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	<title>Comentários em: Ironia</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: tribunus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90427</link>
		<dc:creator><![CDATA[tribunus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 17:02:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mas julgam que saiem desta merda sem um anos de ditadura musculada? já onde são levados pela arreata pelo Socrates!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas julgam que saiem desta merda sem um anos de ditadura musculada? já onde são levados pela arreata pelo Socrates!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jose santos</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90226</link>
		<dc:creator><![CDATA[jose santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 19:49:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;...seis meses sem democracia...&quot; Apenas? Para começar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;seis meses sem democracia&#8230;&#8221; Apenas? Para começar.</p>
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		<title>Por: fado alexandrino</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90216</link>
		<dc:creator><![CDATA[fado alexandrino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 19:32:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que trabalhão homem.
Deixe-me dar-lhe um conselho, já toda a gente o conhece, disfarce e não use o &lt;i&gt;bold&lt;/i&gt; para ver se consegue que leiam os lençóis.
(i)Nunca confundo a gente do norte com simpatizantes do Futebol Corrupto do Porto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que trabalhão homem.<br />
Deixe-me dar-lhe um conselho, já toda a gente o conhece, disfarce e não use o <i>bold</i> para ver se consegue que leiam os lençóis.<br />
(i)Nunca confundo a gente do norte com simpatizantes do Futebol Corrupto do Porto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90098</link>
		<dc:creator><![CDATA[j]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:03:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-90098</guid>
		<description><![CDATA[Já agora estes são moderados.

Estes pertencem a esta casta de sérios de santos de limpos de honrados e puros.

&lt;b&gt;&quot;Sindicato dos Jornalistas condena agressões a repórter

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) condenou hoje as agressões de que foi alvo um repórter de imagem da RTP quando trabalhava numa emissão em directo relacionada com a detenção de alegados elementos de uma claque de futebol.

&quot;Agressões a jornalistas são intoleráveis. O Sindicato condena veementemente a intolerável agressão verificada, a qual não pode ter a menor aceitação num estado de direito democrático e muito menos para impedir jornalistas de realizarem a sua missão profissional&quot;, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira.

Na nota, o SJ manifesta solidariedade para com o jornalista agredido e &quot;exorta as autoridades a apurar todas as responsabilidades e a criar condições de ordem pública a fim de preservar a integridade dos profissionais em serviço nos locais públicos&quot;.

Uma dezena de alegados adeptos do Benfica e conhecidos dos elementos da claque &quot;No Name Boys&quot; - a serem ouvidos hoje no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa - agrediram jornalistas e feriram um polícia à porta da instituição, o que levou à intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP).

No meio da confusão, quando os adeptos tentavam destruir material de um câmara, um dos polícias que interveio ficou ligeiramente ferido na cabeça, conforme a Agência Lusa verificou no local.

Os elementos gritavam palavras de ordem como &quot;Aguentem-se&quot;, &quot;Benfica Sempre&quot; e &quot;Tenham Força&quot; e utilizavam uma linguagem muito violenta.

Devido aos incidentes houve um reforço policial, mas os agentes não detiveram qualquer dos agressores, limitando-se a afastá-los do local, perante a indignação dos presentes, como verificou a Lusa.&quot;&lt;/b&gt;

