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	<title>Comentários em: Ranço*</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: P.Porto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-124304</link>
		<dc:creator><![CDATA[P.Porto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 12:19:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Manuel Fernandez,

Creia que nem todos em Portugal partilham desta atitude preguiçosa e de desinteresse que pode ver no post e em alguns comentários.

E por falar em comentários, faço ressaltar um pequeno parágrafo de um comentador:
&quot;Há algo que nos distingue da generalidade dos outros povos europeus: nós [portugueses] pensamos que ficamos mais modernos e importantes quando minimizamos ou escarnecemos o nosso património, seja ele cultural, territorial ou linguístico.&quot;

É por esta atitude que nem sequer tiramos proveito de estar na União Europeia, resultado de pensarmos que os outros vão defender os nossos interesses.

Um abraço, e felicidades para a árdua tarefa que vos espera. Vale que, por uma vez, alguns ventos correm a favor. É uma janela que há que aproveitar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manuel Fernandez,</p>
<p>Creia que nem todos em Portugal partilham desta atitude preguiçosa e de desinteresse que pode ver no post e em alguns comentários.</p>
<p>E por falar em comentários, faço ressaltar um pequeno parágrafo de um comentador:<br />
&#8220;Há algo que nos distingue da generalidade dos outros povos europeus: nós [portugueses] pensamos que ficamos mais modernos e importantes quando minimizamos ou escarnecemos o nosso património, seja ele cultural, territorial ou linguístico.&#8221;</p>
<p>É por esta atitude que nem sequer tiramos proveito de estar na União Europeia, resultado de pensarmos que os outros vão defender os nossos interesses.</p>
<p>Um abraço, e felicidades para a árdua tarefa que vos espera. Vale que, por uma vez, alguns ventos correm a favor. É uma janela que há que aproveitar.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Manuel de Jesús Sánchez Fernández</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-124206</link>
		<dc:creator><![CDATA[Manuel de Jesús Sánchez Fernández]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 23:21:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[DE UM OLIVENTINO
(Manuel Sanchez)

