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	<title>Comentários em: Negociata?</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Gabriel Silva</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93715</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 20:54:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[uau!, 
se o negócio é assim tão promissor «bastando» que as acções subam, porque os bancos não se interessaram? 
e se assim era então porque o governo meteu lá as suas garantias?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uau!,<br />
se o negócio é assim tão promissor «bastando» que as acções subam, porque os bancos não se interessaram?<br />
e se assim era então porque o governo meteu lá as suas garantias?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: MJP</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93657</link>
		<dc:creator><![CDATA[MJP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:54:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não sabe de professores e dá palpites, não sabe de economia e lança bitaites!
Os activos em acções não podem ser concretizados porque estamos em baixa e é a ruína se forem vendidos neste momento. Esperando uns tempos poderão compensar os empréstimos de agora.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sabe de professores e dá palpites, não sabe de economia e lança bitaites!<br />
Os activos em acções não podem ser concretizados porque estamos em baixa e é a ruína se forem vendidos neste momento. Esperando uns tempos poderão compensar os empréstimos de agora.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Amonino</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93472</link>
		<dc:creator><![CDATA[Amonino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 11:40:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[.
http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7754768.stm]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.<br />
<a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7754768.stm" rel="nofollow">http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/7754768.stm</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93470</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 11:39:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Crime e Castigo&quot;, quem escreveu? Mas nem sempre há castigo ... Nem ao menos um pingo de Honra e 
Dignidade. Porque teimam em agarar-se ao Poder? Além da Avareza e do Golpismo também existe a Vaidade. 
Não são pecados? E tantos se dizem Católicos... &#039; Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
 fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de
 misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é 
capaz de sacudir as moscas ...&#039; Guerra Junqueiro escrito em 1886]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Crime e Castigo&#8221;, quem escreveu? Mas nem sempre há castigo &#8230; Nem ao menos um pingo de Honra e<br />
Dignidade. Porque teimam em agarar-se ao Poder? Além da Avareza e do Golpismo também existe a Vaidade.<br />
Não são pecados? E tantos se dizem Católicos&#8230; &#8216; Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,<br />
 fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de<br />
 misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é<br />
capaz de sacudir as moscas &#8230;&#8217; Guerra Junqueiro escrito em 1886</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anabela</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93461</link>
		<dc:creator><![CDATA[anabela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 11:20:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8986#comment-93461</guid>
		<description><![CDATA[O banqueiro João Rendeiro, que levou o BPP à quase falência, é o mesmo que dirige um
consórcio que ensina “boas práticas” de gestão escolar.

Estão a ver quem é João Rendeiro? O presidente do Banco Privado Português, aquele banco que tem 3000 clientes e que gere apenas grandes fortunas? O tal banco que está em processo de quase falência e que o Governo de Sócrates se prepara para salvar? Pois o banqueiro, para além de afirmar que vota habitualmente no PS, é ainda funcionário do Ministério da Economia, em licença sem vencimento. Não é que o banqueiro anda a ensinar às escolas públicas as técnicas de gestão que levaram o BPP ao estado que todos conhecemos? É verdade! Criou e dirige uma organização (EPIS), com o apoio do ME e de
grandes empresas públicas e privadas que dá formação aos PCEs e conselhos executivos
sobre as técnicas e formas de gestão e de organização “modernaças”. Custa a acreditar, não é verdade? Mas é verdade. E conta com o apoio do ME. E assim vai o processo de mercadorização da escola pública. A divisão da carreira em duas categorias e o modelo burocrático de avaliação são apenas dois instrumentos do processo em curso de mercadorização, de destruição da profissão docente e da morte da democracia nas escolas.
Leia aqui a biografia de João Rendeiro
http://www.profblog.org/2008/11/o-banqueiro-joo-rendeiro-que-levou-o.html

Aconselho vivamente que se consulte e se divulgue
http://WWW.EPIS.PT

E que se ligue a esta informação
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=968365&amp;div_id=1730

