Verão sem Deus * (com adenda)
Publicado por CAA em 20 Agosto, 2008
Há dias li a seguinte citação: “Nunca se mata ou matou em nome de Deus, mas sim em nome do poder”. A frase é interessante mas a sua lógica está falaciosamente invertida – matou–se quase sempre pelo poder mas em nome de Deus.
A religião é um dos pretextos mais usados para alcançar o poder, normalmente aniquilando o ‘outro’ pelos meios que a época permita. A religião é um adquirido moral que não admite refutação e fractura as pessoas dizendo que as quer unir.
A essência da religião, de qualquer uma, pressupõe uma semente de ódio feroz – porque não há nada mais dramático do que o sentimento que opõe aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la.
20 Agosto, 2008 às 12:15 am
Estev texto é o melhor exemplo de uma verdade lixada- o jacobinismo é de esquerda e os liberais não conservadores, também.
20 Agosto, 2008 às 12:16 am
É mesmo como o algodão- onde há jacobinismo há maçon.
20 Agosto, 2008 às 12:17 am
Tão verdade que até o CAA, curiosamente alegando, a cada passo, não seguir nenhuma seita mais que a outra, sem o querer e talvez não dar conta disso, é mais vezes dado (chi lo sa, levado) a seguir o faro e sanha dos evangélicos acima de quaisquer outros.
20 Agosto, 2008 às 12:21 am
Fora isso é patologia de divã. Acha que está a caracterizar o “mal” quando está apenas a ver-se ao espelho. Projecção de fantasmas e qualquer bruto trauma que até provoca uma certa vergonha, assistir-se a tamanha exposição de pancada.
20 Agosto, 2008 às 12:23 am
Evangélicos nem tanto- tem marrano no sótão e avental na Loja.
20 Agosto, 2008 às 12:31 am
Eu, que acabo de vir do Oriente, onde pude confirmar uma série de coisas interessantes sobre o Induismo, o que posso é recomendar ao autor um bocado de pudor e menos certezas absolutas sobre os outros. Especialmente se nada sabe sobre eles.É que um bocado de modéstia é como o sal: fica bem!
Ex.: No Templo Indu “BIRLA” de Jaipur, na Índia profunda, há estátuas de Maria com Jesus ao colo, de Zaratustra, de Cristo, de Sócrates (Não, deste não! do outro que era grego…) e por aí fora. Ali ninguém é excluído e todos podem rezar a um Deus se o desejarem, ou a Deus nenhum. É uma “religião” sincrética que tomou como seus todos os grandes vultos da Humanidade e da esperança em dias melhores.
Para não falar da religião Sick e da sua permanente festa da vida, do respeito por tudo quanto a tenha e por todos. Todos mesmo!
Essa ideia de que as religiões são apenas e só “todo o mal”, só se aplica ao judaico-critianismo.
Digamos que há mais vida, para além destas visões estreitas!
MFerrer
20 Agosto, 2008 às 12:32 am
Um dia destes começo a publicar umas fotos desse Templo Birla em Jaipur. absolutamente imperdível!
20 Agosto, 2008 às 12:47 am
“A essência da religião, de qualquer uma, pressupõe uma semente de ódio feroz”
Os Blasfemos decidiram publicar à vez um post completamente disparatado, sem ponta por onde se lhe pegue. Há pouco foi a HM, agora é o CAA.
Quem se segue? Por este andar, qualquer dia chegam a ministros de Sócrates. :-)
20 Agosto, 2008 às 1:01 am
Poder-se-á dizer, pela mesma ordem de ideias, que a essência do liberalismo (por exemplo) pressupõe uma semente de ódio feroz, pois pretende combater o excesso de Estado a a limitação às liberdades individuais contra aqueles que não partilham da mesma visão do mundo.
Já nem falo da semente de ódio feroz que leva um ateu como o CAA a escrever posts destes. ;-)
20 Agosto, 2008 às 1:12 am
São surtos de auto-exorcismo. De tempos a tempos, lá tem de vir a catarse do endemoninhado.
20 Agosto, 2008 às 1:14 am
Desta vez saiu cada um mais fedorento… fónix. Há-de ter aumentado o nível de poluição do ar do Porto. Se é que não chegou mesmo a Espanha…
20 Agosto, 2008 às 1:17 am
Por via das dúvidas, vou fechar a janela.
Um demónio saído por onde sabemos, de dentro do CAA, há-de ultrapassar efeito de póia bovina.
20 Agosto, 2008 às 1:20 am
Nem mais CAA . E foi em nome dos judaíco-cristãos que começou o martírio da Terra e das mulheres. Até lá , a Terra era para respeitar e não para explorar. E as mulheres? havia carrradas de deusas e sacerdotisas. Ainda o lobbi gay/pedófilo não existia.
Religião? a mim nem fu ni fá , mas não posso deixar de apontar a forma deprimente de anular o ser humano à figura de um ser superior que , aborrecido , resolveu criar uns títeres para se entreter. Palermas , os que passam a vida a louvar uma obra mais que imperfeita. E que nem percebem os beneficios terrenais e pessoais ( não divinos) de tal criação e mistificação.
20 Agosto, 2008 às 1:23 am
Parabéns pela visão cristalina da realidade. Infelizmente, hão-de chover os comentários toldados do ódio.