Diário Digital / Lusa]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora estes são moderados.</p>
<p>Estes pertencem a esta casta de sérios de santos de limpos de honrados e puros.</p>
<p><b>&#8220;Sindicato dos Jornalistas condena agressões a repórter</p>
<p>O Sindicato dos Jornalistas (SJ) condenou hoje as agressões de que foi alvo um repórter de imagem da RTP quando trabalhava numa emissão em directo relacionada com a detenção de alegados elementos de uma claque de futebol.</p>
<p>&#8220;Agressões a jornalistas são intoleráveis. O Sindicato condena veementemente a intolerável agressão verificada, a qual não pode ter a menor aceitação num estado de direito democrático e muito menos para impedir jornalistas de realizarem a sua missão profissional&#8221;, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira.</p>
<p>Na nota, o SJ manifesta solidariedade para com o jornalista agredido e &#8220;exorta as autoridades a apurar todas as responsabilidades e a criar condições de ordem pública a fim de preservar a integridade dos profissionais em serviço nos locais públicos&#8221;.</p>
<p>Uma dezena de alegados adeptos do Benfica e conhecidos dos elementos da claque &#8220;No Name Boys&#8221; &#8211; a serem ouvidos hoje no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa &#8211; agrediram jornalistas e feriram um polícia à porta da instituição, o que levou à intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP).</p>
<p>No meio da confusão, quando os adeptos tentavam destruir material de um câmara, um dos polícias que interveio ficou ligeiramente ferido na cabeça, conforme a Agência Lusa verificou no local.</p>
<p>Os elementos gritavam palavras de ordem como &#8220;Aguentem-se&#8221;, &#8220;Benfica Sempre&#8221; e &#8220;Tenham Força&#8221; e utilizavam uma linguagem muito violenta.</p>
<p>Devido aos incidentes houve um reforço policial, mas os agentes não detiveram qualquer dos agressores, limitando-se a afastá-los do local, perante a indignação dos presentes, como verificou a Lusa.&#8221;</b></p>
<p>Diário Digital / Lusa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90089</link>
		<dc:creator><![CDATA[j]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:46:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-90089</guid>
		<description><![CDATA[Estes nortenhos também.

&lt;b&gt;&quot;&#039;Doping&#039;: Presidente do comité olímpico português quer encerrar polémica no caso nuno Assis
Vicente Moura pode agir contra ameaças de morte

Vicente Moura mantém as críticas ao processo de Nuno Assis

O presidente do Comité Olímpico Português (COP), Vicente Moura, admite recorrer às autoridades se as ameaças de morte de que foi alvo persistirem.

“Se houver novas ameaças poderei tomar medidas”, refere o líder do COP, recusando qualquer acção neste momento.

Vicente Moura, recorde-se, foi ameaçado na sequência da posição que assumiu no caso Nuno Assis, no qual teceu críticas ao desenvolvimento de todo o processo. Contactado pelo CM, o presidente do COP reafirma as palavras proferidas. “Mantenho a minha opinião. A forma como este processo foi conduzido foi prejudicial para o jogador e à medida que vou conhecendo mais dados reforço a minha opinião”, assegura.

Vicente Moura lamenta, porém, o castigo duro aplicado pelo Tribunal Arbitral do Desporto ao jogador benfiquista. “Um ano é pesado. Os seis meses teriam sido suficientes. O jogador podia ter cumprido as três semanas e hoje estaria a jogar”, considera o dirigente, que garante ser “a favor de uma política mais pedagógica e não tão penalizante para os atletas”. Moura recusa também as acusações de Luís Filipe Vieira: “Não tenho qualquer interferência nesse caso. Ele estará enganado ou terão dado uma informação errada se ele pensa que o COP terá responsabilidades no laboratório. Não tenho nenhum prazer em que o Nuno Assis esteja suspenso”, afirma, defendendo apenas a “posição pelo combate ao ‘doping’”.

