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	<title>Comentários em: Confio</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: noimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211618</link>
		<dc:creator><![CDATA[noimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 21:58:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Arquivamento do Caso Freeport em causa

Pressões sobre magistrados levam sindicato a pedir audiência de urgência ao Presidente da 
República

30.03.2009 - 18h08 Luciano Alvarez

O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, vai 
pedir uma audiência de urgência ao presidente da República Cavaco Silva. Nos últimos dias 
João Palma tem vindo a denunciar pressões sobre os magistrados, alegadamente relacionadas 
com o caso Freeport e que visam, segundo revelou o &quot;Correio da Manhã&quot; levar ao 
arquivamento do processo.
www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371687&amp;idCanal=62]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arquivamento do Caso Freeport em causa</p>
<p>Pressões sobre magistrados levam sindicato a pedir audiência de urgência ao Presidente da<br />
República</p>
<p>30.03.2009 &#8211; 18h08 Luciano Alvarez</p>
<p>O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, vai<br />
pedir uma audiência de urgência ao presidente da República Cavaco Silva. Nos últimos dias<br />
João Palma tem vindo a denunciar pressões sobre os magistrados, alegadamente relacionadas<br />
com o caso Freeport e que visam, segundo revelou o &#8220;Correio da Manhã&#8221; levar ao<br />
arquivamento do processo.<br />
<a href="http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371687&#038;idCanal=62" rel="nofollow">http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371687&#038;idCanal=62</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: noimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211617</link>
		<dc:creator><![CDATA[noimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 21:54:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21305#comment-211617</guid>
		<description><![CDATA[Escutas: juízes querem publicação de despachos

Em nome da «transparência e da fiscalização social», diz ASJP
26-11-2009

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses anunciou esta quinta-feira que defende a 
publicação dos despachos do PGR e do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre as 
decisões que envolvem as escutas a Armando Vara e José Sócrates, no âmbito do processo 
Face Oculta, em nome da «transparência, informação e fiscalização social».

«É falso» que juiz de Aveiro tenha recusado destruir escutas

Em comunicado, os juízes criticam ainda «falta de informação» sobre se foi ou não aberto 
inquérito relativo a escutas do Face Oculta e a «inexplicada divergência» entre a Comarca 
de Aveiro e o procurador-geral da República.

PGR arquiva escutas de Sócrates

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) refere também que «lamenta todos os 
equívocos gerados pela falta de informação sobre a existência ou não de inquérito a 
propósito das certidões» das escutas, a demora da «decisão de considerar não existirem 
elementos probatórios para iniciar uma investigação» e «a inexplicada divergência de 
valoração dos indícios que foi feita na Comarca de Aveiro e pelo procurador-geral da 
República (PGR)».

Esclarecimento de equívocos

A ASJP entende que «os deveres de transparência e de informação, essenciais para a normal 
e saudável fiscalização social sobre a actuação das autoridades judiciárias num caso que 
reveste manifesto interesse, impõem o esclarecimento daqueles equívocos».

«PGR tem o dever social de esclarecer os portugueses»

Quebrando o silêncio relativamente aos assuntos relacionados com o caso Face Oculta, a 
ASJP defende, assim, «a publicitação das decisões do procurador-geral da República e do 
presidente do Supremo Tribunal de Justiça»
A ASJP, presidida pelo desembargador António Martins, alerta que «qualquer tentativa de 
constrangimento» da actuação dos juízes do processo, fora da via do recurso, será uma 
«ofensa intolerável aos princípios da independência e separação de poderes».

Juízes repudiam acusações de «espionagem política»

Entre outras considerações, a ASJP lembra que, contrariamente ao que foi noticiado e dito 
publicamente, as escutas autorizadas pelo juiz de Instrução de Aveiro «nunca tiveram por 
alvo o primeiro-ministro, mas sim os arguidos no inquérito».

«Acusações sem qualquer fundamento, como agentes da lei fora da lei, mais não são do que 
tentativas desesperadas de descredibilizar as decisões judiciais no inquérito, apenas 
porque aí são investigadas pessoas política, económica e socialmente influentes», 
salienta a ASJP.