20 Agosto, 2008 às 1:31 am
Aqui vai então uma pergunta toldada de ódio ;-)
“o sentimento que opõe aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la”
Isto é bidireccional, certo? Pode-se então concluir que quem concorda com o post está também carregadinho de ódio contra toda e qualquer religião, todo e qualquer crente?
20 Agosto, 2008 às 1:31 am
Bene, e lá estará em parte tudo certo, contanto não se vá por via disto ao ponto de ainda alguém acreditar em deus.
20 Agosto, 2008 às 2:15 am
PS )
A zazie ainda não percebeu que é mais um erro de deus e que ele não gosta mesmo nada , nada , dela? A bem dizer só gosta de quem o critica , porque já percebeu que fez bosta. Até aprecia quem o ajuda a minorizar os erros , o que não ocorre com a dita. Digo eu , que até vi nossa senhora de fátima a última vez que comi um cogumelo mágico daqueles que abundam na serra de ourém.
20 Agosto, 2008 às 2:41 am
A religião é um dogma. Discutir sobre religião é perda de tempo.
20 Agosto, 2008 às 2:58 am
“Um demónio saído por onde sabemos, de dentro do CAA, há-de ultrapassar efeito de poia bovina.”
Ahahahah!!!
A Zazie é divina!
20 Agosto, 2008 às 3:53 am
A Zazie é a divina nulidade. Não conseguiu dizer nada de substantivo em 7 comentários.
Quanto à religião, teve ao longo da história a função de facilitar a absorção de uma moral comum sem fundação ética, que sendo oferecida aos homens pelo pai natal divino, era inquestionável. Isto permitia superar qualquer turbulência e preencher o vazio de respostas que não eram dadas às perguntas dos homens. Há quem ache que é preferível a existência duma teoria (qualquer que ela seja) à sua inexistência.
Hoje a religião é um empecilho, a tentativa atrapalhada de reinterpretar os textos que enformam as três religiões monoteístas para aligeirar o ódio contido nelas, é inconsequente. O argumento utilitarista que advoga a sua importância não faz qualquer sentido.
20 Agosto, 2008 às 4:39 am
Claro que a morte é sempre uma afirmação do Poder, qualquer que seja o pretexto (religioso, político, etc.) Mas o paradigma cristão continua a ser o tão esquecido amor ao próximo. Indo, porém, ao encontro do comentário, recordarei aquela subtileza exegética de que perdoar aos nossos inimigos não era perdoar aos inimigos de Deus…
20 Agosto, 2008 às 7:34 am
Felizmente religião é mal de que nunca sofri, mesmo em pequenino.
Confesso porém ter um certo gosto em ver pessoas de cultura e inteligência-aqueles que geralmente se elevam acima da mediocridade- transformados em boçais, urrando como qualquer habitante de bairro social em dia de disputa de gangues, em nome de Deus. Será que esta gente não consegue viver consigo mesma, sem um “paizinho” imaginário ?
20 Agosto, 2008 às 7:39 am
“At the risk of oversimplification, I would like to propose
that each of the world’s great religions consists of two main
aspects, namely that of universal love, which is altruistic and
selfless on the one hand, and a tribal, institutionalized, or
egocentric factor on the other. If we are not careful, our religion
can become very fundamentalistic and intolerant, and we will
find ourselves believing that we are the only ones on the true and
righteous path to salvation, while all others are merely misguided
souls. It is a great temptation to compete with other religions
and rationalize that ours is better rather than to work towards
peaceful co-existence and cooperation”
“BUDDHISM” AND TOLERANCE
FOR DIVERSITY OF RELIGION
AND BELIEF
Sulak Sivaraksa
20 Agosto, 2008 às 8:38 am
Pode ser-se não crente e muito respeitável.Agora ser-se voluntariamente 5ª coluna para que outras religiões se instalem…
Desde que o homem é homem a religião esteve presente.Em Portugal então houve muitas.Como ainda há.Mas promover como o CAA faz o anti-clericalismo é em si abjecto.A religião tem utilidade na sociedade.Os que querem acabar com ela têm unicamente em vista substituirem-se a ela na parte das regalias que ela fornece.Mandando-nos de volta para a selva de cada um por si no seu Deus, no reinicio da competitividade entre Deuses, isto é a fomentar aquilo que combate.
A quem serve o CAA?
20 Agosto, 2008 às 9:19 am
Confrange a pobreza mental denunciada por este post.
No entanto, o autor presume-se um iluminado pela verdade absoluta e vai, assim, semeando besteiras sobre besteiras um pouco por todo o lado, no seu Português deficiente.
O facto de haver quem lhe pague por isso diz bem do estado a que este País chegou.
20 Agosto, 2008 às 9:27 am
Caro CAA!
Bastante redutor!
Não cuidou de ressalvar os conflitos que são emergentes de factos exteriores à religiosidade mas em que esta é usada como “cobertura”!
Bastante redutor!
Este post foge um bocado para o Jacobinismo pós marxista!
20 Agosto, 2008 às 9:27 am
Os comentários de tao agressivos dao razao ao poste.
