Indigno!

A recuperação do projecto de criação da CEP – Confederação Empresarial Portuguesa, na qual se agregassem as duas grandes associações industriais (AEP e AIP), e que de seguida visse a federar as demais confederações empresariais sectoriais, para se tornar um interlocutor mais forte, não é ideia que seja por si mesma má, em termos de influência e capacidade política negocial.

Mas uma coisa será a criação de uma confederação, com um fim especifico de peso e negociação/representação política, mas no qual as entidades que a compõem manteriam a sua autonomia em tudo o resto. Outra, totalmente distinta, é o anunciado projecto de fusão entre as duas entidades instituidoras, a AEP e a AIP, visando também «integrar todos os serviços e áreas de negócios da AIP e da AEP, nomeadamente as câmaras de comérciome indústria e os parques e feiras». Trata-se de uma das mais estapafúrdias e nocivas ideias alguma vez lançada por uma entidade relevante do norte! Em primeiro lugar, tal fusão de serviços e feiras trará uma diminuição da saudável concorrência que os empresários deveriam saudar e mesmo fomentar, a todos os níveis.

Em segundo, e muito mais grave, com a anunciada criação da CEP com sede em Lisboa e transformação da AEP em «delegação principal» no Porto, trata-se de um acto, como alguns leitores da Baixa do Porto já bem assinalaram, de traição aos interesses do norte. Num momento em que todos estarão de acordo que as saídas dos principais centros de decisão de relevantes empresas e instituições  para Lisboa foram a causa do definhamento de influência e mesmo de fixação de quadros, vai-se entregar de mão-beijada uma associação com 160 anos e todo o seu peso a Lisboa? Acredita a AEP que o prato de lentilhas que será a presidência da nova instituição, será suficiente para evitar a futura drenagem de recursos humanos, eventos, património, capacidade negocial, para o ralo lisboeta? Não sendo os dirigentes da AEP certamente ingénuos, apenas se pode compreender tal proposta por terem conduzido a AEP a uma situação de total falência e é a constatação da cedência em toda a linha, num acto contrário ao historial e ao presente interesse da região. Espera-se, melhor, exige-se, que os associados da AEP recusem prontamente tal ignóbil proposta.

(excelente imagem/caricatura tirada da BdP)

47 Comentários

  1. Posted 16 Outubro, 2009 at 15:58 | Permalink

    Muito bem, Gabriel. A experiência diz-nos que as chamadas fusões/consolidações só têm reforçado o centralismo.

  2. alambanzado
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:01 | Permalink

    Abaixo a regionalização !!

  3. O Puto Novo no Bairro
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:11 | Permalink

    O PS é um partido ténia, o PSD um partido ténis : os dois em apneia democrática – um tem excesso de líder, o outro excesso de falta de líder.
    Estão um bem para o outro, dir-se-ia. Na realidade, o PM é ex-militante do PSD. Pode ser, que segundo as leis das osmoses políticas, um ex-militante do PS venha a pontificar no PSD.

    meanwhile, desfruto a confusão.

  4. Marafado de Buliquei-me
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:16 | Permalink

    O capitalismo da tanga …. portuga manhoso etc… e tal…
    Quando convém….. reguinalizar……….. quando não convém…….
    Centralizar……….. !!!
    Porque regionalizar só é bom pró Jardim dos copos !

  5. O Puto Novo no Bairro
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:19 | Permalink

    Dado o paternalismo imperante em Portugal o chefe de um partido tende a ser o chefe de família de cada família portuguesa. Esta confusão de papéis tem dado lucros ao “imago” presidencial também, misto de Pai supremo e chefe de todas as famílias.

    Neste momento, divisiva figura, o PM advoga a entrada dos gays no seio da família democrática e da outra tout court. Ele quer~se como chefe de todas as novas e putativas famílias gays, que como é sabido, são esteréis, por mais voltas que lhes dêem.

    Então o diálogo hodierno está complexo: há dois chefes de família, o da procriativa e o da estéril. Mas como a tendência dos tempos é nitidamente o hedonismo, a família estéril terá exponencialmente mais aderentes, quer do sexo vegetariano quer do outro, o antigo, hetero.

