Sobre o ‘i’

Gostei. Tem falhas, claro, mas conheço quem por aí anda há muitos anos e ainda as tem mais. Apreciei o formato, o estilo gráfico e editorial. A opinião poderia ser mais inovadora mas está bem. Não sei se vai vingar mas serei leitor.

17 Comentários

  1. Posted 8 Maio, 2009 at 18:05 | Permalink

    O problema é não indicarem onde estão à venda as maçãs moribundas.

  2. Anónimo
    Posted 8 Maio, 2009 at 18:10 | Permalink

    não era suposto ser um jornal do regime? não vos percebo.

  3. Posted 8 Maio, 2009 at 18:10 | Permalink

    O “i” é fracalhote. Muito fracalhote.

  4. Posted 8 Maio, 2009 at 18:13 | Permalink

    O “i” tem que comer muita “mais(l)ena”…

  5. Posted 8 Maio, 2009 at 18:50 | Permalink

    Comprei o nº 1.
    Ficou-me de emenda.

  6. Posted 8 Maio, 2009 at 19:10 | Permalink

    Não li o nº1, folheei o nº2. Achei agradável. A entrevista a Soares dos Santos, do grupo Jerónimo Martins, é excelente. Está disponível online aqui:
    http://www.ionline.pt/content/3573-soares-dos-santos-o-pais-nao-tem-um-bom-governo

  7. Anónimo
    Posted 8 Maio, 2009 at 19:35 | Permalink

    Eu acho que tem futuro.

    Bem feito e umas cores apresentavel

    o CAA é seu comprador, logo é sucesso.

    Então, sou comprador, espero que ele edite em chinês

  8. Naa
    Posted 8 Maio, 2009 at 20:20 | Permalink

    Para a qualidade de alguns leitores, a qualidade do i até sobra.
    Mas é mesmo muito fraquinho.
    Apesar de termos uma fraca imprensa, nenhum dos existentes será pior.

  9. ordralfabetix
    Posted 8 Maio, 2009 at 20:21 | Permalink

    Também li. Gostei de algumas coisas, menos de outras. As entrevistas são boas. Com Obama no nº 1 ( a que tinha saído no NY Times no sábado, e está online) e a de Soares dos Santos.

    No quiosque onde compro os jorais fui informado que o distribuidor do Público estava ptreocupado com as vendas do I. Só de saber isso vou continuar a comprar por mais uns dias. O Público foi )é) o me jotrnal desde 81. Mas estou farto do JM Fernandes, que venera s Carlyle como o Emídio Rangel venera o Dias Loureiro.

  10. Posted 8 Maio, 2009 at 20:38 | Permalink

    Ordral,

    o distribuidor é que esteve preocupado ? Se houvesse preocupação por parte do Público, seria na administração….

    Ontem e hoje, no quiosque onde compro imprensa, sobraram muitos “i”s. E o “público-alvo” do novel diário é frequentado nesse quiosque….
    A moça desse posto de venda, disse-me hoje que clientes folhearam o jornal, e não o compraram.

  11. cálvaro unhal
    Posted 8 Maio, 2009 at 20:53 | Permalink

    O “I” poe vir a ser(dadas as boas relações)a “resposta” do governo ao Público.

  12. Posted 8 Maio, 2009 at 21:08 | Permalink

    11,

    “Teremos” então um órgão de comunicação tipo jornais e revistas “produzidas” pelo SNI como resposta à então oposição, e à Vida Mundial, ao Tempo e o Modo, à Seara Nova, ao Comércio do Funchal…
    Ou, um Jornal Novo…

  13. fb
    Posted 8 Maio, 2009 at 21:47 | Permalink

    a versão online, como a maioria do jornais portugueses, é patética. gostava de saber donde sacam os web designers. que lamentável.

  14. Paa
    Posted 8 Maio, 2009 at 22:10 | Permalink

    Bastava ter agradado ao CAA para podermos avaliar da qualidade da coisa…

  15. ordralfabetix
    Posted 8 Maio, 2009 at 22:37 | Permalink

    “o distribuidor é que esteve preocupado ? ”

    Certamente o distribuidor segui instruções do distribuído.

  16. Cuidado...
    Posted 9 Maio, 2009 at 06:13 | Permalink

    Presentemente, a maralha já usa papel higiénico.

  17. fura bundas
    Posted 9 Maio, 2009 at 13:57 | Permalink

    já te estás a fazer à avença ó funcionário público?


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