E que se retirem as devidas conclusões (!)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O banqueiro João Rendeiro, que levou o BPP à quase falência, é o mesmo que dirige um<br />
consórcio que ensina “boas práticas” de gestão escolar.</p>
<p>Estão a ver quem é João Rendeiro? O presidente do Banco Privado Português, aquele banco que tem 3000 clientes e que gere apenas grandes fortunas? O tal banco que está em processo de quase falência e que o Governo de Sócrates se prepara para salvar? Pois o banqueiro, para além de afirmar que vota habitualmente no PS, é ainda funcionário do Ministério da Economia, em licença sem vencimento. Não é que o banqueiro anda a ensinar às escolas públicas as técnicas de gestão que levaram o BPP ao estado que todos conhecemos? É verdade! Criou e dirige uma organização (EPIS), com o apoio do ME e de<br />
grandes empresas públicas e privadas que dá formação aos PCEs e conselhos executivos<br />
sobre as técnicas e formas de gestão e de organização “modernaças”. Custa a acreditar, não é verdade? Mas é verdade. E conta com o apoio do ME. E assim vai o processo de mercadorização da escola pública. A divisão da carreira em duas categorias e o modelo burocrático de avaliação são apenas dois instrumentos do processo em curso de mercadorização, de destruição da profissão docente e da morte da democracia nas escolas.<br />
Leia aqui a biografia de João Rendeiro<br />
<a href="http://www.profblog.org/2008/11/o-banqueiro-joo-rendeiro-que-levou-o.html" rel="nofollow">http://www.profblog.org/2008/11/o-banqueiro-joo-rendeiro-que-levou-o.html</a></p>
<p>Aconselho vivamente que se consulte e se divulgue<br />
<a href="http://WWW.EPIS.PT" rel="nofollow">http://WWW.EPIS.PT</a></p>
<p>E que se ligue a esta informação<br />
<a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=968365&#038;div_id=1730" rel="nofollow">http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=968365&#038;div_id=1730</a></p>
<p>E que se retirem as devidas conclusões (!)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anabela</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93460</link>
		<dc:creator><![CDATA[anabela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 11:18:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8986#comment-93460</guid>
		<description><![CDATA[Salvar os BPN’s e afundar a Escola Pública… Pobres Governantes! 

E quem disse que esta avaliação não era política?

Quem caiu na esparrela de inocentemente acreditar que a avaliação do desempenho visava melhorar a qualidade técnico-pedagógica dos docentes?

Quem continua a esquecer-se que o modelo de avaliação do desempenho docente foi directamente importado e plagiado (quase na íntegra) por Portugal do modelo chileno? Quem finge desconhecer que o modelo “docente+” foi imposto ao Chile em 2002/2003 pelo Banco Mundial / FMI para reduzir o déficit das contas públicas sob a égide do paradigma norte-americano do New Public Management ?

Quem é que hoje, na américa e na OCDE, faz os piores juízos críticos da ineficácia do NPM (Nova gestão pública)? A resposta ainda ontem veio de Obama e de alguns dos seus futuros assessores (Cfr. Washingtonpost online): “(…)as administrações públicas não se podem orientar exclusivamente para os resultados (i.é. para o controlo do déficit) sem equacionar a real eficiência dos processos e os reais impactos (positivos ou negativos) sobre as famílias e os demais agentes económicos”.

Posso estar enganado, mas amanhã, ou nos dias mais próximos, também na Europa, Durão Barroso ou Sarkozy virão (arrependidamente?) dizer o mesmo que a equipa de Obama veiculou. Trata-se, para todos os efeitos, de uma certidão de óbito às obsessivas políticas de avaliação pública (na senda da accountability propalada pelas teorias neoliberais do New Public Management) que cega e unilateralmente se orientaram para a lógica empresarial e consequente obtenção de resultados financeiros e económico-estatísticos (bens tangíveis), e desprezaram humilhantemente a qualidade dos serviços públicos (bens não tangíveis) como a saúde, a educação e a protecção social.

Enquanto isso, em Portugal, perante uma crise financeiro-económica gigantesca que ameaça desmoronar, a muito curto prazo (em um, dois ou três meses) toda a sua “economia-tigre-de-papel”, o poder político insiste em mostrar toda a sua autoridade em coisas por ora adiáveis (como o é a questão da avaliação dos professores) para, com isso, sonegar ou desviar os olhos dos portugueses da sua incompetência e incapacidade para enfrentar a real e efectiva crise económica que a todos já abala e mais abalará nos próximos meses.

