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	<title>Comentários em: Os Neoabistas.</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Mais 2%, talvez 3%&#8230; &#171; BLASFÉMIAS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-304155</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mais 2%, talvez 3%&#8230; &#171; BLASFÉMIAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 06:46:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] da passada Sexta-Feira. Que eles não compreendem muito bem a situação em que estamos metidos, já sabíamos. Mas mesmo depois de tudo o que aconteceu, Luís Delgado continua a acreditar que o PEC era mais do [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] da passada Sexta-Feira. Que eles não compreendem muito bem a situação em que estamos metidos, já sabíamos. Mas mesmo depois de tudo o que aconteceu, Luís Delgado continua a acreditar que o PEC era mais do [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A culpa é da Moodys &#171; BLASFÉMIAS</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-227669</link>
		<dc:creator><![CDATA[A culpa é da Moodys &#171; BLASFÉMIAS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:45:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Inconsciencialismo continua a fazer [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Inconsciencialismo continua a fazer [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Miguel</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-198013</link>
		<dc:creator><![CDATA[André Miguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:00:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E os novos Velhos do Restelo, quais profetas da desgraça, como se podem chamar? Neo-desgracistas?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E os novos Velhos do Restelo, quais profetas da desgraça, como se podem chamar? Neo-desgracistas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197518</link>
		<dc:creator><![CDATA[tina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:56:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Convém perceber quão ridículos são estes números.O Eurostar (Londres – Paris) foi lançado em 1994. Previam-se 24 milhões de passageiros para 2004. Pois bem, em 2008 ainda não tinham sido atingidos os 9 milhões. Estamos a falar de Paris e Londres, cujas zonas urbanas combinadas tem 25 milhões de habitantes.&quot;

Não admira assim as palavras de Medina Carreira:

«Aquilo que quero é tentar levar as pessoas a perceber os caminhos que trilham, fazer um pouco de pedagogia. Fazê-las entender que estão a ser burladas. O país não pode continuar a ser dirigido por trafulhas.» (Henrique Medina Carreira, Expresso (Única) em 24-10-2009).

Não há dúvida que a trafulhice está na massa do sangue deste governo aldrabão.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Convém perceber quão ridículos são estes números.O Eurostar (Londres – Paris) foi lançado em 1994. Previam-se 24 milhões de passageiros para 2004. Pois bem, em 2008 ainda não tinham sido atingidos os 9 milhões. Estamos a falar de Paris e Londres, cujas zonas urbanas combinadas tem 25 milhões de habitantes.&#8221;</p>
<p>Não admira assim as palavras de Medina Carreira:</p>
<p>«Aquilo que quero é tentar levar as pessoas a perceber os caminhos que trilham, fazer um pouco de pedagogia. Fazê-las entender que estão a ser burladas. O país não pode continuar a ser dirigido por trafulhas.» (Henrique Medina Carreira, Expresso (Única) em 24-10-2009).</p>
<p>Não há dúvida que a trafulhice está na massa do sangue deste governo aldrabão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo F.</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197483</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo F.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:27:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197483</guid>
		<description><![CDATA[Um dos &quot;argumentos&quot; recorrentemente usados na defesa dos &quot;grandes investimentos&quot; é que seria uma parvoíce indesculpável não &quot;aproveitarmos&quot; os fundos comunitários que estão à nossa disposição para esse efeito.

Pensemos um pouco na racionalidade deste argumento, através de um exmplo muito simples. Suponhamos que recebíamos uma herança considerável com as seguintes condições: 1º- a herança só poderia ser utilizada na montagem de um negócio, por exemplo, um restaurante; 2º - o restaurante, depois de completamente &quot;montado&quot; (para o que bastava unicamente a tal herança), teria que permanecer aberto nos 30 anos seguintes. Agora, pensem no que nos sucederia se a exploração do restaurante fosse permanentemente negativa...


