O PREC explicado

«E o Carlos [Tê] nessa altura era o quê: maoísta, trotskista, marxista-leninista?
Não fazia a mínima ideia do que isso queria dizer, mas ia atrás. Um dizia «vamos» e a gente ia, as raparigas mais bonitas eram trotskistas, a gente ia, as boazonas eram maoístas, a gente ia. É nesse sentido que digo que o PREC foi brilhante.» (NM)

28 Comentários

  1. fernando antolin
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:33 | Permalink

    O PREC no Porto deve ter sido diferente… as maoístas,trotskas e restantes istas eram feias de fugir,o melhor daquele tempo estava no PPD.Palavra !!

  2. Anónimo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:41 | Permalink

    Agora deve acontecer o mesmo nas juventudes Etão ali para fazer parte do grupo

  3. anti-comuna
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:44 | Permalink

    Esqueceu-se da ganza, o gajo. Porque a ganza também dava à esquerda o seu lado kitsch. Hoje ainda dá. lolololol

    anti-comuna

  4. Falcão peregrino
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:45 | Permalink

    Com gajas bonitas e pouco retrógradas muito engates foram feitos nas MRPP´s pela tropa da altura.Como em todas as regras a excepção deve ter sido a Ana Gomes…

  5. Anónimo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:51 | Permalink

    Se calhar não é por isso que andam por aí muitos jovens armados em monárquicos todos queques ou atrás do pp e jsd ou js?
    É só festa

    E depois falam do prec

  6. Falcão peregrino
    Posted 11 Outubro, 2009 at 15:53 | Permalink

    No PREC na praça do Giraldo em Évora 2 meninas boazonas decidiram a determinada altura meter uma banca CDS.Imaginem…intervenção para manter a ordem democrática.As 2 meninas boazonas rodeadas de tropa e policia e o pessoal “trabalhador” todo ameaçador em volta a tentar acabar com a “provocação”.Avisados para dispersarem nada… passados os minutos dados granadas que faziam chorar e uns tiros não tanto para o ar que ainda hoje seria capaz de mostrar alguns resquícios estilo parlamento da alemanha.No fim um mar de sapatos abandonados e as meninas por ausência de clientela foram-se embora.Ganhou o Estado de direito…

  7. JOSE MANUEL VIEIRA
    Posted 11 Outubro, 2009 at 16:26 | Permalink

    Alguns comentadores deste blog no altura do PREC ainda não tinham nascido.

  8. Posted 11 Outubro, 2009 at 16:44 | Permalink

    o que eu queria agora era um PREC no pão…

    eish\o/

  9. Anónimo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 16:56 | Permalink

    e as gajas da liga que não usavam soutien

  10. Pedro Oliveira
    Posted 11 Outubro, 2009 at 17:04 | Permalink

    Olha que conheci a Ana Gomes em 1975 e não era nada de deitar fora… Depois não sei o que lhe aconteceu… Deve-se ter aburguesado :)

  11. jorge paulo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 17:08 | Permalink

    #1 É verdade, o melhor daquele tempo estava no PPD, e tinham a vantagem de cheirarem bem, porque a rapaziada da estrema-esquerda, não se lavava, e além disso, nem rapavam os sovacos! era cá um cheirete; mas quando se tem 20 e poucos anos, tudo o que vem (vinha) à rede, é peixe.
    #6 Essa história de Évora tem muito que se lhe diga; foi nessa altura que os da UDP que pensavam que eram os donos da Praça do Giraldo, começaram a levar umas chapadas, e os do PC foram a seguir; pode-se dizer de uma perspectiva histórica, que o fim do PREC no Alentejo começou ali, nesse dia.

  12. Posted 11 Outubro, 2009 at 17:31 | Permalink

    Pois. As gajas de esquerda eram feias, mas abriam-se mais depressa…
    Eheheheheheh

  13. Posted 11 Outubro, 2009 at 17:38 | Permalink

    Pois. As gajas de esquerda eram feias, mas abriam-se mais depressa…

    Ainda hoje é assim, só melhoraram no visual, o melhor exemplo é a Luciana Abreu.

  14. jorge paulo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 17:58 | Permalink

    Um bom exemplo da esquerda mais radical no feminino, é a Joana Amaral Dias, mas é pena que não consiga debitar uma ideia que não seja um chavão da estrema esquerda; um bom exemplar da esquerda caviar; é só olhar prós trapinhos que a menina usa, para se ver que aquilo não tem nada a ver com a classe operária. Quanto ao resto não sei.

  15. Anónimo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 18:04 | Permalink

    O resto enche as mãos, que a boca não chega.

