<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Avaliação burocrática II</title>
	<atom:link href="http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/</link>
	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 May 2012 15:26:17 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Miguel Portugal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87876</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel Portugal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 23:07:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87876</guid>
		<description><![CDATA[By the way: o João Miranda já leu o comentário de JCM, de 10 Novembro, 2008 às 11:28 pm? Será que não basta ler? Não. É necessário interpretar! Boa exegese -- coragem..., que é difícil!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>By the way: o João Miranda já leu o comentário de JCM, de 10 Novembro, 2008 às 11:28 pm? Será que não basta ler? Não. É necessário interpretar! Boa exegese &#8212; coragem&#8230;, que é difícil!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anon</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87792</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 19:27:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87792</guid>
		<description><![CDATA[Como o macaco gosta de banana
Eu gosto de tiiiii!
Escondi um cacho debaixo da cama
E comi, comi!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como o macaco gosta de banana<br />
Eu gosto de tiiiii!<br />
Escondi um cacho debaixo da cama<br />
E comi, comi!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87712</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:09:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87712</guid>
		<description><![CDATA[O JLS tem alguma razão naquilo que diz.
Porém não concordo com a separação dos métodos pedagógicos do conhecimento científico.
Um professor não é um formador e as suas competências vão muito além da &quot;simples&quot; transmissão de conhecimento.
Seja como for, os métodos de ensino de uma aula de Português não são os mesmos de uma aula de Matemática. Bastaram-me 16 anos de aulas para perceber isso, portanto a avaliação de um professor de Filosofia por parte de um de História só poderá dar maus resultados. Também na Matemática sabe-se que muitos dos alunos transitam mal preparados para os anos seguintes e as causas para isso já foram sobejamente debatidas. Agora, um professor poderá ser o mais competente na transmissão de conhecimento científico, poderá ser o melhor pedagogo e até pode ter umas cadeiras de pedo-psiquiatria. Se os alunos forem mal preparados para a cadeira que este professor lecciona, como pode este ser avaliado?
Penso que nenhum professor defende a não existência de avaliação mas simplesmente que esta não seja realizada nestes moldes.
A avaliação, penso eu, deveria ser mista: a parte pedagógica realizada por entidades exteriores (mas da mesma área científica do avaliado) à escola e a parte profissional pelo conselho directivo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O JLS tem alguma razão naquilo que diz.<br />
Porém não concordo com a separação dos métodos pedagógicos do conhecimento científico.<br />
Um professor não é um formador e as suas competências vão muito além da &#8220;simples&#8221; transmissão de conhecimento.<br />
Seja como for, os métodos de ensino de uma aula de Português não são os mesmos de uma aula de Matemática. Bastaram-me 16 anos de aulas para perceber isso, portanto a avaliação de um professor de Filosofia por parte de um de História só poderá dar maus resultados. Também na Matemática sabe-se que muitos dos alunos transitam mal preparados para os anos seguintes e as causas para isso já foram sobejamente debatidas. Agora, um professor poderá ser o mais competente na transmissão de conhecimento científico, poderá ser o melhor pedagogo e até pode ter umas cadeiras de pedo-psiquiatria. Se os alunos forem mal preparados para a cadeira que este professor lecciona, como pode este ser avaliado?<br />
Penso que nenhum professor defende a não existência de avaliação mas simplesmente que esta não seja realizada nestes moldes.<br />
A avaliação, penso eu, deveria ser mista: a parte pedagógica realizada por entidades exteriores (mas da mesma área científica do avaliado) à escola e a parte profissional pelo conselho directivo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Amonino</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87702</link>
		<dc:creator><![CDATA[Amonino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:55:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87702</guid>
		<description><![CDATA[.
As &quot;pessoas&quot; são menos que o seu &quot;Pensamento&quot;: as &quot;carcaças&quot; desaparecem, a energia das &quot;Ideias&quot; fica.
.
O &quot;bota-abaixo&quot; não tem efeitos, fenece no teclado de quem tecla.
.
Este Blog é meritório. Provoca debate ideológico, abordagens diferentes e informação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.<br />
As &#8220;pessoas&#8221; são menos que o seu &#8220;Pensamento&#8221;: as &#8220;carcaças&#8221; desaparecem, a energia das &#8220;Ideias&#8221; fica.<br />
.<br />
O &#8220;bota-abaixo&#8221; não tem efeitos, fenece no teclado de quem tecla.<br />
.<br />
Este Blog é meritório. Provoca debate ideológico, abordagens diferentes e informação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87640</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:37:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87640</guid>
		<description><![CDATA[Quem és tu Miranda]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem és tu Miranda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O peso do programa &#124; Oh Não!</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87632</link>
		<dc:creator><![CDATA[O peso do programa &#124; Oh Não!]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:15:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87632</guid>
		<description><![CDATA[[...] Blasfémias [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Blasfémias [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Perguntas aos professores &#171; BLASFÉMIAS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87631</link>
		<dc:creator><![CDATA[Perguntas aos professores &#171; BLASFÉMIAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:12:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87631</guid>
		<description><![CDATA[[...] Lidos Avaliação burocrática IIGM à beira da falência?Avaliação burocráticaF.F.!Da gestão política da crise ao salário [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Lidos Avaliação burocrática IIGM à beira da falência?Avaliação burocráticaF.F.!Da gestão política da crise ao salário [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JLS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87630</link>
		<dc:creator><![CDATA[JLS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:00:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87630</guid>
		<description><![CDATA[Sinceramente, os professores agora andam a pegar nesta coisa dos programas, mas o que eu acho mais estranho, é que as aulas avaliadas não sejam surpresa para o avaliado. Este tem todo o tempo do mundo para preparar excepcionalmente bem as três aulas sobre os três conteúdos programáticos/didácticos diferentes. O avaliador, quanto a este tal cumprimento do programa, nem tem de avaliar grande coisa. 

