Indonesia’s carbon catastrophe

Bog barons: Indonesia’s carbon catastrophe

I watched as workers planted acacia trees for paper and palm oil trees destined to make biofuels to help reduce Europe’s CO2 emissions. Yet draining the peat will release 30 times more CO2 than will be saved by replacing fossil fuels with biofuels – an irony that is hard to stomach. The fact that European countries can meet their Kyoto protocol obligations by sponsoring activities that have helped turn Indonesia, of which the giant island of Sumatra is a part, into the world’s third largest emitter of greenhouse gases is a savage indictment of the perverse incentives created by the protocol.

15 Comentários

  1. Johnny Maynard
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:10 | Permalink

    Yeh
    OK

    Pois

  2. Estupefacto
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:15 | Permalink

    Nem uma palavra acerca dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos do Homem

  3. Johnny Maynard
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:23 | Permalink

    Pois

  4. PQP
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:34 | Permalink

    a escumalha dos largos dos ratos depois do consumo de lagostas e cozinha requintada só emitem co2.
    opera buffa duns ex-pindéricos de merda que afundaram portugal

  5. lucklucky
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:37 | Permalink

    CO2 é bom.

    Entretanto: http://igloo.atmos.uiuc.edu/cgi-bin/test/print.sh?fm=12&fd=09&fy=2006&sm=12&sd=09&sy=2008

  6. Johnny Maynard
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:38 | Permalink

    E sobre o FCP ???

    Pois

  7. Manuel Faria
    Posted 10 Dezembro, 2008 at 23:57 | Permalink

    Não encontro o artigo, mas sabe-se que reciclar o papel (especialmente pelo amoníaco usado para o branqueamento) é N vezes “pior para a natureza” que o consumo de árvores.

  8. Anónimo
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 00:56 | Permalink

    Agora como vao ajudar os automoveis lá vai o petroleo subir outra vez.

  9. Anónimo
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 03:31 | Permalink

    A mentalidade do Joao Trampolineiro e, apontar detalhes em que o sistema nao funciona e generalizar para o todo.

    Atitude tipica de um borrabota-abaixo (para nao dizer um intelectual desonesto).

  10. Manuel Vaz
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 12:21 | Permalink

    O Anónimo dos 9 mostra toda a sua ignorância: se a produção do bio-combustivel industrial é o processo inverso da revolução verde, não é nos detalhes, mas na concepção que falha – tal como o motor perpétuo ou motto continuo.

  11. Anónimo
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 16:30 | Permalink

    Como assim o processo inverso da revolucao verde?

    Sabe quantas maneiras existem de fabricar bio-combustivel?

    Falha na concepcao? Como assim?

    Mais um trampolineiro?

  12. lucklucky
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 16:59 | Permalink

    Afinal já não é iminente…!

    “There is no clear evidence that global warming is an imminent danger to the world, says Rajendra Pachauri, chairman of the United Nations’ Intergovernmental Panel on Climate Change.”

    Mas claro devemos fazer tudo para continuarmos a acreditar na asneira…

    http://www.cbc.ca/technology/story/2008/12/09/climate-meeting.html

  13. lucklucky
    Posted 11 Dezembro, 2008 at 17:03 | Permalink

    650 cientistas discordam do “Consenso”…

    http://epw.senate.gov/public/index.cfm?FuseAction=Files.View&FileStore_id=4fabcdd2-6567-4c62-8e5b-2a1411df5804

    Over 650 dissenting scientists from around the globe challenged man-made global
    warming claims made by the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change
    (IPCC) and former Vice President Al Gore. This new 231-page U.S. Senate Minority
    Report report — updated from 2007’s groundbreaking report of over 400 scientists who
    voiced skepticism about the so-called global warming “consensus” — features the
    skeptical voices of over 650 prominent international scientists, including many current
    and former UN IPCC scientists, who have now turned against the UN IPCC. This
    updated report includes an additional 250 (and growing) scientists and climate
    researchers since the initial release in December 2007.

  14. Manuel Vaz
    Posted 12 Dezembro, 2008 at 00:11 | Permalink

    Como o inverso da revolução verde? Então um tranforma combustiveis fósseis em alimentos (90% da energia dos alimentos é actualmente dessa origem) e outro alimentos em combustivel.
    Ter duas caixas pretas a trabalhar em sentido contrário, ainda por cima num campo (energia) em que os rendimentos são baixos é fortemente idiota.
    Soluções do tipo: Não há alimentos? Faz-se dos combustiveis fósseis.Não há combustiveis? Faz-se dos alimentos – fazem-me lembrar as falcatruas das facturas em carroussel.
    Pergunta: porque é que em vez de bio-combustiveis não se propoe fazer então adubos e se poupa no gás natural ? (que poderá por sua vez poupar fuelóleo numa central qualquer).
    Resposta: porque neste caso, a falência do método ficava com a careca á mostra, lá se iam os subsidios – que é o principal output desse negócio.

  15. Manuel Vaz
    Posted 12 Dezembro, 2008 at 00:29 | Permalink

    Realmente não conheço os métodos todos de produção de bio-combustivel. Por outro lado, tenho visto que quem os gaba, e nomeadamente quem agora propõe usar resíduos, não conhece o significado de humus, camada fértil, desertificação, pousio, tudo coisas aprendidas numa boa 4* classe, e desconhece o papel do mato rasteiro na fabricação de solo e retenção das águas. Essa gente é capaz de convencer os bombeiros. Mas quando for tudo um deserto, eles deixam de ser necessários. Eu tambem sou muito fácil de convencer, basta mostrar um balanço energético (não em €€€) suficientemente positivo, incorporando todos os inputs, incluindo os transportes.


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