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	<title>Comentários em: A propósito</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: K2ou3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[K2ou3]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 21:42:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A concorrencia está fraca!.

http://www.youtube.com/watch?v=Tt0xxAMTp8M]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A concorrencia está fraca!.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Tt0xxAMTp8M/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Por: K2ou3</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163861</link>
		<dc:creator><![CDATA[K2ou3]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 19:30:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A concorrencia está fraca.]]></description>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163828</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 15:19:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;i&gt;Basta alguém ir a locais como a Mem-Martins (arredores de Lisboa). A instalação de grandes superfícies é de doidos. Feira-Nova, Pingos-Doce (dos grandes, não dos pequenos, são vários), Lidl’s, Modelos, etc. E praticamente lado a lado uns dos outros.&lt;/i&gt;

Eu conheço um pequeno bairro nessa zona, que apesar de ser subúrbios, tinha uma vida muito agradável. Mercado, um excelente clube de vídeo, uma loja peixe congelado, 2 cafés/pastelarias, loja de brinquedos, tabacaria, etc. De há 2 ou 3 anos para trás tem vindo a fechar uns atrás dos outros. Qualquer dia até para comprar a merda de um jornal ou um maço de tabaco um gajo tem que fazer 10km para ir a um centro comercial.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Basta alguém ir a locais como a Mem-Martins (arredores de Lisboa). A instalação de grandes superfícies é de doidos. Feira-Nova, Pingos-Doce (dos grandes, não dos pequenos, são vários), Lidl’s, Modelos, etc. E praticamente lado a lado uns dos outros.</i></p>
<p>Eu conheço um pequeno bairro nessa zona, que apesar de ser subúrbios, tinha uma vida muito agradável. Mercado, um excelente clube de vídeo, uma loja peixe congelado, 2 cafés/pastelarias, loja de brinquedos, tabacaria, etc. De há 2 ou 3 anos para trás tem vindo a fechar uns atrás dos outros. Qualquer dia até para comprar a merda de um jornal ou um maço de tabaco um gajo tem que fazer 10km para ir a um centro comercial.</p>
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		<title>Por: Marafado de Buliquei-me</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163807</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marafado de Buliquei-me]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 13:31:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Queria dizer, Bul, Imunda ... !!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queria dizer, Bul, Imunda &#8230; !!</p>
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		<title>Por: Marafado de Buliquei-me</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163806</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marafado de Buliquei-me]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 13:29:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ponham a Bulimunda em Topless numa loja cá do meu bairro e vão ver a quantidade de gajos a fazer fila pra comprar... o que houver !!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ponham a Bulimunda em Topless numa loja cá do meu bairro e vão ver a quantidade de gajos a fazer fila pra comprar&#8230; o que houver !!</p>
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		<title>Por: Paulo Nunes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163800</link>
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 12:44:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O desaparecimento cada vez mais acentuado do mercado tradicional pode ser visto do ponto de vista económico e do ponto de vista social. 

Do ponto de vista da economia, são as leis de mercado a funcionar. Não há nada a apontar. O mais forte e mais eficiente ganha. 
Este ganho é do ponto de vista do comerciante, claro, porque do ponto de vista do estado, este só tem a perder, uma vez que grande parte das suas receitas fiscais não vem das grandes superfícies e sim do pequeno e médio comércio.

Do ponto de vista social (e não estou a falar de socialismo), uma sociedade sustentável é uma sociedade equilibrada. O comércio tradicional é a base de sustento de milhares de pessoas, pessoas essas que, ao perderem as suas fontes de rendimentos, não poderão ser absorvidas pelos grandes hipermercados (devido a vários factores, como quantidade de pessoas, idade, etc).

Basta alguém ir a locais como a Mem-Martins (arredores de Lisboa). A instalação de grandes superfícies é de doidos. Feira-Nova, Pingos-Doce (dos grandes, não dos pequenos, são vários), Lidl&#039;s, Modelos, etc. E praticamente lado a lado uns dos outros. E o que acontece com os pequenos comerciantes? Estão completamente &quot;enrascados&quot;.
O mesmo se passa em Reguengos de Monsaraz. Num espaço de tempo curto já abriram Pingo-Doce, Três Mosqueteiros, Lidl e Modelo. Com excepção do Modelo, todos ao lado uns dos outros. E praticamente dentro de Reguengos. Resultado? Muitos estabelecimentos de comércio tradicional já a fechar. 

Socialmente, este tipo de facilitismo de instalação de grandes superfícies leva a situações desesperantes, porque se para uma pessoa mais jovem já é difícil arranjar emprego, para uma pessoa mais velha é praticamente impossível, ainda mais em meios mais pequenos.