A ignorância, já disse, é livre e gratuita. A senhora Matos acaba por dizer, por ignorância ou por má-fé, algumas...enfim...mentiras, que ficam mal num jornal tão prestigiado. Ao defender um tão grande desrespeito pelas culturas de menor expressão, parece aproximar-se de posições muuuito à direita. Pensei, origalmente, que assim era... antes de conhecer o seu livro sobre Salazar, ainda que não o tenha ainda lido. Fiz até um comentário exagerado nesse sentido ! Embora há também pessoas que me parecem um tanto fascistóides em Portugal(e pode ser apenas uma opinião algo exagerada, mas é o que deduzo de certas leituras de jornal) , como  na pérola atlântica, sei agora que não é o seu caso, Dona Helena Matos. Mas...deixe lá Olivença tranquila, com o seu português (não portunhol), que nunca fez mal a Portugal. Pelo contrário, Olivença foi vítima de Espanha e de Portugal (além daquilo de ser filha e neta delas). Desculpe lá, mas figura de ignorantes fazem todas as pessoas que opensam que em Olivença se fala portuñol, mas todos podem aprender, já que a maldade é só de uns poucos, acho eu. Devem se informar melhor antes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DE UM OLIVENTINO<br />
(Manuel Sanchez)</p>
<p>A ignorância, já disse, é livre e gratuita. A senhora Matos acaba por dizer, por ignorância ou por má-fé, algumas&#8230;enfim&#8230;mentiras, que ficam mal num jornal tão prestigiado. Ao defender um tão grande desrespeito pelas culturas de menor expressão, parece aproximar-se de posições muuuito à direita. Pensei, origalmente, que assim era&#8230; antes de conhecer o seu livro sobre Salazar, ainda que não o tenha ainda lido. Fiz até um comentário exagerado nesse sentido ! Embora há também pessoas que me parecem um tanto fascistóides em Portugal(e pode ser apenas uma opinião algo exagerada, mas é o que deduzo de certas leituras de jornal) , como  na pérola atlântica, sei agora que não é o seu caso, Dona Helena Matos. Mas&#8230;deixe lá Olivença tranquila, com o seu português (não portunhol), que nunca fez mal a Portugal. Pelo contrário, Olivença foi vítima de Espanha e de Portugal (além daquilo de ser filha e neta delas). Desculpe lá, mas figura de ignorantes fazem todas as pessoas que opensam que em Olivença se fala portuñol, mas todos podem aprender, já que a maldade é só de uns poucos, acho eu. Devem se informar melhor antes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JJ Pereira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123985</link>
		<dc:creator><![CDATA[JJ Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:37:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nestes tempos de&quot;uniões&quot; europeias e de desejos (cada vez mais esfumados...) de paz e concórdia universais , tende a esquecer-se - ou, face ao estado do ensino em geral e da História em particular,se ignora pura e simplesmente - que estas &quot;correcções por decreto&quot; ,regra geral, custam mortos . Milhares deles.
 E , no caso concreto dos nossos vizinhos , a prova foi feita na segunda metade do sec. passado. Claro que a questão não era ùnicamente idiomática.Mas ajudou...
 Temo que, com aquilo que nos vai cair em cima,em termos globais, a tradicional tendência espanhola do diálogo,compreensão e bom entendimento entre os povos venha, uma vez mais, ao de cima...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes tempos de&#8221;uniões&#8221; europeias e de desejos (cada vez mais esfumados&#8230;) de paz e concórdia universais , tende a esquecer-se &#8211; ou, face ao estado do ensino em geral e da História em particular,se ignora pura e simplesmente &#8211; que estas &#8220;correcções por decreto&#8221; ,regra geral, custam mortos . Milhares deles.<br />
 E , no caso concreto dos nossos vizinhos , a prova foi feita na segunda metade do sec. passado. Claro que a questão não era ùnicamente idiomática.Mas ajudou&#8230;<br />
 Temo que, com aquilo que nos vai cair em cima,em termos globais, a tradicional tendência espanhola do diálogo,compreensão e bom entendimento entre os povos venha, uma vez mais, ao de cima&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Mello</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123977</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sebastião Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:20:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=12387#comment-123977</guid>
		<description><![CDATA[Relativamente a esses estudantes, possivelmente é ignorância, pura ignorância... Sabe porquê? Em Coimbra há estudantes de Erasmus que pensam que em Portugal falando &quot;Espanhol&quot;, Castelhano é suficiente, só depois descobrem que afinal isto aqui é diferente. O mesmo se passa na Catalunha, querem ir divertir-se, estudar, deveriam ter conhecimento que a Catalunha é uma nação, uma realidade histórica, que já foi estado, hoje com uma ampla autonomia, com as sua cultura e politicas... Pura ignorância e volto a repetir. É pena a propaganda espanhola não correponder à realidade social das várias autonomias. E é pena que o programa Erasmus não potencialize o respeito pelas culturas e sobretudo informe as pessoas para onde vão, o que devem saber, guiá-los nesse projecto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Relativamente a esses estudantes, possivelmente é ignorância, pura ignorância&#8230; Sabe porquê? Em Coimbra há estudantes de Erasmus que pensam que em Portugal falando &#8220;Espanhol&#8221;, Castelhano é suficiente, só depois descobrem que afinal isto aqui é diferente. O mesmo se passa na Catalunha, querem ir divertir-se, estudar, deveriam ter conhecimento que a Catalunha é uma nação, uma realidade histórica, que já foi estado, hoje com uma ampla autonomia, com as sua cultura e politicas&#8230; Pura ignorância e volto a repetir. É pena a propaganda espanhola não correponder à realidade social das várias autonomias. E é pena que o programa Erasmus não potencialize o respeito pelas culturas e sobretudo informe as pessoas para onde vão, o que devem saber, guiá-los nesse projecto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebastião Mello</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123963</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sebastião Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 14:09:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=12387#comment-123963</guid>
		<description><![CDATA[Não concordo. Não é patético a defesa de uma língua e de uma cultura. Patético é fingir que em Olivença não existe um problema de politica de defesa da cultura portuguesa, para além disso não é de todo desconhecimento das pessoas que existe um problema de soberania que ainda não está resolvido e que a fronteira politica naquele território não está definida. Por isso não é nada patético que após termos apoiado as autodeterminações de uns e outros chegue também a hora de defender a integridade de Portugal.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo. Não é patético a defesa de uma língua e de uma cultura. Patético é fingir que em Olivença não existe um problema de politica de defesa da cultura portuguesa, para além disso não é de todo desconhecimento das pessoas que existe um problema de soberania que ainda não está resolvido e que a fronteira politica naquele território não está definida. Por isso não é nada patético que após termos apoiado as autodeterminações de uns e outros chegue também a hora de defender a integridade de Portugal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anti-liberal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123859</link>
		<dc:creator><![CDATA[anti-liberal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 04:26:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carlos Eduardo da Cruz Luna disse
9 Março, 2009 às 11:48 am 

