Nobel da Literatura 2008:

J.M.G. Le Clézio

6 Comentários

  1. Anónimo
    Posted 9 Outubro, 2008 at 12:18 | Permalink

    Confesso a minha ignorancia sobre o autor.
    Nunca li nada dele.

  2. caramelo
    Posted 9 Outubro, 2008 at 12:38 | Permalink

    Ego te absolvo a pecatiis tuis in nomine patris, et filii, et spiritus sanctis, meu filho. Agora vai rezar três avés marias, dois padres nossos e um salve rainha.

  3. Posted 9 Outubro, 2008 at 13:36 | Permalink

    Nas histórias de Clézio, que têm como cenário o deserto do Saara, pode ler-se:

    “Ils sont apparus, comme dans un rêve, au sommet de la dune…
    Ils étaient apparus , comme dans un rêve, en haut d’une dune…
    Maintenant, ils étaient apparus au-dessus de la vallée… Maintenant, d’autres hommes, d’autres femmes apparaissaient aussi, comme nés de la vallée.”

    Nesta repetição de frases, há sempre uma pequena modificação que aponta para uma ligeira evolução na marcha lenta da caravana no deserto.
    Pequenos nadas, só ao alcance de um grande.

  4. Posted 9 Outubro, 2008 at 16:30 | Permalink

    Boa escolha.

  5. maloud
    Posted 9 Outubro, 2008 at 17:39 | Permalink

    Magnífica escolha da Academia e magnífico comentário do Piscoiso.

    Há dias achei graça à sua advertência relativamente ao discurso do Sarkozy. “Em francês”. Como vê ainda vai havendo quem domine essa língua arcaica.

  6. Saloio
    Posted 9 Outubro, 2008 at 21:16 | Permalink

    Muito boa escolha.

    Le Clézio é um escritor intimista e das coisas simples.

    Mais que os seus livros de viagem, gosto dos romances iniciais, considerando “A Febre”, escrito com 18 anos, uma marco da literatura europeia.

    Le Clézio é um tipo decente, educado, sossegado e contemplativo. Foi ele quem relançou a figura de Fraida Kalo e reinventou Rimbout, em textos admiráveis.

    A Academia Sueca foi justa, desta vez.

    Digo eu…


Afixar um Comentário

Os campos necessários estão marcados com *

*
*

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 22.203 other followers