Ouvi hoje, quase com uma lágrima ao canto do olho, a directora regional de educação do norte argumentar com “a ameaça de instauração de processos disciplinares” aos professores que inviabilizem a aplicação deste hediondo modelo de avaliação. Apenas me posso, ingenuamente, questionar sobre uma de duas coisas: Será chilena? Estará legitimada pelo governo para politicamente amedrontar os professores com penas disciplinares? Haja decoro que a democracia em Portugal ainda não caiu de vez! Aliás, não cairá, porquanto isto ainda não é (para desilusão de alguns governantes) “A Quinta dos Animais” ironicamente descrita pelo grande George Orwell.

Como se tudo isto não bastasse, li, agora (no Público online), que os Presidentes do Conselho Executivo vão ser avaliados pelos respectivos directores regionais. Percebe-se esta relação causal: a directora da DREN, por antecipação, começou já a aplicar o modelo. Um modelo de avaliação política que retira aos presidentes de CE (que são professores) toda e qualquer componente pedagógica e socioeducativa que poderia enformar o cargo e condição de docentes eleitos para os órgãos de gestão.

Ou seja, ao contrário do que se passa maioritariamente nos países da OCDE, o governo de Portugal não teve coragem política para criar uma carreira específica profissional para os gestores escolares. Preferiu, também ao arrepio das tendências europeias, não instituir um modelo nacional de efectiva avaliação externa do desempenho institucional das escolas. Antes preferiu (cobardemente?) atalhar caminho: avaliar os professores com míopes grelhas chilenas e subestimar (apagar do seu pequeno memorial político) a avaliação institucional em vigor nos países das designadas «boas-práticas» (Europa do norte e central).

Mais: para além de subestimar os resultados institucionais, assim como as causas efectivas da melhor ou pior prestação pública das escolas em termos de resultados finais (rankings), o governo socialista antes preferiu empurrar para esta cilada (para este jogo de aparências) não apenas os professores mas, por aquilo que agora se sabe, também as direcções executivas das escolas, transformando assim, indecorosa e despudoradamente, os presidentes de CE em bodes expiatórios da quase irreparável crise educacional gerada (e mal gerida) pelo ME e pelo governo.

Pergunto-me: Quem responde por esta falácia nacional? Quem salva BPN’s e afins e afunda deliberadamente a educação pública?

Quem finge desconhecer o quê? Por que esperam os sindicatos para ter uma nesga de mais profunda lucidez e mais consequente eficácia na acção político-sindical? Quem tramou (trama) quem? Que desígnio estranho superintende à política educativa nacional planeada (planificada?) pelos nossos governantes?

Perceba-se e divulgue-se: De acordo com todos os indicadores económico-financeiros mais recentes, mesmo os provenientes de instituições coniventes com a situação que cúmplice e penosamente se arrasta de há anos atrás, este é um país ferido de morte, todavia política e judicialmente desresponsabilizado. A pobreza está, infelizmente, ao virar da esquina mais próxima. Estranha e paradoxalmente (ou talvez não), porque teima o Estado (o governo) em perseguir os seus professores?

Responda quem (não) souber!

Sei (isso sei) que a autoridade democrática que o governo usa para com os seus concidadãos são os mesmos argumentos autocráticos que a ditadura de Salazar utilizou com o meu Pai e com o meu País: o medo, a afronta política e a perseguição.