&lt;i&gt;«Aquilo que quero é tentar levar as pessoas a perceber os caminhos que trilham, fazer um pouco de pedagogia. Fazê-las entender que estão a ser burladas. O país não pode continuar a ser dirigido por trafulhas.»&lt;/i&gt; (&lt;b&gt;Henrique Medina Carreira&lt;/b&gt;, Expresso (Única) em 24-10-2009).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos &#8220;argumentos&#8221; recorrentemente usados na defesa dos &#8220;grandes investimentos&#8221; é que seria uma parvoíce indesculpável não &#8220;aproveitarmos&#8221; os fundos comunitários que estão à nossa disposição para esse efeito.</p>
<p>Pensemos um pouco na racionalidade deste argumento, através de um exmplo muito simples. Suponhamos que recebíamos uma herança considerável com as seguintes condições: 1º- a herança só poderia ser utilizada na montagem de um negócio, por exemplo, um restaurante; 2º &#8211; o restaurante, depois de completamente &#8220;montado&#8221; (para o que bastava unicamente a tal herança), teria que permanecer aberto nos 30 anos seguintes. Agora, pensem no que nos sucederia se a exploração do restaurante fosse permanentemente negativa&#8230;</p>
<p><i>«Aquilo que quero é tentar levar as pessoas a perceber os caminhos que trilham, fazer um pouco de pedagogia. Fazê-las entender que estão a ser burladas. O país não pode continuar a ser dirigido por trafulhas.»</i> (<b>Henrique Medina Carreira</b>, Expresso (Única) em 24-10-2009).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joaquim Amado Lopes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197458</link>
		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Amado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 13:16:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197458</guid>
		<description><![CDATA[&lt;b&gt;69. Amonino:&lt;/b&gt;
&quot;&lt;i&gt;Não se chateiem. O TGV e o Aeroporto não arrancam antes de 2017. Se arrancar porque neste momento já estão tecnologicamente ultrapassados. Isto é tudo fogo de vista.&lt;/i&gt;&quot;
Entretanto, vão-se assinando contratos e assumindo compromissos.  Se não avançarem, lá terá o Estado que pagar avultadas indemnizações.

&quot;&lt;i&gt;A unica opção de avançar antes de 2017 com o ‘TGV &amp; Aeroporto Lda’ são contratos tipo ‘TLP´s do tempo dos ingleses’: concurso internacional para exploração por 50 ou 100 anos e eles constroiem, exploram e fazem a manutenção tudo com encargos ZERO para Portugal e para os Portugeses.&lt;/i&gt;&quot;
Dê-me um exemplo que grande obra pública na área dos transportes que tenha sido feita assim.

E uma infraestrutura como o TGV não é encerrada por falência da empresa que a explora. No caso de falência, o Estado assume sempre a gestão.

&quot;&lt;i&gt;Se o Aeroporto e o TGV são de rentabilidade de exploração garantida como alguns afirmam a pés juntos concerteza não faltarão candidatos.&lt;/i&gt;&quot;
E não há?

&quot;&lt;i&gt;Se não são rentaveis o Governo que é suposto defender os interesses nacionais, que são os dos Cidadãos Familias e Empresas, não se atreverá a pô-los como papalvos a pagar mais ‘elefantes brancos &amp; fantasias’ para fazer fretes a quaisquer Bancos ou Construtoras,&lt;/i&gt;&quot;
ROTFLOL
Afinal, o seu comentário era um exercício de ironia. Boa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>69. Amonino:</b><br />
&#8220;<i>Não se chateiem. O TGV e o Aeroporto não arrancam antes de 2017. Se arrancar porque neste momento já estão tecnologicamente ultrapassados. Isto é tudo fogo de vista.</i>&#8221;<br />
Entretanto, vão-se assinando contratos e assumindo compromissos.  Se não avançarem, lá terá o Estado que pagar avultadas indemnizações.</p>
<p>&#8220;<i>A unica opção de avançar antes de 2017 com o ‘TGV &amp; Aeroporto Lda’ são contratos tipo ‘TLP´s do tempo dos ingleses’: concurso internacional para exploração por 50 ou 100 anos e eles constroiem, exploram e fazem a manutenção tudo com encargos ZERO para Portugal e para os Portugeses.</i>&#8221;<br />
Dê-me um exemplo que grande obra pública na área dos transportes que tenha sido feita assim.</p>
<p>E uma infraestrutura como o TGV não é encerrada por falência da empresa que a explora. No caso de falência, o Estado assume sempre a gestão.</p>
<p>&#8220;<i>Se o Aeroporto e o TGV são de rentabilidade de exploração garantida como alguns afirmam a pés juntos concerteza não faltarão candidatos.</i>&#8221;<br />
E não há?</p>
<p>&#8220;<i>Se não são rentaveis o Governo que é suposto defender os interesses nacionais, que são os dos Cidadãos Familias e Empresas, não se atreverá a pô-los como papalvos a pagar mais ‘elefantes brancos &amp; fantasias’ para fazer fretes a quaisquer Bancos ou Construtoras,</i>&#8221;<br />
ROTFLOL<br />
Afinal, o seu comentário era um exercício de ironia. Boa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lili</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197412</link>
		<dc:creator><![CDATA[lili]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:49:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197412</guid>
		<description><![CDATA[O motim socratino no PSD

