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	<title>Comentários em: &#8220;Patrão&#8221; do centralismo</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Pax Julio</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217781</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pax Julio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 09:44:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ó Lucklucky, em que país é que vive?

O Norte está há 2 anos a tentar assegurar a gestão autónoma do seu aeroporto. Toda a gente saiu à rua: autarcas, junta metropolitana, associações empresariais, câmaras de comércio e indústria, empresas de referencia da região, opinion makers, associações de cidadãos, etc, etc. Viu qual foi o resultado? São sistematicamente ignorados pelo governo.

Há muita gente que sai à rua diariamente a exigir a regionalização. É do interesse dos centralistas fingir que isto não acontece.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Lucklucky, em que país é que vive?</p>
<p>O Norte está há 2 anos a tentar assegurar a gestão autónoma do seu aeroporto. Toda a gente saiu à rua: autarcas, junta metropolitana, associações empresariais, câmaras de comércio e indústria, empresas de referencia da região, opinion makers, associações de cidadãos, etc, etc. Viu qual foi o resultado? São sistematicamente ignorados pelo governo.</p>
<p>Há muita gente que sai à rua diariamente a exigir a regionalização. É do interesse dos centralistas fingir que isto não acontece.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: lucklucky</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217745</link>
		<dc:creator><![CDATA[lucklucky]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 21:44:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez a chorar pela esmola... Que tal regionalizarem-se? Para se regionalizarem basta saírem à rua e exigirem tomar conta de x y z e uma parte do que produzem fica na região... mas não, preferem a regionalização centralista.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez a chorar pela esmola&#8230; Que tal regionalizarem-se? Para se regionalizarem basta saírem à rua e exigirem tomar conta de x y z e uma parte do que produzem fica na região&#8230; mas não, preferem a regionalização centralista.</p>
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		<title>Por: Rouco</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217739</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rouco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 20:31:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Pedro tem razão]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Pedro tem razão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: per caso</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217717</link>
		<dc:creator><![CDATA[per caso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:45:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O palhaço não tem género. É um produto da emprenhada central de &quot;patrões&quot; fihos de puta.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O palhaço não tem género. É um produto da emprenhada central de &#8220;patrões&#8221; fihos de puta.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: PGP</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217716</link>
		<dc:creator><![CDATA[PGP]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:44:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Falta um pequeno &quot;pormaior&quot; na nota da Ana Sá Lopes - a lei quadro das regiões administrativas foi aprovada em 1991 pela Assembleia da República numa votação que mereceu a unanimidade dos partidos (Lei 56/1991 de 13/8). 

Para os mais distraídos, repito, o PSD de Cavaco Silva (sim, esse mesmo, o actual PR), o PS de Jorge Sampaio, o CDS, o PCP e o PRD votaram todos em 1991 a favor da lei quadro das regiões administrativa, que foi depois promulgada pelo, então, Presidente da República Mário Soares (sim, esse mesmo). 
 
Só dois ou três anos depois e após terem renovado a maioria absoluta defendendo a concretização da regionalização, é que, num conselho nacional realizado literalmente à luz das velas (era um mau prenúncio...), Cavaco Silva anunciou que o PSD, afinal,tinha decidido não avançar com o processo de regionalização. 

Guterres, com a convicção que (não) se lhe conhece, decidiu, então, pegar nesta bandeira na campanha eleitoral de 1995, utilizando, aliás, praticamente a mesma lei quadro da regionalização aprovada em 1991. Enfim, além da campanha hiper-demagógica de Marcelos, Monteiros, Miguel Sousas Tavares &amp; Companhias, os mapas propostos pelo PS, a lamentável condução do processo de revisão constitucional por Lacão e a deficiente fundamentação pública da iniciativa pelo então Alto Comissário Cabrita revelaram a convicção &quot;zero&quot; que o núcleo duro centralista do PS sempre teve neste processo (aliás, eu próprio que me considero regionalista convicto, votei sim à primeira questão e não à segunda).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falta um pequeno &#8220;pormaior&#8221; na nota da Ana Sá Lopes &#8211; a lei quadro das regiões administrativas foi aprovada em 1991 pela Assembleia da República numa votação que mereceu a unanimidade dos partidos (Lei 56/1991 de 13/8). </p>
<p>Para os mais distraídos, repito, o PSD de Cavaco Silva (sim, esse mesmo, o actual PR), o PS de Jorge Sampaio, o CDS, o PCP e o PRD votaram todos em 1991 a favor da lei quadro das regiões administrativa, que foi depois promulgada pelo, então, Presidente da República Mário Soares (sim, esse mesmo). </p>
<p>Só dois ou três anos depois e após terem renovado a maioria absoluta defendendo a concretização da regionalização, é que, num conselho nacional realizado literalmente à luz das velas (era um mau prenúncio&#8230;), Cavaco Silva anunciou que o PSD, afinal,tinha decidido não avançar com o processo de regionalização. </p>
<p>Guterres, com a convicção que (não) se lhe conhece, decidiu, então, pegar nesta bandeira na campanha eleitoral de 1995, utilizando, aliás, praticamente a mesma lei quadro da regionalização aprovada em 1991. Enfim, além da campanha hiper-demagógica de Marcelos, Monteiros, Miguel Sousas Tavares &amp; Companhias, os mapas propostos pelo PS, a lamentável condução do processo de revisão constitucional por Lacão e a deficiente fundamentação pública da iniciativa pelo então Alto Comissário Cabrita revelaram a convicção &#8220;zero&#8221; que o núcleo duro centralista do PS sempre teve neste processo (aliás, eu próprio que me considero regionalista convicto, votei sim à primeira questão e não à segunda).</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Marafado de Buliquei-me</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217661</link>
		<dc:creator><![CDATA[Marafado de Buliquei-me]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 17:23:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pois ...!!
Abaixo o soba das bananas .]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois &#8230;!!<br />
Abaixo o soba das bananas .</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PMF</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217657</link>
		<dc:creator><![CDATA[PMF]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 16:51:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rouco supra #6 -

