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	<title>Comentários em: Centralismo avaliativo II</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Lutas de ocasião II : O País Relativo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90582</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lutas de ocasião II : O País Relativo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 12:24:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] João Miranda considera que o modelo que eu defendo para a gestão de recursos humanos do Ministério da Educação é o [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] João Miranda considera que o modelo que eu defendo para a gestão de recursos humanos do Ministério da Educação é o [...]</p>
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		<title>Por: Levy</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90530</link>
		<dc:creator><![CDATA[Levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:10:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O comentário 27 é meu.

Deve ler &quot;nebulosas&quot; e não &quot;nubulosas&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário 27 é meu.</p>
<p>Deve ler &#8220;nebulosas&#8221; e não &#8220;nubulosas&#8221;</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90529</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:09:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estou de acordo com JM,

mas há uma coisa que não refere: o ME não quer os objectivos para nada. Ninguém vai ler aquilo, porque não é possível ler 1 500 000 objectivos (é esse mesmo o número). O que o ME quer, é apenas coagir. Nada mais que coagir. 

Há dezenas de modelos de objectivos. Cada escola elaborou os seus, em formatos diferentes. Julgo que todos em papel ou pelo menos em formato word. Agora aparece um formulário que é apenas um rectângulo, como este onde escrevo, completamente descontextualizado, onde apenas aparece a palavra &quot;Objectivo&quot;. Acha que isto ajuda alguém? Só serve para aborrecer, maçar e castigar. Nada mais. 

Mais grave que isso que o JM escreveu, é o facto de ser sugerido o preenchimento dos objectivos on line, mas essa sugestão é altamente dúbia e pouco clara. Em lado nenhum isso está previsto, não é estabelecido nenhum prazo, nem obrigatoriedade. Nada. A própria linguagem do  mail mandado aos professores é redonda.
Hoje, surgiu no sitio onde está a aplicação informática para increver os objectivos, uma outra, com o título &quot;INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA&quot;, abre-se e ve-se um formulário para insersão de dados pessoais, sem estar estar escrito em lado algum para que é a inscrição. Inscrição obrigatória em quê??

Esta forma de tratamento por parte do ME é absolutamente inaceitável. Aquilo que se espera do ME é  clareza, rigor, e objectividade em relação aquilo que espera do professores. E não nubulosas burocráticas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou de acordo com JM,</p>
<p>mas há uma coisa que não refere: o ME não quer os objectivos para nada. Ninguém vai ler aquilo, porque não é possível ler 1 500 000 objectivos (é esse mesmo o número). O que o ME quer, é apenas coagir. Nada mais que coagir. </p>
<p>Há dezenas de modelos de objectivos. Cada escola elaborou os seus, em formatos diferentes. Julgo que todos em papel ou pelo menos em formato word. Agora aparece um formulário que é apenas um rectângulo, como este onde escrevo, completamente descontextualizado, onde apenas aparece a palavra &#8220;Objectivo&#8221;. Acha que isto ajuda alguém? Só serve para aborrecer, maçar e castigar. Nada mais. </p>
<p>Mais grave que isso que o JM escreveu, é o facto de ser sugerido o preenchimento dos objectivos on line, mas essa sugestão é altamente dúbia e pouco clara. Em lado nenhum isso está previsto, não é estabelecido nenhum prazo, nem obrigatoriedade. Nada. A própria linguagem do  mail mandado aos professores é redonda.<br />
Hoje, surgiu no sitio onde está a aplicação informática para increver os objectivos, uma outra, com o título &#8220;INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA&#8221;, abre-se e ve-se um formulário para insersão de dados pessoais, sem estar estar escrito em lado algum para que é a inscrição. Inscrição obrigatória em quê??</p>
<p>Esta forma de tratamento por parte do ME é absolutamente inaceitável. Aquilo que se espera do ME é  clareza, rigor, e objectividade em relação aquilo que espera do professores. E não nubulosas burocráticas.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: JLS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90517</link>
		<dc:creator><![CDATA[JLS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 23:31:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[«Já que não gostam do centralismo democrático, crie-se uma ordem inspectiva! E estou-me borrifando se o inspector é mais novo ou tem menor grau académico que o avaliado, que isso são tretas!»

