«Não votem em mim»

«Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia…»

21 Comentários

  1. Posted 18 Novembro, 2008 at 18:11 | Permalink

    Eu, por mim, peço desculpa. Retiro tudo o que disse acerca do silêncio da Senhora. Afinal, eles é que sabem das coisas – é cada tiro, cada melro. Ela faz mesmo mais estragos cada vez que abre a boca.

  2. Posted 18 Novembro, 2008 at 18:11 | Permalink

    Pois eu acho que a senhora nunca atraiu tantos votos como hoje. Afinal, ela apenas constatou uma realidade de que quase todos temos consciência. Tanto barulho para quê?

  3. Posted 18 Novembro, 2008 at 18:17 | Permalink

    é obvio que a parte da impossibilidade de reformas em democracia é falsa, basta olhar para o exemplo irlandes.
    mas quanto à impossibilidade de mudar um sistema do qual se faz parte e do qual se depende, concordo em absoluto.
    especialmente um sistema do qual os sindicatos fazem parte tal qual um cancro.

  4. Posted 18 Novembro, 2008 at 18:20 | Permalink

    Se “a coisa” foi dita de modo irónico, os assessores e amigos chegados de MFLeite que lhe peçam para nunca mais tentar ironizar !
    Creio que não houve ironia, a mínima ironia.

    Nesses 6 meses MFLeite ressuscitaria o Capitão Maltez e chamaria Jaime Neves para reporem a “ordem” ?

  5. Posted 18 Novembro, 2008 at 18:23 | Permalink

    Donde se conclui, que Leite no Poder, só reformaria como ditadora.
    Não queria mais nada !?

  6. ordralfabetix
    Posted 18 Novembro, 2008 at 18:28 | Permalink

    Volta Meneses, estás perdoado.

  7. MJP
    Posted 18 Novembro, 2008 at 19:00 | Permalink

    Reformas contra as pessoas são impossíveis em democracia.
    Será que quem lida, ou trabalha, com as situações a reformar não pode colaborar? nunca pensei que reformas tivessem inspiração divina, que o malvado, ignorante e pé-rapado do zé-tuga tivesse que ficar de parte e sofrer as consequências! sofrer as consequências? mas as reformas são boas ou más? Boas para os iluminados e más para todos os outros? isto existe ou querem-nos fazer crer nisso?

  8. Posted 18 Novembro, 2008 at 19:25 | Permalink

    Correcção da minha parte:

    Pelo que ouvi agora e mais atentamente, MFLeite tentou ironizar.
    Mas não teve habilidade para tal.

    Mal esteve o PS por ter reagido “a quente”. Afinal, tudo serve para reagir a MFLeite…

  9. Posted 18 Novembro, 2008 at 21:05 | Permalink

    Certamente pretendendo fazer ironia, Manuela Ferreira Leite deixou-se apanhar numa armadilha pois, ao contrário do que sucedia com Pamplinas, a sua permanente cara-de-pau fez com que se lhe colasse a imagem de alguém incapaz de manipular as regras do humor.

    E como as trancrições, na imprensa, são feitas sem o recurso a ‘smileys’, é natural que a maioria das pessoas entenda os textos literalmente, até porque não estão predispostas a procurar ironia onde sempre enxergaram a mais compacta sisudez.

  10. Posted 18 Novembro, 2008 at 21:18 | Permalink

    Mas que ignorantes
    Não conseguem ler o que ela disse que é exactamente o contrário do que querem que ela tenha dito.
    Que crianças até aos 34 anos não compreendam frases mais elaboradas vá la, agora V. Exas….

  11. cão-tribuinte
    Posted 18 Novembro, 2008 at 21:30 | Permalink

    isto cheira a menezes disfarçado de ribau.
    compreender a ironia não é para todos.
    iliteracia.
    acédia.
    até veio a regateira que foi comandante de bandeira da mocidade salazarenta. aquela anedota que faz decretos chumbados pelo tribunal

  12. Posted 18 Novembro, 2008 at 21:50 | Permalink

    O que ela disse foi que não acreditava em reformas feitas contra as classes profissionais, quando se está em democracia

  13. Posted 18 Novembro, 2008 at 21:54 | Permalink

    E o PS está a ser patético nas suas reacções.
    Tudo lhe serve para atacar MFLeite.

  14. ;
    Posted 18 Novembro, 2008 at 22:22 | Permalink

    A continuar com tanto disparate, haverá Socrates por muitos e longos anos.

  15. ;
    Posted 18 Novembro, 2008 at 22:25 | Permalink

    Não faltam opinadores a dizerem e a pensarem aquilo que ela não disse

  16. Posted 18 Novembro, 2008 at 22:28 | Permalink

    Por outro lado, não é difícil imaginar o que os defensores do desconchavo irónico da senhora, se essa mesma frase saísse da boca de Sócrates.
    Credo !

  17. Posted 19 Novembro, 2008 at 00:27 | Permalink

    De Sócrates saíram os números do défice em plena campanha eleitoral(conluiado com Constâncio !), os 150 mil empregos, o não aumento de impostos, a patética e mentirosa defesa do caso Independente, mais as tais 26 casinhas por si “assinadas”, mais recentemente as mentiras sobre o “Magalhães”, etc, etc, etc.
    Bem pior do que esta infeliz frase de MFLeite!

  18. Posted 19 Novembro, 2008 at 00:57 | Permalink

    Bem pior do que esta infeliz frase de MFLeite!

    A frase não é nada infeliz.
    Infeliz e não a perceberem e lerem o que não está lá.

  19. jorge
    Posted 19 Novembro, 2008 at 07:11 | Permalink

    Este é o mesmo Gabriel Silva do post “PROTESTE 3″?

  20. Posted 19 Novembro, 2008 at 11:06 | Permalink

    É incrível como os media querem continuar a deturpar o que Manuela Ferreira Leite diz, e com isso tentar descridibiliza-la e até, ridiculariza-la. O que a líder do PSD disse, e bem, foi que “não se pode hostilizar uma classe profissional para de seguida ter a opinião pública contra essa classe profissional e então depois entrar a reformar”.

    Ora isto é exactamente o que o governo do PS está a fazer. Como sabe que as suas más reformas, vão ser contestadas pelas classes profissionais, Sócrates tenta denegrir a imagem destas na opinião pública, para depois os restantes portugueses ficarem de lado dele.

    Para implementar reformas na Justiça, tentou fazer crer que o que estava mal eram os juízes e as suas férias compridas. Nada mais errado e ridículo. A fraca justiça tem a ver com tudo menos com a performance dos juízes.

    Para implementar reformas na Educação, tentou fazer crer que o que estava mal eram os professores e a sua avaliação. Nada mais errado e ridículo. A fraca educação tem mais a haver com o facilitismo do que com o desempenho dos professores.

    As palavras de MFL foram irónicas, no sentido de criticar a forma como Sócrates tem governado, e a maneira que tem adoptado para implementar as diversas reformas. Mais uma vez, a comunicação socratiana vem tentar arranjar um problema onde ele não existe, aproveitando para fugir á questão central… a forma errónea como este governo reforma.


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