Foi-se o Público.

O editorial do Público de hoje faz-nos esperar o pior. Vem aí mais um para a coligação CM/DN. Finalmente, uma maioria absoluta.

125 Comentários

  1. João Nunes
    Posted 1 Novembro, 2009 at 15:41 | Permalink

    Espreita o i.

  2. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 15:51 | Permalink

    não há problema, o cavaco passa a usar o diário da república.

  3. lucklucky
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:02 | Permalink

    Chavismo Luso Em Construção. Depois do PREC temos o CLEC.

  4. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:08 | Permalink

    os nostálgicos que comprem o povo livre (raio de nome, parece cubano).

  5. Posted 1 Novembro, 2009 at 16:08 | Permalink

    Falta-lhe especificar onde é que o Editorial de Bárbara Reis lhe faz esperar, a si e aos seus, já que fala no plural, o pior.
    Se a “qualidade, rigor distanciamento e independência”, especificado no Editorial o incomoda, a mim não me incomoda nada. Bem pelo contrário.
    Se quer um catecismo vá à igreja.

  6. Posted 1 Novembro, 2009 at 16:19 | Permalink

    Também tive a mesma percepção: paulatinamente, distanciar-se-á do que foi um jornal interventivo e incómodo para o poder vigente.

    Mas…aguardemos

  7. lucklucky
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:25 | Permalink

    “qualidade, rigor distanciamento e independência”

    Deve estar a gozar. Alguma vez um jornalista cumpriu sequer uma milha desse carnet? Quando um jornalista diz isso é o mesmo que uma prostituta dizer que é virgem.

    O texto é aliás um belo exemplo dos tempos. Mal escrita tentativa de quadratura do círculo.

  8. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:29 | Permalink

    Manifesto também a minha apreensão após a leitura do editorial de hoje, não tanto pela substância do mesmo que é “politicamente correcta” mas mais pela forma utilizada. Não me parece que o facto de José Manuel Fernandes, nos seus editoriais, denotar um dado posicionamento ideológico (que não partidário), que isso tivesse alguma implicação no jornal como um todo.

    Aguardemos, pois (ainda que a leitura de alguns comentários acima indiciem o pior).

    Nota: é minha actividade diária a leitura de vários jornais e revistas, há mais de 40 anos, quer portugueses quer estrangeiros.

  9. pedro
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:31 | Permalink

    O piscoiso é o maior.
    não há nada como esses valores da isenção. não se enganem a pensar que a vida não é feita de pequenos nadas.
    já que são tão opinativos cheguem-se à frente.
    respeito

  10. Posted 1 Novembro, 2009 at 16:35 | Permalink

    Há alguma ingenuidade ao supor que José Manuel Fernandes era apenas o Editorial.
    O escândalo das escutas, por exemplo, terá dado boas vendas nesses dias, mas descredibilizaram o jornal, uma vez desmontadas.

  11. Lili
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:38 | Permalink

    Ouvi a tal Bárbara na TSF e percebi que se tinha aberto uma auto-estrada para a propaganda do governo…

  12. José Barros
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:39 | Permalink

    O editorial faz presumir o pior: assume-se sem o mínimo fundamento uma qualquer responsabilidade anterior relacionada com notícias hostis ao governo, com o que se assegura implicitamente que o jornal “não volta a incomodar o poder”. Ora, se se confirmar, como parece decorrer deste lamentável editorial, que o Público se rendeu ao jornalismo oficial do regime, então têm menos um leitor.

  13. pedro
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:44 | Permalink

    é óbvio que era persecutório. só não percebe isso quem anda a dormir pelo menos um bocadinho

  14. Posted 1 Novembro, 2009 at 16:49 | Permalink

    Para os obcecados com o governo, só o hostil é bom. O distanciamento e a independência (que pode ser eventualmente hostil) já não servem e estão noutra barricada, numa guerra que é partidária.
    Tristes.

  15. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 16:53 | Permalink

    Fiquei estupefacto ao ler o editorial. Faz mesmo temer o pior.

  16. Posted 1 Novembro, 2009 at 16:57 | Permalink

    É o temor dos espíritos independentes.
    Nada de novo.

  17. hajapachorra
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:02 | Permalink

    O problema nem é o conhecido e notório socretinismo das criaturas que sem vergonha se dizem jornalistas. O que incomoda nestas mudanças que vão fazer de um jornal mau um jornal péssimo é a arrogância analfabeta da bárbaras, tereses e são josés. As pobres não sabem escrever, quanto mais pensar.

  18. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:06 | Permalink

    Hajapachorra,

    Mas o que refere, meu caro, não conta para alguns dos comentadeiros que nos acompanham no Blasfémias, que assim vêem o argumento do Público anti-socretino, sob a Direcção de JMF, desvalorizado. Eles preocupam-se é com o Cerejo…

  19. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:10 | Permalink

    A classificação de “socretino” em quem não se reveja num sistemático anti-Sócrates, é já insultuoso. Porque insulta, é pobre argumentação.

  20. Minhoto
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:12 | Permalink

    E a questão da “toupeira” do Público? Como está isso?