Bem lembrado.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rouco supra #6 -</p>
<p>Bem lembrado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Co2</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217652</link>
		<dc:creator><![CDATA[Co2]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 16:33:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Justifico:não fazia parte da solução escolar do grande mestre...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Justifico:não fazia parte da solução escolar do grande mestre&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Co2</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217651</link>
		<dc:creator><![CDATA[Co2]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 16:28:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu sou contra as regiões.Todas...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou contra as regiões.Todas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rouco</title>
		<link>http://blasfemias.net/2009/12/27/patrao-do-centralismo/#comment-217639</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rouco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 15:54:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já m´alembro:

Aliás, foi Marcelo Rebelo de Sousa - na altura, um ardente defensor da regionalização - que, para se livrar do fardo da divisão dentro do seu partido, &quot;inventou&quot; o referendo nacional que acabaria por chumbar a ideia. Hoje, é obrigatório que aconteça um novo referendo para a regionalização poder avançar. 

Mas para que venha a ser apurada a oposição oficial do PSD, Marcelo já anunciou a repetição da receita: há semana e meia, no seu programa da &quot;RTP&quot;, afirmou que o PSD devia promover um referendo interno sobre a regionalização. Só depois, finalmente, o partido deveria assumir uma posição oficial sobre o assunto, a defender no novo referendo nacional.

A regionalização é talvez o assunto mais velho da democracia portuguesa - e nunca aconteceu. Em 1976, quando fizeram a primeira Constituição da democracia, os deputados da Assembleia da República tornaram-na obrigatória ou, como se diz na linguagem do constituês, um &quot;imperativo constitucional&quot;. Depois disso, retirando as devidas excepções, ninguém se preocupou com a coisa. Sucederam-se governos mais ou menos instáveis, a AD, o Bloco Central, e nunca se conseguiu fazer a regionalização. Cavaco Silva governou 10 anos, oito em maioria absoluta, ignorando olimpicamente aquilo que na época ainda era o tal imperativo constitucional - isto, apesar de Valente de Oliveira, seu ministro do Planeamento, ser favorável à criação de regiões. 

Quando António Guterres chega ao governo, foram finalmente aprovados projectos de regionalização, mas a guerra dos mapas foi um dos motivos que ajudou ainda mais a aprofundar as divisões. O PS defendia oito regiões e a minoria do PSD favorável contentava-se com cinco. É quando Marcelo desembrulha a polémica interna no seu partido propondo o referendo. Em 8 de Novembro de 1998, o &quot;não&quot; à regionalização venceu folgadamente.

Ana Sá Lopes, Publicado em 19 de Novembro de 2009]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já m´alembro:</p>
<p>Aliás, foi Marcelo Rebelo de Sousa &#8211; na altura, um ardente defensor da regionalização &#8211; que, para se livrar do fardo da divisão dentro do seu partido, &#8220;inventou&#8221; o referendo nacional que acabaria por chumbar a ideia. Hoje, é obrigatório que aconteça um novo referendo para a regionalização poder avançar. </p>
<p>Mas para que venha a ser apurada a oposição oficial do PSD, Marcelo já anunciou a repetição da receita: há semana e meia, no seu programa da &#8220;RTP&#8221;, afirmou que o PSD devia promover um referendo interno sobre a regionalização. Só depois, finalmente, o partido deveria assumir uma posição oficial sobre o assunto, a defender no novo referendo nacional.</p>
<p>A regionalização é talvez o assunto mais velho da democracia portuguesa &#8211; e nunca aconteceu. Em 1976, quando fizeram a primeira Constituição da democracia, os deputados da Assembleia da República tornaram-na obrigatória ou, como se diz na linguagem do constituês, um &#8220;imperativo constitucional&#8221;. Depois disso, retirando as devidas excepções, ninguém se preocupou com a coisa. Sucederam-se governos mais ou menos instáveis, a AD, o Bloco Central, e nunca se conseguiu fazer a regionalização. Cavaco Silva governou 10 anos, oito em maioria absoluta, ignorando olimpicamente aquilo que na época ainda era o tal imperativo constitucional &#8211; isto, apesar de Valente de Oliveira, seu ministro do Planeamento, ser favorável à criação de regiões. </p>
<p>Quando António Guterres chega ao governo, foram finalmente aprovados projectos de regionalização, mas a guerra dos mapas foi um dos motivos que ajudou ainda mais a aprofundar as divisões. O PS defendia oito regiões e a minoria do PSD favorável contentava-se com cinco. É quando Marcelo desembrulha a polémica interna no seu partido propondo o referendo. Em 8 de Novembro de 1998, o &#8220;não&#8221; à regionalização venceu folgadamente.</p>
<p>Ana Sá Lopes, Publicado em 19 de Novembro de 2009</p>
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