  16. Pifas manda dizer
    Posted 11 Outubro, 2009 at 18:08 | Permalink

    desculpe foi engano, pensei que era o Blasfémias. se bem que já me tinham dito que as coisas se tinham abandalhado completamente por estes lados.

  17. Anónimo
    Posted 11 Outubro, 2009 at 18:09 | Permalink

    #11 – “…não se lavava, e além disso, nem rapavam os sovacos! era cá um cheirete…”

    não percebes nada de queijo

  18. Pinto
    Posted 11 Outubro, 2009 at 18:23 | Permalink

    Carlos [Tê]: O PREC é um dos momentos gloriosos da nossa história, não propriamente pelo que se passou, mas pela forma picaresca como se passou. Acho que era o Woody Allen que dizia que a comédia é tragédia mais tempo. O PREC é isso (…) e lembro-me de que um desses pequenos grupos de esquerda queria assaltar a quinta e transformá-la numa comuna. Andaram a discutir planos e tudo. Foram momentos únicos na vida das pessoas (…) Havia alguns que pensavam que sabiam, que eram os líderes, mas eles próprios estavam agarrados a ideias que tinham sessenta anos, viviam no tempo dos bolcheviques, e isso também é extraordinário, era como se estivéssemos na Revolução de Outubro

    Não esqueçamos as palavras de Wiesel, a propósito do nazismo: “talvez a educação superior tenha colocado demasiada ênfase em ideias abstractas e pouca ênfase na humanidade”.

  19. Posted 11 Outubro, 2009 at 18:34 | Permalink

    Quanto ao resto não sei.

    Nem eu, mas dá para imaginar e deve ser seis estrelas.

  20. lucklucky
    Posted 11 Outubro, 2009 at 19:03 | Permalink

    Mais um que chama “Revolução de Outubro” ao Golpe Bolchevique.

  21. Posted 11 Outubro, 2009 at 19:08 | Permalink

    Mas em geral não são as mulheres dos ricos, as burguesas, que são mais atraentes? Não valia mais ter sido da reacção? As mulheres dos ricos não precisam de trabalhar, conservam-se melhor: ou seja são bonitas porque são ricas. E os ricos, como são ricos, escolhem as mulheres que têm mais procura, no mercado do sexo e do casamento: as bonitas e as boas. Ou seja, as mulheres dos ricos também são ricas porque são bonitas.

  22. Posted 11 Outubro, 2009 at 19:14 | Permalink

    Continuando o meu raciocínio. Se as mulheres bonitas se casam com os ricos, vão provavelmente ter filhos e filhas bonitas. Além disso, se as mulheres feias ficam reservadas para os pobres, também hão-de ter filhos feios. E como bem se sabe, as pessoas tendem a casar-se na sua classe. Conclusão: os pobres ficam cada vez mais feios, e os ricos ficam cada vez mais bonitos.

    Há aí desigualdades inaceitáveis. O governo tem de intervir. Quem sabe, talvez um cheque-cirugia-plástica possa remediar a situação?

  23. Posted 11 Outubro, 2009 at 19:15 | Permalink

    É por isso que eu gosto muito de ser rico, saudável e bonito.
    Acho que sempre é melhor que ser pobre, doente e feio.

  24. Bom Senso
    Posted 11 Outubro, 2009 at 19:18 | Permalink

    .

    Foi uma época que contribuiu muito para o progresso da sida. Aliás, continua a contribuir Se naquela altura já se abria tudo à balda, desde então foi um ver se te avias. Havia para todos os gostos: feias e bonitas, gordas e magras, todas a abrir as pernas e hoje a festa e fartura continua.
    Sem esquecer, claro, os paneleiros…

    Nuno

  25. Eduardo F.
    Posted 11 Outubro, 2009 at 20:01 | Permalink

    Não vale a pena tentar explicar os anos de 74/75 a quem não os viveu em idade “consciente”.

    Carlos Tê, meu contemporâneo, está muito provavelmente a brincar um pouco nesta entrevista. Mas, enfim, nem todos terão vivido aqueles tempos da mesma maneira. Quanto a mim, a leitura que faço daquela época, é muito mais politicamente engajada que sexualmente relevante. Já tinha passada a época do «Make Love Not War».

  26. Será?
    Posted 11 Outubro, 2009 at 20:04 | Permalink

    Boas eram as gajas do MRPP. Não usavam soutien. Era uma categoria.

  27. Draguinho
    Posted 12 Outubro, 2009 at 19:23 | Permalink

    “…as raparigas mais bonitas eram trotskistas”.
    P´ra ondé q’elas foram?

  28. Pedro Oliveira
    Posted 13 Outubro, 2009 at 01:40 | Permalink

    Dar aulas.


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