É «inaceitável» ministro acusar MP de «espionagem política»

Os juízes afirmam ainda que repudiam «veementemente as insinuações e falsas acusações de 
responsáveis políticos, nomeadamente membros de órgãos de soberania, que visam apenas 
descredibilizar a actuação das autoridades judiciárias. Todos os que desempenham cargos 
públicos de responsabilidade têm um especial dever de respeito pelos princípios da 
separação de poderes e de acatamento das decisões dos Tribunais, não devendo contribuir 
com desinformação que coloca publicamente em causa a autoridade do Estado».

A ASJP diz também ser «inaceitável que um vogal do Conselho Superior da Magistratura 
[órgão de gestão, disciplina e avaliação dos juízes] eleito pelo Parlamento não tenha 
suspendido funções a partir do momento em que passou a ser mandatário de um dos arguidos».
www.tvi24.iol.pt/sociedade/face-oculta-escutas-asjp-ultimas-tvi24-juizes/1106125-4071.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Escutas: juízes querem publicação de despachos</p>
<p>Em nome da «transparência e da fiscalização social», diz ASJP<br />
26-11-2009</p>
<p>A Associação Sindical dos Juízes Portugueses anunciou esta quinta-feira que defende a<br />
publicação dos despachos do PGR e do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre as<br />
decisões que envolvem as escutas a Armando Vara e José Sócrates, no âmbito do processo<br />
Face Oculta, em nome da «transparência, informação e fiscalização social».</p>
<p>«É falso» que juiz de Aveiro tenha recusado destruir escutas</p>
<p>Em comunicado, os juízes criticam ainda «falta de informação» sobre se foi ou não aberto<br />
inquérito relativo a escutas do Face Oculta e a «inexplicada divergência» entre a Comarca<br />
de Aveiro e o procurador-geral da República.</p>
<p>PGR arquiva escutas de Sócrates</p>
<p>A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) refere também que «lamenta todos os<br />
equívocos gerados pela falta de informação sobre a existência ou não de inquérito a<br />
propósito das certidões» das escutas, a demora da «decisão de considerar não existirem<br />
elementos probatórios para iniciar uma investigação» e «a inexplicada divergência de<br />
valoração dos indícios que foi feita na Comarca de Aveiro e pelo procurador-geral da<br />
República (PGR)».</p>
<p>Esclarecimento de equívocos</p>
<p>A ASJP entende que «os deveres de transparência e de informação, essenciais para a normal<br />
e saudável fiscalização social sobre a actuação das autoridades judiciárias num caso que<br />
reveste manifesto interesse, impõem o esclarecimento daqueles equívocos».</p>
<p>«PGR tem o dever social de esclarecer os portugueses»</p>
<p>Quebrando o silêncio relativamente aos assuntos relacionados com o caso Face Oculta, a<br />
ASJP defende, assim, «a publicitação das decisões do procurador-geral da República e do<br />
presidente do Supremo Tribunal de Justiça»<br />
A ASJP, presidida pelo desembargador António Martins, alerta que «qualquer tentativa de<br />
constrangimento» da actuação dos juízes do processo, fora da via do recurso, será uma<br />
«ofensa intolerável aos princípios da independência e separação de poderes».</p>
<p>Juízes repudiam acusações de «espionagem política»</p>
<p>Entre outras considerações, a ASJP lembra que, contrariamente ao que foi noticiado e dito<br />
publicamente, as escutas autorizadas pelo juiz de Instrução de Aveiro «nunca tiveram por<br />
alvo o primeiro-ministro, mas sim os arguidos no inquérito».</p>
<p>«Acusações sem qualquer fundamento, como agentes da lei fora da lei, mais não são do que<br />
tentativas desesperadas de descredibilizar as decisões judiciais no inquérito, apenas<br />
porque aí são investigadas pessoas política, económica e socialmente influentes»,<br />
salienta a ASJP.</p>
<p>É «inaceitável» ministro acusar MP de «espionagem política»</p>
<p>Os juízes afirmam ainda que repudiam «veementemente as insinuações e falsas acusações de<br />
responsáveis políticos, nomeadamente membros de órgãos de soberania, que visam apenas<br />
descredibilizar a actuação das autoridades judiciárias. Todos os que desempenham cargos<br />
públicos de responsabilidade têm um especial dever de respeito pelos princípios da<br />
separação de poderes e de acatamento das decisões dos Tribunais, não devendo contribuir<br />
com desinformação que coloca publicamente em causa a autoridade do Estado».</p>
<p>A ASJP diz também ser «inaceitável que um vogal do Conselho Superior da Magistratura<br />
[órgão de gestão, disciplina e avaliação dos juízes] eleito pelo Parlamento não tenha<br />
suspendido funções a partir do momento em que passou a ser mandatário de um dos arguidos».<br />
<a href="http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/face-oculta-escutas-asjp-ultimas-tvi24-juizes/1106125-4071.html" rel="nofollow">http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/face-oculta-escutas-asjp-ultimas-tvi24-juizes/1106125-4071.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: noimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211616</link>
		<dc:creator><![CDATA[noimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 21:51:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21305#comment-211616</guid>
		<description><![CDATA[Juízes dizem que poder político tem acesso a processos mesmo em segredo de justiça

