E assim sucessivamente de causa urgente em causa urgente nunca perceberemos o que nos está a acontecer

LINHA DA REALIDADE: No auge da investigação do processo Face Oculta e com o processo Freeport muito próximo do fim, o Procurador-Geral da República Pinto Monteiro é recebido amanhã em Belém pelo Presidente da República. A audiência está marcada para as 16h00.

LINHA DA FANTASIA PARA ESQUECER A REALIDADE: O Governo aprova amanhã, em Conselho de Ministros, a proposta de lei para permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O diploma exclui, porém, a possibilidade de estes novos casais poderem adoptar crianças.

LINHA DA REALIDADE: Dívida do Estado sobe 28 mil milhões num ano.Total da dívida, incluindo empresas públicas, ascende a 182,6 mil milhões de euros

LINHA DA FANTASIA PARA ESQUECER A REALIDADE: Sócrates defende cinco regiões administrativas Regionalização é “indispensável e urgente”

41 Comentários

  1. MONKO
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:30 | Permalink

    A AGONIA DE UM PAÍS,OU A REGIONALIZAÇÃO COMO FÁBRICA DE TACHOS.

  2. anónimo
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:34 | Permalink

    . deve ir apresentar os progressos feitos no caso bpn
    . tá com problemas em ser madrinha de cernelha
    . querem apoios à crise sem onerar a dívida
    . anunciar regionalização no alentejo é provocação ao norte e ao pc

  3. Fortuna
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:40 | Permalink

    Querias?!?

  4. Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:42 | Permalink

    Já não há palavras para tanta cretinice. O que José Sócrates e o seu governo estão a fazer já roça o criminoso.

  5. Anónimo
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:42 | Permalink

    E abandona os compromissos de estado para poder falar para as televisões passarem à noite.

  6. Anónimo
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:49 | Permalink

    Bando de encobridores, se ouve dizer, em resumo.

  7. Anónimo
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:50 | Permalink

    Encobridores, se ouve dizer, em resumo.

  8. Gundisalves
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:50 | Permalink

    Administrativamente, não é preciso uma grande desconstrução Derridiana do “discurso” oficial, sempre que uma coisa “é urgente” é porque não é necessária.

  9. carlos graça
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:51 | Permalink

    Pouco panem, muito circences…

  10. lucklucky
    Posted 16 Dezembro, 2009 at 23:57 | Permalink

    28 mil milhões são 2800 Euros de dívida que o Governo colocou nas mãos de cada Português só neste ano. Fazendo as contas como só cerca de 40% Portugueses trabalham implica á volta de 7000 Euros de dívida por Português que trabalha este ano… Ou seja, para um casal, este ano a dívida aumentou 14000 Euros. Ainda não sabem o Social(ismo)que os vai atingir…

    E nos números parece não estar as Autarquias…

  11. c
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:02 | Permalink

    linha do apropriado : o leviatã resumir-se àquilo para o que o aceitámos : segurança e justiça.
    as cenas da regionalização e mariquices com um bocadinho de esforço até o encaixamos em justiça.
    deixem-nos em paz , carago!!!

  12. JB
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:06 | Permalink

    E que cada futuro Governo Regional,
    disponha de uma Ota/placa giratória,
    rodeadas de auto estradas por todos os lados
    e servidas por TGV’s da nova geração.
    A do 5º Império.

  13. Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:36 | Permalink

    Continua a técnica das tácticas de diversão. Pois se tem resultado…

  14. R.
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:44 | Permalink

    Perfeito!
    And on, and on, and on. Podiam-se fazer posts destes todos os dias

  15. Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:46 | Permalink

    O TEATRO GOVERNAMENTAL: PARA QUE SERVE?

    O governo do sr. Sócrates anda frouxo, maçudo, encalhado. A desorientação governamental, bem visível no manguito de munições verbais postas a correr pelos panegiristas costumeiros, é formidável. As várias e incultas conspiratas & aranzéis provincianos, sem tacto nem decoro, que todos esses sujeitos liliputianos – cujo talento ninguém inveja – mantêm por todos os lados e em todas as cores, são desprezíveis como escola política e inúteis para um qualquer rendez-vous que se preze.