Questionado sobre se o facto de ser sócio do Sporting teve alguma influência nas ameaças, Vicente Moura não recusa a ligação, mas desvaloriza. “É capaz de ter tido alguma influência. O futebol é diferente das outras modalidades. Talvez pensassem que por ser do Sporting pudesse ter alguma coisa a ver com o processo e eu nunca seria capaz”, destaca o presidente do COP.&quot;&lt;/b&gt;
Correio da Manhã João Godinho]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estes nortenhos também.</p>
<p><b>&#8220;&#8216;Doping&#8217;: Presidente do comité olímpico português quer encerrar polémica no caso nuno Assis<br />
Vicente Moura pode agir contra ameaças de morte</p>
<p>Vicente Moura mantém as críticas ao processo de Nuno Assis</p>
<p>O presidente do Comité Olímpico Português (COP), Vicente Moura, admite recorrer às autoridades se as ameaças de morte de que foi alvo persistirem.</p>
<p>“Se houver novas ameaças poderei tomar medidas”, refere o líder do COP, recusando qualquer acção neste momento.</p>
<p>Vicente Moura, recorde-se, foi ameaçado na sequência da posição que assumiu no caso Nuno Assis, no qual teceu críticas ao desenvolvimento de todo o processo. Contactado pelo CM, o presidente do COP reafirma as palavras proferidas. “Mantenho a minha opinião. A forma como este processo foi conduzido foi prejudicial para o jogador e à medida que vou conhecendo mais dados reforço a minha opinião”, assegura.</p>
<p>Vicente Moura lamenta, porém, o castigo duro aplicado pelo Tribunal Arbitral do Desporto ao jogador benfiquista. “Um ano é pesado. Os seis meses teriam sido suficientes. O jogador podia ter cumprido as três semanas e hoje estaria a jogar”, considera o dirigente, que garante ser “a favor de uma política mais pedagógica e não tão penalizante para os atletas”. Moura recusa também as acusações de Luís Filipe Vieira: “Não tenho qualquer interferência nesse caso. Ele estará enganado ou terão dado uma informação errada se ele pensa que o COP terá responsabilidades no laboratório. Não tenho nenhum prazer em que o Nuno Assis esteja suspenso”, afirma, defendendo apenas a “posição pelo combate ao ‘doping’”.</p>
<p>Questionado sobre se o facto de ser sócio do Sporting teve alguma influência nas ameaças, Vicente Moura não recusa a ligação, mas desvaloriza. “É capaz de ter tido alguma influência. O futebol é diferente das outras modalidades. Talvez pensassem que por ser do Sporting pudesse ter alguma coisa a ver com o processo e eu nunca seria capaz”, destaca o presidente do COP.&#8221;</b><br />
Correio da Manhã João Godinho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90084</link>
		<dc:creator><![CDATA[j]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:44:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-90084</guid>
		<description><![CDATA[E esta gente cá do norte também.

&lt;b&gt;&quot;Director municipal de planeamento ligado a Vieira
Luís Filipe Vieira beneficiado com alterações ao PDM de Lisboa

A viabilização de um loteamento de grandes dimensões em terrenos adquiridos por Luís Filipe Vieira à Petrogal, nas imediações da Expo, teve por base um projecto elaborado por um “atelier” de arquitectura com o qual o director municipal de Planeamento Urbano da Câmara de Lisboa, Fernando Pinto Coelho, colaborou durante muitos anos.

Pinto Coelho foi um dos principais responsáveis pela alteração do Plano Director Municipal de Lisboa que, em 2004, tornou possível a aprovação de projectos como os que o presidente do Benfica tem para aquele e outros terrenos industriais da zona oriental da cidade.

O director municipal nega que as alterações ao PDM tenham algo que ver com interesses de Vieira, mas confirma que trabalhou para ele no Algarve e confirma que mantém estreitas relações com o arq.º José Vaz Pires, que define como o seu “melhor amigo”, com o qual assinou muitos projectos em co-autoria, sendo coproprietário, com ele e um colega, da vivenda do Restelo onde funciona o seu atelier. Em todo o caso, garante, não teve qualquer intervenção no deferimento, em Novembro passado, do pedido de informação prévia subscrito por Vaz Pires.

Em consequência da proposta então aprovada pela maioria camarária, vai ser possível construir nas antigas instalações da Petrogal na Rua da Centieira um total de 674 fogos, além de 3243 m2 de lojas. O pedido de informação prévia do loteamento foi apresentado em Junho de 2005, salientando a memória descritiva que “corresponde a um trabalho iniciado há ano e meio e vem no seguimento da publicação das alterações em regime simplificado [ao PDM] levadas a cabo pela autarquia e que permitiram as condições técnico-legais para desenvolvimento desta proposta”.

Graças a essas alterações, o artigo 64 do regulamento do PDM passou a permitir que as “áreas consolidadas industriais” – como é o caso – sejam ocupadas por “superfícies comerciais, serviços, habitação e equipamentos colectivos”, embora tenham que continuar a ser “predominantemente” ocupadas com indústria. Até aí era possível fazer alguma habitação e comércio, mas essas construções não podiam ultrapassar os 30 por cento da superfície construída.