Um manifesto subscrito por juízes denuncia o facto de o poder político ter acesso a todos
os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça. Neste documento, os
juízes dizem mesmo que é possível o acesso em tempo real a estes processos.
O novo sistema informático Citius permite o acesso em tempo real do poder político a
todos os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça, permitindo mesmo
introduzir alterações nos despachos de um juiz ou nas acusações de um advogado.

A denúncia está a ser feita por vários juízes através de um manifesto que já está a
circular, onde esta situação está mesmo a ser considerada como um perigo e uma ameaça à
independência do poder judicial.

Neste manifesto, os magistrados recordam que este sistema bem como o Habilus está
centralizado na Direcção-geral da Administração da Justiça, que está directamente
dependente do Ministério da Justiça e cuja directora-geral é nomeada politicamente, não
sendo esta uma magistrada.

Os magistrados acrescentam que qualquer funcionário da Direcção-geral ou do Ministério
tem a possibilidade real de ter acesso a todo e qualquer processo judicial inserido
electronicamente no sistema, o que consideram perigoso.

Depois, é também dito que qualquer funcionário pode ler o que qualquer magistrado está a
digitar em qualquer momento relativamente a processos que poderão mesmo estar em segredo
de justiça.

Os juízes assinalam ainda que qualquer pessoa desta direcção-geral ou do ministério tem o
chamado acesso de escrita, ou seja, o poder de alterar uma decisão de um juiz ou uma
acusação elaborada por um procurador, sendo para isso apenas preciso aceder ao sistema
com uma password de administrador.

O manifesto, que está a circular entre vários tribunais, tem como primeira subscritora a
magistrada Solange Hasse, do Tribunal de Família e Menores do Tribunal de Lisboa, e está
a ser subscrito por vários magistrados.

www.tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1123825]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Juízes dizem que poder político tem acesso a processos mesmo em segredo de justiça</p>
<p>Um manifesto subscrito por juízes denuncia o facto de o poder político ter acesso a todos<br />
os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça. Neste documento, os<br />
juízes dizem mesmo que é possível o acesso em tempo real a estes processos.<br />
O novo sistema informático Citius permite o acesso em tempo real do poder político a<br />
todos os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça, permitindo mesmo<br />
introduzir alterações nos despachos de um juiz ou nas acusações de um advogado.</p>
<p>A denúncia está a ser feita por vários juízes através de um manifesto que já está a<br />
circular, onde esta situação está mesmo a ser considerada como um perigo e uma ameaça à<br />
independência do poder judicial.</p>
<p>Neste manifesto, os magistrados recordam que este sistema bem como o Habilus está<br />
centralizado na Direcção-geral da Administração da Justiça, que está directamente<br />
dependente do Ministério da Justiça e cuja directora-geral é nomeada politicamente, não<br />
sendo esta uma magistrada.</p>
<p>Os magistrados acrescentam que qualquer funcionário da Direcção-geral ou do Ministério<br />
tem a possibilidade real de ter acesso a todo e qualquer processo judicial inserido<br />
electronicamente no sistema, o que consideram perigoso.</p>
<p>Depois, é também dito que qualquer funcionário pode ler o que qualquer magistrado está a<br />
digitar em qualquer momento relativamente a processos que poderão mesmo estar em segredo<br />
de justiça.</p>
<p>Os juízes assinalam ainda que qualquer pessoa desta direcção-geral ou do ministério tem o<br />
chamado acesso de escrita, ou seja, o poder de alterar uma decisão de um juiz ou uma<br />
acusação elaborada por um procurador, sendo para isso apenas preciso aceder ao sistema<br />
com uma password de administrador.</p>
<p>O manifesto, que está a circular entre vários tribunais, tem como primeira subscritora a<br />
magistrada Solange Hasse, do Tribunal de Família e Menores do Tribunal de Lisboa, e está<br />
a ser subscrito por vários magistrados.</p>
<p><a href="http://www.tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1123825" rel="nofollow">http://www.tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1123825</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: noimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211612</link>
		<dc:creator><![CDATA[noimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 21:45:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21305#comment-211612</guid>
		<description><![CDATA[Caso Freeport
Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates

Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois 
procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça, 
Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta 
investigação

Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que 
José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport, 
haveria «represálias».

O encontro entre os três magistrados aconteceu há duas semanas, no mesmo dia em que Lopes 
da Mota também se terá encontrado com Alberto Costa. Os termos usados pelo presidente do 
Eurojust (órgão do Conselho da Europa que coordena as políticas anti-corrupção)  foram 
considerados por Vítor Magalhães e Paes Faria como formas de «pressão» e disso mesmo 
deram conta ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, na passada segunda-feira.

No encontro com Pinto Monteiro e Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, para fazer um 
ponto da situação do caso Freeport, os dois magistrados contaram ainda que Lopes da Mota, 
já regressado ao seu gabinete do Eurojust em Haia (Holanda), telefonou para os colegas, 
defendendo a tese de que no processo só estavam em causa crimes de corrupção para acto 
lícito e que estes já tinham prescrito, citando, inclusive, páginas e artigos de 
reputados penalistas. E insistiu no facto de Magalhães e Faria não terem alternativa 
senão «arquivar» o inquérito. «Estão sozinhos nisto», terá mesmo dito Lopes da Mota, 
segundo relataram os magistrados ao PGR.
www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=131045]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caso Freeport<br />
Alberto Costa fez pressões em nome de Sócrates</p>
<p>Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois<br />
procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça,<br />
Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta<br />
investigação</p>
<p>Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que<br />
José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport,<br />
haveria «represálias».</p>
<p>O encontro entre os três magistrados aconteceu há duas semanas, no mesmo dia em que Lopes<br />
da Mota também se terá encontrado com Alberto Costa. Os termos usados pelo presidente do<br />
Eurojust (órgão do Conselho da Europa que coordena as políticas anti-corrupção)  foram<br />
considerados por Vítor Magalhães e Paes Faria como formas de «pressão» e disso mesmo<br />
deram conta ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, na passada segunda-feira.</p>
<p>No encontro com Pinto Monteiro e Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, para fazer um<br />
ponto da situação do caso Freeport, os dois magistrados contaram ainda que Lopes da Mota,<br />
já regressado ao seu gabinete do Eurojust em Haia (Holanda), telefonou para os colegas,<br />
defendendo a tese de que no processo só estavam em causa crimes de corrupção para acto<br />
lícito e que estes já tinham prescrito, citando, inclusive, páginas e artigos de<br />
reputados penalistas. E insistiu no facto de Magalhães e Faria não terem alternativa<br />
senão «arquivar» o inquérito. «Estão sozinhos nisto», terá mesmo dito Lopes da Mota,<br />
segundo relataram os magistrados ao PGR.<br />
<a href="http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=131045" rel="nofollow">http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=131045</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: noimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211606</link>
		<dc:creator><![CDATA[noimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 21:37:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21305#comment-211606</guid>
		<description><![CDATA[Polémica: Magistrado da Casa Pia com carreira congelada

Juiz vítima de “retaliação política”

A decisão do Conselho Superior da Magistratura (CSM) de congelar a atribuição da nota de 
‘Muito Bom’ ao juiz Rui Teixeira até que haja uma decisão final sobre o pedido de uma 
indemnização ao Estado por parte de Paulo Pedroso, ex-arguido do processo Casa Pia, 
ressuscitou a questão da &quot;politização&quot; e &quot;partidarização&quot; do órgão de gestão e disciplina 
de juízes.