  6. Falcão peregrino
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:22 | Permalink

    Que o PPC entre a matar!

  7. Falcão peregrino
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:24 | Permalink

    Abaixo o liberalismo!Abaixo a independência empresarial!Abaixo o empreendedorismo!Carago nós não madamos nada?

  8. Lisboeta
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:30 | Permalink

    Quer dizer, a sede dessa coisa ser em Lisboa é mau, mas se fosse no porto já era bom.

    Eu já aqui disse : peçam a puta da independência, larguem-nos a barguilha, e juntem-se aos galegos, ou mandem-se ao mar, façam o que quiserem.

    Já estou cheio do “Norte”, dos “Interesses do Norte”, dos “Homens do Norte”, e do raio que os partam.

    A AIP sempre teve sede em Lisboa, e não vejo porque diabo há-de Lisboa abdicar disso.

    Eu queria era ver os autarcas e dirigentes da Região de Lisboa responderem à letra, de preferência curto e grosso, a todos os bimbos que em bicos de pés se põem a dar uma machos sempre que há um investimento no Sul, particularmente em Lisboa.

  9. Pi-Erre
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:36 | Permalink

    “Trata-se de uma das mais espatafúrdias e nocivas ideias alguma vez lançada por uma entidade relevante do norte!”

    Vá lá, vá lá, a ideia é apenas “espatafúrdia”. Se fosse estapafúrdia é que era mesmo má…

  10. Marafado de Buliquei-me
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:36 | Permalink

    Não digam isso !!!
    Eles, ( os do Norte ) até querem um TGV do Porto a Vigo, que são prái uns 750 KM .

  11. Jorge Silva
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:41 | Permalink

    Tanto palavreado´só porque a sede é em Lisboa. Façam duas sedes e a do Porto até pode ter dois andares.

  12. Pi-Erre
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:41 | Permalink

    Talvez fosse melhor porem a sede em Badajoz, com delegações em Lisboa e Porto.
    Está bem assim?

  13. O Puto Novo no Bairro
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:43 | Permalink

    Sócrates vai sofrer nova metamorfose: depois de homem rígido, austero, e inflexível – o animal feroz vai ter que se transformar em homem-pêndulo, inclinado para à esquerda, inclinado para à direita, conforme e consoante.

    E assim vamos ter um PS de direita e um PS de esquerda, ao sabor dos contextos.

    triunfo do golpe de rins, ou do oportunismo politico? O que Mário Soares chama “golpe de rins” no fundo é uma metáfora bonita do oportunismo político, que vai ter que voltar a ser praticado. Ou seja, o PS volta à Casa do Pai, às origens, ao golpismo de rins. ao movimento pendular consoante e conforme.

    Se o PSD não se consegue libertar por mais que tente do fantasma de Cavaco, o PS tem o mesmo problema com a figura tutelar, nunca mais se livra de Soares.

    Fim do socratismo, portanto. Fim do episódio selvagem de viv~encia á direita e discursata à esquerda. Ajuízado, ou melhor dito domesticado pelos últimos resultados eleitorais, o discípulo amado segue os cadernos do Pai.

  14. anónimo
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:48 | Permalink

    essas associações são boas e duram enquanto servem os interesses de quem as dirige. quando esgota o plafond e a dívida é muito grande, acordo governamental e partem para outra. pagam os mesmos e queixam-se os outros.

  15. Marafado de Buliquei-me
    Posted 16 Outubro, 2009 at 16:48 | Permalink

    AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH !!
    Depois o de Coimbra também iriam querer…………….!

    Cambada de portugas, que não há quem os ature !

  16. Souto Mayor
    Posted 16 Outubro, 2009 at 17:02 | Permalink

    e de Aveiro a Salamanca, para comprar caramelos

  17. Posted 16 Outubro, 2009 at 17:02 | Permalink

    “Eles, ( os do Norte ) até querem um TGV do Porto a Vigo, que são prái uns 750 KM.”

    Nopes, ficamos muito satisfeitos com o alfa-pendular que está previsto. Por nós, fazia-se o mesmo em Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto.