20 Agosto, 2008 às 10:05 am
Entre os principios das Religiões (Judaísmo-Cristanismo-Islamismo e até Budismo)e os ideais proclamados, acho que não haverá diferença ou diferença de pouca monta…
O Problema está nas instituições que gerem a Religião (Fica ou não fica bonito chamar herege e filho do demónio ao vizinho do lado,só porque acredita/não acredita em santos ao contrário de nós?).
Se há melhor desculpa para começar um guerra, dizimar um grupo, discriminar outro… nunca se encontrou melhor do que justificar os actos com a religião, esquecendo, por uma questão de jeitinho, os seus principios.
20 Agosto, 2008 às 10:07 am
“porque não há nada mais dramático do que o sentimento que opõe aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la”
pois.. há sempre aqueles que detém a verdade na mão esquerda.
20 Agosto, 2008 às 10:08 am
Olha a Zarilu, tanto mal que ela disse do CAA e agora vem comentar nos posts dele!… O que se passa, foi corrida dos outros blogues todos e nao tem alternativa se nao voltar aqui? Como aqueles bebados que sao corridos das tabernas mas tentam voltar sempre???
20 Agosto, 2008 às 10:17 am
O que e’ para admirar e’ que uma catolica tao ferverosa como a Zarilu esteja tao a vontade com o porno. Ela e’ o exemplo vivo na blogoesfera da mentalidade suja dos catolicos beatos. Tal como os padres pedofilos. Ao lado destes catolicos, o diabo e’ um santo.
20 Agosto, 2008 às 10:18 am
Acho mesmo engraçado que “esqueçam” a outra relegiao com a mesma origem da judaica-cristã.
Por sinal a primeira a advogar a espada como meio de expandir a fé e também a primeira a pôr em pratica de forma quase global.
20 Agosto, 2008 às 11:16 am
A maluca da Tina monga é minha fã. A chalupa vem para aqui dizer mal de mim mas até precisa de se apropriar do meu nick e ir-lhe acrescentando numeração romana
ahahahaha
Que anedota, esta maluca.
Queriam “substância”- pois têm-na aqui. O que mais há é “substância” que veio agarrada ao auto-exorcismo do CAA.
20 Agosto, 2008 às 11:22 am
Ah, mas isto não foi um post. Não há comentários num artigo que saiu no Correio da Manhã. O que confirma a degradação geral a que chegou o jornalismo.
Basta largar umas poias e já está- mais um “artigo de opinião”.
Sai-lhes a opinião pelo mesmo orifício por onde costuam sair os demóniozinhos que já não conseguem aturar o hospedeiro.
20 Agosto, 2008 às 11:37 am
Coitada, a Zarilú anda a ter alucinações. Deve ter sido tanto porno que lhe deu volta à cabeça…
20 Agosto, 2008 às 11:41 am
As últimas famosas palavras da Zarilú “ Nunca mais volto a comentar no Blasfémias!..” Então, o que se passou, o Arroja também correu consigo?
20 Agosto, 2008 às 11:42 am
Essa visão religiosa, dualista e radical, que o CAA alude no texto, e segundo a qual o mundo está dividido em duas forças, o Bem (luz) e o Mal (trevas), já não é partilhada pela igreja católica nos tempos que correm. De facto, o maniqueísmo foi durante séculos a forma religiosa de pensar que sempre comandou os discursos do quotidiano. E na medida que tinha como entidades antagónicas o Reino da Luz e o Reino das Trevas como representações concretas do Bem e do Mal, pressupunha de facto uma semente de ódio feroz. Mas afirmar isso actualmente no mundo ocidental é um pouco descabido.
20 Agosto, 2008 às 12:03 pm
“E na medida que tinha como entidades antagónicas o Reino da Luz e o Reino das Trevas como representações concretas do Bem e do Mal, pressupunha de facto uma semente de ódio feroz. Mas afirmar isso actualmente no mundo ocidental é um pouco descabido.”
As palavras Presidente Bush, não lhe dizem nada? E o famoso discursodo Eixo do Mal?
È descabido, mas mudaram o mundo nos últimos anos, quer politicamente e economicamente…
Descabido, mas continuam a ter um grande efeito…
Claro que os ocidentais serem chamados de Infiéis e outros propérios também não ajuda nada nesta questão..
20 Agosto, 2008 às 12:06 pm
Defender ‘religiosamente’ que não se tem religião, será religião ou não?
20 Agosto, 2008 às 3:11 pm
«Isto é bidireccional, certo? Pode-se então concluir que quem concorda com o post está também carregadinho de ódio contra toda e qualquer religião, todo e qualquer crente?»
Não. Desde logo porque o texto não manifesta ódio. Ao contrário da maioria dos comentários que parecem obedecer a uma interpretação realista do mandamento: Odiai-vos uns aos outros…”
20 Agosto, 2008 às 3:19 pm
I REST MY CASE:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/08/19/medicos_egipcios_proibem_transplante_de_orgaos_entre_muculmanos_cristaos-547817953.asp
20 Agosto, 2008 às 3:34 pm
«Há dias li a seguinte citação: “Nunca se mata ou matou em nome de Deus, mas sim em nome do poder”. A frase é interessante mas a sua lógica está falaciosamente invertida – matou–se quase sempre pelo poder mas em nome de Deus»
Esta é uma verdade incontornável, para a religião católica no passado e para a islâmica no presente. Se bem que eu encontro maior culpabilidade histórica da parte da Santa Sé do que propriamente da do Islão; as motivações são mais genuinas e por maioria de razão procedentes.