A decisão inédita, suscitada por três vogais nomeados para o CSM pelo PS, apanhou muitos 
magistrados de surpresa, que admitem nunca ter tido conhecimento de um caso semelhante. 
Até Calvão da Silva, um dos vogais do Conselho que não esteve presente na reunião em que 
o ‘congelamento’ foi decretado, manifestou-se surpreendido ao CM. &quot;Neste mandato nunca 
houve nenhuma decisão paralela&quot;, limitou-se a dizer, revelando, porém, que na próxima 
reunião irá pedir esclarecimentos.

São cada vez mais as vozes críticas à actual composição do Conselho – integrado por 
membros nomeados pela Assembleia da República, Presidente da República e juízes –, mas 
poucos são os que dão a cara, devido ao dever de reserva que é imposto aos juízes. Um 
magistrado contactado pelo CM, que solicitou o anonimato, não tem dúvidas de que a 
decisão de congelar a avaliação de Rui Teixeira se trata de uma &quot;retaliação política&quot;, 
lembrando mesmo que o Conselho também impediu o ex-juiz da Casa Pia, que mandou prender 
seis arguidos, de depor no processo de Paulo Pedroso contra o Estado como testemunha do 
Ministério Público. Um processo que está ainda no Tribunal da Relação, que pode demorar 
anos a estar terminado, mas do qual o ‘Muito Bom’ de Rui Teixeira está agora dependente.

SAIBA MAIS

CONSELHO

O Conselho da Magistratura é o órgão com competência de nomeação, colocação, 
transferência e acção disciplinar sobre os juízes.

17

elementos, dos quais apenas seis magistrados eleitos pelos seus pares, integram o 
Conselho Superior da Magistratura.

RUI TEIXEIRA

Esta é a segunda decisão do CSM desfavorável a Rui Teixeira: antes, foi impedido de depor 
no processo de Paulo Pedroso contra o Estado.

VOGAIS

O Conselho é composto por vogais designados pela Assembleia da República, pelo Presidente 
da República e por magistrados.

PEDROSO PEDIU INDEMNIZAÇÃO DE 600 MIL EUROS

Paulo Pedroso, então deputado socialista na Assembleia da República, foi detido pelo juiz 
Rui Teixeira em pleno Parlamento no dia 21 de Maio de 2003. Ficou em prisão preventiva 
por suspeitas de abusos sexuais de crianças e foi solto em Outubro do mesmo ano por 
decisão do Tribunal da Relação de Lisboa. Foi formalmente acusado de 15 crimes, mas a 
juíza de instrução decidiu não levar o ex-ministro a julgamento, decisão mais tarde 
confirmada pela Relação. Pedroso interpôs então uma acção cível contra o Estado a 
reclamar 600 mil euros de indemnização, alegando ter estado preso ilegalmente.

ELEIÇÕES NO SUPREMO EM NOVEMBRO

Noronha Nascimento é para já o único candidato à presidência do Supremo Tribunal de 
Justiça, cuja eleição está marcada para Novembro. Por inerência, o conselheiro preside 
também ao órgão de gestão e disciplina dos juízes, integrado por magistrados e membros 
designados pelo Presidente da República e do Parlamento.

RECURSO HÁ UM ANO NA RELAÇÃO

O Ministério Público recorreu da decisão do Tribunal Cível de Lisboa, que decidiu 
atribuir uma indemnização de 130 mil euros a Paulo Pedroso no âmbito do processo Casa 
Pia. A sentença já tem mais de um ano, e desde essa altura que o recurso se encontra na 
Relação de Lisboa, tendo sido distribuído à 6ª secção. No entanto, segundo apurou o CM, 
este processo ainda não tem projecto de acórdão.