É evidente que este ponto da avaliação tem um cariz mais formal. Nem o avaliador está lá em 100% da aulas, nem, nalguns casos estará em sequer 3%. Mas se pensarmos nas aulas que tivemos, sobretudo as aulas na faculdade, percebe-se claramente o objectivo deste ponto. Todos tivemos professores, por muito bons que sejam cientificamente, que divagam e divagam e acabam por não falar sobre nada de interesse para o programa, embora até possa ter todo o interesse metafísico e whatever.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, os professores agora andam a pegar nesta coisa dos programas, mas o que eu acho mais estranho, é que as aulas avaliadas não sejam surpresa para o avaliado. Este tem todo o tempo do mundo para preparar excepcionalmente bem as três aulas sobre os três conteúdos programáticos/didácticos diferentes. O avaliador, quanto a este tal cumprimento do programa, nem tem de avaliar grande coisa. </p>
<p>É evidente que este ponto da avaliação tem um cariz mais formal. Nem o avaliador está lá em 100% da aulas, nem, nalguns casos estará em sequer 3%. Mas se pensarmos nas aulas que tivemos, sobretudo as aulas na faculdade, percebe-se claramente o objectivo deste ponto. Todos tivemos professores, por muito bons que sejam cientificamente, que divagam e divagam e acabam por não falar sobre nada de interesse para o programa, embora até possa ter todo o interesse metafísico e whatever.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JLS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87628</link>
		<dc:creator><![CDATA[JLS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 13:52:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87628</guid>
		<description><![CDATA[@1 
«Será que o Jm saberá avaliar tecnicamente um médico, um advogado, um arquitecto ou um engenheiro civil?»

Um professor sabe avaliar as capacidades e técnicas pedagógicas de outro professor. As capacidades científicas não têm grande relevo pois, se não as tivesse, nem tinha passado à fase de estágio.

@ 108
«Bem, mas para avaliar bem aqueles subavaliadores ele tem de dominar os programas lecionados naquelas áreas. Na escola que imaginámos, e da qual há centenas idênticas país fora, há, por exemplo, seis programas de História, talvez outros tantos de Geografia, mais três de Filosofia, não sei quantos de Religião e Moral, mais uns dois ou três de economia, mais um de Psicologia, mais não sei quantos de disciplinas afins (dos cursos profissionais). No mínimo, o extraordinário avaliador deverá dominar umas duas ou três dezenas de currículos.»

Sim e daí? Em que é que isso justifica o protesto de (supostamente) 85% dos professores? Muito claramente, descreveru a condição de &quot;avaliador-mor&quot; e não as dos sub-avaliadores nem, da esmagadora maioria, os avaliados.