20 Agosto, 2008 às 3:58 pm
A coerência da incoerência:
“Na China as pessoas não são livres de escolher a religião que entenderem …” CAA, Correio da Manhã 8.VIII.2008.
“A religião é um dos pretextos mais usados para alcançar o poder, normalmente aniquilando o ‘outro’ pelos meios que a época permita. A religião é um adquirido moral que não admite refutação e fractura as pessoas dizendo que as quer unir.” CAA, Correio da Manhã, 19.VIII.2008.
Ou de como se perderam duas excelentes oportunidades de estar calado.
20 Agosto, 2008 às 4:06 pm
Eu creio que o CAA quando fala em Religião quer referir-se exclusivamente à Ortodoxia Religiosa e abstrai da Gnose Religiosa!
O CAA deve recordar-se dos muitos autores Clérigos ou Leigos Religiosos que produziram incontável ciência e tratados de Moral e Ética acerca da Religiosidade e o seu lugar juntamente com o Homem no Mundo!
A apropriação ortodoxa que Instutições Religiosas possam fazer do seu papel na sociedade é que por vezes é instrumento de conflitos latentes que pretendem ser reavivados ou provocados sendo a maior parte delas movidas por inconfessáveis interesses culturais, étnicos, económicos….
Compreenda que apenas creio que o CAA está a ser redutor! Só isso!
20 Agosto, 2008 às 4:23 pm
Fernanda Valente Diz:
“Se bem que eu encontro maior culpabilidade histórica da parte da Santa Sé do que propriamente da do Islão”
Isso deve-se ao conhecimento da história que “temos”!
Se for um Estudante Malaio ou Sudanês provavelmente dirá o inverso!
20 Agosto, 2008 às 4:39 pm
Pi-Erre (43)
Só pode achar incoerência quem não entendeu os dois textos.
Passo a explicar (P.F. leia de-va-ga-ri-nho):
1. A China deve ser condenada por não permitir a livre escolha de uma religião a quem o pretenda;
2. A liberdade religiosa - a mãe dos direitos humanos - ensina que todos devem poder optar livremente por qualquer religião - ou por nenhuma, desde que o façam por si;
3. Mas o reconhecimento dessa liberdade não implica o desconhecimento dos efeitos negativos que as religiões causaram e causam à humanidade - mais, em coerência obriga a que, apesar disso, a livre escolha das pessoas seja respeitada e não a convicção de quem quer que seja;
4. Parafraseando Voltaire que numa discussão semelhante ripostou a um abade qualquer: “Não concordo com nada do que diz mas era capaz de dar a minha vida para que V. tenha a liberdade de o dizer”…
Ora, como se comprova pela imensa carga de ódio que transborda nestes comentários por parte daqueles que, semanal e pontualmente, repetem, tautologicamente, “Amai-vos uns aos outros…”, nunca, mas mesmo nunca, um homem religioso seria capaz de proferir uma frase destas.
Este conceito de liberdade só os ateus o possuem.
P.S. Voltaire não é nenhum ponta de lança francês…
20 Agosto, 2008 às 4:43 pm
«Eu creio que o CAA quando fala em Religião quer referir-se exclusivamente à Ortodoxia Religiosa e abstrai da Gnose Religiosa!»
Justiniano, um dos seus males, está visto, é V. ‘crer’ em demasia…
20 Agosto, 2008 às 5:22 pm
Justiniano:
…o que é irrelevante para esta discussão atendendo ao espaço físico que ocupamos e à contextualização da temática nos actuais dois pólos do conflito inter-religiões em duas zonas geo-políticas da maior importância.
No fundo o que eu pretendo dizer é que os católicos matavam para expandir o poder da magistratura dos clérigos, difundindo os seus credos em nome de uma entidade divina, e os maometanos matam em nome da auto-determinação e da sua sobrevivência enquanto povos fustigados e perseguidos.
20 Agosto, 2008 às 5:48 pm
Caro CAA!!
Estou em crer que V. oscila entre o redutor e o petulante!
“A essência da religião, de qualquer uma, pressupõe uma semente de ódio feroz – porque não há nada mais dramático do que o sentimento que opõe aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la.”
Neste seu dito a palavra religião pode ser substituida por qualquer outra “coisa” que não seria alterada a substancia do seu pensamento! Demasiado redutor
“Este conceito de liberdade só os ateus o possuem.” Lapidar! Corolário da verdade(da mão esquerda)!
Ora lá está, não sabendo eu o que são “Ateus” estou em crer que também poderiam ser incluidos no seu dito. “Ortodoxos ou agnósticos” tanto lhe faz!?
Estou certo que Voltaire “jámais” subscreveria o seu dito…mas quanto ao Robespierre já não diria o mesmo!!
20 Agosto, 2008 às 6:09 pm
Justiniano,
«Estou em crer que V. oscila entre o redutor e o petulante!»
Creia menos e pense por si mais um bocadinho.
«Neste seu dito a palavra religião pode ser substituida por qualquer outra “coisa” que não seria alterada a substancia do seu pensamento!»