Manuela Ferreira Leite defronta-se com um motim. Algumas figuras das facções preteridas 
na escolha dos candidatos a deputados, muito promíscuas com os negócios com o socratismo, 
percebem que não tocarão no poder durante vários anos se o PSD ganhar com uma vantagem 
confortável. Por isso, tentam evitar esse fim. De que forma? Sabotando a marcha do PSD 
para o poder. Erguendo a mão que atira a pedra, mas escondendo-a de seguida. Mais raras 
são as críticas de vitimização veiculadas publicamente, como as do Dr. Morais Sarmento, 
do Dr. Passos Coelho e do Dr. Mendes Bota.

Os estrategos de campanha socialista sabem que o PS socratino não tem a vantagem moral de 
Obama. Portanto, não há hipótese de uma campanha das grassroots para a recondução do 
primeiro-ministro. Por exemplo, Sócrates tem um imenso défice blogosférico de apoio que 
não é compensável. Até talvez copiasse a entrevista com Damon Weaver, se os tácticos não 
reprovassem a previsível associação mental dos eleitores com a impressão da memória 
socialista. Não. O PS não consegue uma campanha das bases, mas apenas uma campanha 
básica. Uma campanha suja, com números camuflados e o despertar de toupeiras infiltradas.

Números camuflados, como a providencial estimativa de 0,3% de crescimento do Produto 
Interno Bruto (PIB) no 2.º trimestre de 2009, pseudo-benzidos pelo Eurostat, que o Dr. 
José Maria Martins goza. Números sujos da lama estatística socratina que fará a 
administração pública sofrer da desconfiança dos cidadãos durante anos. Essa lama tem de 
ser removida da administração do Estado para repor a confiança dos cidadãos nas 
instituições, como o Banco de Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE), 
Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Ministério da Educação, etc. Com 
muito bem salienta Alberto João Jardim. E aqui temos defendido.

Despertar das toupeiras, num oportuno novo vector da strategia della tensione socratina. 
Para tentar erodir a força eleitoral do PSD, fazem-se emergir toupeiras infiltradas. Como 
é o caso do narrável Dr. Moita Flores. De funcionário pago do PC – na pós-revolução, na 
pós-revolução… -; aos interrogatórios na PJ; à adesão à Maçonaria; à colaboração 
criminalista mediática na defesa dos suspeitos, arguidos e réus de abuso sexual de 
crianças da Casa Pia (alguns dos quais, todavia, explicavam em que consistia exactamente 
a sua intervenção criminalista); (mal) convidado para candidato à Câmara Municipal de 
Santarém pelo PSD que ganhou com a raridade (portuguesa) de uma campanha longa e tem 
exercido, sem plano, no intervalo dos biscates televisivos, numa política fugaz de 
eventos e gastos; e à adesão ao socratismo. Moita não é filiado no PSD, mas apenas o 
candidato independente que fez as declarações de preferência por Sócrates em vez da líder 
do partido pelo qual concorre… após entregue das listas. Acabará como unha na carne 
socialista. Neste filme negro, Moita é apenas o primeiro pseudo-carrasco da série B de 
semi-traição política.