  21. Paulo Nunes
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:20 | Permalink

    E assim se massifica a doutrina socretina.

  22. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:20 | Permalink

    Veremos como o Público, amanhã e nos dias seguintes irá trata este assunto que arrola mais uma coincidência a juntar a todas as outras:

    «Guilherme Dray, o homem que José Sócrates acaba de escolher para seu novo chefe de Gabinete em São Bento, pode ter-se encontrado em Março deste ano com Paulo Penedos, um dos arguidos na investigação “Face Oculta”. A referência a Guilherme Dray é feita pelo próprio Paulo Penedos, filho do presidente da REN, José Penedos.

    Num telefonema para Manuel Godinho, citado pelo processo, Paulo Penedos informa-o que tem combinado um almoço com Dray, na altura chefe de gabinete de Mário Lino no Ministério das Obras Públicas. Paulo Penedos quer saber se o empresário Manuel Godinho quer que ele aborde, nesse encontro, o contencioso judicial que opõe a O2 (empresa dirigida por Manuel Godinho) à REFER, e que estava a travar, à altura, a concretização de vários negócios da empresa.»

    P.S – A pedido de um assíduo participante aqui no Blasfémios, esclareço que passarei doravante a utilizar o termo “socratino”, que Balbino Caldeira sempre adoptou, deixando assim de utilizar o termo “socretino”.

  23. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:27 | Permalink

    Casa Pia,
    Sobreiros,
    Casinhas na área da Guarda,
    Cova da Beira,
    Banca,
    Freeport,
    Andares na Castilho,
    Escutas,
    Sucata,
    Governo,

    Novos colunistas.

    Pelo póximo desenvolvimento e investigação jornalística sobre estes e outros casos, teremos a percepção do destino (e utilidade) do Público.

  24. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:27 | Permalink

    oraporra jornalismo é fazer o frete à oposição

  25. indígena
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:27 | Permalink

    Sempre achei piada aos capitalistas entrarem na “informação” com a mais ampla diversidade partidária dos seus jornalistas.É o mesmo que convidar a raposa para a capoeira…

  26. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:27 | Permalink

    Piscoiso disse
    1 Novembro, 2009 às 4:57 pm
    É o temor dos espíritos independentes.
    Nada de novo.

    Você mete dó, pobre alma.

  27. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:29 | Permalink

    oh vinte & quatro! essa merda não rima, deve ser contrafacção do ameijoa.

  28. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:31 | Permalink

    belém não pagou a factura, tiveram que se voltar para outro mercado.

  29. indígena
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:36 | Permalink

    Por cá as esquerdas ficam com os pelinhos todos em pé quando se fala do anterior regime.Pide para cá, Pide para lá e afinal em 50 anos contabilizam 50 mártires(e não vamos sequer discutir as circunstâncias) enquanto que lá na URSS só execuções extra-judiciais foram quase 800000, na Roménia 10000 e um sistema de bufos em que até a mulher bufava acerca do marido…
    Os anti-colonialistas que descolonizaram como se sabe agora colonizam-nos com muita censura à mistura e doses mortíferas de propaganda.Os heróis de cá são os ditadores actuais do mundo.A economia a de casino.Honradez, visão de estado,nacionalismo,bem comum são heresias.Paneleirismo e africanização o alvo…
    Para mim o Público rendeu-se mesmo!

  30. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:42 | Permalink

    O editorial em causa é um texto vergonhoso: traduz a rendição do Público ante o socretinismo.
    O poder chucha-socretino domina já por completo a comunicação social do país.
    A longa noite socretina aposta em continuar a longa noite “fascista” dos 48 anos…
    Rejubilem, portugueses que votaram PS! Sem se esquecerem, no entanto, de que não merece o mínimo respeito um país que aceita ser governado por uma corja de vigaristas.

  31. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:42 | Permalink

    #23.
    pode ter-se encontrado”
    É em frases como estas, em que não há rigor jornalístico, que embarcam os fazedores de casos para descredibilização de alguém, na luta partidária.
    É a política baixinha, arrastando o mau jornalismo.

  32. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:44 | Permalink

    Piscoiso,

    Sou leitor do Público há muitos anos. Não entendo a questão da independência, sempre me pareceu o jornal mais independente em Portugal. O DN/JN há muito que estão comprometidos, o Expresso parece independente mas tem uma forte dependência de grupos económicos, bancos e telecomunicações, onde fez e faz grandes fretes. E politicamente fizeram grandes perseguições ao Portas e também ao Santana, uma pequena amostra do que falam hoje do Freeport por exemplo.

    De que forma é que o Público com o JMF não foi independente ? Consegue-me explicar ?

    Eu explico. O Publico, na minha opinião foi um dos jornais que mais escreveu e investigou sobre muitos casos, sejam de direita ou esquerda, do Freeport, da Fátima Felgueiras aos outros que na altura eram PSD, como Isaltino ou Valentim Loureiro entre outros.

