cometido aqueles erros. Mas como sou diferente de si, assumo que tais erros poderiam, muito bem, ser cometidos por qualquer polícia.

  195. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 13:44 | Permalink

    tancredo Diz:
    ” A concorrência é referente aos negociadores. ”

    Caro Tancredo.

    Sem personalizar, que não o conheço , só respondo à sua primeira frase.

    Portanto, se um produto for bom, prefere outro pior e mais caro se os negociadores forem melhores.
    Como já tinha dito anteriormente, a qualidade não interessa nada. Apenas os negociadores.
    Por acaso é empresário ou já foi, português ? (não é pessoal. Aproveito o embalo)
    É que nesses meios, ouve-se teorias destas.
    Sem nexo, evidente. No meio de um copo de vinho (ou whisky agora) lá se vai debitando umas coias aplicáveis antigamente no vale do ave.
    E lá se foi a qualidade dos produtos, dos serviços, da mão de obra, e por aí.
    Fora a qualidade de vida das pessoas, e metade das empresas irem depois à falencia.
    Mas ainda restam um ferrari ou outro.
    Até ver.

    Sim, que o empresário é por excelencia “o negociador”.
    De baixos salários.
    De matérias primas rascas.
    De falta de melhoramento nas máquinas e infraestruturas.
    Na falta de conhecimentos dos trabalhadores (mausinhos os sindicatos depois que obrigam as pessoas a aprenderem, visto que os empresários metade, não querem que eles sabem lá. É só “trabalhar”. )
    E por aí fora.

  196. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 13:55 | Permalink

    tancredo Diz:
    ” Curiosamente:
    Leia o que escrevi.
    “O desenvolvimento social não tráz só o lado bom”. Nesta frase já não estou a falar de negociadores, digo desenvolvimento social. ”

    Quem não leu as suas próprias palavras foi o tancredo, pois só escreveu metade disso, depois do meu comentário.
    Como é que queria que eu lesse a palavra “negociadores”, se não a tinha escrito ?

    Aconselho o tancredo a ter atenção ao que escreve , sim, antes de mandar os outros lerem.

    De qualquer modo, o que escreveu e já respondi, veio ajudar a que o tancredo perceba que o que escreveu não faz sentido, desculpe.

    Quer a sua noção pessoal de concorrência (muito fraca, desculpe), quer outras noções que têm.

    Por exemplo, e para acabar, acho interessante que continue a dizer que o desenvolvimento afinal, não tem nada a ver com o tecido empresarial, a concorrência, os empresários, etc. Ou seja, não servem para nada.
    O desenvolvimento para si, está a leste de todas essas coisas.
    Curiosamente, não deixa de ser curioso, para quem como o Tancredo tem ideias perto das neo-liberais.
    .

  197. Curiosamente
    Posted 19 Agosto, 2008 at 14:13 | Permalink

    tancredo Diz:
    ” “Há uns anos, os melhores negociadores de reféns, eram da PJ.”Estou a citá-lo.Há uns anos atrás não havia negociadores sem ser da PJ, pelo menos que se saiba, logo não eram melhores nem piores eram os únicos.Se quer dizer que são os melhores assuma-o. ”

    Como é que pode dizer que não havia outros negociadores, e depois dizer “que se saiba” ?
    Se não sabe, não pode dizer que não havia outros.

    Curiosamente, já assumi a minha posição duas vezes, o tancredo é que não assumiu nem uma sequer.


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