DISCURSOS DIRECTOS

&quot;FORTEMENTE POLITIZADO&quot;: Rui Rangel, Pres. da Associação Juízes pela Cidadania

Correio da Manhã – Como é que interpreta o congelamento da nota de Rui Teixeira?

Rui Rangel – Não há nenhuma justificação para fundamentar o congelamento de uma 
classificação. Há aí razões do ponto de vista ideológico, do ponto de vista partidário, 
de tentar sancionar um juiz só porque teve um determinado processo e porque esse processo 
teve um determinado andamento.

– O Conselho está politizado?

– Hoje temo que o CSM já esteja fortemente politizado... Era só o que faltava que a 
carreira de um magistrado fosse sancionada ou melhorada por razões de política 
partidária. É inacreditável que isso possa acontecer.

&quot;FALTA TRANSPARÊNCIA&quot;: António Martins, Pres. Associação Sindical dos Juízes

Correio da Manhã – Como é que reage a esta decisão?

António Martins – Não conheço os fundamentos e é essencial que sejam públicos para que 
possamos saber em que medida o nosso estatuto de independência está colocado em causa. Há 
uma falta de transparência inaceitável e inadmissível.

– É uma decisão inédita?

– Para mim é absolutamente inédita... Não estando a correr nenhum processo disciplinar, 
não percebo quais são os fundamentos para uma nota ficar suspensa.

– A questão foi suscitada por vogais nomeados pelo PS...

– A questão da partidarização do Conselho, mais do que a politização, é preocupante.

NOTAS

NORONHA: PRESIDENTE

Luís Noronha Nascimento, de 65 anos, foi eleito presidente do Supremo Tribunal em 2006 e 
por inerência preside ao Conselho da Magistratura. Antes tinha perdido para Nunes da Cruz

PLENÁRIO: TERÇA-FEIRA

O plenário do Conselho Superior da Magistratura reúne-se novamente na próxima 
terça-feira. A polémica de Rui Teixeira deverá voltar a ser abordada

VOTAÇÃO: DOIS CONTRA

Na polémica decisão de suspender a nota ‘Muito Bom’ atribuída por um inspector a Rui 
Teixeira, dois juízes, José Manuel Duro e Rui Moreira, votaram contra

