Crime perfeito

Entre um discurso político tão inflamado sobre corrupção e a realidade, a distância é enorme e apenas para entreter a populaça: o Tribunal Constitucional analisou agora as contas dos partidos políticos relativas ao ano de 2004 (!!!) e sancionou, simbolicamente, como convém, os mandatários financeiros de 3 partidos, depois de também ter simbolicamente multado todos os partidos.

São os partidos que fazem as leis, que fixam a sanção e quem nomeia os julgadores.

O sistema perfeito para o crime compensar.

8 Comentários

  1. Manuel Silva
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 10:39 | Permalink

    È do Porto, mas pertence á distrital de Lisboa.

    Um grande representante DO psd

  2. Maria das Dores
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 10:51 | Permalink

    No Porto, há uma elite politica e social, gente de posse que não distribuem a sua riqueza com investimento nas pessoas, vai daí a “penuria” do costume

  3. Novas oportunidades alfacinhas
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 11:48 | Permalink

    Deve ser das dores.
    Dois ou três lisboetas da tal “elite” devem possuir mais que toda a do Porto.
    Essa ideia macaca que o industrial do norte não partilha é mesmo de saloio que olha para os outros e não se vê a si próprio.
    Além do mais quando se fala do rendimento médio está-se a englobar todos incluindo a tal imaginária elite que não partilha.

  4. Porcageiro
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 12:13 | Permalink

    —È do Porto, mas pertence á distrital de Lisboa—

    Como esse há muitos, são do Porto quando lhe interessa, quando lhes interessa vem a manjedoura

  5. Posted 18 Dezembro, 2009 at 19:20 | Permalink

    Afinal, parece que a cúpula do MP quis abafar o caso ‘Freeport’

    Que Lopes da Mota se devia ter demitido do Eurojust em Maio passado, a fim de evitar o enxovalho que Portugal está agora a sofrer nesse organismo de cooperação judiciária entre os países da União Europeia, é coisa que qualquer pessoa não comprometida percebe.
    É que é sempre lamentável sair de empurrão.
    Mas o caso ganha maior gravidade quando é o próprio advogado de Lopes da Mota, o bem relacionado Magalhães e Silva, a desmentir frontalmente Pinto Monteiro, dizendo que o seu constituinte “está a ser o bode expiatório das pressões que, em Janeiro, a hierarquia do MP fez para que o caso Freeport fosse arquivado”.
    Quer dizer: a defesa de Lopes da Mota diz que houve pressões da cúpula do Ministério Público para que o caso de corrupção do Freeport não desse em nada.
    Exige-se agora que o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, confirme ou infirme esta acusação de Magalhães e Silva.
    Sob pena de o seu silêncio dever ser interpretado como confissão. O que também já não surpreenderá, diga-se.(31)

  6. Anônimo
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 20:44 | Permalink

    Zangam-se as comadres … ???Quanto mais se mexe na ‘merda’ mais mal ela cheira.

  7. Bibóporto
    Posted 18 Dezembro, 2009 at 22:53 | Permalink

    Falta de vergonha, e até cobardia, é o senhor do post anterior insultar daquela maneira uma pessoa, e nem sequer permitir que se lhe responda.


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