    A agitação estéril de um Vieira da Silva, e a lamúria que a acompanha; o enxurro de intervenções críticas acerca do esmalte da nova oposição iniciada pelo sr. Francisco Assis (o novo picareta-falante); a vistoria alvoroçada às tropas socráticas dirigida pelo reaparecido sábio Almeida Santos ou os longos e trémulos registos sobre a ingovernabilidade, aludidos pelo sempre histrião Jorge Lacão, explicam o estado da coisa e a balbúrdia económica & política que virá a seguir. E o nosso infortúnio.

    A ruidosa vaudeville teatral composta pelo grupo do sr. Sócrates não é uma mera provocação político-parlamentar ou uma natural estratégia de vitimização. A dramatização da coisa, pela raridade do descalabro financeiro a que a paróquia chegou, não permite concluir que essa piedosa estratégia vise a perpetuação futura do poder ou que, nesse requinte de intriga, se reclame a salvação da pátria, uma vez remida das suas moléstias. O expediente usado pelo grupo de interesses do sr. Sócrates significa apenas que nestes quatro anos de governação a “obra” ou a “encomenda” está cumprida e publicitada. Não há mais nada a fazer. Porque, simplesmente, se bateu no fundo mais depressa com que se contava e pouco há a recolher no futuro.

    Que venha do sr. Sócrates o desejo de ser emparedado – quer via Parlamento, quer pelo sopro presidencial do dr. Cavaco ou mesmo pelo labor e honradez das secções do ex-Partido Socialista – não acrescenta nada ao desenrolar das acções futuras. O sr. Sócrates e os seus amigos (quase a lembrar os últimos dias do dr, Vale & Azevedo) estão em fuga maviosa. E de saída. Tudo recomeçará depois, sem recato e sem memória. Estranha maldição, a nossa!
    http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Governo

  16. Posted 17 Dezembro, 2009 at 00:51 | Permalink

    E a propósito da regionalização, que tenho até aqui rejeitado com forte convicção, admito poder rever esta minha posição se, antes de se avançar com a mesma, se reconfigurem primeiro os municípios e freguesias cujo mapa é, no essencial, igual ao de há quase duzentos anos.

    Com a rarefacção populacional que o país sofreu desde a década de 60 do século passado, não acho que apontar para uma redução para metade das actuais autarquias, seja algo de desproporcionado. Fosse isto feito previamente e muitos, como eu, poderiam rever a sua posição sobre o assunto.

  17. Marcus Aurelius
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:30 | Permalink

    Como apoiante feroz da regionalização, acho uma pouca vergonha a utilização leviana de um tema muito sério e complexo como um mera manobra de diversão para desviar a atenção da realidade económica-social que o país atravessa.Quem fala da Regionalização, fala de muitos outros temas em cima da mesa. Infelizmente, este PM é o maior Palhaço que alguma vez Portugal teve ao leme da governação. Hoje, o Palhaço mais uma vez subliminarmente tentou passar a mensagem que sem mais Auto-Estradas e TGVs não se vai a lado nenhum. O Palhaço trocou uma cerimónia de Estado por uma iniciativa partidária de Socretinos Evangélicos Xuxas e Avençados e ainda teve o desplante de gozar com a situação. Os Bovinos da CS nem conseguiram uma palavra do Boi-Mor. Pois sim… Vou fingir que é verdade. O Palhaço Cenoura anda muito calado, será que tem tomates para demitir o Palhaço-Mor? Ah… estamos em 2009 e o Cenoura não está no fim do seu 2º mandato. Sem dúvida que o Santana Lopes foi o maior mártir da Democracia Portuguesa. Em 4 meses não fez nem 0,00000001% do que este anormal fez e foi logo corrido. Esqueçam pois estamos na Socretinolândia!

  18. Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:41 | Permalink

    Helena:
    Apenas quero dizer-lhe que este seu post é, com poucas palavras, do melhor que se pode escrever sobre algumas anormalidades que vivemos.
    Parabéns.
    AA

  19. Confrade
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:49 | Permalink

    01:40 tremor de terra – Lisboa , alguém sentiu ?

  20. Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:51 | Permalink

    19 #

    Senti. Um abanão.

  21. Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:52 | Permalink

    19#

    Estava precisamente agora a ver o site do instituto de meteorologia, para ser a magnitude.

