Arquivos Diários: 5 Novembro, 2009

E com a falência pode pactuar?

“Não pactuaremos com tentativas de privatização da Segurança Social” – afirmou a senhora ministra da Segurança Social. Importa-se a senhora ministra de deixar já a sua morada para futuros contactos naquela data infelizmente próxima em que tivermos de rever novamente a viabilidade da segurança social? Não está em causa aquilo com que a senhora ministra [...]

Do debate parlamentar

Sócrates exibiu uma retórica mais em forma do que os seus adversários – mas voltou a não responder às perguntas. No entanto, o momento em que se voltou para Pacheco Pereira e lhe disse que «não estavam na Quadratura do Círculo» demonstrou uma lamentável falta de elevação – um primeiro-ministro (manso, feroz ou assim-assim) não [...]

Atire-se com mais dinheiro aos problemas!

Sócrates defende que o mais importante no combate à corrupção são os meios Atente-se nas partes do discurso de Sócrates, pleno de vacuidades e de lugares comuns.

A avaliação dos professores

Já fez correr rios de tinta e com certeza também de dinheiro. Foi motivo de greves e de mega-manifestações. Foi objecto de agenda permanente em grande parte da anterior legislatura e sê-lo-á também na actual, a aferir pelo destaque que tem tido na discussão do programa do governo. Constitui o exemplo mais gritante do privilegiar do acessório, [...]

Deflação? Aumentem-se as reformas

Hoje foi o dia em que José Sócrates conseguiu justificar um aumento extraordinário das reformas com a deflação. Entretanto, na Irlanda …

Integriade de Armando Vara

Armando Vara, administrador de empresa privada, arguido, suspeito de receber dinheiro para influenciar terceiros, suspendeu funções. José Penedos, presidente de uma empresa semi-pública, recebeu prendas e não as devolveu (ao contrário de outros presidentes de empresas públicas), suspeito de conceder favores, mantém-se em funções.

Socretismo “as usual”

O bodo aos pobres, o eterno agitar de milhões, a “revolução tecnológica” nas polícias, a mensagem que o “animal” anda menos feroz. Em síntese, a insistência num Estado social sem qualquer sustentáculo económico. Nada de novo. O espalhafato do costume, a propaganda de sempre, a cabeça de avestruz. Entretanto, a economia definha.

De antologia

Este texto de Isabel Moreira, no jugular.

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