    Mas para o Piscoiso, escrever sobre Sócrates foi tendencioso, o jornal tal como todos os outros deveria respeitar o presidente do conselho. Quem se mete com o Sócrates passa logo a ser apelidado de não independente, ninguém pode questionar o grande líder.

    É tão simples como isto. O Piscoiso a dar sermões sobre independência editorial é como a Cicciolina a rezar o terço.

  33. lucklucky
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:46 | Permalink

    Se o Publico passou a ter “rigor distanciamento e independência” então:

    Vamos ter artigos sobre a corrupção e investigação sobre escândalos na ONU?

    Vamos começar a ver o Publico a tratar as ONG como mais outra entidade política ou vamos continuar a ver o Publico a tratá-los como se fossem vestais do templo com a palavra divina?

    Os protestos da Greenpeace e outros serão tratados como desordeiros ou como activistas?

    Vamos ver o Publico a tratar Israel em pé de igualdade com os Palestinanos? Ou os Israelitas vão continuar a morrer e os Palestinanos vão continuar a ser mortos? Os rockets do Hamas continuaram a ser artesanais apesar de terem desenho chinês e soviético?

    Vamos ver o Publico a chamar activistas a hooligans de extrema Direita ou passará a chamar hooligans de Exterma Esquerda em vez de activistas de esquerda?

    Obama continuará ser um ente divino?

    Vai o Publico a chamar Ditador a Fidel ou passará a chamará Líder a Pinochet?

    Vai passar a ter artigos sobre a corrupção na União Europeia e textos anti-União?

    Vai passar a ter artigos sobre a corrupção e incompetências nas Ciências Climáticas e notícias, artigos que contrariem o aquecimento global?

  34. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:48 | Permalink

    #32

    Veja lá, tenha cuidado que ainda cai em contradição insanável. Olhe que a transcrição que fiz é de um artigo do socratino (vê?!) DN online cujo título é “Novo chefe de Gabinete de Sócrates citado no inquérito”.

  35. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:49 | Permalink

    #33.
    Nem me faltava mais nada do que estar a fazer o juizo do Público.
    O facto é que JMF foi afastado, e se o foi, de-certo que foi para melhorar o jornal.
    Pergunte ao Belmiro.

  36. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:50 | Permalink

    23, Eduardo F.

    Faz mal. O termo certo é socretino; trata-se do mais adequado para a cáfila de cretinos que está a destruir Portugal.

  37. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:50 | Permalink

    Subscrevo intrgralmente o Piscoiso.
    “Se quer um catecismo vá à igreja”.

  38. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:51 | Permalink

    “integralmente”

  39. Posted 1 Novembro, 2009 at 17:53 | Permalink

    são josés. As pobres não sabem escrever, quanto mais pensar.

    #18.
    Eduardo F. disse

    1 Novembro, 2009 às 5:06 pm
    Hajapachorra,

    Mas o que refere, meu caro, não conta para alguns dos comentadeiros que nos acompanham no Blasfémias, que assim vêem o argumento do Público anti-socretino, sob a Direcção de JMF, desvalorizado. Eles preocupam-se é com o Cerejo…

  40. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:55 | Permalink

    Caro Linguista,

    Obrigado pela sua observação. Mas pode crer que a utilização de “socratino” não me impedirá de, sempre que aplicável (o que julgo, será frequente), recorrer a expressões como, por exemplo, a “cretinice socratina”.

  41. lucklucky
    Posted 1 Novembro, 2009 at 17:59 | Permalink

    Artigo impossível de se ler no Publico:

    http://timesofindia.indiatimes.com/india/Manmohan-Bush-get-candid-over-lunch/articleshow/5182362.cms

  42. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:07 | Permalink

    Vamos estar particularmente atentos quanto ao que se vai passar com os seguintes colunistas:

    Eduardo Cintra Torres
    Helena Matos
    Joaquim Vieira (Provedor do leitor)
    José Pacheco Pereira
    Teresa de Sousa (que passou a Directora-Adjunta)
    Vasco Pulido Valente

  43. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:11 | Permalink

    #42:
    É assim uma notícia tão planetária? Francamente…

  44. ordralfabetix
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:11 | Permalink

    “Quando um jornalista diz isso é o mesmo que uma prostituta dizer que é virgem.”

    O JMF era prostituta a soldo de quem? Ou não era jornalista?

  45. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:21 | Permalink

    Não tem hipotese… basta ler o artigo de Sao José a falar de Socrates para se entender que vai continuar a mesma coisa.. noticias em forma de opinião ou opinião noticia. Aquilo da capa é fogo de vista.

  46. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:25 | Permalink

    O Público como a maioria dos jornais portugueses tem uma redacção maioritariamente de esquerda.
    O lucklucky num excelente comentário em #43 prova isso mesmo.

    As opiniões director JMF eram um contraponto, o que equilibrava o jornal.
    Um bom jornal quer-se equilibrado, mas a esquerda não gosta disso, prefere o pensamento único.
    Não admira a felicidade que vai ali para os lados do Arrastão.

    Quanto aos restantes, aqueles que não se revêem neste estado geral de bovinidade, estamos obviamente mais pobres hoje. Faço questão de continuar a comprar o Público, mas vou estar alerta, não gostei mesmo nada de algumas coisas do editorial de hoje.