Não é assim. Qualquer outra ‘coisa’ dificilmente teria vocação para a verdade absoluta e insindicável que só os adoradores do sobrenatural possuem.
«Ora lá está, não sabendo eu o que são “Ateus” …»
É pena…
«Estou certo que Voltaire “jámais” subscreveria o seu dito…»
Qual deles? Mas boa sorte quando lhe perguntar.
20 Agosto, 2008 às 6:19 pm
Chamar-lhe petulante é pouco.
O gajo é cá de uma jactância que até arrepia.
Pode ser que um dia destes se f…
20 Agosto, 2008 às 6:21 pm
Caro CAA;
Sugiro que releia a.t.e.n.t.a.m.e.n.t.e os textos que V. próprio escreveu sobre este assunto.
Não encontra qualquer contradição?
Não? Então os chineses são mesmo diabólicos, já lhe deram a volta!…
20 Agosto, 2008 às 6:32 pm
A generalização deste texto tem um pouco de “má fé” (passo a ironia…) ou de ingenuidade… tomar a parte pelo todo não faz sentido num fenómeno tão diverso como o relgioso, com manifestações tão diversas.
20 Agosto, 2008 às 6:33 pm
Vejamos:
1. <>
Tem razão. E se alguém, ou milhares de pessoas mataram e matam pelo poder, mas em nome de Deus, como é que é possível que tantas pessoas cultas e inteligentes façam o erro de acreditar que então eliminando Deus - se já não matará, ou que menos se matará. Pois se, como diz o CAA, é apenas um pretexto! Óbviamente, ao ser eliminado esse pretexto, logo outro se encontra, já que a causa permanece.
1.a. Toca assim numa das questões mais cruciais: a do erro de se dizer que a religião é causa das guerras. Ela não é causa mas pretexto. Diminuir ou eliminar a guerra, exige procurar as causas - e não os pretextos.
1.b. Porquê que há tantos a acreditarem nesta ideia sem a analisarem - a de que as religiões, ou a crença em Deus são causa de Guerra - depois de ter existido a Rússia, Stalin, Mao-Tse-Tsung, etc.etc.? Ultrapassa-me. Não está toda a gente farta de saber que mesmo sem (a ideia de) Deus, ou (de) Anjos, ou sem as (pelos ateístas consideradas) ‘’superstições”, a mesma violência continuou, os mesmos crimes?
2. <>
A essência da religião, de qualquer uma, vem da experiência real, vivida, intensa, genuína, do sobrenatural. Essa é que é a essência da religião, e não pressupõe uma semente de ódio feroz coisa nenhuma; essa semente tem uma outra origem e causa. Como comprova o facto de pessoas sem qualquer religião conterem em si a mesma ‘’semente” de ódio de que fala. Basta olhar para os chineses de hoje em dia, para a crueldade dos seus soldados, exército e política, como o próprio CAA, salvo erro ainda há poucos dias referiu, a propósito doa jogos Olímpicos.
20 Agosto, 2008 às 6:56 pm
Terpsichore:
Isso é areia demasiada para a camioneta do CAA e o seu reduto intelectual, vulgo “Correio da Manhã”, onde figura como “professor universitário” (ao que isto chegou, mon Dieu!).
20 Agosto, 2008 às 7:05 pm
Caro CAA!
Após ter produzido cerca de 0,3amps a pensar continuo a crer que oscila entre o redutor e o petulante!
“Este conceito de liberdade só os ateus o possuem.”…”A essência da religião, de qualquer uma, pressupõe uma semente de ódio feroz…” Nem Marx o subscreveria*(Marx, Groucho)pois é demasiado redutor, mesmo para um “Xintoísta”!
As religiões são alguma concretização prática de valores que nada têm de sobrenatural!
Parece-me óbvio que o CAA não questiona o seu papel antropológico neste vasto cosmos! Folgo em sabe-lo!
Quanto aos milhões de portadores de religiosidade neste mundo, essas sementes do ódio feroz, o que fazer com eles que tanto perturbam a ordem natural do cosmos!?
20 Agosto, 2008 às 7:14 pm
Justiniano,
«As religiões são alguma concretização prática de valores que nada têm de sobrenatural!»
Come again???
20 Agosto, 2008 às 7:16 pm
Pi-Erre,
«Caro CAA;
Sugiro que releia a.t.e.n.t.a.m.e.n.t.e os textos que V. próprio escreveu sobre este assunto.
Não encontra qualquer contradição?»
Encontro muitas. Mas não nos excertos que apontou. Nem nos aspectos sobre os quais os acólitos do costume aqui, acidamente, vertem a bílis.
20 Agosto, 2008 às 7:18 pm
Caríssimo Custódio,
«Isso é areia demasiada para a camioneta do CAA e o seu reduto intelectual, vulgo “Correio da Manhã”…»
Importa-se de apontar o seu? Liberalmente, sabe, nunca me furto a comparações…
20 Agosto, 2008 às 7:34 pm
Quantos mais mortos em nome de Deus são necessários para provar que a relegião pressupõe uma semente de ódio feroz?
E quanto a, eliminado esse pretexto, logo outros surgirem, é uma teoria inverificável,por isso não é argumento.
20 Agosto, 2008 às 7:43 pm
CAA,
Estranha!!??