  22. Posted 17 Dezembro, 2009 at 01:53 | Permalink

    22 #

    Magnitude 6 (Richter)

  23. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:07 | Permalink

    Foi?

    Phónix! por aqui foi um bruto abanão. Mas não se repetiu mais, pois não?

  24. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:08 | Permalink

    Foi isso, era 1.40 mas foi bruto abanão mas muito curto. Pensei que eram os vizinhos de cima mas fez barulho surdo.

  25. lucklucky
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:09 | Permalink

    Foi forte mas foi um crescendo lento, se tivesse sido rápido teríamos tido problemas.

  26. Confrade
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:11 | Permalink

    #26 porquê problemas se rápido ?

  27. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:13 | Permalink

    26 #

    Foi isso mesmo: forte, mas com crescimento lento. De início julguei estar com uma tontura, pois foi uma sensação estranha. Só alguns segundos depois, me apercebi q era sismo.

  28. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:14 | Permalink

    C’um caraças. Eu dei por um bruto abanão mas de forma diferente de outros que já vivi. Parecia coisa de na vertical. Abanou o candeeiro mas não caiu nada dos móveis.

    Mas, por aqui, ninguém veio para a rua, excepto os vizinhos de cima que já perguntaram e também sentiram.

  29. Confrade
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:14 | Permalink

    http://media.photobucket.com/image/recent/joaopgod/sismograma.gif aqui vê-se graficamente

  30. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:15 | Permalink

    E há mais alguma informação online? Eles costumam dizer de que tipo é e se se prevê repetição.

    Este foi muito brusco mas apenas um.

  31. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:16 | Permalink

    Foi mais para Sul.

  32. Marcus Aurelius
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:17 | Permalink

    Sentiu-se em várias zonas do país. Até o Norte abanou! Vilar de Perdizes quase que ia abaixo.

  33. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:18 | Permalink

    Vou dormir calçada

    eheheh

  34. Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:19 | Permalink

    Estás a gozar. Vilar de Perdizes quase que ia abaixo?

    Entáo se foi para Sul.

    Lisboa é zona tramada.

  35. Marcus Aurelius
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:24 | Permalink

    Eu ando pelas terras do Mestre Jesualdo Ferreira (Mirandela) e o abanão durou cerca de 10 a 15 segundos. E sentiu-se bem. E não bebi Maduro. Fica o registo.

  36. Marcus Aurelius
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 02:28 | Permalink

    Eu acho que a razão da existência deste evento deve-se a um factor determinante: o CO2!

    “Copenhaga, 16 Dez (Lusa) – A presidente da conferência sobre alterações climáticas da Organziação das Nações Unidas, que decorre em Copenhaga, Connie Hedegaard, demitiu-se e vai ser substituída pelo primeiro-ministro dinamarquês.”

  37. Posted 17 Dezembro, 2009 at 10:30 | Permalink

    Não há dúvida: o mundo do Governo socretino nada tem a ver com o do país.
    Só nesta terra de palhaços!

  38. Eleutério Viegas
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 11:03 | Permalink

    A lei dos “casamentos” omo (casamentos bem lavadinhos) já é conhecida como “lei panelokas”, a das regiões (para criar vários cargos bem remunerados À nossa cont) é a “lei tachokas”. Tudo se resume a um trem de cozinha…

  39. Posted 17 Dezembro, 2009 at 11:46 | Permalink

    Para quem tem a fezada que a Ciência faz milagres e pode controlar tudo, até é um bom exemplo.

    Nem um mero terramoto se consegue prever.

  40. lucklucky
    Posted 17 Dezembro, 2009 at 16:21 | Permalink

    #26 porquê problemas se rápido ?

    Choque vs Elasticidade dos materiais. Um crescendo lento de vibração dá mais hipótese de ajustar-se à frequência. A energia não é toda lançada no mesmo momento.


Um Trackback

  1. Por Somos todos Védrines « BLASFÉMIAS em 19 Dezembro, 2009 às 10:14

    [...] aos gurus que nos prometem uam sociedade Equilíbrio do mundo. Todas as semanas avançam com mais um propósito que nos vai dar o tal Equilíbrio do mundo: casamento entre homossexuais, regionalização, [...]

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