20 Setembro 2009
www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=21929184-459C-4FC3-9BC2-5DDFFF1C00F5&amp;channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Polémica: Magistrado da Casa Pia com carreira congelada</p>
<p>Juiz vítima de “retaliação política”</p>
<p>A decisão do Conselho Superior da Magistratura (CSM) de congelar a atribuição da nota de<br />
‘Muito Bom’ ao juiz Rui Teixeira até que haja uma decisão final sobre o pedido de uma<br />
indemnização ao Estado por parte de Paulo Pedroso, ex-arguido do processo Casa Pia,<br />
ressuscitou a questão da &#8220;politização&#8221; e &#8220;partidarização&#8221; do órgão de gestão e disciplina<br />
de juízes.</p>
<p>A decisão inédita, suscitada por três vogais nomeados para o CSM pelo PS, apanhou muitos<br />
magistrados de surpresa, que admitem nunca ter tido conhecimento de um caso semelhante.<br />
Até Calvão da Silva, um dos vogais do Conselho que não esteve presente na reunião em que<br />
o ‘congelamento’ foi decretado, manifestou-se surpreendido ao CM. &#8220;Neste mandato nunca<br />
houve nenhuma decisão paralela&#8221;, limitou-se a dizer, revelando, porém, que na próxima<br />
reunião irá pedir esclarecimentos.</p>
<p>São cada vez mais as vozes críticas à actual composição do Conselho – integrado por<br />
membros nomeados pela Assembleia da República, Presidente da República e juízes –, mas<br />
poucos são os que dão a cara, devido ao dever de reserva que é imposto aos juízes. Um<br />
magistrado contactado pelo CM, que solicitou o anonimato, não tem dúvidas de que a<br />
decisão de congelar a avaliação de Rui Teixeira se trata de uma &#8220;retaliação política&#8221;,<br />
lembrando mesmo que o Conselho também impediu o ex-juiz da Casa Pia, que mandou prender<br />
seis arguidos, de depor no processo de Paulo Pedroso contra o Estado como testemunha do<br />
Ministério Público. Um processo que está ainda no Tribunal da Relação, que pode demorar<br />
anos a estar terminado, mas do qual o ‘Muito Bom’ de Rui Teixeira está agora dependente.</p>
<p>SAIBA MAIS</p>
<p>CONSELHO</p>
<p>O Conselho da Magistratura é o órgão com competência de nomeação, colocação,<br />
transferência e acção disciplinar sobre os juízes.</p>
<p>17</p>
<p>elementos, dos quais apenas seis magistrados eleitos pelos seus pares, integram o<br />
Conselho Superior da Magistratura.</p>
<p>RUI TEIXEIRA</p>
<p>Esta é a segunda decisão do CSM desfavorável a Rui Teixeira: antes, foi impedido de depor<br />
no processo de Paulo Pedroso contra o Estado.</p>
<p>VOGAIS</p>
<p>O Conselho é composto por vogais designados pela Assembleia da República, pelo Presidente<br />
da República e por magistrados.</p>
<p>PEDROSO PEDIU INDEMNIZAÇÃO DE 600 MIL EUROS</p>
<p>Paulo Pedroso, então deputado socialista na Assembleia da República, foi detido pelo juiz<br />
Rui Teixeira em pleno Parlamento no dia 21 de Maio de 2003. Ficou em prisão preventiva<br />
por suspeitas de abusos sexuais de crianças e foi solto em Outubro do mesmo ano por<br />
decisão do Tribunal da Relação de Lisboa. Foi formalmente acusado de 15 crimes, mas a<br />
juíza de instrução decidiu não levar o ex-ministro a julgamento, decisão mais tarde<br />
confirmada pela Relação. Pedroso interpôs então uma acção cível contra o Estado a<br />
reclamar 600 mil euros de indemnização, alegando ter estado preso ilegalmente.</p>
<p>ELEIÇÕES NO SUPREMO EM NOVEMBRO</p>
<p>Noronha Nascimento é para já o único candidato à presidência do Supremo Tribunal de<br />
Justiça, cuja eleição está marcada para Novembro. Por inerência, o conselheiro preside<br />
também ao órgão de gestão e disciplina dos juízes, integrado por magistrados e membros<br />
designados pelo Presidente da República e do Parlamento.</p>
<p>RECURSO HÁ UM ANO NA RELAÇÃO</p>
<p>O Ministério Público recorreu da decisão do Tribunal Cível de Lisboa, que decidiu<br />
atribuir uma indemnização de 130 mil euros a Paulo Pedroso no âmbito do processo Casa<br />
Pia. A sentença já tem mais de um ano, e desde essa altura que o recurso se encontra na<br />
Relação de Lisboa, tendo sido distribuído à 6ª secção. No entanto, segundo apurou o CM,<br />
este processo ainda não tem projecto de acórdão.</p>
<p>DISCURSOS DIRECTOS</p>
<p>&#8220;FORTEMENTE POLITIZADO&#8221;: Rui Rangel, Pres. da Associação Juízes pela Cidadania</p>
<p>Correio da Manhã – Como é que interpreta o congelamento da nota de Rui Teixeira?</p>
<p>Rui Rangel – Não há nenhuma justificação para fundamentar o congelamento de uma<br />
classificação. Há aí razões do ponto de vista ideológico, do ponto de vista partidário,<br />
de tentar sancionar um juiz só porque teve um determinado processo e porque esse processo<br />
teve um determinado andamento.</p>
<p>– O Conselho está politizado?</p>
<p>– Hoje temo que o CSM já esteja fortemente politizado&#8230; Era só o que faltava que a<br />
carreira de um magistrado fosse sancionada ou melhorada por razões de política<br />
partidária. É inacreditável que isso possa acontecer.</p>
<p>&#8220;FALTA TRANSPARÊNCIA&#8221;: António Martins, Pres. Associação Sindical dos Juízes</p>
<p>Correio da Manhã – Como é que reage a esta decisão?</p>
<p>António Martins – Não conheço os fundamentos e é essencial que sejam públicos para que<br />
possamos saber em que medida o nosso estatuto de independência está colocado em causa. Há<br />
uma falta de transparência inaceitável e inadmissível.</p>
<p>– É uma decisão inédita?</p>
<p>– Para mim é absolutamente inédita&#8230; Não estando a correr nenhum processo disciplinar,<br />
não percebo quais são os fundamentos para uma nota ficar suspensa.</p>
<p>– A questão foi suscitada por vogais nomeados pelo PS&#8230;</p>
<p>– A questão da partidarização do Conselho, mais do que a politização, é preocupante.</p>
<p>NOTAS</p>
<p>NORONHA: PRESIDENTE</p>
<p>Luís Noronha Nascimento, de 65 anos, foi eleito presidente do Supremo Tribunal em 2006 e<br />
por inerência preside ao Conselho da Magistratura. Antes tinha perdido para Nunes da Cruz</p>
<p>PLENÁRIO: TERÇA-FEIRA</p>
<p>O plenário do Conselho Superior da Magistratura reúne-se novamente na próxima<br />
terça-feira. A polémica de Rui Teixeira deverá voltar a ser abordada</p>
<p>VOTAÇÃO: DOIS CONTRA</p>
<p>Na polémica decisão de suspender a nota ‘Muito Bom’ atribuída por um inspector a Rui<br />
Teixeira, dois juízes, José Manuel Duro e Rui Moreira, votaram contra</p>
<p>20 Setembro 2009<br />
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	<item>
		<title>Por: TRIBUNUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TRIBUNUS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 14:45:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;confiar na justiça portuguesa? porque? que provas ela dá de uma entidade séria? quem não conhece os processos arquivados sem justificação? quem não conhece o descredito do comportamento dos juizes? as sentenças sem o necessario fundamento? e isto dura desde a abrilada!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;&lt;confiar na justiça portuguesa? porque? que provas ela dá de uma entidade séria? quem não conhece os processos arquivados sem justificação? quem não conhece o descredito do comportamento dos juizes? as sentenças sem o necessario fundamento? e isto dura desde a abrilada!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Gundisalves</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211212</link>
		<dc:creator><![CDATA[Gundisalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 22:34:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por mim só confio nas putas e nos ladrões - ambos executam primorosamente os seus serviços.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por mim só confio nas putas e nos ladrões &#8211; ambos executam primorosamente os seus serviços.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo F.</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211157</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo F.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 20:03:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[1.J. B.M. disse
5 Dezembro, 2009 às 2:01 am

