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	<title>Comentários em: &#8220;Lisboa rica e País pobre&#8221;</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: liberal ou populista ?</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216278</link>
		<dc:creator><![CDATA[liberal ou populista ?]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 14:11:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[49, muitos &quot;ricos&quot; em portugal, infelizmente, vivem das prerrogativas, benesses e privilégios concedidos pelo Estado. Através de subsídios directos, indirectos ou de entraves legais à liberdade de concorrência.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>49, muitos &#8220;ricos&#8221; em portugal, infelizmente, vivem das prerrogativas, benesses e privilégios concedidos pelo Estado. Através de subsídios directos, indirectos ou de entraves legais à liberdade de concorrência.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216215</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 07:21:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já lá vão 500 anos que (economicamente) andamos a enganar os &quot;Europeus&quot;.... Lisboa é Portugal e o resto paisagem....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já lá vão 500 anos que (economicamente) andamos a enganar os &#8220;Europeus&#8221;&#8230;. Lisboa é Portugal e o resto paisagem&#8230;.</p>
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		<title>Por: Almeindo Margoto</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216188</link>
		<dc:creator><![CDATA[Almeindo Margoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 00:25:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não admira. Todos os pobres do país andam a financiar Lisboa e os lisboetas através dos impostos. São os portugueses mais egoístas porque em vez de serem solidários com o resto do país sugam até ao tutano o que as outras regiões produzem. Portugal inteiro não tem que financiar Lisboa.  Porque artes é que um pobre agricultor de Trás-os -montes tem que subsidiar o Metro, a Carris, a Trantejo... se quando apanha um aotocarro para se deslocar a um médico tem de pagar o custo real do transporte?
Almerindo Margoto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não admira. Todos os pobres do país andam a financiar Lisboa e os lisboetas através dos impostos. São os portugueses mais egoístas porque em vez de serem solidários com o resto do país sugam até ao tutano o que as outras regiões produzem. Portugal inteiro não tem que financiar Lisboa.  Porque artes é que um pobre agricultor de Trás-os -montes tem que subsidiar o Metro, a Carris, a Trantejo&#8230; se quando apanha um aotocarro para se deslocar a um médico tem de pagar o custo real do transporte?<br />
Almerindo Margoto</p>
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		<title>Por: SMP</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216045</link>
		<dc:creator><![CDATA[SMP]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:17:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[#39: Para resolver a disparidade entre Lapa e Chelas não se cria regiões. Há freguesias para isso.

Mas a regionalização não é para isso. É para permitir que cada um procure o seu caminho de desenvolvimento. Em vez de todos serem meros contribuintes para o desenvolvimento de Lisboa.

Portugal é colónia de Lisboa. Basta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#39: Para resolver a disparidade entre Lapa e Chelas não se cria regiões. Há freguesias para isso.</p>
<p>Mas a regionalização não é para isso. É para permitir que cada um procure o seu caminho de desenvolvimento. Em vez de todos serem meros contribuintes para o desenvolvimento de Lisboa.</p>
<p>Portugal é colónia de Lisboa. Basta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Afoito</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216035</link>
		<dc:creator><![CDATA[Afoito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:50:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ambos devem falar menos e perceber que o país está em apuros, não é uma região contra outra, é a lógica ea razão vs Esquerda Socialista ideologia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ambos devem falar menos e perceber que o país está em apuros, não é uma região contra outra, é a lógica ea razão vs Esquerda Socialista ideologia.</p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216033</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:36:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[#27
só se for a roubar, voçês já tem muita experiencia]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#27<br />
só se for a roubar, voçês já tem muita experiencia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216031</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:26:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[#27
Só se for a roubar, é que voçês já têm muita experiencia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#27<br />
Só se for a roubar, é que voçês já têm muita experiencia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Afoito</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216027</link>
		<dc:creator><![CDATA[Afoito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:25:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A despesa pública (abuso de seu dinheiro)
os impostos dos cidadãos portugueses

In there you can find things like:

1) spending over 10.000,00 euros in a GPS unit for a public school - in a country where we&#039;re told there&#039;s no money to help students have lower school prices.


2) Buying:1 cabinet; 2 computer tables; 3 chairs: 97.560,00 Euros(!!!)


3) In a place called Vale de Cambra, if you think a Ferrari is expensive, just wait to see how much their 16 seater mini-bus cost: 2.922.000,00 €
Almost 3 million euros!?! I sincerely hope that&#039;s just a typo!


