A caminho da servidão III

Próximos passos:

  • Limitar os salários dos quadros (os gestores são em número reduzido) e tributar de forma agravada os montantes acima do plafond;
  • Estabelecer limites “decentes” aos lucros das empresas e tributar a “indecência” a taxas agravadas;
  • Tributação específica e agravada para a 2ª/3ª/…/nª  habitação;
  • Para quem tenha apenas uma habitação, estabelecer uma área máxima, a partir da qual haverá tributação adicional;
  • Criação de uma “taxa verde” a incidir sobre 2ª/3ª/…/nª viatura;
  • Estabelecimento de plafond para rendimentos de capitais com tributação agravada no excedente àquele.

E por aí fora. Quando se trata de extorsão fiscal, a imaginação não tem limites. Esperemos que a emigração também não.

25 Comentários

  1. José
    Posted 16 Abril, 2009 at 19:40 | Permalink

    “Esperemos que a emigração também não.” Queria dizer evasão, talvez…

  2. Posted 16 Abril, 2009 at 19:40 | Permalink

    Esperemos que a emigração também não.

    Só se for para os Palop’s.
    Nos outros sítios civilizados já lá têm os suficientes.

  3. José
    Posted 16 Abril, 2009 at 19:41 | Permalink

    Foi o próprio Soares Martinez ( adepto do salazarismo) quem defendeu o direito de resistência dos cidadãos em casos desses.

  4. Anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 19:47 | Permalink

    #3 – nostalgia ou reverência ao mestre?

  5. José
    Posted 16 Abril, 2009 at 19:50 | Permalink

    Reconhecimento do valor, apenas.

  6. zulu
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:00 | Permalink

    tou a caminho da terra mãe, africa! ando a reunir equipa…. alguém está interessado em sol alegria trabalho e vida bem vivida?

  7. Posted 16 Abril, 2009 at 20:19 | Permalink

    Eu aconselho a todos os jovens que têm vontade de trabalhar para se porem a “cavar” o mais depressa possível, aonde o trabalho e o esforço é recompensado.

    Este país está pior do que na década de 60.

    Um país cinzento, corruptp, falido, onde trabalhar e produzir é crime; onde enriquecer é censurável; onde tentar viver sem a mama do estado não é politicamente correcto.

    Fujam desta albânia à beira-mar plantada enquanto é tempo!

    Disse.

  8. Anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:22 | Permalink

    olha que a taxa verde não está mal alembrada.

  9. Joao Carlos
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:24 | Permalink

    Liberdade de expressão neste blog, precisa-se. Ontem o Ronaldo marcou o melhor golo da sua carreira e um dos melhores da Champions de sempre….onde está a coragem de colocar aqui o video do golo ? ou será que o CAA não deixa ?…..tenham coragem e deixem-se de servidão ao fanático do CAA .

  10. Pi-Erre
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:29 | Permalink

    A servidão ainda fica muito longe? É que eu já estou cansado de tanto caminhar…

  11. Anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:43 | Permalink

    #10 – se for como dizes, oxalá que sim.

  12. caaii
    Posted 16 Abril, 2009 at 20:43 | Permalink

    este título “a caminho da servidao” era bem mais apropriado a outros casos, nomeadamente na hipotese de redução do salário minimo…

  13. Posted 16 Abril, 2009 at 20:52 | Permalink

    Pode ser que o próximo post, Servidão IV arranje uma solução para a minha tia Nadir, que diz ser cada vez mais difícil arranjar uma criada de servir.

  14. Luca Marzapio
    Posted 16 Abril, 2009 at 21:37 | Permalink

    Eu penso que os portugueses, quer tenham ou não a sua declaração de interesses em dia, são um povo afeiçoado a declarações de rendimentos inexactas. É uma questão de fastio ao rigor e à disciplina financeira. Mas receio que a nova lei não apanhe peixe graúdo. Até porque, conta-se por aí, o peixe graúdo patrocina por vezes legisladores.
    Por outro lado algumas das leis mais notórias guardaram o nome do promotor e é de inteira justiça que a nova lei fique na História como a “Lei Francirco”.