&lt;i&gt;«Não confio em ninguém, mas desconfio menos da justiça portuguesa do que do governo português.»&lt;/i&gt;

Acompanho-o na parte da justiça e do governo.

Tenho para mim que a degradação em que já estamos e que o governo continua, imparável e aceleradamente, a piorar, que a solução para Portugal já exige uma mudança profunda no plano constitucional. É necessário caminhar para uma &lt;a href=&quot;http://quartarepublica.blogspot.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;IV República&lt;/a&gt; e para uma presidencialização do regime.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1.J. B.M. disse<br />
5 Dezembro, 2009 às 2:01 am</p>
<p><i>«Não confio em ninguém, mas desconfio menos da justiça portuguesa do que do governo português.»</i></p>
<p>Acompanho-o na parte da justiça e do governo.</p>
<p>Tenho para mim que a degradação em que já estamos e que o governo continua, imparável e aceleradamente, a piorar, que a solução para Portugal já exige uma mudança profunda no plano constitucional. É necessário caminhar para uma <a href="http://quartarepublica.blogspot.com/" rel="nofollow">IV República</a> e para uma presidencialização do regime.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anti-Barrigas Grandes</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211149</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anti-Barrigas Grandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 19:32:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CONFIO NA PUTA QUE OS PARIU!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CONFIO NA PUTA QUE OS PARIU!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Levy</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/05/confio/#comment-211072</link>
		<dc:creator><![CDATA[Levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 15:47:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[28 # Licas

A ironia passa muito mal.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>28 # Licas</p>
<p>A ironia passa muito mal.</p>
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