PRÉMIO DIÁRIO DE NOTÍCIAS 1975

«Foi o medo da Suíça tradicional que venceu a consulta dos minaretes

Há dois países, um rural, outro moderno e aberto ao mundo. Governo está preocupado com as consequências económicas e há apelos à calma. Ganhou a Suíça “rural” e “tradicional” contra a Suíça “moderna” e “urbana”, dizem os analistas, responsabilizando as “elites políticas”, que desvalorizaram as preocupações de muitos suíços face à integração das minorias ou aos ecos do extremismo associado aos muçulmanos. Agora são esses políticos que temem as consequências: a Suíça proibiu os minaretes e isso pode trazer perdas económicas e causar danos à imagem do país. Os líderes muçulmanos apelam à calma.»

Não há nada como voltar àquele saudoso DN que dividia os portugueses em progressistas e atrasados, urbanos ou camponeses conscientes versus rurais e dominados pelo caciquismo.  

17 Comentários

  1. Posted 1 Dezembro, 2009 at 09:30 | Permalink

    Leiam este texto do Almada Negreiros..o espelho deste país actual…os xicos espertos…
    http://bulimunda.wordpress.com/2009/12/01/o-valor-da-ingenuidade/
    O DN já não existe apenas respira…vegeta..nada mais..foi um jornal hoje salvo raras excepções é um pasquim…

  2. Ed
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 10:00 | Permalink

    Afinal, as tradições são boas ou más? Quando toca ao salpicão e ao queijo de cabra não pasteurizado, há que preservar… E o artesanato é tão giro!…

  3. Erektus
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 11:10 | Permalink

    E a liberdade religiosa no islão, é para quando? E o fim dos apedrejamentos mortais promovidos em nome de uma superstição? Porque não discutir-se o fim do fundamentalismo islâmico que teima em promover a ignorância em nome de uma alucinação.

  4. Rxc
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 12:36 | Permalink

    O DN quer-nos fazer acreditar que 57% da população da Suíça é atrasada e rural?
    Eu adoro o método que a esquerdalhada usa para desqualificar categoricaemnte quem tem uma opinião diferente da sua. Apenas esta é “moderna”, “tolerante”, “aberta”, “progressista”.

    E pregam com tanto vigor e fanatismo o laicismo estatal na Europa, mas não se preocupam com os seus colegas muçulmanos e os seus estados islâmicos, altamente limitadores das liberdades individuais (já para não falar do desprezo brutal que têm pelas mulheres, que são tratadas como propriedade dos homens). É deveras complicado perceber o que vai dentro daquelas cabecinhas…modernas!

  5. Joaquim Amado Lopes
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 12:47 | Permalink

    E aos muçulmanos ou outros que, dentro da Suiça, não acatem o “apelo à calma”, só tem que ser mostrada a porta de saída. Os que não “aceitarem o convite”, um tiro nos cornos.

    Peço desculpa pelo politicamente incorrecto mas já estou mais do que farto de “convidados” quererem impôr pela força(!) os seus costumes aos “anfitriões”.

  6. Maroo
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 12:48 | Permalink

    Não podemos tirar essa conclusões de população rural contra progressistas. O problema é muito mais complexo. Relembro que as republicas/ditaduras islamicas são opressivas e intolerantes. A Europa tem democracias/monarquias tolerantes do ponto de vista religioso. Aceitam cidadãos dos getos da miséria islamica e dentro deles vive o ressentimento, a frustação e o complexo de inferioridade civilizacional. A Suiça não está contra os muçulmanos, nem contra o islão está contra esses sentimentos que podem levar a desestabilização da sua tranquila sociedade. Extremismos nunca ajudaram só complicaram.

  7. anónimo
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 12:57 | Permalink

    “Suíça é atrasada e rural”

    não, são racistas e empregam moiros para limpar a merda que as vacas fazem. quanto mais vacas têm, mais moiros são precisos e se o minarete à vaca suiça fosse aprovado muitos mais seriam precisos.

  8. Minhoto
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 13:43 | Permalink

    Estes títulos deslumbrados e esquerdalhas são de rir. lol, está bonito o Público está!