  47. Posted 1 Novembro, 2009 at 18:27 | Permalink

    #43.
    Desses colunistas que refere, leio sempre o Vasco, o Joaquim Vieira e quase sempre a Teresa de Sousa, porque têm uma abordagem equidistante sobre o que escrevem.
    HM é uma repetitiva propaganda política.
    O Pacheco é propaganda partidária muito bem camuflada.
    O Cintra Torres é TV com aspirações político-partidárias.
    Nunca falho é o Miguel Esteves Cardoso, apesar de ser benfiquista.

  48. artolasrufus
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:33 | Permalink

    «Nem por caridade cristã. D. Manuel Clemente conhece com certeza a dificuldade de explicar a mediocridade a um medíocre e a impossibilidade prática de suprir, sobre o tarde, certos dotes de nascença e de educação.» (Vasco Pulido Valente, Público, 23-10-2009)

  49. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:35 | Permalink

    O comentário #50, é meu – Eduardo F.

  50. Golp(ada)
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:46 | Permalink

    E assim o Piscoiso, de mãos devotas e olhar embevecido ajoelha-se às noites frente do Altar do Amado Líder.
    O halo respandecente do Socrates, confere-lhe então um soninho descansado, na árdua tarefa de defenfer “ad nauseum” tão “engenhoso” personagem.

  51. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 18:47 | Permalink

    #46

    Excelente post. Mas há uma espécie de cabeças(?) que não conseguem entender o que se lê no Insurgente sobre o Público e JMF. Desconhecem o significado de independência.

    Imagino por isso a confusão que lhes causa este facto.

  52. Posted 1 Novembro, 2009 at 18:49 | Permalink

    Sim valha-nos o I ..vamos ver..apesar de neoliberal..por vezes faz lembra o Independente grafismo suplemento…daí talvez o I..a ver vamos…e talvez o Sol a espaços e o Expresso quando o Balsemão quer…

  53. Posted 1 Novembro, 2009 at 18:50 | Permalink

    Mais actual é o que aparece hoje, na “Vaga de Marcelo” (VPV na última pg. do Público):

    “Com duas páginas de jornal e um programa de meia hora por semana na RTP, no fundo ninguém sabe o que Marcelo verdadeiramente pensa, nem o que ele quer para ele e para o país.”

  54. Posted 1 Novembro, 2009 at 19:05 | Permalink

    Falei há pouco com uma jornalista brasileira, que exprimiu numa frase a tendência do jornalismo actual:
    Jornalismo de aspas.

  55. Anti-Chulos
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:14 | Permalink

    Chamar jornalismo a essa merda que amda por aí, seria a mesma coisa que dizer que o Piscoiso gosta de mulheres!

  56. Anti-Chulos
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:21 | Permalink

    O JORNALISMO OFICIAL E OFICIOSO É COMO A PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA, SERVE SÓ PARA UM LADO.

    O SR.MANUEL JOSÉ GODINHO NOS JORNAIS NÃO BENEFICIA DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA, ENQUANTO OS PENEDOS E OS VARAS BENEFICIAM DESSA PRESUNÇÃO E SEGUNDO O ESTERCO DOS COMENTADORES DE SERVIÇO E AVENÇADOS, ESTÃO INOCENTES ATÉ PROVA O CONTRÁRIO.

    O DOGMA DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA E O SEGREDO DE JUSTIÇA SÓ SERVE PARA PROTEGER A NOMEMKLATURA SUCIALISTA.

    O SR.GODINHO NESTE PROCESSO TAMBÉM VAI SER O PROVIDENCIAL BIBI….

  57. Ed
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:31 | Permalink

    A nova directora do Público (uma tal Bárbara), escolhida a dedo pelo filho do Belmiro para agradar ao palhaço sokas, já disse que o público ia passar a ser mais isento… Nunca vi o Público a defender qualquer facção ou partido, sempre o vi a cascar em todos, e também no partido so-cretino, o que transformava este jornal numa ave rara. Portanto, ficar mais isento significa passar a escrever de acordo com os lacaios da central de propaganda so-cretina.

    É bom sabermos…

  58. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:35 | Permalink

    #58.

    O dogma da presunção da inocência também serve para “proteger” Dias Loureiro e similares ou não?

  59. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:37 | Permalink

    #60

    O tal do BPN e da apresentação do livro “O Menino de Ouro do PS”?

  60. lucklucky
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:38 | Permalink

    “O JMF era prostituta a soldo de quem? Ou não era jornalista?”

    O JMF não era independente como nenhum jornalista o é, isso não tem mal quando é assumido, a tentativa de ser independente no jornalismo já desapareceu e quando as escolas de jornalismo se instituiram formatando um pensamento único foi só a pedra por cima da sepultura. Os piores são os que se dizem independentes mas não o são. Como os novos editores do Publico.

    O Publico vai colocar artigos de cépticos em relação ao Aquecimento Global?

    O Publico vai colocar artigos de cépticos em relação á União Europeia?