Curioso é que o modelo proposto pela FENPROF (vêr site) permite que um recém-licensiado possa avaliar um doutorado. :D Chamam-lhe co-avaliação e dizem que todos os professores (do agrupamento ou whatever) vão ter uma palavrinha a dizer.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Já que não gostam do centralismo democrático, crie-se uma ordem inspectiva! E estou-me borrifando se o inspector é mais novo ou tem menor grau académico que o avaliado, que isso são tretas!»</p>
<p>Curioso é que o modelo proposto pela FENPROF (vêr site) permite que um recém-licensiado possa avaliar um doutorado. :D Chamam-lhe co-avaliação e dizem que todos os professores (do agrupamento ou whatever) vão ter uma palavrinha a dizer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LPedroMachado</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90511</link>
		<dc:creator><![CDATA[LPedroMachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 22:54:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8622#comment-90511</guid>
		<description><![CDATA[A ministra saiu-se muito bem na entrevista.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra saiu-se muito bem na entrevista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JLS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90503</link>
		<dc:creator><![CDATA[JLS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 22:31:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8622#comment-90503</guid>
		<description><![CDATA[«As Ordens profissionais têm uma vantagem enorme para a sociedade em geral: impedem que as condições deontológicas e éticas do exercício duma profissão que interessa a todos (e cujos praticantes não podem ser facilmente avaliados, como o podem ser os trabalhadores duma empresa) sejam condicionadas pelo poder político segundo os interesses políticos do momento, ou pelo poder económico segundo interesses económicos nem sempre compatíveis com o bem comum. Por isso é que eu digo que, se só houvesse lugar em Portugal para três Ordens profissionais, essas três deviam ser a dos Médicos, a dos Professores e a dos Jornalistas.»

Tem razão. A dos engenheiros percebe-se facilmente. A maior parte das engenharias não têm vantagem em pertencer à Ordem. A Ordem dos advogados é verdade, apesar do problema estar no elevado numerus clausus das universidades. Ou seja, devia-se diminuir as entradas logo na universidade e não na Ordem. Devia-se tê-lo feito há 15 anos. Quanto ao preço dos exames... sim, também é verdade, mas economia, dizem, é bem pior.