Porque não tenho a coragem que antes o meu pai heroicamente teve, limito-me a depositar na pessoa da srª directora regional de educação do norte, um beijo extensível a todos os nossos democratas governantes. Um simples beijo, nem igual nem diferente àquele que humilde mais raivosamente daria a qualquer cega rapariguinha que me rogasse pragas e à democracia fizesse figas. Portanto, Beijos, por tanto indecoro ético e por tão pouca sensatez política.
Fernando Cortes Leal]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salvar os BPN’s e afundar a Escola Pública… Pobres Governantes! </p>
<p>E quem disse que esta avaliação não era política?</p>
<p>Quem caiu na esparrela de inocentemente acreditar que a avaliação do desempenho visava melhorar a qualidade técnico-pedagógica dos docentes?</p>
<p>Quem continua a esquecer-se que o modelo de avaliação do desempenho docente foi directamente importado e plagiado (quase na íntegra) por Portugal do modelo chileno? Quem finge desconhecer que o modelo “docente+” foi imposto ao Chile em 2002/2003 pelo Banco Mundial / FMI para reduzir o déficit das contas públicas sob a égide do paradigma norte-americano do New Public Management ?</p>
<p>Quem é que hoje, na américa e na OCDE, faz os piores juízos críticos da ineficácia do NPM (Nova gestão pública)? A resposta ainda ontem veio de Obama e de alguns dos seus futuros assessores (Cfr. Washingtonpost online): “(…)as administrações públicas não se podem orientar exclusivamente para os resultados (i.é. para o controlo do déficit) sem equacionar a real eficiência dos processos e os reais impactos (positivos ou negativos) sobre as famílias e os demais agentes económicos”.</p>
<p>Posso estar enganado, mas amanhã, ou nos dias mais próximos, também na Europa, Durão Barroso ou Sarkozy virão (arrependidamente?) dizer o mesmo que a equipa de Obama veiculou. Trata-se, para todos os efeitos, de uma certidão de óbito às obsessivas políticas de avaliação pública (na senda da accountability propalada pelas teorias neoliberais do New Public Management) que cega e unilateralmente se orientaram para a lógica empresarial e consequente obtenção de resultados financeiros e económico-estatísticos (bens tangíveis), e desprezaram humilhantemente a qualidade dos serviços públicos (bens não tangíveis) como a saúde, a educação e a protecção social.</p>
<p>Enquanto isso, em Portugal, perante uma crise financeiro-económica gigantesca que ameaça desmoronar, a muito curto prazo (em um, dois ou três meses) toda a sua “economia-tigre-de-papel”, o poder político insiste em mostrar toda a sua autoridade em coisas por ora adiáveis (como o é a questão da avaliação dos professores) para, com isso, sonegar ou desviar os olhos dos portugueses da sua incompetência e incapacidade para enfrentar a real e efectiva crise económica que a todos já abala e mais abalará nos próximos meses.</p>
<p>Ouvi hoje, quase com uma lágrima ao canto do olho, a directora regional de educação do norte argumentar com “a ameaça de instauração de processos disciplinares” aos professores que inviabilizem a aplicação deste hediondo modelo de avaliação. Apenas me posso, ingenuamente, questionar sobre uma de duas coisas: Será chilena? Estará legitimada pelo governo para politicamente amedrontar os professores com penas disciplinares? Haja decoro que a democracia em Portugal ainda não caiu de vez! Aliás, não cairá, porquanto isto ainda não é (para desilusão de alguns governantes) “A Quinta dos Animais” ironicamente descrita pelo grande George Orwell.</p>
<p>Como se tudo isto não bastasse, li, agora (no Público online), que os Presidentes do Conselho Executivo vão ser avaliados pelos respectivos directores regionais. Percebe-se esta relação causal: a directora da DREN, por antecipação, começou já a aplicar o modelo. Um modelo de avaliação política que retira aos presidentes de CE (que são professores) toda e qualquer componente pedagógica e socioeducativa que poderia enformar o cargo e condição de docentes eleitos para os órgãos de gestão.</p>
<p>Ou seja, ao contrário do que se passa maioritariamente nos países da OCDE, o governo de Portugal não teve coragem política para criar uma carreira específica profissional para os gestores escolares. Preferiu, também ao arrepio das tendências europeias, não instituir um modelo nacional de efectiva avaliação externa do desempenho institucional das escolas. Antes preferiu (cobardemente?) atalhar caminho: avaliar os professores com míopes grelhas chilenas e subestimar (apagar do seu pequeno memorial político) a avaliação institucional em vigor nos países das designadas «boas-práticas» (Europa do norte e central).</p>
<p>Mais: para além de subestimar os resultados institucionais, assim como as causas efectivas da melhor ou pior prestação pública das escolas em termos de resultados finais (rankings), o governo socialista antes preferiu empurrar para esta cilada (para este jogo de aparências) não apenas os professores mas, por aquilo que agora se sabe, também as direcções executivas das escolas, transformando assim, indecorosa e despudoradamente, os presidentes de CE em bodes expiatórios da quase irreparável crise educacional gerada (e mal gerida) pelo ME e pelo governo.</p>