Segundo Fernando Pinto Coelho – que trabalhava nos Espaços Verdes até ser convidado por Carmona Rodrigues para director do planeamento –, as alterações aprovadas em Setembro de 2003 (com o voto contra do PCP e a abstenção do PS) e publicadas em Março de 2004 foram decididas para “reconverter certas áreas obsoletas e trazer novos habitantes” a Lisboa.

O próprio Governo, acrescentou, deu instruções para que essas alterações fossem feitas, de forma a adequar o PDM ao plano regional de ordenamento do território. Publicadas as alterações, os proprietários das diversas parcelas industriais ficaram com os seus terrenos valorizados. Mas nem todos passaram a poder beneficiar por igual com elas.

Embora o novo texto do regulamento nada diga nesse sentido, os serviços camarários passaram a interpretá-lo como se a predominância dos usos industriais – ou seja, a obrigação de os manter em 50,1 por cento dessas áreas – se se medisse em relação à totalidade da zona oriental e não em relação a cada uma das parcelas, ou até das diferentes manchas industriais. Quer isto dizer que das alterações efectuadas beneficiam, antes de mais, os primeiros a chegar. Quando estes estiverem servidos pode acontecer que estejam esgotados os 49,1 por cento, para além dos quais não pode haver transformação de usos – e quem vier a seguir já nada poderá construir.

A decisão de interpretar o regulamento desta maneira, diz Pinto Coelho, foi ditada por razões técnicas e “determinada superiormente”. Como boa parte destas áreas está há muito ocupada com usos terciários que não vão ser abandonados, e como Vieira comprou e está a comprar outras parcelas na zona, tudo indica que será ele – que o PÚBLICO não conseguiu contactar – o grande beneficiário da polémica alteração do PDM de Lisboa.&quot;&lt;/b&gt;
Público 28.03.2007 - 09h07 José António Cerejo PÚBLICO]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E esta gente cá do norte também.</p>
<p><b>&#8220;Director municipal de planeamento ligado a Vieira<br />
Luís Filipe Vieira beneficiado com alterações ao PDM de Lisboa</p>
<p>A viabilização de um loteamento de grandes dimensões em terrenos adquiridos por Luís Filipe Vieira à Petrogal, nas imediações da Expo, teve por base um projecto elaborado por um “atelier” de arquitectura com o qual o director municipal de Planeamento Urbano da Câmara de Lisboa, Fernando Pinto Coelho, colaborou durante muitos anos.</p>
<p>Pinto Coelho foi um dos principais responsáveis pela alteração do Plano Director Municipal de Lisboa que, em 2004, tornou possível a aprovação de projectos como os que o presidente do Benfica tem para aquele e outros terrenos industriais da zona oriental da cidade.</p>
<p>O director municipal nega que as alterações ao PDM tenham algo que ver com interesses de Vieira, mas confirma que trabalhou para ele no Algarve e confirma que mantém estreitas relações com o arq.º José Vaz Pires, que define como o seu “melhor amigo”, com o qual assinou muitos projectos em co-autoria, sendo coproprietário, com ele e um colega, da vivenda do Restelo onde funciona o seu atelier. Em todo o caso, garante, não teve qualquer intervenção no deferimento, em Novembro passado, do pedido de informação prévia subscrito por Vaz Pires.</p>
<p>Em consequência da proposta então aprovada pela maioria camarária, vai ser possível construir nas antigas instalações da Petrogal na Rua da Centieira um total de 674 fogos, além de 3243 m2 de lojas. O pedido de informação prévia do loteamento foi apresentado em Junho de 2005, salientando a memória descritiva que “corresponde a um trabalho iniciado há ano e meio e vem no seguimento da publicação das alterações em regime simplificado [ao PDM] levadas a cabo pela autarquia e que permitiram as condições técnico-legais para desenvolvimento desta proposta”.</p>
<p>Graças a essas alterações, o artigo 64 do regulamento do PDM passou a permitir que as “áreas consolidadas industriais” – como é o caso – sejam ocupadas por “superfícies comerciais, serviços, habitação e equipamentos colectivos”, embora tenham que continuar a ser “predominantemente” ocupadas com indústria. Até aí era possível fazer alguma habitação e comércio, mas essas construções não podiam ultrapassar os 30 por cento da superfície construída.</p>
<p>Segundo Fernando Pinto Coelho – que trabalhava nos Espaços Verdes até ser convidado por Carmona Rodrigues para director do planeamento –, as alterações aprovadas em Setembro de 2003 (com o voto contra do PCP e a abstenção do PS) e publicadas em Março de 2004 foram decididas para “reconverter certas áreas obsoletas e trazer novos habitantes” a Lisboa.</p>
<p>O próprio Governo, acrescentou, deu instruções para que essas alterações fossem feitas, de forma a adequar o PDM ao plano regional de ordenamento do território. Publicadas as alterações, os proprietários das diversas parcelas industriais ficaram com os seus terrenos valorizados. Mas nem todos passaram a poder beneficiar por igual com elas.</p>
<p>Embora o novo texto do regulamento nada diga nesse sentido, os serviços camarários passaram a interpretá-lo como se a predominância dos usos industriais – ou seja, a obrigação de os manter em 50,1 por cento dessas áreas – se se medisse em relação à totalidade da zona oriental e não em relação a cada uma das parcelas, ou até das diferentes manchas industriais. Quer isto dizer que das alterações efectuadas beneficiam, antes de mais, os primeiros a chegar. Quando estes estiverem servidos pode acontecer que estejam esgotados os 49,1 por cento, para além dos quais não pode haver transformação de usos – e quem vier a seguir já nada poderá construir.</p>
<p>A decisão de interpretar o regulamento desta maneira, diz Pinto Coelho, foi ditada por razões técnicas e “determinada superiormente”. Como boa parte destas áreas está há muito ocupada com usos terciários que não vão ser abandonados, e como Vieira comprou e está a comprar outras parcelas na zona, tudo indica que será ele – que o PÚBLICO não conseguiu contactar – o grande beneficiário da polémica alteração do PDM de Lisboa.&#8221;</b><br />
Público 28.03.2007 &#8211; 09h07 José António Cerejo PÚBLICO</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90080</link>
		<dc:creator><![CDATA[j]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:39:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-90080</guid>
		<description><![CDATA[Ó fado