4) In Alentejo, repariring a photocopier is an expensive proposition:
Reparing 2 WorkCentre Pró 412 and one WorkCentre PE 16: 45.144,00 €


5) In Alcobaça, the town hall at least had the children&#039;s best interest at hand: 8.849,60€ in toys 


6) Back in Alentejo: 375.600,00 Euros get you &quot;14x 3 chair modules + 10x 2 chair modules&quot;

Let&#039;s do some quick math... 14x3 + 10x2 =  62 chairs.
That makes about 6.058,00 Euros per chair!
But, in a country where you spend more time at an hospital waiting, I guess they&#039;re just making sure you wait comfortably...


7) In another town hall, 3 computers plus accessories cost &quot;just&quot; 380.666,00 €
(I&#039;m guessing they&#039;re buying supercomputers to do some heavy office work, like browsing the internet and writing documents and spreadsheets!)


8) Talking about computers... if you&#039;re wondering how Bill Gates and Microsoft became such an &quot;empire&quot;, look at one of our expenses: License Renewal for Microsoft software: 14.360.063,00 €
(Now, do you understand why so many governments are betting on free-open-source-software solutions?)


9) Just one other, nearly comical example: In one of our Universities, the Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa spent 5.806,08 € for 9072 rolls of toilet paper!
http://www.internetbestsecrets.com/2009/01/portugal-public-spending.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A despesa pública (abuso de seu dinheiro)<br />
os impostos dos cidadãos portugueses</p>
<p>In there you can find things like:</p>
<p>1) spending over 10.000,00 euros in a GPS unit for a public school &#8211; in a country where we&#8217;re told there&#8217;s no money to help students have lower school prices.</p>
<p>2) Buying:1 cabinet; 2 computer tables; 3 chairs: 97.560,00 Euros(!!!)</p>
<p>3) In a place called Vale de Cambra, if you think a Ferrari is expensive, just wait to see how much their 16 seater mini-bus cost: 2.922.000,00 €<br />
Almost 3 million euros!?! I sincerely hope that&#8217;s just a typo!</p>
<p>4) In Alentejo, repariring a photocopier is an expensive proposition:<br />
Reparing 2 WorkCentre Pró 412 and one WorkCentre PE 16: 45.144,00 €</p>
<p>5) In Alcobaça, the town hall at least had the children&#8217;s best interest at hand: 8.849,60€ in toys </p>
<p>6) Back in Alentejo: 375.600,00 Euros get you &#8220;14x 3 chair modules + 10x 2 chair modules&#8221;</p>
<p>Let&#8217;s do some quick math&#8230; 14&#215;3 + 10&#215;2 =  62 chairs.<br />
That makes about 6.058,00 Euros per chair!<br />
But, in a country where you spend more time at an hospital waiting, I guess they&#8217;re just making sure you wait comfortably&#8230;</p>
<p>7) In another town hall, 3 computers plus accessories cost &#8220;just&#8221; 380.666,00 €<br />
(I&#8217;m guessing they&#8217;re buying supercomputers to do some heavy office work, like browsing the internet and writing documents and spreadsheets!)</p>
<p>8) Talking about computers&#8230; if you&#8217;re wondering how Bill Gates and Microsoft became such an &#8220;empire&#8221;, look at one of our expenses: License Renewal for Microsoft software: 14.360.063,00 €<br />
(Now, do you understand why so many governments are betting on free-open-source-software solutions?)</p>
<p>9) Just one other, nearly comical example: In one of our Universities, the Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa spent 5.806,08 € for 9072 rolls of toilet paper!<br />
<a href="http://www.internetbestsecrets.com/2009/01/portugal-public-spending.html" rel="nofollow">http://www.internetbestsecrets.com/2009/01/portugal-public-spending.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216021</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:56:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os alunos açorianos de 15 anos são os sétimos melhores na Ciência, ou seja, os últimos das regiões portuguesas analisadas nesta área. Isto mesmo diz o estudo recentemente divulgado pela OCDE e que coloca Portugal no 37.º lugar, entre 57 países. 


