Não é que interesse muito, mas… (reposição actualizada)

… Não fossem os instintos matricidas do nosso primeiro rei e, 5 séculos após, os interesses centralistas dos fidalgotes do 1º de Dezembro e estaríamos agora a comemorar um título total de 20 medalhas para a Ibéria e um honroso 13º lugar no ranking de 87 países medalhados dos 205 concorrentes. Mais importante do que isso, usufruiríamos todos de muito maior qualidade de vida ambiental: não teríamos de aturar os oscilantes estados de alma de um tal Vicente Moura e, sobretudo, não nos agoniaríamos nos escaparates dos quiosques com a bajulice parola de um ministro que dizem da Inovação.

27 Comentários

  1. Posted 25 Agosto, 2008 at 10:12 | Permalink

    Tomara regiões autónomas espanholas como a Galiza, País Basco, ou Catalunha, verem-se livres do centralismo castelhano, mesmo sem ganharem qualquer medalha numas olimpíadas.
    Portugal tem essa sorte, apesar dos muitos Conde Andeiros e Saramagos que por aí vagueiam.

  2. Posted 25 Agosto, 2008 at 10:14 | Permalink

    Mas, se é tão infeliz nesta terra miserável e tão pouco medalhado, de que espera para zarpar para o paraíso castelhano, caro LR?

  3. Posted 25 Agosto, 2008 at 10:17 | Permalink

    Parece que o ministro Pinho deu uma banhada ao Phelps.

  4. Filipe
    Posted 25 Agosto, 2008 at 10:25 | Permalink

    Não percebo o porquê do texto em português e não em ibero.
    Fico a saber que a junção de duas populações distintas é sempre positivo, a mais fraca fica sempre melhor e a mais forte fica igual. Gracias pelo esclarecimento

  5. MigPT
    Posted 25 Agosto, 2008 at 10:34 | Permalink

    Este post parece-me aquele argumento imbecil que tenta comparar as medalhas dos USA e da UE e diz que a UE tem mais medalhas.
    Por acaso o LR não sabe que a cada país está restringido o nº de atletas por modalidade. Se Portugal e Espanha fossem um só país, nem todos os atletas portugueses (para não dizer quase nenhum) iriam aos jogos olímpicos.

  6. António de T.
    Posted 25 Agosto, 2008 at 10:36 | Permalink

    Algo há que não entendo e jamais entenderei: qualquer nação, por mais pequena e inviável que seja (o Kosovo é o melhor exemplo!) tudo faz para ser independente. Em Portugal, país velho e com um passado glorioso de resistência ao inimigo castelhano, temos que ler pessoas como este cavalheiro – LR – a debitar disparates infames sobre o Sr. D. Afonso Henriques e os patriotas de 1 de Dezembro de 1640 e porquê? Por causa de medalhas nos Jogos Olímpicos!…
    Sr. LR; tem uma óptima solução para os seus problemas: passe a viver em Espanha como o seu herói; o traidor Miguel de Vasconcelos ou, melhor ainda, viaje para a China (o país mais medalhado nos Jogos). Com sorte, até pode ser que o seu avião caia.

  7. Filipe
    Posted 25 Agosto, 2008 at 10:56 | Permalink

    E se em vez de iberos fossemos reino-unidos não ganhariamos mais medalhas?

  8. Posted 25 Agosto, 2008 at 11:01 | Permalink

    Não conseguiram atingir o que o post queria induzir.
    O exemplo das medalhas é meramente simbólico, o que está em causa é o acontecimento de 1640 que a não ter acontecido podia ter originado o que hoje seria a Ibéria.
    Mas pensar a história com quase 400 anos de atraso é o mesmo que imaginar como estaremos daqui a outros quatrocentos.
    Provavelmente na mesma situação que em 1639.

  9. Posted 25 Agosto, 2008 at 11:15 | Permalink

    ….1640 que a não ter acontecido podia ter originado o que hoje seria a Ibéria…

    Qual Ibéria ? Essa ideia pressupoe a junção de dois países…
    O que teríamos mesmo, era a castelhana Espanha com mais uma região secundária a lutar pela sua autonomia como faz a Galícia, ou a lutar pela liberdade como fazem os Bascos.

    Custa-me sempre ver meus compatriotas a escolher as “saias da madre espanha” como único refúgio para os seus desalentos.

  10. Posted 25 Agosto, 2008 at 11:22 | Permalink

    Qual Ibéria ? Essa ideia pressupoe a junção de dois países…

    Não.
    A Ibéria que poderia ter existido seria composta de cinco ou seis grandes regiões, o mesmo que acontecerá, presumo, em 2408.

  11. António de T.
    Posted 25 Agosto, 2008 at 11:32 | Permalink

    Fado Alexandrino:

    O que o post do LR. quer induzir, sei-o eu muito bem! É uma patetice sem nome, própria de uma criança!
    Se seguissemos, por estupidez, o raciocínio patológico do autor podiamos dizer que:
    SE não tivéssemos perdido o Tarrafal, os “LRs” de Portugal para lá podiam ir morar para todo o sempre;
    SE ainda houvesse PIDE, os “LRs” não diziam tantas asneiras;
    SE o Brasil não fosse independente desde 1822, tinhamos ainda mais Prostitutas, Assaltos e 5 títulos mundiais de futebol;
    SE todos os “LRs” fossem para Espanha, o desemprego diminuia em Porugal;
    SE os “LRs” morressem de repente, as casas funerárias ficariam milionárias, etc., etc.