  61. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:40 | Permalink

    #61.

    Sim, sim, esse mesmo.
    Já que o Paulo Portas é residual…

  62. Euroliberal
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:42 | Permalink

    Um neoconeiro (JMF) a menos…

  63. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:44 | Permalink

    #63

    Residual assim como o Vara, como o António Morais?

  64. Souto Mayor
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:44 | Permalink

    O PUBLICO?…nem dado nos supermercados do dono, ou seja Do Tio Azevedo

  65. miguel gomez
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:50 | Permalink

    #65.
    Na Lapa (na Rua de S. Caetano) e na “casa” do João Gonçalves é que se contam espingardas.
    Enganou-se no local. Ponha o GPS a funcionar.

  66. AB
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:51 | Permalink

    O engraçado é que nem com o advento dos blogues e a relativização do escrito, desapareceu a pretensão da imprensa (em particular a em papel) de confundir palavra escrita com verdade. Antigamente quando se pretendia argumentar definitivamente sobre a veracidade de alguma coisa dizia-se que “vinha escrito no jornal”.

    Quando Bárbara Reis fala de “qualidade, rigor distanciamento e independência”, o que quer dizer é que o “Público” vai procurar a verdade. E nós sabemos que umas vezes vai encontrá-la e outras não.

    Os jornais nunca foram, não são e nunca serão anti-sépticos, como não conseguem ser equidistantes. Por isso o melhor é aguentar e esperar para ver para que lado o “Público” vai cair.

    O que eu espero é que não entre na lógica de cair para um lado às segundas, terças e quintas e para o outro nos restantes dias da semana.

    O que se deseja é um “Público” incómodo para todos os poderes.

    Boa sorte para a senhora que bem vai precisar dela!

  67. anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 19:54 | Permalink

    isso passa num instante, já ninguém se lembra da guedes e o zé manel nem pelo pacheco será lembrado.

  68. Posted 1 Novembro, 2009 at 19:55 | Permalink

    #57.
    É um facto que as mulheres começam a sentir dificuldades devido à descarada concorrência dos panilas que por aqui assediam.

  69. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 20:08 | Permalink

    #67

    Tem-me assim em tão pouca conta que eu só saiba contar até dois?

  70. indígena
    Posted 1 Novembro, 2009 at 20:14 | Permalink

    Corrupção política desviou mais de 4000 milhões de euros em Espanha

    oi onde andam os contabilistas cá do burgo?

  71. Anti-Jornalismo Xuxo-BE
    Posted 1 Novembro, 2009 at 20:40 | Permalink

  72. alfredinho
    Posted 1 Novembro, 2009 at 21:10 | Permalink

    #7:
    Deve estar a gozar. Alguma vez um jornalista cumpriu sequer uma milha desse carnet? Quando um jornalista diz isso é o mesmo que uma prostituta dizer que é virgem.

    Este já disse tudo dos jornalistas. Porque que é que continuamos a discutir? Não seria JMF jornalista e, por isso, prostituta?

  73. Acabar com esta República de Pandeleiros!
    Posted 1 Novembro, 2009 at 21:20 | Permalink

    O Piscoiso está a ser pago em «géneros».

  74. Posted 1 Novembro, 2009 at 21:31 | Permalink

    UNIVERSIDADE DE VIENA DE AUSTRIA OCUPADA HÁ MAIS DE UMA SEMANA; BLACKOUT INFORMATIVO!!!

    http://www.unsereuni.at/

    Estamos perante um black-out informativo, todo o movimento foi completamente suprimido de todos os noticiários não germanófonos, com medo de que alastrasse o movimento pela Europa fora. Apesar disso, o facto é que esta ocupação se alargou a quase todas as universidades da Austria, com ecos fortes e solidariedade activa por parte de centros universitários da Alemanha e Suíça.
    Agora apresenta-se a Jornada internacional contra a comercialização da Educação, o mesmo é dizer contra «Bolonha». Milhares e milhares de estudantes no mundo inteiro estarão realizando acções diversas, nesta semana.
    Contam com a solidariedade e apoio de professores, de personalidades públicas, artistas, jornalistas, etc…

    Gostava que as pessoas em Portugal dessem notícia (ao menos isso) e mostrassem um pouco de interesse, pois realmente é pela acção que algo poderá mudar, neste contexto! Se não há uma acção concreta ao menos que haja um espalhar da informação, uma discussão alargada e apaixonada sobre as acções levadas a cabo por outros!
    Solidariedade,
    MB
    In, http://www.sinistraministra.blogspot.com/2009/11/universidade-de-viena-de-austria.html

  75. Per Caso
    Posted 1 Novembro, 2009 at 21:45 | Permalink

    “A razão de estarmos aqui hoje é anterior a tudo isso.”

    E o padrinho pode ficar descansado, que não escorrerá daqui mais “peso ideológico” que o belisque.

    Mas tudo há-de ser pardo e cinzento como é seu desejo e já o mesmo Outono adivinha.

    Pois é como estes jornalistas, despidos de pensamento, como de carácter, juram, hoje, o seu incondicional serviço.