Também vou passar a identificar as ironias com o símbolo (i).

Não se esqueça de excluir esta cambada cá do norte.

&lt;b&gt;&quot;A Polícia Judiciária (PJ) queria prosseguir a investigação do designado caso Mantorras, em que eram visados o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e os empresários Jorge Manuel Mendes e Paulo Barbosa, mas o Ministério Público de Lisboa optou por arquivar o caso sem atender a uma proposta de quebra de sigilo bancário de duas contas sedeadas em paraísos fiscais.

Em causa estava a averiguação da identidade dos verdadeiros beneficiários de cerca de 750 mil euros provenientes da venda, ao Alverca, de 50% do passe do futebolista que ainda eram propriedade da empresa de Jorge Manuel Mendes.

Esta foi uma das divergências implícitas entre a PJ e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do MP de Lisboa, liderado pela procuradora Maria José Morgado. Outra foi a circunstância de, no despacho final do processo, datado de 6 de Setembro, o MP apenas ter apreciado o eventual crime de participação económica em negócio enquanto a PJ catalogou a investigação em redor também do ilícito de peculato e eventual fraude fiscal.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, a PJ estava a averiguar todos os fluxos financeiros decorrentes dos direitos sobre o passe do jogador angolano - sobre o qual, recorde-se, houve a suspeita de que Vieira se teria apropriado de parte das verbas, por ter sido dono de 60% do passe e ter tido intervenção no negócio enquanto líder do Alverca e gestor do Benfica - e deparou-se com uma declaração falsa por parte de Jorge Manuel Mendes, que seria descoberta após o levantamento do sigilo bancário de uma conta das ilhas Caimão da &quot;off-shore&quot; &quot;Almond&quot;.

Conta descoberta

Por 50% do passe de Mantorras, este empresário recebeu 1,6 milhões de euros e desse dinheiro transferiu 750 mil euros para a referida Almond. De seguida, fez constar na contabilidade da PGD, a sua empresa portuguesa localizada em Coimbra, que essa verba seria para pagar a um empresário do Paraguai de nome Francisco Ocampo, com vista à aquisição de parte dos direitos de dois jogadores paraguaios.