  12. Posted 25 Agosto, 2008 at 11:49 | Permalink

    Pois continuo a não estar de acordo com o amigo Alexandrino.
    O termo “Ibéria” é apropriado por Espanha para demonstrar o seu apetite de séculos de domínio sobre a Península Ibérica. Sempre que o usam, assumem que Portugal está para Espanha como Taiwan para a China… um território a ser integrado custe o que custar.
    A verdade é que se não tivesse havido o 1º de Dezembro/1640, nunca se ouviria falar de Ibéria (a não ser nos manuais de geografia…) e existiria uma só imperial Espanha.
    Sendo Portugal um país soberano na península Ibérica, tem tanto direito à utilização do termo IBÉRIA como os chavinistas dos nuestro hermanos.

  13. ordralfabeletix
    Posted 25 Agosto, 2008 at 11:52 | Permalink

    Este artista é melhor que o Chavez e o Gabriel Alves juntos

  14. Posted 25 Agosto, 2008 at 13:56 | Permalink

    Caro JD, actualize-se. Sabe-se agora que a mãe de D. Afonso Henriques era mais portuguesa e ambiciosa que o filho de pernas partidas.

  15. Posted 25 Agosto, 2008 at 13:57 | Permalink

    *ERRATA: onde se lê “JD” deve ler-se “LR”. Onde raio fui buscar o “JD”?

  16. Carlos III
    Posted 25 Agosto, 2008 at 14:08 | Permalink

    E já começaram a preparar o novo Acordo Ortográfico da Ibéria?

  17. Posted 25 Agosto, 2008 at 14:12 | Permalink

    Em contrapartida quem mandava na nossa terra eram uns senhores a viver em Madrid que nem a nossa língua falam. Mas para o LR isso é irrelevante. O que conta é ter medalhas e o bucho cheio. Se a troco disso lhe pedissem para andar de quatro com trela e açaime, ou para ser sodomizado todas as noites, provavelmente aceitava.

  18. Goodfeeling
    Posted 25 Agosto, 2008 at 14:13 | Permalink

    E, pergunto eu, se por acaso não fomos já conquistados por “nuestros hermanos”? A nível económico , por exemplo.
    Multinacionais, produtos agricolas ,empresas a terem sede no país vizinho, bancos, pescas, etc, etc…
    para quê unir o território, conquistar militarmente, o que só dá chatisses (eles não querem ter mais uma região separatista ou criar outra ETA, se aquilo que lhes interessa (dinheiro)para a sua economia, vem deste cantinho à beira mar plantado.
    É possível ser Espanhol em Portugal, mas sem o ordenado destes. Somos uma “região” baratinha…

  19. Doe, J
    Posted 25 Agosto, 2008 at 14:21 | Permalink

    Pessoalmente acho que uma Federação Ibérica podia ser uma ideia interessante e com pés para andar. Duvido é que em Madrid achem o mesmo. ;)

  20. Sem Anestesia
    Posted 25 Agosto, 2008 at 14:28 | Permalink

    E juntando as medalhas de Brasil, Argentina, etc … :)

  21. Goodfeeling
    Posted 25 Agosto, 2008 at 14:36 | Permalink

    E que tal Juntavar todos os países com emigrantes portugueses, ou imigrantes em Portugal.

    Eramos ou não eramos uma potência mundial ao nível do Desporto… (Sobrava uma medalha para o Tuvalu, mas acho que um amigo dum primo meu ia para lá, para tratar desses assunto)

  22. Anónimo
    Posted 25 Agosto, 2008 at 15:29 | Permalink

    Vi um espanhol que nao teve um bom resultado numa das provas de atletismo a desancar o chato do jornalista que lhe perguntava o que tinha corrido mal de forma mesmo mal educada e em directo. Se calhar os atletas portugueses deviam ter seguido esse exemplo.. lol

  23. lucklucky
    Posted 25 Agosto, 2008 at 17:21 | Permalink

    Comparar estes “oscilantes estados de alma” :

    A-As medalhas fazem Vicente Moura oscilar sobre se deve ou não estar ligado ás olimpíadas.

    B-As medalhas fazem LR oscilar entre ser Portuguès ou Espanhol.

    Pobre desta elite “parola” incapaz de pensar e sempre em fuga á procura de uma receita exterior, gosta de ter sempre uma cartilha que a guie. Já foi o Estado Novo, depois o Caminho para uma Sociedade Socialista depois foi a CEE/Europa, esta iría-nos salvar se fossemos “bons alunos” suponho agora que para LR “se formos bons espanhóis” já teremos a solução.

  24. Posted 25 Agosto, 2008 at 20:31 | Permalink

    Lucklucky,

    O que o leva a afirmar que eu dou tão desmesurada importância às medalhas? Por acaso leu o título da posta?

  25. Posted 25 Agosto, 2008 at 20:34 | Permalink

    Cairam todos menos o velho…
    JM faz escola, sem dúvida.

  26. Mentat
    Posted 25 Agosto, 2008 at 23:43 | Permalink

    “… Não fossem os instintos matricidas do nosso primeiro rei…”

    Caro LR

    Não fossem esses “instintos” quem é que lhe garante que hoje em dia não haveria antes uma Portugaliza dominando toda a peninsula Ibérica e com capital em Lisboa ?
    Sería tão ou mais provavel essa supremacia do que a de Castela.
    .

  27. Posted 26 Agosto, 2008 at 00:37 | Permalink

    Antes a “caminha” do Fortes, que as 20 medalhas da “merda”.

    Os castelhanos que as comam se têm dentes.


Afixar um Comentário

Required fields are marked *

*
*

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 23.146 outros seguidores