<p>Pergunto-me: Quem responde por esta falácia nacional? Quem salva BPN’s e afins e afunda deliberadamente a educação pública?</p>
<p>Quem finge desconhecer o quê? Por que esperam os sindicatos para ter uma nesga de mais profunda lucidez e mais consequente eficácia na acção político-sindical? Quem tramou (trama) quem? Que desígnio estranho superintende à política educativa nacional planeada (planificada?) pelos nossos governantes?</p>
<p>Perceba-se e divulgue-se: De acordo com todos os indicadores económico-financeiros mais recentes, mesmo os provenientes de instituições coniventes com a situação que cúmplice e penosamente se arrasta de há anos atrás, este é um país ferido de morte, todavia política e judicialmente desresponsabilizado. A pobreza está, infelizmente, ao virar da esquina mais próxima. Estranha e paradoxalmente (ou talvez não), porque teima o Estado (o governo) em perseguir os seus professores?</p>
<p>Responda quem (não) souber!</p>
<p>Sei (isso sei) que a autoridade democrática que o governo usa para com os seus concidadãos são os mesmos argumentos autocráticos que a ditadura de Salazar utilizou com o meu Pai e com o meu País: o medo, a afronta política e a perseguição.</p>
<p>Porque não tenho a coragem que antes o meu pai heroicamente teve, limito-me a depositar na pessoa da srª directora regional de educação do norte, um beijo extensível a todos os nossos democratas governantes. Um simples beijo, nem igual nem diferente àquele que humilde mais raivosamente daria a qualquer cega rapariguinha que me rogasse pragas e à democracia fizesse figas. Portanto, Beijos, por tanto indecoro ético e por tão pouca sensatez política.<br />
Fernando Cortes Leal</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jupiter</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93403</link>
		<dc:creator><![CDATA[jupiter]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:00:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falemos em coisas sérias, em termos redondos quanto vale o allgarve, e os jerónimos, e a serra da estrela, e o douro, um terço do alentejo já foi. O povo continua sereno.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falemos em coisas sérias, em termos redondos quanto vale o allgarve, e os jerónimos, e a serra da estrela, e o douro, um terço do alentejo já foi. O povo continua sereno.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bancos Online &#187; Blog Archive &#187; Negociata?</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93397</link>
		<dc:creator><![CDATA[Bancos Online &#187; Blog Archive &#187; Negociata?]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 23:32:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] prestada pelo Estado tem como contragarantia o penhor de activos do balanço do BPP no m&#8230; leia mais fonte: [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] prestada pelo Estado tem como contragarantia o penhor de activos do balanço do BPP no m&#8230; leia mais fonte: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MJRB</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93394</link>
		<dc:creator><![CDATA[MJRB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 23:04:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8986#comment-93394</guid>
		<description><![CDATA[Vou ter uma noite tranquila e próximos dias esfusiantes !
Encararei a vida portuguesa com um sorriso e sempre renovado entusiasmo !

SÓCRATES ESTÁ ENTRE OS 10 MAIS ELEGANTES DO MUNDO !

(Se tal não fosse importante para o país neste momento de acelerada crise e contestação, decerto não seria notícia. Uma notícia fantástica !  O PIB aumentará !)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou ter uma noite tranquila e próximos dias esfusiantes !<br />
Encararei a vida portuguesa com um sorriso e sempre renovado entusiasmo !</p>
<p>SÓCRATES ESTÁ ENTRE OS 10 MAIS ELEGANTES DO MUNDO !</p>
<p>(Se tal não fosse importante para o país neste momento de acelerada crise e contestação, decerto não seria notícia. Uma notícia fantástica !  O PIB aumentará !)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MJRB</title>
		<link>http://blasfemias.net/2008/12/02/negociata/#comment-93391</link>
		<dc:creator><![CDATA[MJRB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 22:58:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.wordpress.com/?p=8986#comment-93391</guid>
		<description><![CDATA[Votoembranco,

Pois.
Por quem é !...eleven !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Votoembranco,</p>
<p>Pois.<br />
Por quem é !&#8230;eleven !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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