Acontece que, depois destas declarações de Mendes no processo, o sigilo bancário da conta da Almond nas ilhas Caimão foi levantado e a PJ descobriu que os titulares da conta eram o próprio empresário e a mulher e não qualquer emissário do Paraguai. Confrontado pela PJ com esta descoberta da investigação, Jorge Manuel Mendes remeteu-se ao silêncio.

Dinheiro repartido

No mesmo procedimento de quebra de sigilo, os investigadores detectaram que os 750 mil euros foram desdobrados em duas tranches de 324 mil euros que seriam transferidas para contas de duas outras sociedades de paraísos fiscais a Minshall Management Inc. e a Hervey Management Ltd. As contas destas duas entidades estavam sedeadas em Caimão e na Zona Franca da Madeira. Razão pela qual a PJ sugeriu nova quebra de sigilo, a fim de conhecer os verdadeiros beneficiários do dinheiro e eventualmente confirmar se seriam Jorge Manuel Mendes e um sócio, que entretanto foi viver para o Brasil e nunca foi encontrado pela investigação.

Só que o MP acabou por ignorar esta proposta e optou por arquivar o caso. Conforme o JN ontem noticiou, um dos principais argumentos foi o facto de não terem sido encontrados sinais de fluxos financeiros indiciadores de que Vieira possa ter ganho dinheiro ilicitamente com os negócios de Mantorras. Isto apesar de DIAP de Lisboa ter classificado como sem qualquer credibilidade a versão de Vieira no que toca à data de um contrato de cedência, ao Alverca, de 60% dos direitos sobre o passe de Mantorras de que era detentor em nome pessoal.&quot;&lt;/b&gt;
JN Online]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó fado</p>
<p>Também vou passar a identificar as ironias com o símbolo (i).</p>
<p>Não se esqueça de excluir esta cambada cá do norte.</p>
<p><b>&#8220;A Polícia Judiciária (PJ) queria prosseguir a investigação do designado caso Mantorras, em que eram visados o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e os empresários Jorge Manuel Mendes e Paulo Barbosa, mas o Ministério Público de Lisboa optou por arquivar o caso sem atender a uma proposta de quebra de sigilo bancário de duas contas sedeadas em paraísos fiscais.</p>
<p>Em causa estava a averiguação da identidade dos verdadeiros beneficiários de cerca de 750 mil euros provenientes da venda, ao Alverca, de 50% do passe do futebolista que ainda eram propriedade da empresa de Jorge Manuel Mendes.</p>
<p>Esta foi uma das divergências implícitas entre a PJ e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do MP de Lisboa, liderado pela procuradora Maria José Morgado. Outra foi a circunstância de, no despacho final do processo, datado de 6 de Setembro, o MP apenas ter apreciado o eventual crime de participação económica em negócio enquanto a PJ catalogou a investigação em redor também do ilícito de peculato e eventual fraude fiscal.</p>
<p>De acordo com informações recolhidas pelo JN, a PJ estava a averiguar todos os fluxos financeiros decorrentes dos direitos sobre o passe do jogador angolano &#8211; sobre o qual, recorde-se, houve a suspeita de que Vieira se teria apropriado de parte das verbas, por ter sido dono de 60% do passe e ter tido intervenção no negócio enquanto líder do Alverca e gestor do Benfica &#8211; e deparou-se com uma declaração falsa por parte de Jorge Manuel Mendes, que seria descoberta após o levantamento do sigilo bancário de uma conta das ilhas Caimão da &#8220;off-shore&#8221; &#8220;Almond&#8221;.</p>
<p>Conta descoberta</p>
<p>Por 50% do passe de Mantorras, este empresário recebeu 1,6 milhões de euros e desse dinheiro transferiu 750 mil euros para a referida Almond. De seguida, fez constar na contabilidade da PGD, a sua empresa portuguesa localizada em Coimbra, que essa verba seria para pagar a um empresário do Paraguai de nome Francisco Ocampo, com vista à aquisição de parte dos direitos de dois jogadores paraguaios.</p>
<p>Acontece que, depois destas declarações de Mendes no processo, o sigilo bancário da conta da Almond nas ilhas Caimão foi levantado e a PJ descobriu que os titulares da conta eram o próprio empresário e a mulher e não qualquer emissário do Paraguai. Confrontado pela PJ com esta descoberta da investigação, Jorge Manuel Mendes remeteu-se ao silêncio.</p>
<p>Dinheiro repartido</p>
<p>No mesmo procedimento de quebra de sigilo, os investigadores detectaram que os 750 mil euros foram desdobrados em duas tranches de 324 mil euros que seriam transferidas para contas de duas outras sociedades de paraísos fiscais a Minshall Management Inc. e a Hervey Management Ltd. As contas destas duas entidades estavam sedeadas em Caimão e na Zona Franca da Madeira. Razão pela qual a PJ sugeriu nova quebra de sigilo, a fim de conhecer os verdadeiros beneficiários do dinheiro e eventualmente confirmar se seriam Jorge Manuel Mendes e um sócio, que entretanto foi viver para o Brasil e nunca foi encontrado pela investigação.</p>
<p>Só que o MP acabou por ignorar esta proposta e optou por arquivar o caso. Conforme o JN ontem noticiou, um dos principais argumentos foi o facto de não terem sido encontrados sinais de fluxos financeiros indiciadores de que Vieira possa ter ganho dinheiro ilicitamente com os negócios de Mantorras. Isto apesar de DIAP de Lisboa ter classificado como sem qualquer credibilidade a versão de Vieira no que toca à data de um contrato de cedência, ao Alverca, de 60% dos direitos sobre o passe de Mantorras de que era detentor em nome pessoal.&#8221;</b><br />
JN Online</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fado alexandrino</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90055</link>
		<dc:creator><![CDATA[fado alexandrino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 13:29:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-90055</guid>
		<description><![CDATA[j Diz: 
19 Novembro, 2008 às 9:39 am 