  9. Aborigene
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 13:58 | Permalink

    Portugal o que mais tem são “interpretadores” do vontade popular.E interpretam tão bem , tão bem que fazem aquilo que faziam os ditos fascistas com a maior das calmas.Bom agora porque é feito por eles…
    Descolonizaram?Porque o colonialismo era horrível e explorador dos povos.Deitaram fora tudo o que tivesse preto.Agora colonizam-nos?Obrigam-nos a pagar uma imigração e nacionalização desnecessária?Temos que combater as diferenças, ganhar menos para outros ganharem mais.Entretanto já temos cá mais “portugueses” pretos do que algum dia houve brancos colonos…
    Quem explora quem?Nada de explicações… porque a áfrica ainda está cheia de pobres…

  10. Posted 1 Dezembro, 2009 at 14:26 | Permalink

    seja como for é bom que se saiba que os limites ao florescimento de minaretes vai acabar assim e visto por um jornal suiço:

    http://www.letemps.ch/Page/Uuid/aa5b3c52-dd30-11de-bc20-cbd5d36bc26f/Un_recours_imm%C3%A9diat_%C3%A0_Strasbourg_est_possible

    o resto são tretas!

  11. lucklucky
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 17:10 | Permalink

    Só civilizações avançadas como as que estão dentro dos Jornais é que têm poder intelectual para negar os factos e evidências.

  12. Eduardo F.
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 18:30 | Permalink

    É mesmo. Em Portugal chegou a haver uma tal 5ª Divisão para combater o obscurantismo a que tinham sido condenados milhões de portugueses. Aliás, melhor teria dido que não tivssem votado em Abril de 1975, segundo a dita 5ª e respectivos compagnons de route que apelaram ao voto em branco.

    Já na I República, alguém relembrava aqui o que V. Pulido Valente já sistematizou, como também o voto só deve ser exercido pelas pessoas “conscientes”, o que manifestamente não incluia as mulheres (ao contrário do que já sucedia na Monarquia Constitucional) para prevenir os efeitos maléficos da “padralhada”. Um excelente exemplo da ética Republicana!

  13. Joaquim Amado Lopes
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 19:22 | Permalink

    7. Anónimo,
    empregam moiros para limpar a merda que as vacas fazem. quanto mais vacas têm, mais moiros são precisos
    E os moiros que não queiram andar a limpar o rabo às vacas, não emigrem para a Suiça.

    Então vão para lá de livre vontade, depois de saberem como é querem lá continuar e são os locais é que têem que se ajustar a eles?

    E desde quando é que proíbir minaretes tem a ver com racismo? Ou (10. E-Ko) com os direitos humanos?

  14. anónimo
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 19:46 | Permalink

    oh lopes eu explicava-te, mas primero aprende a ler. quanto há interpretação, já não há nada a fazer, depende de coisas que não se aprendem e só se podem estimular se existirem.

  15. mile
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 20:03 | Permalink

    Fez-se luz
    Tardiamente
    Mas mesmo assim
    É muito bom perceber
    O porquê das coisas
    Quando passei pela idade do:
    Eureka, mandei uma queca
    Estranhava o fascínio, das nossas indígenas
    Pelos exóticos seguidores de alá

    Mas agora descobri!!!
    A verdade pura e simples
    Esta estranha atracção deve-se a uma questão de sonoridade
    A sonoridade de minarete é muito idêntica à de minete
    Logo as nossas indígenas sempre que ouviam um daqueles que rezam de cu para o ar dizer que rezavam no minarete quatro vezes ao dia
    Ficavam logo todas entusiasmadas e com o pito aos saltos

  16. Joaquim Amado Lopes
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 21:08 | Permalink

    14.anónimo:
    quanto há interpretação“?
    Não acha que, antes de aconselhar alguém a aprender a ler, devia aprender a escrever?

    Pelo menos, aprenda a escrever antes de explicar. Só para que quem sabe ler o perceba.

  17. CARLOS
    Posted 1 Dezembro, 2009 at 22:21 | Permalink

    The fifty million Muslims of Europe will turn it into a Muslim continent within a few decades…Europe is in a predicament, and so is America. They should agree to become Islamic in the course of time, or else declare war on the Muslims.—Muammar Quadhafi……
    Post-election polls revealed that the Swiss would have rejected the ban were it not for feminist involvement: 39% of women were in favor of the ban, as opposed to 31% of men.


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