Os alunos de 15 anos do Algarve foram os que obtiveram, no contexto nacional, o melhor desempenho a Ciência, de acordo com o estudo PISA 2006, recentemente divulgado pela OCDE. 
O trabalho colocou Portugal em 37.º lugar, entre 57 países, com média de 474 pontos a 26 pontos da média da OCDE. Por regiões, o Algarve obteve 486 pontos, logo seguido do Centro (481) e Lisboa (477). 
Ainda segundo o relatório nacional, elaborado pelo Ministério da Educação, os alunos do Alentejo obtiveram 472 pontos (abaixo da média nacional), enquanto os da região Norte ficaram-se pelos 470, os da Madeira, 466, e os dos Açores, 463. 
Na comparação entre os resultados dos alunos das públicas e privadas, ganham os do privado. Em Ciências, a média é de 484 (471 na pública) e em Matemática a diferença é maior: 479 463. Em Leitura, vencem as privadas, por um ponto. 
Para além das competências dos alunos, o PISA 2006 analisou também vários dados sobre quem toma decisões sobre o processo educativo, desde os orçamentos escolares, políticas disciplinares ou a escolha dos manuais. Em relação aos orçamentos das escolas, Portugal é dos países da OCDE onde as partes interessadas professores, alunos, pais, autarquias têm um papel menos relevante na sua elaboração. Dos países da OCDE, é o país onde o papel das autoridades nacionais é o mais preponderante. Em contrapartida, em apenas 1,1% dos casos os grupos de professores são responsáveis pelo orçamento, o valor mais baixo da OCDE. 
Portugal regista a terceira percentagem mais baixa de alunos que frequentam escolas onde é apenas a direcção da escola que define as políticas disciplinares: 45,9%, bem abaixo dos 82,3% que é a média da OCDE. Aliás, a autonomia das escolas portuguesas em decidir políticas de avaliação de alunos, em contratar, estabelecer ou aumentar os salários e demitir os professores e onde aplicar o orçamento escolar, está sempre abaixo da média dos países da OCDE. 
Curiosa é a análise dos dados da opinião dos pais. Entre dez países da OCDE, os portugueses são os que mais gabam a competência e dedicação dos professores, mas são apenas os sextos em considerar que os níveis de concretização dos objectivos são altos na escola dos filhos. 
Os alunos do 11.º ano obtiveram média de 548 pontos em literacia científica. Os do 7.º foram os que tiveram pior média: 352. 
Em Portugal há 8, 9 alunos por cada professor na área de Ciências, o rácio mais baixo dos países da OCDE, onde a média é de 13,4 alunos por docente. 
A média de computadores para ensino de Ciência por estudante é de 0,07 em Portugal, quando a média da OCDE é 0,15.

http://www.correiodosacores.net/index.php?mode=noticia&amp;id=2263]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos açorianos de 15 anos são os sétimos melhores na Ciência, ou seja, os últimos das regiões portuguesas analisadas nesta área. Isto mesmo diz o estudo recentemente divulgado pela OCDE e que coloca Portugal no 37.º lugar, entre 57 países. </p>
<p>Os alunos de 15 anos do Algarve foram os que obtiveram, no contexto nacional, o melhor desempenho a Ciência, de acordo com o estudo PISA 2006, recentemente divulgado pela OCDE.<br />
O trabalho colocou Portugal em 37.º lugar, entre 57 países, com média de 474 pontos a 26 pontos da média da OCDE. Por regiões, o Algarve obteve 486 pontos, logo seguido do Centro (481) e Lisboa (477).<br />
Ainda segundo o relatório nacional, elaborado pelo Ministério da Educação, os alunos do Alentejo obtiveram 472 pontos (abaixo da média nacional), enquanto os da região Norte ficaram-se pelos 470, os da Madeira, 466, e os dos Açores, 463.<br />
Na comparação entre os resultados dos alunos das públicas e privadas, ganham os do privado. Em Ciências, a média é de 484 (471 na pública) e em Matemática a diferença é maior: 479 463. Em Leitura, vencem as privadas, por um ponto.<br />
Para além das competências dos alunos, o PISA 2006 analisou também vários dados sobre quem toma decisões sobre o processo educativo, desde os orçamentos escolares, políticas disciplinares ou a escolha dos manuais. Em relação aos orçamentos das escolas, Portugal é dos países da OCDE onde as partes interessadas professores, alunos, pais, autarquias têm um papel menos relevante na sua elaboração. Dos países da OCDE, é o país onde o papel das autoridades nacionais é o mais preponderante. Em contrapartida, em apenas 1,1% dos casos os grupos de professores são responsáveis pelo orçamento, o valor mais baixo da OCDE.<br />
Portugal regista a terceira percentagem mais baixa de alunos que frequentam escolas onde é apenas a direcção da escola que define as políticas disciplinares: 45,9%, bem abaixo dos 82,3% que é a média da OCDE. Aliás, a autonomia das escolas portuguesas em decidir políticas de avaliação de alunos, em contratar, estabelecer ou aumentar os salários e demitir os professores e onde aplicar o orçamento escolar, está sempre abaixo da média dos países da OCDE.<br />
Curiosa é a análise dos dados da opinião dos pais. Entre dez países da OCDE, os portugueses são os que mais gabam a competência e dedicação dos professores, mas são apenas os sextos em considerar que os níveis de concretização dos objectivos são altos na escola dos filhos.<br />
Os alunos do 11.º ano obtiveram média de 548 pontos em literacia científica. Os do 7.º foram os que tiveram pior média: 352.<br />
Em Portugal há 8, 9 alunos por cada professor na área de Ciências, o rácio mais baixo dos países da OCDE, onde a média é de 13,4 alunos por docente.<br />
A média de computadores para ensino de Ciência por estudante é de 0,07 em Portugal, quando a média da OCDE é 0,15.</p>
<p><a href="http://www.correiodosacores.net/index.php?mode=noticia&#038;id=2263" rel="nofollow">http://www.correiodosacores.net/index.php?mode=noticia&#038;id=2263</a></p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/#comment-216018</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 15:43:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21718#comment-216018</guid>
		<description><![CDATA[a realidade de Lisboa em fotos
http://lisboasos.blogspot.com