A questão de Olivença coloca-se de uma forma simples: É PORTUGUESA!
Espanha tem lá a pata e parece que os Portugueses (neste caso, deveria ser escrito com minúscula) não têm tomates para tratar do assunto.
Conheço muitos Espanhóis e eles admiram-se de Portugal não reclamar veementemente Olivença como sua.

Nuno

PS - Os Alentejanos constituem, talvez, o melhor Povo de Portugal. Não têm um dialecto; têm uma &lt;b&gt;pronúncia&lt;/b&gt; bonita e melodiosa, daí a maravilha dos &quot;cantares alentejanos&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Eduardo da Cruz Luna disse<br />
9 Março, 2009 às 11:48 am </p>
<p>A questão de Olivença coloca-se de uma forma simples: É PORTUGUESA!<br />
Espanha tem lá a pata e parece que os Portugueses (neste caso, deveria ser escrito com minúscula) não têm tomates para tratar do assunto.<br />
Conheço muitos Espanhóis e eles admiram-se de Portugal não reclamar veementemente Olivença como sua.</p>
<p>Nuno</p>
<p>PS &#8211; Os Alentejanos constituem, talvez, o melhor Povo de Portugal. Não têm um dialecto; têm uma <b>pronúncia</b> bonita e melodiosa, daí a maravilha dos &#8220;cantares alentejanos&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anti-liberal</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123856</link>
		<dc:creator><![CDATA[anti-liberal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 03:53:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[#19
helenafmatos disse
9 Março, 2009 às 11:07 am 

A imposição do castellano na Galiza, País Vasco ou Catalunha, como outros dialectos de Valência ou Maiorca, não é de Franco. Já acontecia à data de Franco.

Nuno]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#19<br />
helenafmatos disse<br />
9 Março, 2009 às 11:07 am </p>
<p>A imposição do castellano na Galiza, País Vasco ou Catalunha, como outros dialectos de Valência ou Maiorca, não é de Franco. Já acontecia à data de Franco.</p>
<p>Nuno</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MN</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123834</link>
		<dc:creator><![CDATA[MN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 00:48:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tudo bem, aceito a correcção, se aceitarmos que o galego é português (algo que não é pacífico). De facto, o que não deixa de ser curioso é existir esta língua falada por milhões, do outro lado da península, da qual poucos portugueses ouviram falar.