Muito obrigado, aquele &lt;i&gt;praí umas cem vezes&lt;/i&gt; era uma ironia.
Agora vou passar a identificar com o símbolo (i) as ironias.
Mas se já o tinha publicado para que é que voltou a escrever o mesmo?
(i)Gostei imenso foi daquela coisa &lt;i&gt;a norte vivem os párias, os imorais, os vigaristas, os batoteiros, os trapaceiros, os malvados, os sujos, os espertos e desonestos.&lt;/i&gt;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>j Diz:<br />
19 Novembro, 2008 às 9:39 am </p>
<p>Muito obrigado, aquele <i>praí umas cem vezes</i> era uma ironia.<br />
Agora vou passar a identificar com o símbolo (i) as ironias.<br />
Mas se já o tinha publicado para que é que voltou a escrever o mesmo?<br />
(i)Gostei imenso foi daquela coisa <i>a norte vivem os párias, os imorais, os vigaristas, os batoteiros, os trapaceiros, os malvados, os sujos, os espertos e desonestos.</i>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: goodfeeling</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-90025</link>
		<dc:creator><![CDATA[goodfeeling]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:20:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O pSD não suspendeu já a Democracia na Madeira, e por mais tempo? não está a ser um sucesso para o PSD? agora é alargar a experi~encia ao resto do país...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O pSD não suspendeu já a Democracia na Madeira, e por mais tempo? não está a ser um sucesso para o PSD? agora é alargar a experi~encia ao resto do país&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Luís Marvão</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/18/ironia/#comment-89973</link>
		<dc:creator><![CDATA[Luís Marvão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 10:10:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8538#comment-89973</guid>
		<description><![CDATA[Foi na verdade em tom de ironia. Mas os jornalistas estão de tal forma agarrados ao sentido literal das coisas, que parecem não enxergar muito para além disso. É do empobrecimento da linguagem no campo dos medias.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi na verdade em tom de ironia. Mas os jornalistas estão de tal forma agarrados ao sentido literal das coisas, que parecem não enxergar muito para além disso. É do empobrecimento da linguagem no campo dos medias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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