«Agora, imaginemos que sou eu, naquele departamento, que vou avaliar os tais professores que avaliam a transmissão do currículo por parte dos colegas. Eu terei de dominar melhor que os professores especializados em economia a economia, melhor que os professores especializados em história a história, etc. Mas não basta dominar o currículo de um ano ou dois. Eu tenho de dominar todos os currículos que são leccionados pelo departamento nos város anos, i. é, do 7.º ao 12.º an»

Talvez tenha saltado essa parte quando leu na diagonal as leis... mas um avaliador tem de avaliar in loco no mínimo três aulas. Como isso está na dependência das partes avaliadoras e avaliadas, bem que podem ficar por aí. Se bem que eu, caso fosse professor, teria todo o interesse em que a minha avaliação (o meu direito a ser avaliado) fosse o mais correctamente execercido.


«Eu que não faço a mínima ideia dos conceitos estruturais da contabilidade, mas sou um especialista para avaliar os professores de contabilidade.»

Sim, pedagogia. Há 35 anos atrás podia-se estar a meio de certas licenciaturas para se dar aulas. E não se dava aulas a uma ou duas discilpinas, estava-se habilitado a dar aulas dentro de um departamente inteiro e acredite que essas pessoas não percebiam nada de alguns desses assuntos. ;as dava, as aulas na mesma, sabe porquê? Nada do que se dá na escola é &#039;rocket science&#039;. Oh, tão longe disso.

«É que se um professor tem o «dever» de avaliar tantos desempenhos de colegas de áreas científicas tão diferentes é porque o conteúdo científico deixou de ter qualquer interesse. É este o problema central da avaliação de professores. Ela reduz o ensino a um puro formalismo, onde os conteúdos científicos desaparecem e são apagados pela banalidade das chamadas competências transversais e outras idiotices inomináveis.»

Sinceramente, ou já passou há demasiado tempo pela universidade, ou não tem noção do que querem dizer &quot;conhecimentos científicos&quot;...