Lisboa em Causa-verdade e transparência 
http://www.youtube.com/watch?v=p3TjeimIBSk


Mas tudo isto remete para a atitude da educação:

Em 1991, os números do analfabetismo em Portugal fixavam-se nos 11%. Mais de dez anos passados, a percentagem caiu ligeiramente 1%. Apesar da tímida recuperação, o Alentejo continua a ser a região com o maior número de pessoas sem saber ler e escrever (15,9%), seguido da Região Autónoma da Madeira (12,7%). Lisboa é a região metropolitana em que se verificou uma menor oscilação relativamente ao último censos. Tal como em 1991, as mulheres continuam a registar a maior taxa de analfabetismo em todas as regiões do País, com especial incidência no Alentejo, Madeira e Zona Centro.


Na Região da Grande Lisboa o analfabetismo é de 5,7%; na Região do Grande Porto é de 5,3%; na Região Norte é de 8,3%; na Região Centro é de 10,9%; no Alentejo, de 15,8%; no Algarve, de 10,4%; nos Açores 9,4% e na Madeira 12,7%.
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&amp;rec=1265]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a realidade de Lisboa em fotos<br />
<a href="http://lisboasos.blogspot.com" rel="nofollow">http://lisboasos.blogspot.com</a></p>
<p>Lisboa em Causa-verdade e transparência<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blasfemias.net/2009/12/17/lisboa-rica-e-pais-pobre/"><img src="http://img.youtube.com/vi/p3TjeimIBSk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Mas tudo isto remete para a atitude da educação:</p>
<p>Em 1991, os números do analfabetismo em Portugal fixavam-se nos 11%. Mais de dez anos passados, a percentagem caiu ligeiramente 1%. Apesar da tímida recuperação, o Alentejo continua a ser a região com o maior número de pessoas sem saber ler e escrever (15,9%), seguido da Região Autónoma da Madeira (12,7%). Lisboa é a região metropolitana em que se verificou uma menor oscilação relativamente ao último censos. Tal como em 1991, as mulheres continuam a registar a maior taxa de analfabetismo em todas as regiões do País, com especial incidência no Alentejo, Madeira e Zona Centro.</p>
<p>Na Região da Grande Lisboa o analfabetismo é de 5,7%; na Região do Grande Porto é de 5,3%; na Região Norte é de 8,3%; na Região Centro é de 10,9%; no Alentejo, de 15,8%; no Algarve, de 10,4%; nos Açores 9,4% e na Madeira 12,7%.<br />
<a href="http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&#038;rec=1265" rel="nofollow">http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&#038;rec=1265</a></p>
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