  18. Carlos Lacerda
    Posted 16 Outubro, 2009 at 17:06 | Permalink

    Porque é que há tanta gente parva a comentar neste blog?

  19. Erik
    Posted 16 Outubro, 2009 at 17:14 | Permalink

    A diferença, é que se fosse ao contrário ninguém em Lisboa ligava.
    A uma escala diferente fazem lembrar os meus colegas da delegação do Porto, sempre a compararem o número de lojas dos shoppings com o Colombo, se os nossos jardins são tão grandes como os do Porto e se nós temos os mesmos concertos que têm lá. Que raio de complexo.

    Só partindo do princípio que em Lisboa são uns malandros e no Porto é que se trabalha bem, é que a crítica faria algum sentido. As coisas deixam de prestar só por deixarem de ser do Porto. Mourinho incluído.

  20. Marafado de Buliquei-me
    Posted 16 Outubro, 2009 at 17:29 | Permalink

    Carlos Lacerda disse
    16 Outubro, 2009 às 5:06 pm

    Porque é que há tanta gente parva a comentar neste blog?

    Faltava cá um parvo.
    AGORA , ISTO TÁ COMPLETO !

  21. Alexandre
    Posted 16 Outubro, 2009 at 17:35 | Permalink

    Não é à AEP que o Rio quer “dar” o Palácio de Cristal?

  22. Posted 16 Outubro, 2009 at 17:51 | Permalink

    “A diferença, é que se fosse ao contrário ninguém em Lisboa ligava.”

    Como é que sabe? Nunca é ao contrário.

    Deixe estar que tenho um amigo lisboeta que mal chegou ao Porto quis confirmar se a avenida da boavista tinha mesmo 7kms…

    E não se recorda da indignação de Fernando Rosas perante a instalação do Centro Português de fotografia no Porto, que protestou por escrito contra a maçada que era ter de se deslocar ao Porto sempre que precisasse de consultar os seus arquivos fotográficos…

    Ou ainda a recente fusão da API e do ICEP. Declarou-se que a API iria absorver o ICEP mas…mudou-se logo a sede para Lisboa.

    Ninguém aqui está a comparar se Lisboa tem maior ou não. O que se diz é que não faz sentido vender uma instituição nortenha em troca de uma presidência temporária em Lisboa (que em nada beneficia o Norte).

    E além disso, Lisboa não tem tanta falta de organizações locais que alertem para os problemas da região. O governo está em Lisboa, já sabe quais são os problemas.

  23. Seneca
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:00 | Permalink

    Os parvalhões do eixo lisboa-cascais olhem as coisas do Norte como regionalistas e perigosas para o país.
    Já o centralismo é a mão do céu, o paraíso dos panascas.
    Não percebem que este país já não existe. HÁ ÓDIO E RACISMO DE LISBOA FACE AO PORTO. Qualquer decisão que beneficie o Porto e o Norte é porque há colagens à podridão.
    Já o que se passa em lisboa é “normalíssimo”.
    Um dia, breve, quando se perceber que estes milhares de institutos sediados em lisboa, que albergam uns milhares de gestores e todas as mordomias, como carros pagos, gasolinas pagas, prémios de desempenho e toda a merda associada, quando os jovens do norte só conseguirem emprego em lisboa, pode ser que finalemte esta merda de país se desmembre e finalmente, os lisboetas fiquem com o deserto e os nortenhos, com a independência dos mouros colonialistas.

  24. regionalista
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:15 | Permalink

    a polémica da Maitê só existe, porque ela gravou em lisboa, porque se gravasse no Porto, nenhum média fazia o que fez.
    ignorava, e talvez ainda acrescentasse.
    como foi em lisboa, estão todos com dores de parto.