  76. Per Caso
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:00 | Permalink

    “42 impossível de se ler…

    ihihi, ó Lucky, maior chuchadeira…

  77. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:01 | Permalink

    Há há 3 meses que troquei o publico pelo i. Não me interessa o peso ideológico, só não gosto de ver textos e opiniões manipulativas página sim página sim. O publico tinha-se tornado um jornal de facção rei na arte da manipulação informativa. Degradante.

  78. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:11 | Permalink

    NUNCA VI O PISCOISO TÃO DESESPERADO.
    Leiam, como eu fiz, os comentários em sequência.
    NOTA-SE MUITO!

  79. Q
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:13 | Permalink

    Foi-se o Público. (Título do poste)
    Veio-se o Sócrates. (adenda minha)

  80. Posted 1 Novembro, 2009 at 22:16 | Permalink

    Gigi talvez isto ajude…por cá vegetam na Áustria pensam..reflectem..por ca só novas oportunidades..por lá lutam para terem outras oportunidades de vida..diferenças…

  81. Posted 1 Novembro, 2009 at 22:17 | Permalink

    Ups..era este..

  82. Posted 1 Novembro, 2009 at 22:17 | Permalink

    #79.
    O “I” é muito ergonómico. Com agrafe e tudo.

  83. Anti-Chulos
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:17 | Permalink

    O Piscoiso é parte integrante da folha de pagamentos da central de contra-informação socretina.
    Passa o dia a elogiar o Kim-Il-Sócrates, adorado líder da treta!

  84. indígena
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:26 | Permalink

    • José Eduardo Martins, vogal da Comissão Política da Dr.ª Manuela, sobre António Nogueira Leite: “Desfaçatez é passar a vida a ouvir um ex-secretário de Estado do engenheiro Guterres a ensinar o PSD a fazer oposição ao PS”.

    O Nogueira dá para os dois lados?

  85. Anónimo
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:27 | Permalink

    costumo comprar tudo. e por mais incrível que pareça , o filho de um deus menor , o CM , últimamente é o mais isento : dá uma no cravo e outra na ferradura. no meio dos crimes e tal e à parte a coisa Rangel , encontramos umas coisinhas jeitosas. e nunca pensei vir a dizer isto.
    e o público já foi bom , já foi mau , mesmo mau ,voltou a ser bom e a vida é assim , feita de altos e baixos. também , em tempos , o dn teve uma época boa , hoje é intragável. quem sabe , algum dia volte a ser um jornal de jeito.

  86. Juvenal da Costa
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:30 | Permalink

    O Nogueira é um palhaço que anda a promover o Passos Coelho a presidente da secção da Merdaleja.

    O Prof.Dr.Engº CAA da Silva também tem alinhado nessa brincadeira de carnaval….

  87. Posted 1 Novembro, 2009 at 22:44 | Permalink

    Como o Benfica perdeu, a caixa enche-se de impropérios pela garotada do bullying.

  88. ó és tão linda!
    Posted 1 Novembro, 2009 at 22:56 | Permalink

    O pateta do Piscoiso anda todo contentinho com as mudanças no Público.Disseram-me que foi nomedo porteiro do jornal,por cunha de um assessor do engº hidráulico Sócrates.

  89. K2ou3
    Posted 1 Novembro, 2009 at 23:07 | Permalink

    Eu agradecia um link.
    O que encon
    trei, custa-me a acreditar

  90. portela menos 1
    Posted 1 Novembro, 2009 at 23:21 | Permalink

    JCD está com receio de não ter um “josémanuelfernades” a apoiar outra guerra num iraque perto de si.

  91. K2ou3
    Posted 1 Novembro, 2009 at 23:30 | Permalink

    Obrigado Piscoiso das 11.19H
    Não serviremos governos, nem procuraremos certificados de bom comportamento. Prosseguiremos uma nova etapa do caminho, no respeito pelos valores que nos guiam desde o primeiro dia.

    “Queremos garantir a sustentabilidade do PÚBLICO como projecto de referência, desenvolver novas plataformas de intervenção editorial, trabalhar para elevar os padrões e sermos líderes no rigor, na reportagem, na análise, na crítica cultural e na opinião. Vamos estar obcecados com a isenção, a investigação, a profundidade e os temas de proximidade (e para isso vamos criar um caderno Cidades, que sairá aos domingos).”

    (“De boas intenções, está o Inferno cheio”)

  92. stop
    Posted 1 Novembro, 2009 at 23:47 | Permalink

    a invasão do iraque foi o paroxismo da isençao pela mão do JMF.. velhos e felizes tempos que o JCD entre outros não querem abrir mão..

  93. Posted 1 Novembro, 2009 at 23:49 | Permalink

    # 90

    Engº hidráulico Sócrates? Não.
    É sanitário.

    Estaria a concluir um MBA (ou será “doutoramento”?) em “gestion de impresas” no ISCTE!

  94. Posted 1 Novembro, 2009 at 23:51 | Permalink

    O Psica-coiso continua mascarado.

    Será enfermeiro?

