Aos Sábados no DN

UM PAÍS PERIFÉRICO

10 Comentários

  1. a prima
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 15:07 | Permalink

    A sintese prima pelo rigor.

  2. Pizarro
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 15:47 | Permalink

    Excelente JM.

  3. Doe, J
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 16:09 | Permalink

    100% de acordo

  4. P1
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 16:32 | Permalink

    Sr. Miranda, para um investigador em biotecnologia… não está nada mal, não senhor. Bem visto!
    E agora?!…

  5. hora-porra
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 17:32 | Permalink

    a inveja, a preguiça, a falta de civismo dos dirigidos,
    a incapacidade e impreparação dos dirigentes
    nada têm a ver com periferia

    disse escritor latino «os dirigentes fazem as burricadas, os dirigidos levam as marradas»

    venha o aeroporto e o tgv para os ricos viajarem
    e os pobres pagarem

  6. Filipe Abrantes
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 18:10 | Permalink

    Excelente, João Miranda.

  7. tina
    Posted 9 Janeiro, 2009 at 20:55 | Permalink

    Muito interessante este novo ponto de vista.

  8. Anónimo
    Posted 10 Janeiro, 2009 at 11:01 | Permalink

    Qualquer gallego suscreviria o escrito por JM. Porque era uma boa disculpa e porque ainda mais de que era bem certa, pesava forte…

    Mas ja nao estamos mais no tempo das horriveis estradas e os carros tirados por cavalos !

  9. Posted 10 Janeiro, 2009 at 13:11 | Permalink

    eu venho discordar em parte da leitura feita da realidade nacional. só faltava dizer que para além de periférico o país é muito pequeno. a conversa da treta do costume.

    quanto a mim esta estagnação não tem 8 anos, mas pelo menos 10, porque foi isso a que assisti quando há 12 anos voltei para este jardim à beira do abismo plantado, depois de viver longe daqui durante muitos anos e fui observando com um olhar “novo” e distanciado o que aqui se estava a passar.

    Portugal é tão periférico como a Irlanda, a Finlândia ou a Suécia. portanto, este argumento não colhe. e nem o estado de fraco desenvolvimento cultural e económico legado pelo “estado novo” serve para explicar tudo, porque a Irlanda repartiu duma situação equivalente assim como a Finlândia… que isto é um paraíso para corruptos de toda a ordem e todos os níveis não tenho nenhumas dúvidas. que é um país de fraco nível de participação democrática também é mais do que evidente. que as nossas elites (todas) são madraças, ignorantes, pretenciosas, preconceituosas e incompetentes,o que não é novo, e que delas dependemos para o desenvolvimento dum país em que as bases vão suportando toda a espécie de cargas, mas que são tão ignorantes e preconceituosas como as elites, desconfiadas e compreende-se, mas invejosas e força de inércia.

    o quadro é negro e não vejo como este país puderá antes de mais duas gerações que, lentamente, estão a mudar um pouco de “perfil” socio/psicológico e nem sempre no melhor sentido.

    bom fim de semana a todos

  10. Luis Marques
    Posted 10 Janeiro, 2009 at 15:59 | Permalink

    E-Ko you got a very valid point…

    A verdade é que há uma falta de confiança em nós como indivíduos e Portugueses gerado e criado pelo Estado Histórico e Real.

    Nós como projecto, como povo, como nação é a questão primordial…

    Humildade, lucidez e coragem podem fazer a diferença…

    Mais do que auto-estradas, projectos megalómanos… o essencial é o substrato…

    O substrato somos todos nós, o investimento a confiança tem de ser em nós, nos nossos queridos filhos, nos nossos netos… NOS PORTUGUESES


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