  25. jorge paulo
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:30 | Permalink

    O Norte em geral, e o Porto em particular, estão-se a deitar na cama que andaram a fazer nos ultimos 20 e tal anos. É verdade que o Norte já foi o motor da economia deste País; mas quando uns poucochinhos quiseram ficar com o fruto do trabalho da grande maioria, e começaram e montar pequenas fábricas em tudo o que era garagem, e vão de escada pondo lá dentro crianças a trabalhar 12 e 14 horas por dia, para comprarem Ferraris, e mandarem construir mansões com 1200 m2, em vez de, como fizeram alguns, muito poucos investirem na formação dos seus trabalhadores, e na tecnologia dentro das suas empresas, ( apesar da crise, a grande maioria destes ultimos ainda sobrevivem, e agora vão aproveitar o crescimento economico para andarem para a frente,)o destino do Norte estava traçado: os chicoesportos ficaram cheios de dinheiro, mas as empresas fecharam, e atiraram centenas de milhar de pessoas para o desemprego, que na maior parte dos casos, é irreversivel. Já não há sapatos, meias, fatos ou mobilias que lhes valha. E agora vão fazer o quê? Depois das megalomanias da exponorte cujos pavilhões nunca enchiam, foram gastar, ainda mais milhões que não tinham em Vila da Feira. Agora, só lhes resta virem ao beija-mão à Capital, e o PS está-se a encarregar de lhes tirar o resto dos fundos comunitários a que tinham direito, para gastar na região mais rica do País: Lisboa, e Vale do Tejo. Quero para terminar, deixar claro duas coisas: não sou de esquerda, nem sou do Norte.

  26. Pi-Erre
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:31 | Permalink

    O que chateia os tripeiros é que Lisboa tem um porto e o Porto não tem nenhuma lisboa.

  27. Severo Guimaraes
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:36 | Permalink

    Portugal é um país lindo,com paisagens lindas, tem um grande defeito.
    È habitado por portugueses.

  28. LAMP
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:44 | Permalink

    Só uma comentário,

    AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

  29. Posted 16 Outubro, 2009 at 18:47 | Permalink

    apenas se pode compreender tal proposta por terem conduzido a AEP a uma situação de total falência

    Então os fulanos de Lisboa vão recuperar uma coisa que está falida e vocês ainda são mal-agradecidos?

  30. lucklucky
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:55 | Permalink

    Não sei qual a surpresa.
    A vinda para Lisboa é um corolário natural do Estado Social-Corporativo que os sucessivos Governos Social(istas) têm construido – e com a ajuda de muitos Portistas e pessoas do Norte.
    Estar mais próximo do Governo faz sentido num Estado Socialista, uma vez que quantos mais Impostos mais poder tem o Governo, e neste país é quase uma condição necessária para proteger a riqueza existente ou vir a ser rico ter contactos no Governo qualquer que ele seja. É aí que está o dinheiro e os respectivos contratos…assim como leis amigáveis…

  31. Confucio
    Posted 16 Outubro, 2009 at 18:56 | Permalink

    Fonix, que horror!

  32. Pi-Erre
    Posted 16 Outubro, 2009 at 19:06 | Permalink

    O Alberto João Jardim é que nos topa a todos.

  33. Posted 16 Outubro, 2009 at 19:16 | Permalink

    drenagem de recursos humanos, eventos, património, capacidade negocial, para o ralo lisboeta

    Então deixem-se ir no socialismo “da treta”:
    http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2009/10/16/o-socialismo-da-treta-e-o-aumento-da-pobreza-em-portugal

    e depois queixem-se…

  34. Anónimo
    Posted 16 Outubro, 2009 at 20:53 | Permalink

    Quá-quá!

  35. não estranho nem estranhar
    Posted 16 Outubro, 2009 at 21:49 | Permalink

    Não sei o quee aquela barrriga inchada vai parir. Quando isto rebentar, que o cheiro não chegue cá acima. Já basta o imperialismo de alguns comentários.

  36. Marcus Aurelius
    Posted 16 Outubro, 2009 at 22:13 | Permalink

    INDEPENDÊNCIA PARA OS SARRACENOS! DEIXEM O RESTO DO PAÍS EM PAZ! CHULOS DO CRL!

  37. lucklucky
    Posted 16 Outubro, 2009 at 22:38 | Permalink

    Mais um texto comido pelo Blasfémias…

  38. Confucio
    Posted 16 Outubro, 2009 at 23:26 | Permalink

    CEP, unicidade patronal! CEP, unicidade empresarial!

  39. Mr. Hyde
    Posted 16 Outubro, 2009 at 23:29 | Permalink

    Indisposição tripeira: espasmos abdominais e fluxo de ventre. Meteorismo.