Há para aí tanta boa gente cheia de conhecimentos científicos, mestres e doutorados, que se percebe claramente que os têm, mas que são autênticos zeros no que toca à transmissão de conhecimentos dentro de uma sala, zeros em no ensino, na pedagogia e na oratória. Isso não é só algo que um qualquer professor consegue avaliar. É também algo que qualquer aluno, passado uma semana, consegue avaliar. Lembre-se, para o ano, umas semanas após o início das aulas, de perguntar aos seus alunos o que acham dos seus professores. Os que são bons, os que são maus, os que usam técnicas das quais eles gostam e das quais não gostam, etc, etc.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@1<br />
«Será que o Jm saberá avaliar tecnicamente um médico, um advogado, um arquitecto ou um engenheiro civil?»</p>
<p>Um professor sabe avaliar as capacidades e técnicas pedagógicas de outro professor. As capacidades científicas não têm grande relevo pois, se não as tivesse, nem tinha passado à fase de estágio.</p>
<p>@ 108<br />
«Bem, mas para avaliar bem aqueles subavaliadores ele tem de dominar os programas lecionados naquelas áreas. Na escola que imaginámos, e da qual há centenas idênticas país fora, há, por exemplo, seis programas de História, talvez outros tantos de Geografia, mais três de Filosofia, não sei quantos de Religião e Moral, mais uns dois ou três de economia, mais um de Psicologia, mais não sei quantos de disciplinas afins (dos cursos profissionais). No mínimo, o extraordinário avaliador deverá dominar umas duas ou três dezenas de currículos.»</p>
<p>Sim e daí? Em que é que isso justifica o protesto de (supostamente) 85% dos professores? Muito claramente, descreveru a condição de &#8220;avaliador-mor&#8221; e não as dos sub-avaliadores nem, da esmagadora maioria, os avaliados.</p>
<p>«Agora, imaginemos que sou eu, naquele departamento, que vou avaliar os tais professores que avaliam a transmissão do currículo por parte dos colegas. Eu terei de dominar melhor que os professores especializados em economia a economia, melhor que os professores especializados em história a história, etc. Mas não basta dominar o currículo de um ano ou dois. Eu tenho de dominar todos os currículos que são leccionados pelo departamento nos város anos, i. é, do 7.º ao 12.º an»</p>
<p>Talvez tenha saltado essa parte quando leu na diagonal as leis&#8230; mas um avaliador tem de avaliar in loco no mínimo três aulas. Como isso está na dependência das partes avaliadoras e avaliadas, bem que podem ficar por aí. Se bem que eu, caso fosse professor, teria todo o interesse em que a minha avaliação (o meu direito a ser avaliado) fosse o mais correctamente execercido.</p>
<p>«Eu que não faço a mínima ideia dos conceitos estruturais da contabilidade, mas sou um especialista para avaliar os professores de contabilidade.»</p>
<p>Sim, pedagogia. Há 35 anos atrás podia-se estar a meio de certas licenciaturas para se dar aulas. E não se dava aulas a uma ou duas discilpinas, estava-se habilitado a dar aulas dentro de um departamente inteiro e acredite que essas pessoas não percebiam nada de alguns desses assuntos. ;as dava, as aulas na mesma, sabe porquê? Nada do que se dá na escola é &#8216;rocket science&#8217;. Oh, tão longe disso.</p>
<p>«É que se um professor tem o «dever» de avaliar tantos desempenhos de colegas de áreas científicas tão diferentes é porque o conteúdo científico deixou de ter qualquer interesse. É este o problema central da avaliação de professores. Ela reduz o ensino a um puro formalismo, onde os conteúdos científicos desaparecem e são apagados pela banalidade das chamadas competências transversais e outras idiotices inomináveis.»</p>
<p>Sinceramente, ou já passou há demasiado tempo pela universidade, ou não tem noção do que querem dizer &#8220;conhecimentos científicos&#8221;&#8230;</p>
<p>Há para aí tanta boa gente cheia de conhecimentos científicos, mestres e doutorados, que se percebe claramente que os têm, mas que são autênticos zeros no que toca à transmissão de conhecimentos dentro de uma sala, zeros em no ensino, na pedagogia e na oratória. Isso não é só algo que um qualquer professor consegue avaliar. É também algo que qualquer aluno, passado uma semana, consegue avaliar. Lembre-se, para o ano, umas semanas após o início das aulas, de perguntar aos seus alunos o que acham dos seus professores. Os que são bons, os que são maus, os que usam técnicas das quais eles gostam e das quais não gostam, etc, etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/10/avaliacao-burocratica-ii/#comment-87620</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 12:28:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8320#comment-87620</guid>
		<description><![CDATA[É por isto que o joão miranda não passa de um punching bag...

O joão miranda vem aqui, dispara uma atoarda, a clique dos trauliteiros bate palmas e, claro, chovem os insultos dos quais ele se queixa.
No entanto o joão miranda, simplesmente ignora os comentários mais sérios que simplesmente destroem a sua opinião, bastantes vezes mal informada.

O comentador de 10 Novembro, 2008 às 11:28 pm, o JCM, expôs muito bem a razão pela qual é contra a avaliação de professores como está definida. Ele argumentou e bem porque razão o episódio do professor que não leu o programa é imaterial. No entanto o joão miranda, ignora sistematicamente toda e qualquer argumentação mais racional para a qual não encontre um one-liner à guisa de resposta. Ora, isto não é de quem pretende um debate sério ou um bom ambiente num blog. Será que a única preocupação é a quantidade de comentários a um post?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É por isto que o joão miranda não passa de um punching bag&#8230;</p>
<p>O joão miranda vem aqui, dispara uma atoarda, a clique dos trauliteiros bate palmas e, claro, chovem os insultos dos quais ele se queixa.<br />
No entanto o joão miranda, simplesmente ignora os comentários mais sérios que simplesmente destroem a sua opinião, bastantes vezes mal informada.</p>
<p>O comentador de 10 Novembro, 2008 às 11:28 pm, o JCM, expôs muito bem a razão pela qual é contra a avaliação de professores como está definida. Ele argumentou e bem porque razão o episódio do professor que não leu o programa é imaterial. No entanto o joão miranda, ignora sistematicamente toda e qualquer argumentação mais racional para a qual não encontre um one-liner à guisa de resposta. Ora, isto não é de quem pretende um debate sério ou um bom ambiente num blog. Será que a única preocupação é a quantidade de comentários a um post?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

