Desta lista de “intelligentses”, quantos serão, directa ou indirectamente, recebedores líquidos de impostos?
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Desta lista de “intelligentses”, quantos serão, directa ou indirectamente, recebedores líquidos de impostos?
17 Comentários
Artistas Plásticos contei sete.
Mas há lá mais artistas sem serem plásticos.
Mas que raio é que possuem contra quem apoia quem?!
Só os que apoiam Santana Lopes ou outro qualquer é que merecem respeito?
Estou à espera da lista de Santana, para contar os artistas plásticos e fazer um gráfico de barras.
# 3 se com os burros (o jamé, o corninhos, a sinistra) chegámos ao que chegámos, o que vai ser quando contarmos com os intelectuais, em especial se chamarem o professor morais?
E na lista dos 28, quantos serão? E, mais importante, quanto será?
Estas listas estão orçamentadas, ou aparecem no relatório de contas na parcela “outras despesas”???
Apoiantes do “poleirismo” há muitos…E da Democracia???
Acho estranho que na lista não haja nenhum árbitro.
É! São perto de 120 chulos do orçamento. As excepções confirmam a regra.
Há muitos a comerem na manjedoura do Estado, da autarquia… E outros que têm esperanças de provarem o ‘repasto’…
Que significa isso do “indirectamente”? Se um deles trabalhar num museu ou num ministério, cai no rol? Por amor de deus….
E para integrar-se esta lista, há-de ser preciso, para além de inteligentse, ser-se muito palerma, senhores, que parece que essa gente se julga na posse de 20, 25 votos por cabeça, à benfifiquista (chi lo sa?), como se em democracia não valesse tanto o vota da ti maria do canto como o do zé tenor do verdete. Mas já é sina deste Portugal, da Lisboa, melhor dito, lambe-botas de tachistas.
Defina “recebedor liquido de impostos”.
Miguel Madeira,
“Defina “recebedor liquido de impostos”.”
Todos aqueles cujos rendimentos provêm maioritáriamente dos orçamentos públicos.
E quantos da lista são benfiquistas?
Aí é que a porca torce (ou será troce?) o rabo.
>>Defina “recebedor liquido de impostos”.
> Todos aqueles cujos rendimentos provêm maioritáriamente dos orçamentos públicos.
Não sei se concordo muito com essa definição:
Exemplo 1 –
Um funcionário público que receba 1000 euros por més fazendo um trabalho que (em iguais circunstâncias contratuais, incluindo estabilidade profissional) seria pago no privado por 800 euros, e que paga mais 300 euros de impostos diversos.
Todo o seu rendimento provém de orçamentos públicos, mas para mim ele é um pagador liquido de impostos (paga 300 de imposto e recebe 200 de “subsidio implicito”)
Exemplo 2 –
Alguem que trabalha no sector privado, onde recebe 700 euros; recebe mais 300 euros de um subsidio qualquer, e paga 200 euros de impostos
A maioria do seu rendimento provém do sector privado, mas parece-me claramente um “recebedor liquido de impostos”
Admito que o exemplo 1 possa ser controverso (já que pode haver quem considere que todo o ordenado – e não apenas a diferença face ao que receberia no privado – deve contar como valor recebido); o 2 penso que é incontestável.
Miguel Madeira,
Independentemente de todos os milhentos exemplos concretos que se possam apresentar, a tese central é esta: os impostos pagos pelos funcionários públicos ou outros dependentes do orçamento são suficientes para lhes pagar o salário? Se tal não acontecer, estamos perante recebedores líquidos de impostos.
Como excepções, eu veria determinados organismos públicos, com autonomia financeira e que vivem exclusivamente dos serviços que prestam e admitindo que estes são adquiridos pelo mercado pela sua utilidade intrínseca e não de forma compulsiva.
Um dos mais “illuminatiis” e inteligentes apoiantes de Costa já se “orientou”
“José Saramago, Nobel da Literatura, anunciou esta sexta-feira o apoio à recandidatura do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa (PS), nas eleições autárquicas com data marcada para 11 de Outubro.
José Saramago fez as declarações na Câmara de Lisboa durante a assinatura de um protocolo para a produção de um filme sobre a relação entre José Saramago e Pilar del Rio, que tem como título provisório de «União Ibérica». A Câmara de Lisboa vai apoiar com 30 000 euros a produção do documentário sobre a relação entre o Nobel da Literatura José Saramago e a mulher, Pilar del Rio.
Na cerimónia de assinatura do protocolo, Saramago agradeceu ao presidente da autarquia, António Costa, a sua «boa vontade» relativamente ao filme”