Continuando a questão inicial: a questão aqui não são os extremismos linguísticos, que existem na Catalunha, na Bélgica, etc. (Já agora: em relação a estes &quot;histerismos&quot; linguísticos, a autora do post não referiu o Quebeque.) A questão é que são regiões que oficializaram línguas anteriormente não oficiais. Isto, em si, não tem mal nenhum: na Bélgica, a maioria da população fala holandês (ou flamengo, se quisermos), mas o país tinha, até muito tarde, uma única língua oficial: o francês. Essa também não era uma situação normal. A situação actual, de histeria, apenas reflecte uma realidade escondida quando o francês era a única língua nacional (e 60% da população ia engolindo sapos até chegarmos onde chegámos hoje). Não são são questões simples, mas parece-me que esconder tudo debaixo do tapete duma só língua dá mau resultado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem, aceito a correcção, se aceitarmos que o galego é português (algo que não é pacífico). De facto, o que não deixa de ser curioso é existir esta língua falada por milhões, do outro lado da península, da qual poucos portugueses ouviram falar.</p>
<p>Continuando a questão inicial: a questão aqui não são os extremismos linguísticos, que existem na Catalunha, na Bélgica, etc. (Já agora: em relação a estes &#8220;histerismos&#8221; linguísticos, a autora do post não referiu o Quebeque.) A questão é que são regiões que oficializaram línguas anteriormente não oficiais. Isto, em si, não tem mal nenhum: na Bélgica, a maioria da população fala holandês (ou flamengo, se quisermos), mas o país tinha, até muito tarde, uma única língua oficial: o francês. Essa também não era uma situação normal. A situação actual, de histeria, apenas reflecte uma realidade escondida quando o francês era a única língua nacional (e 60% da população ia engolindo sapos até chegarmos onde chegámos hoje). Não são são questões simples, mas parece-me que esconder tudo debaixo do tapete duma só língua dá mau resultado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PMS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123804</link>
		<dc:creator><![CDATA[PMS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 23:20:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;10 milhões de pessoas que compreendem português na Europa. &quot;

Permita-me corrigi-lo: serão pelo menos 12,5 milhões a ser nativos de portugues, isto excluindo emigrantes. 10,5 milhões de portugueses, mais cerca de 50% dos galegos (que são 3,5 milhões) e mais uns &quot;pós&quot; para os oliventinos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;10 milhões de pessoas que compreendem português na Europa. &#8221;</p>
<p>Permita-me corrigi-lo: serão pelo menos 12,5 milhões a ser nativos de portugues, isto excluindo emigrantes. 10,5 milhões de portugueses, mais cerca de 50% dos galegos (que são 3,5 milhões) e mais uns &#8220;pós&#8221; para os oliventinos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MN</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/03/08/ranco/#comment-123720</link>
		<dc:creator><![CDATA[MN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 21:24:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=12387#comment-123720</guid>
		<description><![CDATA[Marcos Garrido:

Experiências diferentes :) Já conheci imensos catalães, de todos os tipos, e nunca encontrei nenhum que não soubesse castelhano, mas admito que haja. De qualquer forma, parece-me que, na Catalunha, os que têm a língua catalã como língua materna sabem muito mais castelhano do que os que têm o castelhano como língua materna sabem catalão.

Quanto a números, estava a falar da Europa: fala-se na Catalunha, em Valência (muito menos), nas baleares e é a única língua oficial de Andorra. É mais falado do que o sueco, dinamarquês, etc.

Até breve!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Garrido:</p>
<p>Experiências diferentes :) Já conheci imensos catalães, de todos os tipos, e nunca encontrei nenhum que não soubesse castelhano, mas admito que haja. De qualquer forma, parece-me que, na Catalunha, os que têm a língua catalã como língua materna sabem muito mais castelhano do que os que têm o castelhano como língua materna sabem catalão.</p>
<p>Quanto a números, estava a falar da Europa: fala-se na Catalunha, em Valência (muito menos), nas baleares e é a única língua oficial de Andorra. É mais falado do que o sueco, dinamarquês, etc.</p>
<p>Até breve!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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