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	<title>Comentários em: A ler</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: lili</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-218015</link>
		<dc:creator><![CDATA[lili]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 03:39:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[www.5dias.net/2009/12/28/sem-titulo-ou-titule-voce-mesmo/]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.5dias.net/2009/12/28/sem-titulo-ou-titule-voce-mesmo/" rel="nofollow">http://www.5dias.net/2009/12/28/sem-titulo-ou-titule-voce-mesmo/</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Zorze</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217982</link>
		<dc:creator><![CDATA[Zorze]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 00:50:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Licas,

Ou tu leste o commentaire com óculos de penafiel ou óculos lux champagne.
Não sei se dá para perceber, mas, o sarcasmo é demasiadamente evidente para que hajam dúvidas.
Pois todo o cuidado é pouco, o PS processa tudo o que for contrário ao computador magalhães, ou novas oportunidades.
É pena terem fechado a U. Independente, estava a pensar num mestrado. Logo agora que concorria a um cargo de gestor de produto de depósitos de retorno garantido do BPP.
Ele há coisas...

Abraço,]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Licas,</p>
<p>Ou tu leste o commentaire com óculos de penafiel ou óculos lux champagne.<br />
Não sei se dá para perceber, mas, o sarcasmo é demasiadamente evidente para que hajam dúvidas.<br />
Pois todo o cuidado é pouco, o PS processa tudo o que for contrário ao computador magalhães, ou novas oportunidades.<br />
É pena terem fechado a U. Independente, estava a pensar num mestrado. Logo agora que concorria a um cargo de gestor de produto de depósitos de retorno garantido do BPP.<br />
Ele há coisas&#8230;</p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: gigi</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217978</link>
		<dc:creator><![CDATA[gigi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 00:35:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21935#comment-217978</guid>
		<description><![CDATA[Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista 

Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime 

Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo. 

No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo. 

Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»... 

(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos. 

Denunciado em acareação
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista </p>
<p>Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime </p>
<p>Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)<br />
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo. </p>
<p>No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.<br />
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo. </p>
<p>Ligações perigosas<br />
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.<br />
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.<br />
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».<br />
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»&#8230; </p>
<p>(&#8230;)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos. </p>
<p>Denunciado em acareação<br />
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».<br />
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.<br />
<a href="http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html" rel="nofollow">http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217871</link>
		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:01:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A credibilidade e razoabilidade do Abrantes mede-se por coisas como estas:

Em relação a um arquivamento de um processo crime, contra Nobre Guedes, por causa dos sobreiros, escreveu vários postais, por não concordar que o arquivamento tenha sido intercalar no processo de inquérito. Defendeu - mal, demonstrando ignorància- que tal não era processualmente possível e que só no fim dos processos há arquivamento.

No caso deste arquivamento liminar do PGR nas certidões do Face Oculta. nada escreveu.

É esta desonestidade que desacredita e por isso não leio o blog.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A credibilidade e razoabilidade do Abrantes mede-se por coisas como estas:</p>
<p>Em relação a um arquivamento de um processo crime, contra Nobre Guedes, por causa dos sobreiros, escreveu vários postais, por não concordar que o arquivamento tenha sido intercalar no processo de inquérito. Defendeu &#8211; mal, demonstrando ignorància- que tal não era processualmente possível e que só no fim dos processos há arquivamento.</p>
<p>No caso deste arquivamento liminar do PGR nas certidões do Face Oculta. nada escreveu.</p>
<p>É esta desonestidade que desacredita e por isso não leio o blog.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217832</link>
		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 13:26:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21935#comment-217832</guid>
		<description><![CDATA[CAA:

Eu já fui alvo da atenção particular do Abrantes quando lá comentava.  A interacção que encontrei por lá, na caixa de comentários, permite-me dizer o que digo, porque apesar de tudo apreciei a ética. Só escrevo o que escrevo por isso mesmo, uma vez que o que o Abrantes por lá escreve pouco me interessa a não ser para confirmar a lobotomia derivada da partidarite. O Abrantes desacredita-se por si mesmo, com o que escreve e como escreve. Mas devo confessar que não tenho animosidade contra o indivíduo e até o admiro em certa medida. 

Em relação ao ferreira, o caso é da patologia. Precisa urgentemente de consulta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CAA:</p>
<p>Eu já fui alvo da atenção particular do Abrantes quando lá comentava.  A interacção que encontrei por lá, na caixa de comentários, permite-me dizer o que digo, porque apesar de tudo apreciei a ética. Só escrevo o que escrevo por isso mesmo, uma vez que o que o Abrantes por lá escreve pouco me interessa a não ser para confirmar a lobotomia derivada da partidarite. O Abrantes desacredita-se por si mesmo, com o que escreve e como escreve. Mas devo confessar que não tenho animosidade contra o indivíduo e até o admiro em certa medida. </p>
<p>Em relação ao ferreira, o caso é da patologia. Precisa urgentemente de consulta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217813</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 12:12:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando todos forem do contra, o cagasentensas é a favor.
Não interessam as razões. Toma-se uma qualquer posição porque sim, e depois inventam-se argumentos para a defender.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando todos forem do contra, o cagasentensas é a favor.<br />
Não interessam as razões. Toma-se uma qualquer posição porque sim, e depois inventam-se argumentos para a defender.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CAA</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217783</link>
		<dc:creator><![CDATA[CAA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 10:01:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[José,

«Mas ainda assim, por vezes, prefiro o CC ( que não leio frequentemente mas apenas quando surgem polémicas como esta) do que alguns blogs ditos de “direita” e que cheiram a um certo mofo que me incomoda.»