Economicamente, e do ponto de vista do estado e arrecadação de receitas, basta ver que as grandes superfícies aumentaram as suas margens de lucro desde o ano passado. No entanto, as receitas do estado diminuiram cerca de 20%. A isto não é alheio o facto do pequeno comércio estar todo a fechar. Conclusão: Não são as grandes superfícies que dão dinheiro ao estado, mas sim os pequenos comerciantes. No entanto, são as grandes superfícies as protegidas e beneficiadas por esse mesmo estado. Não se percebe.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O desaparecimento cada vez mais acentuado do mercado tradicional pode ser visto do ponto de vista económico e do ponto de vista social. </p>
<p>Do ponto de vista da economia, são as leis de mercado a funcionar. Não há nada a apontar. O mais forte e mais eficiente ganha.<br />
Este ganho é do ponto de vista do comerciante, claro, porque do ponto de vista do estado, este só tem a perder, uma vez que grande parte das suas receitas fiscais não vem das grandes superfícies e sim do pequeno e médio comércio.</p>
<p>Do ponto de vista social (e não estou a falar de socialismo), uma sociedade sustentável é uma sociedade equilibrada. O comércio tradicional é a base de sustento de milhares de pessoas, pessoas essas que, ao perderem as suas fontes de rendimentos, não poderão ser absorvidas pelos grandes hipermercados (devido a vários factores, como quantidade de pessoas, idade, etc).</p>
<p>Basta alguém ir a locais como a Mem-Martins (arredores de Lisboa). A instalação de grandes superfícies é de doidos. Feira-Nova, Pingos-Doce (dos grandes, não dos pequenos, são vários), Lidl&#8217;s, Modelos, etc. E praticamente lado a lado uns dos outros. E o que acontece com os pequenos comerciantes? Estão completamente &#8220;enrascados&#8221;.<br />
O mesmo se passa em Reguengos de Monsaraz. Num espaço de tempo curto já abriram Pingo-Doce, Três Mosqueteiros, Lidl e Modelo. Com excepção do Modelo, todos ao lado uns dos outros. E praticamente dentro de Reguengos. Resultado? Muitos estabelecimentos de comércio tradicional já a fechar. </p>
<p>Socialmente, este tipo de facilitismo de instalação de grandes superfícies leva a situações desesperantes, porque se para uma pessoa mais jovem já é difícil arranjar emprego, para uma pessoa mais velha é praticamente impossível, ainda mais em meios mais pequenos.</p>
<p>Economicamente, e do ponto de vista do estado e arrecadação de receitas, basta ver que as grandes superfícies aumentaram as suas margens de lucro desde o ano passado. No entanto, as receitas do estado diminuiram cerca de 20%. A isto não é alheio o facto do pequeno comércio estar todo a fechar. Conclusão: Não são as grandes superfícies que dão dinheiro ao estado, mas sim os pequenos comerciantes. No entanto, são as grandes superfícies as protegidas e beneficiadas por esse mesmo estado. Não se percebe.</p>
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		<title>Por: PedroL</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163792</link>
		<dc:creator><![CDATA[PedroL]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 12:18:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reparei agora que existem outros comentários feitos por outro Pedro.
Assim os comentários 27, 28 e 37 são da minha autoria (PedroL) e não do outro Pedro que comentou este post.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reparei agora que existem outros comentários feitos por outro Pedro.<br />
Assim os comentários 27, 28 e 37 são da minha autoria (PedroL) e não do outro Pedro que comentou este post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: bulimunda</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163789</link>
		<dc:creator><![CDATA[bulimunda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 11:20:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ponham gaijas e gaijos  de roupa interior nas lojas do comércio tradicional e vão ver se o negócio não aumenta...porque no fim de contas como diria o Freud é o libido que nos faz decidir...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ponham gaijas e gaijos  de roupa interior nas lojas do comércio tradicional e vão ver se o negócio não aumenta&#8230;porque no fim de contas como diria o Freud é o libido que nos faz decidir&#8230;</p>
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		<title>Por: Piscoiso</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163788</link>
		<dc:creator><![CDATA[Piscoiso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 11:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Repare bem nas caras dos comerciantes tradicionais e vai ver que os encontra nos hipers, abastecendo-se para venderem na loja.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repare bem nas caras dos comerciantes tradicionais e vai ver que os encontra nos hipers, abastecendo-se para venderem na loja.</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/07/18/a-proposito-9/#comment-163787</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 11:07:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[João Sebastião,

Ainda bem que o mercado perto de si tem essas «mais-valias» todas. Provavelmente se não as tivesse, estaria às moscas como os restantes.
Se os produtos são mais baratos do que nos hipers, como afirma, isso é a prova definitiva que não existe qualquer concorrência desleal entre os hipers e os mercados tradicionais.
Aliás, pelo que escreve, os mercados tradicionais não devem temer os hipers, dado terem uma oferta superior, pelo que não sei de onde aparecem aquelas queixas todas dos comerciantes tradicionais...
Fantástico é existir três caixas ATM perto do mercado, nada mais emocionante do que isso, ter dezenas de pessoas nas filas para levantar dinheiro cada vez que fazem uma compra no mercado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Sebastião,</p>
<p>Ainda bem que o mercado perto de si tem essas «mais-valias» todas. Provavelmente se não as tivesse, estaria às moscas como os restantes.<br />
Se os produtos são mais baratos do que nos hipers, como afirma, isso é a prova definitiva que não existe qualquer concorrência desleal entre os hipers e os mercados tradicionais.<br />
Aliás, pelo que escreve, os mercados tradicionais não devem temer os hipers, dado terem uma oferta superior, pelo que não sei de onde aparecem aquelas queixas todas dos comerciantes tradicionais&#8230;<br />
Fantástico é existir três caixas ATM perto do mercado, nada mais emocionante do que isso, ter dezenas de pessoas nas filas para levantar dinheiro cada vez que fazem uma compra no mercado.</p>
]]></content:encoded>
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