  15. AM
    Posted 16 Abril, 2009 at 22:01 | Permalink

    tratado da política de Aristóteles
    perversão da república = democracia = governo da maioria a favor da maioria
    perversão da aristocracia = oligarquia = governo de poucos a favor dos próprios
    perversão da monarquia = tirania = governo de um a favor do próprio
    a república, a aristocrcia e a monarquia são formas de governo justas porque são governo para todos. a democracia, a oligarquia e a tirania são formas de governo injustas porque são governos que favorecem os próprios

  16. Posted 16 Abril, 2009 at 22:14 | Permalink

    Excelentes propostas. Assim houvesse coragem para as implementar e Portugal seria um país muito melhor. Quanto a emigração seria interessante saber para onde iam…

  17. limão
    Posted 16 Abril, 2009 at 22:28 | Permalink

    A parolada da capital, julga-se muito viajada, mas só conhece este cantinho!!

    Quando viaja, compra semanas de férias a prestações! Do estrangeiro só conhece o quarto do hotel e o centro comercial ao lado.

    Muita gente pensa que Cuba é um hotel de cinco estrelas. Mais, muitos pensam que o maior prazer dos cubanos é servir afincadamente os prazeres dos turistas.

    Mais ainda! Viajam para o estrangeiro, mas do nosso país, conhecem as filas de trânsito da capital, as praias do Algarve e o FCP.

    Isto para dizer apenas, à parolada da capital, que Lisboa já não é capital de coisa nenhuma, uma medida tomada pelo governo espanhol pode ter mais repercussão na economia nacional que uma ideia luminosa do Sócrates ( o dinheiro com que os portugueses contribuem para o estado espanhol, quando compram combustíveis em Espanha, dava para financiar muitos programas Magalhães).

    A despropósito – parece que o sigilo bancário em Espanha não é tão rigoroso como em Portugal, motivo pelo qual eles trabalham com dinheiro vivo, evitando os cartões e os cheques que os portugueses adoram.
    Quando acabou a peseta e apareceu o euro, era vê-los em Portugal à procura das filiais dos bancos espanhóis para cambiar molhos de notas – (NACIONALISTAS MESMO QUANDO FOGEM AO FISCO)

  18. Caty Waves
    Posted 16 Abril, 2009 at 22:39 | Permalink

    O que eu vejo é a Direita toda nervosa com o levantamento do sigílio bancário. Porque será?

  19. José Manuel Santos Ferreira
    Posted 16 Abril, 2009 at 23:12 | Permalink

    Então ???
    E o Fripó ???

  20. anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 23:35 | Permalink

    #7
    “onde enriquecer é censurável”

    É censurável pra aqueles que ennriquecem roubando dinheiros públicos os que enriquecem desonestamente. E neste desgraçado país, gente dessa infelizmente temos que chegue.

  21. anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 23:40 | Permalink

    Caty Waves

    Não é difícil perceber.
    Estão com rabos de palha.

  22. anónimo
    Posted 16 Abril, 2009 at 23:42 | Permalink

    E o Fripó ???

    O fripó já era . Dentro de momento segue novo capítulo do polvo do BPN

  23. anti-liberal
    Posted 17 Abril, 2009 at 06:34 | Permalink

    Por que carga de água hão-de deslocar-se para o trabalho em viatura própria os empregados do Povo Português: todos, desde o presidente do governo aos contínuos, passando pelos ministros e deputados, e incluindo os assistentes e secretárias/os. Se calhar é para não fazer diferença do Pessoal do Estado Novo que fazia o trajecto como toda a gente, a pé ou de transporte público.

    Nuno

  24. anti-liberal
    Posted 17 Abril, 2009 at 06:39 | Permalink

    Pois. Não podemos esquecer que primeiro-ministro e ministros – e mesmo o presidente desta republiqueta, por que não… – são empregados do Povo Português… E devem estar atentos por que o Povo pode despedi-los.

    Nuno

  25. Doe, J
    Posted 17 Abril, 2009 at 11:16 | Permalink

    anti-liberal disse
    “Pois. Não podemos esquecer que primeiro-ministro e ministros – e mesmo o presidente desta republiqueta, por que não… – são empregados do Povo Português…”

    Só na teoria, que é sempre muito bonita.
    Na pratica, o povo português existe para servir o Estado.
    Estado esse que existe apenas para servir os seus “donos”, que são esses senhores que aponta, e toda a corte que os acompanha.
    Logo o povo existe para servir os seus amos que têm sempre toda a razão e a verdade do seu lado e nunca nenhuma responsabilidade.
    Nada mais.


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