Todavia, no ano passado o governo pretendia impôr que todas as Ordens formadas a partir da entrada em vigor da lei, não pudessem sujeitar a exame quem lá entra. Ou seja, se essa é a via profissional inerente a determinado curso, não poderiam barrar a entrada. Na altura PS e PSD estavam 99% de acordo. O 1% de desacordo tinha a ver com saber se esta lei se deveria aplicar às Ordens já existentes ou se para as formadas ex novum. Já não sei quem defendia o quê... mas como estavam de acordo em quase tudo, presumo que tenha ido para a frente, ou talvez esteja na gaveta à espera de um dia &quot;vago&quot; na Assembleia de República. Só consultando o DR... mas não me apetece muito. ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«As Ordens profissionais têm uma vantagem enorme para a sociedade em geral: impedem que as condições deontológicas e éticas do exercício duma profissão que interessa a todos (e cujos praticantes não podem ser facilmente avaliados, como o podem ser os trabalhadores duma empresa) sejam condicionadas pelo poder político segundo os interesses políticos do momento, ou pelo poder económico segundo interesses económicos nem sempre compatíveis com o bem comum. Por isso é que eu digo que, se só houvesse lugar em Portugal para três Ordens profissionais, essas três deviam ser a dos Médicos, a dos Professores e a dos Jornalistas.»</p>
<p>Tem razão. A dos engenheiros percebe-se facilmente. A maior parte das engenharias não têm vantagem em pertencer à Ordem. A Ordem dos advogados é verdade, apesar do problema estar no elevado numerus clausus das universidades. Ou seja, devia-se diminuir as entradas logo na universidade e não na Ordem. Devia-se tê-lo feito há 15 anos. Quanto ao preço dos exames&#8230; sim, também é verdade, mas economia, dizem, é bem pior.</p>
<p>Todavia, no ano passado o governo pretendia impôr que todas as Ordens formadas a partir da entrada em vigor da lei, não pudessem sujeitar a exame quem lá entra. Ou seja, se essa é a via profissional inerente a determinado curso, não poderiam barrar a entrada. Na altura PS e PSD estavam 99% de acordo. O 1% de desacordo tinha a ver com saber se esta lei se deveria aplicar às Ordens já existentes ou se para as formadas ex novum. Já não sei quem defendia o quê&#8230; mas como estavam de acordo em quase tudo, presumo que tenha ido para a frente, ou talvez esteja na gaveta à espera de um dia &#8220;vago&#8221; na Assembleia de República. Só consultando o DR&#8230; mas não me apetece muito. ;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90496</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 22:14:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[José Barros mesmo depois da ministra explicar e explicar como se estivesse a falar para putos, vem aqui dizer essa treta? Xiça!! Please. A ministra esplicou bem que seria de avaliar era o esforço e empenho de cada professor na luta contra as desistencias. É um bocado para o triste]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José Barros mesmo depois da ministra explicar e explicar como se estivesse a falar para putos, vem aqui dizer essa treta? Xiça!! Please. A ministra esplicou bem que seria de avaliar era o esforço e empenho de cada professor na luta contra as desistencias. É um bocado para o triste</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90484</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 21:48:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E, no entanto, depois deste post, o JM continuará a defender este modelo de avaliação e a sua protagonista principal, a ministra da Educação. Contradição? Naaaa...

Não por acaso, a única meta escolar que a ministra traçou à escola na entrevista que terminou há pouco foi a diminuição das repetências. Este objectivo - depreende-se - deve ser imposto pelas escolas aos professores que terão de incluir nos seus relatórios o modo como se propôem a atingi-lo. Serão avaliados em conformidade com o cumprimento do objectivo que lhes foi imposto, ou seja, terão de diminuir as repetências. Custe o que custar, porque só assim passarão de escalão. Ainda há dúvidas que o sistema centralista tem de continuar? Como se assegura, de outro modo, que o governo possa apresentar como bandeira eleitoral a melhoria dos resultados escolares?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E, no entanto, depois deste post, o JM continuará a defender este modelo de avaliação e a sua protagonista principal, a ministra da Educação. Contradição? Naaaa&#8230;</p>
<p>Não por acaso, a única meta escolar que a ministra traçou à escola na entrevista que terminou há pouco foi a diminuição das repetências. Este objectivo &#8211; depreende-se &#8211; deve ser imposto pelas escolas aos professores que terão de incluir nos seus relatórios o modo como se propôem a atingi-lo. Serão avaliados em conformidade com o cumprimento do objectivo que lhes foi imposto, ou seja, terão de diminuir as repetências. Custe o que custar, porque só assim passarão de escalão. Ainda há dúvidas que o sistema centralista tem de continuar? Como se assegura, de outro modo, que o governo possa apresentar como bandeira eleitoral a melhoria dos resultados escolares?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JoaoMiranda</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90479</link>
		<dc:creator><![CDATA[JoaoMiranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 21:17:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[««O ME central tem que saber por causa do concurso nacional…»»

O ME só tem que saber o resultado da avaliação. Não precisa de saber os objectivos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>««O ME central tem que saber por causa do concurso nacional…»»</p>
<p>O ME só tem que saber o resultado da avaliação. Não precisa de saber os objectivos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Sá</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/11/20/centralismo-avaliativo-ii/#comment-90472</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 20:48:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8622#comment-90472</guid>
		<description><![CDATA[O ME central tem que saber por causa do concurso nacional...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ME central tem que saber por causa do concurso nacional&#8230;</p>
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