Outros casos de toupeirismo surgirão. Mas poucos. O medo tolhe quem vive mal sem o tacho 
e o molho do poder. Por isso mesmo, não pode consentir-se a manobra do Dr. Moita Flores, 
como denuncia o João Gonçalves. Nem pode haver mais lugar no PSD para a complacência 
sistémica – do dr. Aguiar Branco e outros – com a promiscuidade socratina.
António Balbino Caldeira
(Portugal Profundo)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O motim socratino no PSD</p>
<p>Manuela Ferreira Leite defronta-se com um motim. Algumas figuras das facções preteridas<br />
na escolha dos candidatos a deputados, muito promíscuas com os negócios com o socratismo,<br />
percebem que não tocarão no poder durante vários anos se o PSD ganhar com uma vantagem<br />
confortável. Por isso, tentam evitar esse fim. De que forma? Sabotando a marcha do PSD<br />
para o poder. Erguendo a mão que atira a pedra, mas escondendo-a de seguida. Mais raras<br />
são as críticas de vitimização veiculadas publicamente, como as do Dr. Morais Sarmento,<br />
do Dr. Passos Coelho e do Dr. Mendes Bota.</p>
<p>Os estrategos de campanha socialista sabem que o PS socratino não tem a vantagem moral de<br />
Obama. Portanto, não há hipótese de uma campanha das grassroots para a recondução do<br />
primeiro-ministro. Por exemplo, Sócrates tem um imenso défice blogosférico de apoio que<br />
não é compensável. Até talvez copiasse a entrevista com Damon Weaver, se os tácticos não<br />
reprovassem a previsível associação mental dos eleitores com a impressão da memória<br />
socialista. Não. O PS não consegue uma campanha das bases, mas apenas uma campanha<br />
básica. Uma campanha suja, com números camuflados e o despertar de toupeiras infiltradas.</p>
<p>Números camuflados, como a providencial estimativa de 0,3% de crescimento do Produto<br />
Interno Bruto (PIB) no 2.º trimestre de 2009, pseudo-benzidos pelo Eurostat, que o Dr.<br />
José Maria Martins goza. Números sujos da lama estatística socratina que fará a<br />
administração pública sofrer da desconfiança dos cidadãos durante anos. Essa lama tem de<br />
ser removida da administração do Estado para repor a confiança dos cidadãos nas<br />
instituições, como o Banco de Portugal, o Instituto Nacional de Estatística (INE),<br />
Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Ministério da Educação, etc. Com<br />
muito bem salienta Alberto João Jardim. E aqui temos defendido.</p>
<p>Despertar das toupeiras, num oportuno novo vector da strategia della tensione socratina.<br />
Para tentar erodir a força eleitoral do PSD, fazem-se emergir toupeiras infiltradas. Como<br />
é o caso do narrável Dr. Moita Flores. De funcionário pago do PC – na pós-revolução, na<br />
pós-revolução… -; aos interrogatórios na PJ; à adesão à Maçonaria; à colaboração<br />
criminalista mediática na defesa dos suspeitos, arguidos e réus de abuso sexual de<br />
crianças da Casa Pia (alguns dos quais, todavia, explicavam em que consistia exactamente<br />
a sua intervenção criminalista); (mal) convidado para candidato à Câmara Municipal de<br />
Santarém pelo PSD que ganhou com a raridade (portuguesa) de uma campanha longa e tem<br />
exercido, sem plano, no intervalo dos biscates televisivos, numa política fugaz de<br />
eventos e gastos; e à adesão ao socratismo. Moita não é filiado no PSD, mas apenas o<br />
candidato independente que fez as declarações de preferência por Sócrates em vez da líder<br />
do partido pelo qual concorre… após entregue das listas. Acabará como unha na carne<br />
socialista. Neste filme negro, Moita é apenas o primeiro pseudo-carrasco da série B de<br />
semi-traição política.</p>
<p>Outros casos de toupeirismo surgirão. Mas poucos. O medo tolhe quem vive mal sem o tacho<br />
e o molho do poder. Por isso mesmo, não pode consentir-se a manobra do Dr. Moita Flores,<br />
como denuncia o João Gonçalves. Nem pode haver mais lugar no PSD para a complacência<br />
sistémica – do dr. Aguiar Branco e outros – com a promiscuidade socratina.<br />
António Balbino Caldeira<br />
(Portugal Profundo)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tolstoi</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197399</link>
		<dc:creator><![CDATA[tolstoi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:08:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197399</guid>
		<description><![CDATA[Muita gente vive na dependência do estado neste país, os que não vivem são cada vez mais extorquidos, não vejo alteração neste quadro pelo que: a emigração, a alteração de residência fiscal e o investimento no exterior serão incrementados. Portugal será um estado socialista onde existirá o sector público e algumas grandes empresas. Quanto aos comentadores só num país como o nosso se lhes dá tanto tempo de antena.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente vive na dependência do estado neste país, os que não vivem são cada vez mais extorquidos, não vejo alteração neste quadro pelo que: a emigração, a alteração de residência fiscal e o investimento no exterior serão incrementados. Portugal será um estado socialista onde existirá o sector público e algumas grandes empresas. Quanto aos comentadores só num país como o nosso se lhes dá tanto tempo de antena.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197369</link>
		<dc:creator><![CDATA[tina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 07:32:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197369</guid>
		<description><![CDATA[Penso, um simples emigrante português lá fora, seja um porteiro em Paris, ou uma empregada doméstica, já fizeram muito mais pelo país do que Sócrates. Sócrates só sabe pedir dinheiro emprestado e aumentar a dívida para gastar em projectos sem retorno, enquanto eles, com as suas pequenas remessas, contribuem com verdadeira riqueza.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso, um simples emigrante português lá fora, seja um porteiro em Paris, ou uma empregada doméstica, já fizeram muito mais pelo país do que Sócrates. Sócrates só sabe pedir dinheiro emprestado e aumentar a dívida para gastar em projectos sem retorno, enquanto eles, com as suas pequenas remessas, contribuem com verdadeira riqueza.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/10/24/os-neoabistas/#comment-197368</link>
		<dc:creator><![CDATA[jcd]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 07:03:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=20029#comment-197368</guid>
		<description><![CDATA[&lt;i&gt;“Passageiros no eixo Lisboa-Badajoz-Madrid em 2033: 9.3 milhões = 25 mil por dia = 12.500 em cada sentido,”
Acho que sim. TGV’s de hora a hora (em média, porque li num sítio qualquer que não circulam de noite), sempre cheios.&lt;/i&gt;