Não é este, certamente, o local para o introduzir na mundividencia das várias religiões que a humanidade viu reveladas ao longo da sua história!
Poderá certamente investigar o Cristianismo, Islão e Judaísmo, entre outras, e ser-lhe-á revelado um conjunto de valores integradores de comportamentos moralmente ordenados!
Esses valores serão a verdade e o caminho da rectidão será o caminho da verdade!
As virtudes, obviamente, são, em certo grau, facultativas nos nossos dias e ainda bem que assim é!
Quanto à sua “visão” da Religião no mundo e na história é, manifestamente, redutora!
P.S. - Não encontro nos comentários aqui feitos quaisquer sinais de ódio, bílis, azedume, perseguição que justifiquem a sua encenação de perseguição paroquial! Deixe-se de fitas e de má-fé!!
20 Agosto, 2008 às 7:54 pm
E porque não procurar na religião azteca com sacrifícios humanos de arrancar corações ?
20 Agosto, 2008 às 7:59 pm
Cara Fernanda Valente!
“…é que os católicos matavam para expandir o poder da magistratura dos clérigos, difundindo os seus credos em nome de uma entidade divina, e os maometanos matam em nome da auto-determinação e da sua sobrevivência enquanto povos fustigados e perseguidos.”
Não concordo com o …”…e os maometanos matam em nome da auto-determinação e da sua sobrevivência enquanto povos fustigados e perseguidos” Isto significaria aceitar a identidade entre os vários Povos Maometanos e ou identidade entre vários Povos Cristãos!!!
Um Malaio não partilha as mesmas circunstancias de um Afgão….Um Suiço não partilha as mesmas circunstancias de um Filipino…
20 Agosto, 2008 às 8:10 pm
Teoria inverificável?
Quem falou aqui em teorias? Falei em factos e dados abundantes, verificáveis e constatáveis.
Caríssimo Pêndulo
Quantos mais mortos, em nome de uma das formas da pior ignorância, vestida de sabedoria e julgando-se dota, são necessários, para provar que os odiosos do Sagrado, têm actuado na História ainda mais frequentemente (e quase exclusivamente) com ódio feroz?
20 Agosto, 2008 às 8:31 pm
Caro Justiniano:
Eu analisei o post do ponto de vista polito-religioso e referi-me concretamente aos «maometanos que matam em nome…». Nem todos matam, naturalmente, nem eu penso que o post vise a discussão do fenómeno religioso em todo a sua amplitude histórica, social e cultural, de onde se extraem as várias “nuances” interpretativas. Já só generalizando, encontramos matéria para uma ampla discussão…
20 Agosto, 2008 às 8:31 pm
Ó CAA, era só o que faltava. Não sou eu quem escreve prosas desconchavadas e se permite publicá-las num tablóide e republicá-las num blogue.
20 Agosto, 2008 às 8:39 pm
“aquele que julga deter a verdade na sua mão direita e o ‘outro’ que, por qualquer razão inconcebível ao primeiro, se recusa a adoptá-la.”
Desculpe-me, mas é exactamente assim que agem a maioria dos que estão certos de que a convicção da vida consciente além-morte, não é mais do que a chuchinha da humanidade.
20 Agosto, 2008 às 9:09 pm
Terpsichore levanta uma questão curiosa. Veja-se o caso do aborto, é quem defende que a vida não acaba com a morte que a ele mais se opõe. Por sua vez é nas hostes que acreditam na brevidade do ser que é mais aceitável inviabilizar um feto -refira-se que sou desses, não sem as minhas perplexidades comigo mesmo.
20 Agosto, 2008 às 9:23 pm
De facto, sempre que o CAA escreve sobre este tema a caixa de comentários encarrega-se logo de mostrar que ele tem razão.
20 Agosto, 2008 às 10:40 pm
Custódio(sinho),
«Não sou eu quem escreve prosas desconchavadas…»
Depois de ler os seus agrupamentos de palavras, ia jurar que sim…
20 Agosto, 2008 às 11:39 pm
“É tão grande a fraqueza do género humano, tamanha a sua perversidade, que, sem dúvida, lhe vale mais estar subjugado por todas as superstições possíveis - desde que não tenham carácter assassino - do que viver sem religião. O homem sempre teve necessidade de um freio e, por ridículo que fosse sacrificar aos faunos, aos silvanos ou às náiades, era mais razoável e mais útil adorar essas imagens fantásticas da Divindade do que entregar-se ao ateísmo. Um ateu que fosse razoador, violento e poderoso, seria um flagelo tão funesto como um supersticioso sanguinário.
Quando os homens não dispõem de sãs noções acerca da Divindade, as ideias falsas suprem-lhes a falta, tal como nos tempos de desgraça se fazem negócios com moeda falsa quando falta a moeda boa. O pagão, se cometia um crime, temia ser punido pelos seus falsos deuses; o malabar teme ser punido pelo seu pagode. Em todo o lado onde há uma sociedade estabelecida, é necessária uma religião. As leis exercem vigilância sobre os crimes conhecidos, a religião exerce-a sobre os crimes secretos.
Mas, a partir do momento em que os homens chegam a abraçar uma religião pura e santa, a superstição torna-se não apenas inútil, mas muito perigosa. Não se deve tentar alimentar com bolotas aqueles que Deus se dignou alimentar com pão.