  40. Euro2cent
    Posted 16 Outubro, 2009 at 23:40 | Permalink

    “Talvez fosse melhor porem a sede em Badajoz, com delegações em Lisboa e Porto.
    Está bem assim?”

    Boa ideia, mas eu sugeria Olivença. Cajadada, dois coelhos, etc.

    (Por acaso simpatizo com a ideia americana de pôr as capitais dos estados numa vilória no centro geográfico. Vão ver onde é a capital do estado de Nova Iorque, ou da California. Para não falar de Brasília.)

  41. per caso
    Posted 17 Outubro, 2009 at 02:02 | Permalink

    Quando virem/ouvirem desta treta “larguem-nos a barguilha”… na certa, é perorar lisboeta.

  42. per caso
    Posted 17 Outubro, 2009 at 02:10 | Permalink

    Falaram aí ‘socialismo’ “da treta”?

    Mas é “ralo e boeiro lisboeta”, numa palavra, sarjeta.

  43. N S F
    Posted 17 Outubro, 2009 at 03:46 | Permalink

    .

    Os chuchalistas têm que reunir com os trabalhadores do Norte e pedir ao Sócrates para os receber e convencê-lo que aquilo é lindo para ir todos passar um fim de semana a Madrid, pedindo uma audiência ao señor Zapatero (que não é engenheiro) a ver se S. Exa. anui ao projeco e fazem a instalação da primeira associação ficando já agendada novo mitin para programar outras novs instalações espalhada por Espña, la tierra de nuestros
    hermanos.

    Nuno

  44. Anónimo
    Posted 17 Outubro, 2009 at 03:48 | Permalink

    21#

    Esta redondamente enganado..só e simplesmente uma praça a cair aos pedaços..se nao sabe pesquize…

  45. SG
    Posted 17 Outubro, 2009 at 10:27 | Permalink

    Jorge Paulo #20:
    “… em vez de, como fizeram alguns, muito poucos investirem na formação dos seus trabalhadores, e na tecnologia dentro das suas empresas…”

    O problema é que em Lisboa são todos funcionários, ou do Estado, ou das multinacionais.. não consta que também tenham feito alguma coisa para progredirem.
    Por isso é que toda e qualquer intervenção do Estado em benefício da região de Lisboa e Vale do Tejo com dinheiros comunitários, além de ilegal, porque a região já atingiu o patamar em que não tem direito a eles, é injusta.

  46. Posted 19 Outubro, 2009 at 12:51 | Permalink

    “começaram e montar pequenas fábricas em tudo o que era garagem, e vão de escada pondo lá dentro crianças a trabalhar 12 e 14 horas por dia, para comprarem Ferraris, e mandarem construir mansões com 1200 m2, em vez de, como fizeram alguns, muito poucos investirem na formação dos seus trabalhadores, e na tecnologia dentro das suas empresas”

    Pois, o verdadeiro modelo de desenvolvimento é desviar impostos e fundos europeus para formações-fantasma em lisboa e comprar porsches e jaguares e moradias em cascais.

    Já agora, um ferrari não é um bem tão caro quanto isso. Não é mais que ter uma casa de férias ou um t3 no Porto (ou t2 em Lisboa). As moradias, construídas em terrenos próprios, também não custavam muito mais do que um T4 no Porto (ou T3 em Lisboa). O problema dos empresários não foi fazerem empresas em garagens suportadas em mão de obra barata. O problema é que os empresários tinham tantos estudos como os seus trabalhadores. Os empresários não se modernizaram por dois motivos: porque não sabiam como o fazer, e porque tinham maus hábitos de trabalho.lucros

  47. regionalista
    Posted 19 Outubro, 2009 at 18:16 | Permalink

    e diz o ministro mário lino, nos gatos fedorentos,: não houve até á data ministro que fizesse mais obras em lisboa do que eu.
    concordo perfeitamente.
    deveria era dizer,:
    não houve ministro, que fizesse mais obra em Portugal, do que eu.
    Se conseguirem dectectar a diferença, é porque conseguem, olhar para o país, se não, só vêem lisboa.


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