Arquivos Diários: 25 Fevereiro, 2009

Leituras:

«Bravo! Bravo!», por Ricardo Arroja « Ou seja, o Estado – perdão, a CGD – fez um negócio ruinoso. Pagou 90 milhões a mais do que devia e, provavelmente, deixou de ganhar outro tanto em acções sobre as quais tinha todo o direito de se apropriar. É que se o senhor Fino estava insolvente, como parecia ser [...]

Um País de…

… Fantasia.

A crise escreve direito por linhas tortas

Mais de cinco mil estudantes recorreram a crédito para pagar estudos Talvez assim se extinga muita vocação para aqueles de cursos psico-sociologia que formam aquelas multidões que sonham reinserir, renquadrar e dinamizar as problemáticas emergentes doa ctual contexto

O país vai ter um fanico

First Lady: First Dog Arrives in April

O Futuro

Não é fácil saber como vai ser o futuro, mas é fácil saber como o futuro não vai ser. Basta olhar para a lista de sectores candidatos aos apoios do Estado (bailouts e subsídios): indústria automóvel, sistema financeiro, energias renováveis, construção civil, componentes electrónicos, comunicação social. Estes são os sectores em que é necessário desinvestir [...]

Incerteza

Nos últimos meses os estados têm vindo a prometer e a implementar “medidas contra a crise”. Mais se seguirão. Devemos esperar mais intervenções concretas em vários sectores da economia. Os agentes económicos também as esperam. Estão à espera do que mais os Estados vão fazer. Enquanto não sabem, não investem. Ninguém quer ver os seus [...]

A mão estendida

Estes tipos de uma tal de ANP – Associação Nacional de Proprietários, representam bem o chavão do «empresário» pedincha, daquele que não sabe o que fazer se não tiver a «cobertura» do estado, daquele que está sempre disposto a abdicar da sua liberdade se lhe for assegurado uma pequena vantagem superiormente fixada, ao invés desse [...]

Segue o Carnaval *

«Eça de Queirós, numa crónica de ‘As Farpas’ (que levou a motins no Brasil), dizia que os brasileiros “tinham os defeitos dos portugueses dilatados pelo calor“. No Carnaval acontece o inverso – a baixa temperatura encolhe a alegria e o tom tropical forjado nessas festas resulta numa contrafacção paroleira. No fundo, não queremos o Carnaval [...]

O “circo” e seus financiadores

Carnavais valem 400.000 euros. Eu gostaria também de conhecer as despesas, suportadas maioritariamente pelas câmaras e (ou) respectivas empresas municipais. Palpita-me que multiplicarão várias vezes aquele montante. A propósito de “circo” e empresas municipais, é curioso ver a repartição dos ajustes directos da VRSA, uma sociedade dita de gestão urbana de Vila Real de Santo [...]

Claques de nível

Fernando Gabriel, ainda sobre o discurso de Václav Klaus no Parlamento Europeu: (…) Para criticá-los desde logo por se esquecerem da prioridade da integração “negativa” – a remoção das barreiras à livre circulação de bens e factores de produção. No frenesi da união política, do “aprofundamento” e demais jargão sob o qual o aparelho institucional [...]

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