  95. Eduardo F.
    Posted 1 Novembro, 2009 at 23:59 | Permalink

    Deve estar de quarentena…

  96. Golp(ada)
    Posted 2 Novembro, 2009 at 00:03 | Permalink

    97.anonimo disse
    1 Novembro, 2009 às 11:51 pm
    O Psica-coiso continua mascarado.

    Será enfermeiro?

    CLARO, QUE NÃO, É SÓ LAMBE-BOTAS.

  97. Posted 2 Novembro, 2009 at 00:24 | Permalink

    É a economia, estúpido!
    O Público mudou hoje de director. No lugar de José Manuel Fernandes surge agora uma menina cujo nome ignoro. E nem sequer vou ver na Ficha Técnica.

    O Público foi o único diário que não alinhou com a sacanice socratina. A sua independência foi vista como oposição ao Governo. Numa comunicação completamente dominada pela socratinagem, a excepção do Público tornou-se incómoda.

    A mudança não parece difícil de explicar.

    A SONAE.COM pretende fundir-se com a ZON. Sócrates opôs-se à fusão. O preço da anuência governamental é o silenciamento de José Manuel Fernandes.

    No universo SONAE o Público tem um valor residual. Empresarialmente é até um desvalor pelo seu crónico défice de exploração.

    O interesse estratégico da fusão entre a SONAE.COM e a ZON vale bem esta abdicação de Belmiro de Azevedo e a decapitação de José Manuel Fernandes.

    A nova directora podia ao menos ter a elevação moral de se referir ao seu antecessor.

    Começa mal! Vamos ver como acabará!…
    http://www.socratinice.blogspot.com/2009/11/e-economia-estupido.html

  98. Posted 2 Novembro, 2009 at 00:28 | Permalink

    # 99

    São tudo bixices.

    Este usa máscara …!

  99. Eduardo F.
    Posted 2 Novembro, 2009 at 00:29 | Permalink

    100.Anónimo disse
    2 Novembro, 2009 às 12:24 am

    Pode ser que tenha razão até porque faz sentido o seu raciocínio.

    Aguardemos para ver. Penso que não será preciso muito tempo.

  100. Posted 2 Novembro, 2009 at 00:34 | Permalink

    # 100

    O grupo EDP saiu da estrutura accionista da Sonae, não foi?

    O A. Mexia é um “yes men”, logo pronto “para todo o serviço”.

  101. Posted 2 Novembro, 2009 at 01:16 | Permalink

    Face Oculta: PJ investiga outros casos de suborno
    Já foram abertos 10 inquéritos. Mais políticos e empresários na mira dos investigadores
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/face-oculta-justica-pj-corrupcao-crime-tvi24/1099939-4071.html

  102. Posted 2 Novembro, 2009 at 01:23 | Permalink

    100,

    Reparei também nesse pormenor: a nova directora não se referiu directamente ao JMFernandes, ao que fez e dirigiu. Sintomático…

    Aliás, aquele editorial até é só razoavelmente escrito. A senhora não sabe escrever bem, perceptível nas suas crónicas semanais, incluindo a de hoje.

    Estranho ?!: por exemplo, Manuel Carvalho (ou Nuno Pacheco), não foi nomeado director.

  103. Posted 2 Novembro, 2009 at 01:45 | Permalink

    Mr. JCD,

    …E o Blasfémias não escreve um post sobre o falecimento do António Sérgio ?

  104. Bom Senso
    Posted 2 Novembro, 2009 at 04:12 | Permalink

    .

    Esta gajada até me divertiria se isto fosse um show de nonsense.
    A gaita é que não é; é, é uma porra do caraças…
    E se se acabasse com os jornalistas cuja profissãoo é fazer merda para depois lhe limpar o cú àquele papel?

  105. Posted 2 Novembro, 2009 at 07:01 | Permalink

    “Os Jornais de Lisboa provocam todos a mesma aversão: é a pura ignomínia do abandono cobarde. Os Jornalistas que nos testemunhavam um servilismo apressado bajulam agora os revolucionários: é verdade que, agora, arriscam a pele, enquanto sob o nosso reinado se expunham a simples reprimendas ou a algumas multas” – Rainha Dona Amélia

  106. Amonino
    Posted 2 Novembro, 2009 at 08:20 | Permalink

    .
    Foi-se o público, veio o diktat da nomenklatura e do appartnik a que chamam Democracia e Liberdade em vez de Ditadura e Repressão estalinista:
    .
    só há a vacina contra a “gripe pelos porcos”, a marca que nós escolhemos, para quem nós queremos, quantas resolvemos comprar, onde decidimos e a quem nós autorizamos.
    .
    Todos ficam proibidos de se defenderem a si próprios. Não autorizamos a livre compra em nenhuma Farmácia.
    .
    Entretanto a Comunicação Social discute prioritariamente blá-blás, a Oposição cala-se, e instala-se este atentado contra a Liberdade de cada Cidadão, Familia e Empresa.
    .
    Quem assume a responsabilidade pelo falhanço do que teve mais que tempo para estar hoje devidamente organizado e pronto para responder à situação com perfeita normalidade ?
    .