Convém perceber quão ridículos são estes números.O Eurostar (Londres - Paris) foi lançado em 1994. Previam-se 24 milhões de passageiros para 2004. Pois bem, em 2008 ainda não tinham sido atingidos os 9 milhões. Estamos a falar de Paris e Londres, cujas zonas urbanas combinadas tem 25 milhões de habitantes.

Entre Lisboa e Madrid, para lá de terem 1/5 da população e 60% da riqueza, a distância é superior. 

O AVE Madrid Sevillha, apresentado como um caso de sucesso, transporta 2 milhões de passageiros, 16 anos depois do início do serviço. E aqui não há um efeito fronteira, como entre Madrid e Lisboa.

Com sorte, entre Lisboa e Madrid, atingir-se-à o milhão de passageiros, lá para 2030.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>“Passageiros no eixo Lisboa-Badajoz-Madrid em 2033: 9.3 milhões = 25 mil por dia = 12.500 em cada sentido,”<br />
Acho que sim. TGV’s de hora a hora (em média, porque li num sítio qualquer que não circulam de noite), sempre cheios.</i></p>
<p>Convém perceber quão ridículos são estes números.O Eurostar (Londres &#8211; Paris) foi lançado em 1994. Previam-se 24 milhões de passageiros para 2004. Pois bem, em 2008 ainda não tinham sido atingidos os 9 milhões. Estamos a falar de Paris e Londres, cujas zonas urbanas combinadas tem 25 milhões de habitantes.</p>
<p>Entre Lisboa e Madrid, para lá de terem 1/5 da população e 60% da riqueza, a distância é superior. </p>
<p>O AVE Madrid Sevillha, apresentado como um caso de sucesso, transporta 2 milhões de passageiros, 16 anos depois do início do serviço. E aqui não há um efeito fronteira, como entre Madrid e Lisboa.</p>
<p>Com sorte, entre Lisboa e Madrid, atingir-se-à o milhão de passageiros, lá para 2030.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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