A superstição está para a religião como a astrologia está para a astronomia, a filha louca de uma mãe sábia. Essas duas filhas subjugaram durante muito tempo a Terra inteira”.
François-Marie Arouet!?, in “Tratado Sobre a Tolerância”
21 Agosto, 2008 às 2:07 am
Ah, óptimo, Eduardo Correia - distingue portanto a superstição da religião. As ideias falsa das “sãs noções acerca da Divindade”. E conclui que a religião, como a astronomia - e bem longe da superstição - é uma busca do real e de verdade, como o será a astronomia, zona de conhecimento humano que não nos passaria pela cabeça querer eliminar. É como uma mãe sábia, no seio da qual podemos encontrar sabedoria e investigar. Talvez não tanto a constituição física dos espaços externos, como a astronomia - mas sim a constituição espiritual dos espaços internos da alma e do ser humano!?
É interessante verificar como, sendo a guerra, a chacina e inconcebível tortura e perversão, consumada à custa do uso do “avanço” da técnica e da ciência (ou são, meus caros, as bombas e os demais instrumentos de chacina, fabricados pelos padres, eclesiásticos e outros religiosos perversos, em laboratórios secretos?) - é interessante verificar como ninguém clama - vai-te, arreda-te oh técnica! Mataste e matarás milhões de crianças. Não.
Porque será, meus caros, que tal como se não quer eliminar a astronomia - nem mesmo agora que ameaçamos espalhar no silêncio do Espaço a praga da cólera e ignorância humana - tal como se não quer eliminar a física, depois de tanto horror seguindo-se a Hiroshima, porque se compreende que o defeito não está na mesma, mas sim no mau uso dela; porque será que da mesma forma, não raciocinamos a respeito da religião?
E porque não compreendemos que superstição, isso sim, é nós acharmos que aquilo que não é senão fruto da nossa ignorância sobre as mais básicas verdades interiores, aquilo que não é senão para o que, às vezes, as verdades mais essenciais da religião nos apontam e avisam; aquilo que não compreendemos e que não evoluímos, aquilo que é fruto da nossa cegueira, isso sim, é a causa dos males que acusamos na religião. E é a causa da perversão da religião. Da ignorância, na religião.
Será que essas sementes de cólera existem não devido à religião - mas muito pelo contrário, por ela ter sido agrilhoada e pervertida, e mantida nas mãos da incompetência, da maldade e da ignorância humana - tal como durante séculos e séculos a ciência se manteve agrilhoada na nossa superstição e ignorância?
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21 Agosto, 2008 às 8:22 am
Cara Fernanda Valente!
É uma das razões porque o “post” é demasiado redutor!!
21 Agosto, 2008 às 9:53 am
Grande Terpsichore!
Arrumou com estes endemoninhados com grande classe.
21 Agosto, 2008 às 2:41 pm
CAA:
O seu comentário 70 é uma vergonha.
“Custódio(sinho”, porquê? Que insolência!
Onde é que Custódio Pereira - que conheço bem, talvez tenha sido seu professor e sabe mais de Português a dormir do que você acordado - deu qualquer erro nos “agrupamentos de palavras” que você displicentemente refere?
Deixe-se dessa empáfia, ou vai ter um resto de vida de inferno. É que o destino não costuma ser amável para gente como você.
21 Agosto, 2008 às 4:11 pm
António P. Castro,
Vergonha, e muita, é a sua parcialidade na indignação. O sr. que V. defende e parece conhecer tão mal (não faço a mínima ideia quem é), dirigiu-me esta elegantíssima delicadeza:
«Custódio Pereira Diz:
20 Agosto, 2008 às 6:19 pm e
«Chamar-lhe petulante é pouco.
O gajo é cá de uma jactância que até arrepia.
Pode ser que um dia destes se f…»
E ainda esta:
«Custódio Pereira Diz:
20 Agosto, 2008 às 6:56 pm e
Terpsichore:
Isso é areia demasiada para a camioneta do CAA e o seu reduto intelectual, vulgo “Correio da Manhã”, onde figura como “professor universitário” (ao que isto chegou, mon Dieu!).»
Por isso, dobre a língua antes de me acusar de ‘insolência’ - tratava-se de uma caso patente de legítima defesa face a um ataque torpe e não provocado.
E não se preocupe com o destino - em que também não creio - nem as suas eventuais amabilidades nem com outras crendices baratas. Preocupe-se mais consigo e com a (falta de) classe dos amigos que escolheu e que anda por aqui, falaciosamente, a elogiar.
21 Agosto, 2008 às 4:48 pm
Cale essa cloaca, se presumido ignorante!
21 Agosto, 2008 às 4:52 pm
Caro António P Castro,
Está claro q o CAA não terá um destino infernal. Para tal seria necessário crer no destino, coisa difícil num ateu.
Eventualmente poderá constatar, um destes dias, que esse destino existe quando se vir confrontado com sopas e palhinhas para o resto dos dias, fruto dos comentários que faz (CAA, não se esqueça q é uma figura pública conhecida e q doidos e ofendidos há muitos).
Caros outros:
Não entendo o espanto relativo aos ódios do CAA. Num ateu essa figura é possível e não deverá ser surpreendente, já num religioso não se compreende - tal como não se compreendem alguns comentários tão jocosos emitidos por muitos que acredito serem religiosos.