  107. Posted 2 Novembro, 2009 at 09:15 | Permalink

    O Público é privado.
    Obedece ao mercado.

  108. Posted 2 Novembro, 2009 at 09:17 | Permalink

    Há quem queira transformar uma simples caixa de comentários num túnel de acesso ao relvado.

  109. anónimo
    Posted 2 Novembro, 2009 at 09:50 | Permalink

    o público tem sido folclore transmontano, mas o belmilhões não aguenta tanta excentricidade.

  110. Posted 2 Novembro, 2009 at 09:57 | Permalink

    Quem quer continuar a assistir às missas de Fernandes,
    que lhe pague o púlpito.

  111. anónimo
    Posted 2 Novembro, 2009 at 10:16 | Permalink

    as massas pagavam as missas para fazerem mossas

  112. José Rio da Von Queca
    Posted 2 Novembro, 2009 at 10:35 | Permalink

    Ó Piscoiso, vai prá puta que te pariu.
    Metes nojo, tu e o teu dono.

  113. anónimo
    Posted 2 Novembro, 2009 at 11:02 | Permalink

    #115 – não sabes escrever cueca, como diria a flausina do brioche

  114. Posted 2 Novembro, 2009 at 11:11 | Permalink

    Foi isto (#115) que o pastor Fernandes ensinou às suas ovelhas.

  115. Eduardo F.
    Posted 2 Novembro, 2009 at 12:40 | Permalink

    A sabujice do lambe-botas mor não tem limites. Pois se até se proteje do seu próprio cheiro!

  116. O Puto Novo no Bairro
    Posted 2 Novembro, 2009 at 13:06 | Permalink

    Há por aqui nos comentátios um erro de timing: dizem que o Público agora é que se foi. Mas não é verdade de todo. Já se tinha ido desde que o Ipsilon se fundiu com o antigo Milfolhas, e mudou de tipo gráfico, além de ter mudado de linha editorial – passando justamente a fazer editing.

    Agora vão convidar os publicitários a escrever textos de jornalismo. É só mais uma nuance. O Público, que dava prejuízo – irrelevante para o Império Belmiro – vai alinhar com os jornais gratuitos – em qualidade.

    Ou seja, já temos televisões virtuais e invertidas, agora todos os nossos jornais nessa onda. Newthink e newspeak assegurado para a cultura de massas. Ceaucescu rules!

    O JMF também não se pode dizer que fosse propriamente a montanha dos Cárpatos. É da geração do Sócrates, tem essa mesma falta de ser e de coluna típica dessa geração que está agora no poder.

  117. Posted 2 Novembro, 2009 at 15:00 | Permalink

    Bye,Bye Público! E o Belmiro não faz nada? Ou também aderiu ao “establishment” e ao políticamente correcto?
    Que tristeza! Que País este! “Tão mal frequentado”!

  118. Tribunus
    Posted 2 Novembro, 2009 at 16:32 | Permalink

    Mas ainda não perceberam que os meios de comunicação, eram assim no tempo do dito fascismo? agora è que è ditadura nos meios de comunicação que funcionam com aquilo que o socrates quer…..

  119. Anónimo
    Posted 2 Novembro, 2009 at 19:09 | Permalink

    Pior que um Público fascisto/socratino é ver o sabujo piscoiso todo contentinho a defender o amo.

  120. tolstoi
    Posted 2 Novembro, 2009 at 22:10 | Permalink

    “Bye,Bye Público! E o Belmiro não faz nada? Ou também aderiu ao establishment” e ao políticamente correcto”

    Belmiro é hoje um empresário à escala internacional e o maior empregador privado em Portugal, se espirrar o desenprego aumenta e ao Socrates nem a comunicação social lhe vale.

  121. tolstoi
    Posted 2 Novembro, 2009 at 22:10 | Permalink

    digo desemprego

  122. anónimo
    Posted 2 Novembro, 2009 at 22:26 | Permalink

    é preciso terem lata, devem ser sucateiros típicos do norte. enquanto o pasquim esteve ao serviço descarado da intriga do cavaco & assessores e dos negócios frustrados do belarmino.com aquela porra era o máximo, o supra-sumo da liberdade de imprensa. o dono daquilo mudou de estratégia porque não resultou, perdeu dinheiro, leitores e prestígio e estes caramelos que tanto gostavam da coisa do zé manel com a cereja em cima, em vez de comprarem e manterem a pasquinice, acham que o governo asfixiou o folclore transmontano.

  123. Posted 3 Novembro, 2009 at 15:37 | Permalink

    http://www.neofranciscanos.wordpress.com
    Confiram o trabalho de estudantes de jornalismo de Belo Horizonte – MG – Brasil.
    Mais de 1500 visitas nas primeiras semanas. Leiam. Opinem.
    Seus comentários e conclusões sobre o assunto são muito importantes para nós.
    Agradecemos,
    Grupo de estudantes.


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  1. [...] complementar: Continua a lenta agonia dos jornais; Foi-se o Público; O “novo” Público; Alinhamento; Propaganda eleitoral pura e dura no Público; [...]

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