Não é isso que está em causa neste propósito. Trata-se de mostrar o nojo devido a uma expressão de carinho pela censura de opiniões contrárias. Trata-se de repudiar a ameaça pouco velada a quem diz o que pensa.

E não se esqueça: com gente assim, hoje o alvo é o PPM, amanhã pode ser você...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>José,</p>
<p>«Mas ainda assim, por vezes, prefiro o CC ( que não leio frequentemente mas apenas quando surgem polémicas como esta) do que alguns blogs ditos de “direita” e que cheiram a um certo mofo que me incomoda.»</p>
<p>Não é isso que está em causa neste propósito. Trata-se de mostrar o nojo devido a uma expressão de carinho pela censura de opiniões contrárias. Trata-se de repudiar a ameaça pouco velada a quem diz o que pensa.</p>
<p>E não se esqueça: com gente assim, hoje o alvo é o PPM, amanhã pode ser você&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lili</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217764</link>
		<dc:creator><![CDATA[lili]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 01:29:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21935#comment-217764</guid>
		<description><![CDATA[O Sr. Juiz.
Salvo erro, ainda não vi gente em pranto, rasgando-se, aos saltos, por causa da intervenção do sr. presidente do Supremo Tribunal de Justiça, num dos ataques mais frontais à liberdade de imprensa. Que um trauliteiro o faça, munido dos instrumentos habituais, estamos habituados; que um presidente do Supremo Tribunal de Justiça peça um tribunal de excepção — digamos, um Tribunal Plenário — que integre a «estrutura política do Estado» (políticos nomeados pelo governo?, pelo Parlamento, pela vizinhança?) para julgar a imprensa e os jornalistas, é não apenas grave como estapafúrdio.FJV]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Sr. Juiz.<br />
Salvo erro, ainda não vi gente em pranto, rasgando-se, aos saltos, por causa da intervenção do sr. presidente do Supremo Tribunal de Justiça, num dos ataques mais frontais à liberdade de imprensa. Que um trauliteiro o faça, munido dos instrumentos habituais, estamos habituados; que um presidente do Supremo Tribunal de Justiça peça um tribunal de excepção — digamos, um Tribunal Plenário — que integre a «estrutura política do Estado» (políticos nomeados pelo governo?, pelo Parlamento, pela vizinhança?) para julgar a imprensa e os jornalistas, é não apenas grave como estapafúrdio.FJV</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jupiter</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217753</link>
		<dc:creator><![CDATA[jupiter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 00:26:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21935#comment-217753</guid>
		<description><![CDATA[«Preocupa-me um pouco a saída, principalmente porque há uma fatia de profissionais de grande experiência que estão a sair, profissionais que se formaram dentro do sistema público, que são os responsáveis pelos bons desempenhos e que são também os formadores», disse a ministra da gripe vagamente preocupada.
Em breve alguns terão ocasião de ver as consequências. A maior parte nem vai dar conta, a não ser que alguém faça as estatística comparativa dos últimos anos dos que entram nos hospitais e saem para a morgue.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Preocupa-me um pouco a saída, principalmente porque há uma fatia de profissionais de grande experiência que estão a sair, profissionais que se formaram dentro do sistema público, que são os responsáveis pelos bons desempenhos e que são também os formadores», disse a ministra da gripe vagamente preocupada.<br />
Em breve alguns terão ocasião de ver as consequências. A maior parte nem vai dar conta, a não ser que alguém faça as estatística comparativa dos últimos anos dos que entram nos hospitais e saem para a morgue.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jupiter</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/a-ler-36/#comment-217752</link>
		<dc:creator><![CDATA[jupiter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 00:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=21935#comment-217752</guid>
		<description><![CDATA[Uma prenda de Natal aos hospitais.
Dois dias antes do Natal, os ministérios da Saúde e das Finanças reforçaram o capital de 15 hospitais para reduzir as dívidas aos fornecedores.  
O objectivo da medida é ajudar os hospitais a pagar parte da dívida aos fornecedores. Os hospitais encerram o ano com uma dívida superior a mil milhões de euros. 
Em 2010 vamos ter ainda mais prendas.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma prenda de Natal aos hospitais.<br />
Dois dias antes do Natal, os ministérios da Saúde e das Finanças reforçaram o capital de 15 hospitais para reduzir as dívidas aos fornecedores.<br />
O objectivo da medida é ajudar os hospitais a pagar parte da dívida aos fornecedores. Os hospitais encerram o ano com uma dívida superior a mil milhões de euros.<br />
Em 2010 vamos ter ainda mais prendas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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