O pior de 2009 (4)

  • Desemprego – uma chaga social que continuará a alastrar enquanto não se mudar do paradigma do consumo para o da produção;
  • Mega projectos – o caminho mais rápido para o estoiro da bolha da dívida pública;
  • Propaganda socretina – a promessa diária do paraíso na terra;
  • Alarmismo da gripe A – a favor de quem?
  • Meio ano de campanha eleitoral – ainda estou para perceber a “impossibilidade” de se concentrarem todas as eleições no mesmo dia.

15 Comentários

  1. Posted 31 Dezembro, 2009 at 17:58 | Permalink

    O pior de 2009 (5)

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  2. DesconfiandoSempre
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 18:27 | Permalink

    •Desemprego – e o que é que os chinocas faziam?;
    •Mega projectos – mesmo que sejam nano-micro-mini-médios projectos, quantos são os empresários que investem? Quantos são? Quantos são?;
    •Propaganda socretina vs má-língua dos TODOCRETINOS;
    •Alarmismo da gripe A – a favor de quem? Pergunte à comunicação social!
    •Meio ano de campanha eleitoral – pergunte ao sr. do Poço de Boliqueime.

  3. DesconfiandoSempre
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 19:00 | Permalink

    “Propaganda socretina – a promessa diária do paraíso na terra;”

    Acautelem-se os todocretinos, pois como dizia António Aleixo:

    Vós que lá do vosso império
    prometeis um mundo novo,
    calai-vos, que pode o povo
    q’rer um mundo novo a sério.

    Meus caros
    Um Bom Ano de 2010

  4. Posted 31 Dezembro, 2009 at 19:02 | Permalink

    enquanto não se mudar do paradigma do consumo para o da produção;

    Mas produzir o quê, se ninguém nos compra quase nada.

  5. balde-de-cal
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 19:48 | Permalink

    este socialismo é
    um caso de policia

  6. DesconfiandoSempre
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 20:05 | Permalink

    Caros postadores:
    João Miranda, CAA, Carlos Loureiro, HelenafMatos, Paulo Morais, Gabriel Silva, PMF…
    Caros comentadores:
    Votos de continuação de pontapés e cabeçadas, em 2010. Um bom Ano Novo

  7. Marafado de Buliquei-me
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 20:33 | Permalink

    Anónimo do se. XVIII

    Naquelas eras corruptas,
    era severa a justiça,
    se as rainhas eram putas,
    os reis tinham fraca a piça.

    (In cancioneiro da Ajuda )

  8. Anónimo
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 20:49 | Permalink

    E os mega-processos?

  9. o cínico
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 22:28 | Permalink

    Quando começarem a aparecer os casos de autismo nos bébés que tomaram a vacina contra a gripe A veremos o que têem para dizer os responsáveis.

  10. Posted 31 Dezembro, 2009 at 23:05 | Permalink

    Mudar de paradigma do consumo para o da produção? Mas, no modelo económico em que vivemos, não é esse mesmo o dogma?

    Já agora: antes do Sócrates ter começado o seu reinado, todos nos lembramos de viver à tripa forra… Devem estar a brincar.

  11. Contribuinte compulsivo
    Posted 31 Dezembro, 2009 at 23:40 | Permalink

    Pois, vocês viviam à tripa forra mas era eu que pagava.

  12. queque
    Posted 1 Janeiro, 2010 at 02:29 | Permalink

    Mudar de paradigma do consumo para o da produção? Mas, no modelo económico em que vivemos, não é esse mesmo o dogma?

    Não é o que o Sócrates se farta de apregoar? Que que produzir, TGV’s, autoestradas, Magalhães, automóveis eléctricos, baterias, energias das ondas, ondas de merda.
    Com esse paradigma já estamos riquíssimos.

  13. anti-liberal
    Posted 1 Janeiro, 2010 at 04:05 | Permalink

    .

    Quem é capaz de explicar como são as relações sexuais dos casais homosexuais, machos e fêmeas?

    Nuno

  14. anti-liberal
    Posted 1 Janeiro, 2010 at 04:15 | Permalink

    .

    Se houver adopção ou apadrinhamento (ou amadrinhamento) de uma criança por homossexuais e a “filho” entrar no quarto dos pais (ou mães) quando estiverem no meio de um “acto sexual”, como é que explicarão o que estavam a fazer?
    Há sempre a hipótese de o puto pensar que a mãe estava a ir ao cú ao pai…

    Nuno

  15. Posted 1 Janeiro, 2010 at 11:07 | Permalink

    Ó Contribuinte, não vê que era uma ironia?

    Queque: O Sócrates gostava de aparecer nas páginas da História como inventor de muita coisa, atá da pólvora. Mas não me parece que tenha sido ele a “inventar” a sociedade de consumo…


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