“Se te baterem numa face oferece a outra” ou, a elevação é um principio maior - algo que, para um não crente como eu, tem uma aplicação mais prática.
Cumprimentos
21 Agosto, 2008 às 4:53 pm
«António P. Castro Diz:
21 Agosto, 2008 às 4:48 pm e
Cale essa cloaca, se presumido ignorante!»
I rest my case (again).
21 Agosto, 2008 às 5:13 pm
Ó CAA(sinino), vai à merda, pá!
21 Agosto, 2008 às 5:21 pm
«E você, CAA(sinino), vá àquela parte, isto é, à merda!»
Então, pá!
Eu não lhe disse que devia ir pregar para o meio da bancada. Tá a ver quão depressa largou o dicionário e o palavreado a armar ao culto?
Assim é que é, ó Castro! Sai a ligeira crosta com que mal se disfarça e revela-se o Castrozão do chinelo em toda a sua pujança…
Sempre à sua disposição.
21 Agosto, 2008 às 5:24 pm
Contra chineleiro, chineleiro e meio. Repito: vai-te f.!
21 Agosto, 2008 às 5:44 pm
«Repito: vai-te f.!»
V. ainda vai a líder de claque!
Foi um prazer - quase infantil, é certo - destruir a sua fraquíssima argumentação (e a do seu amigalhaço) mas agora tenho mais que fazer.
Boa sorte aí no bairro…
21 Agosto, 2008 às 7:47 pm
Assim não vale.
Só me interessa lutar com armas iguais.
Toda a censura é cobardia.
Ciao!
21 Agosto, 2008 às 8:46 pm
Caro CAA
O seu texto está errado historicamente, ou deturpado para melhor sermos exactos. E porquê ? Porque sempre houve religião.
Como sempre houve religião, é fácil para ateus ( que são recentes , penso que a partir do séc 17 em numero significativo ) dizer que todas as guerras foram feitas por religião.
Fossem o Judeus os culpados no Antigo Testamento , ou os Cristão com as cruzadas, ou outras religiões , estando agora na moda o Islamismo.
Mas, que aconteceu quando o Ateísmo se tornou Estado e Poder ?
Curiosamente, foi no século 20, e os piores genocídios aconteceram.
21 Agosto, 2008 às 11:23 pm
Obrigada Zazie. Obrigada CAA pelo (espaço de) diálogo. Parece-me que esta discussão… poderia, deveria ter continuação - uma outra vez, quem sabe?
21 Agosto, 2008 às 11:27 pm
Curiosamente,
para não falar da guilhotina de Napoleão…
21 Agosto, 2008 às 11:55 pm
Terpsichore, Lusitana Combatente
Evidente que o seu texto está excelente e é de frisar.
22 Agosto, 2008 às 11:28 am
O fundamentalismo ateu (vresão mais radical do ateísmo forte), para além de extremista é intolerante, tal como o fundamentalismo religioso.
O fundamentalismo ateu, tal como o fundamentalismo religioso, já foi responsável por muitas mortes.
O ateísmo não é nocivo, o catolicismo não é nocivo, o istamismo não é nocivo. A intolerância é que é nociva. Isso até no Futebol se nota.
22 Agosto, 2008 às 11:31 am
Imaginemos o seguinte: eu e mais 30 pessoas da minha rua acreditávamos que existem extra-terrestres num certo planeta muito longe e que são azuis. Uniamo-nos e faziamos um grupo. Nesse grupo decidiamos que o nosso representante, ou representantes, por qualquer razão, não poderiam ter relações sexuais. Entre nós aceitávamos as regras. Abriamos o nosso grupo a quem partilhasse a nossa crença. Davamos a conhecer as regras. Uns acolhiam, outros, como é óbvio, não.
Fazia algum sentido criticar e ficar-se indignado pelas suas regras? Fazia algum sentido exigir-se que as regras fossem abolidas? Quem não acreditasse não aderia. Quem acreditasse mas não aceitasse as regras não aderia; apenas acreditava.
No catolicismo passa-se o mesmo: quem não acreditar não acolhe a religião. Quem acreditar na Bíblia mas não aceitar as regras, não adere ao catolicismo e ora a Deus à sua maneira. Não há qualquer obrigação que nos prenda à religião como aconteceu TRSITEMENTE no passado (e acontece, ainda hoje, nalguns países intolerantes).
Culpabilizar a religião pela estupidez humana é ridículo.
22 Agosto, 2008 às 2:00 pm
«Culpabilizar a religião pela estupidez humana é ridículo.»
E a inversa?
22 Agosto, 2008 às 2:01 pm
A inversa não faz sentido. Pelas razões que referi no comentário 90
22 Agosto, 2008 às 8:36 pm
A Terpsichore Combatente Lusitama, teve a sua medalha de ouro ao levar ao tapete o endemoninhado peso-pesado do CAA.
Há muito que deixei de argumentar com fanáticos de ateus militantes.
Estou até convencida que eles tanta necessidade têm de dar alojamento aos demónizinhos, como depois de levarem porrada para o expulsarem.
Como dizem todos os fanáticos- a fé ainda sai mais fortalecida quando lhes chegam com a roupa ao pêlo.