«Bravo! Bravo!», por Ricardo Arroja « Ou seja, o Estado – perdão, a CGD – fez um negócio ruinoso. Pagou 90 milhões a mais do que devia e, provavelmente, deixou de ganhar outro tanto em acções sobre as quais tinha todo o direito de se apropriar. É que se o senhor Fino estava insolvente, como parecia ser [...]
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