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	<title>Comentários em: Dívida escondida: as eólicas</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Pinto de Sá</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-222974</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pinto de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 15:16:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Venho um pouco fora de tempo e por seguir um rasto de visitas &lt;a href=&quot;http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ao meu blog&lt;/a&gt; oriundo daqui. Não é que não goste do BLASFÉMIAS! É apenas falta de tempo.
Esta minha adenda é só para esclarecer que o comentador Henrique Pereira dos Santos tem uma excelente retórica, mas baseada em muitas alusões que constituem uma floresta de enganos. Desbravar essa floresta cansar-nos-ia a todos e talvez seja isso mesmo com que ele conta, mas há uma premissa dos seus raciocínios que é o que me levou a esta escrita: a alusão de que há uma relação entre o preço da energia eléctrica e a cotação do petróleo.
Não há. E essa é das mais vis demagogias que este Governo tem invocado.
Enfim, isto é um tema especializado, mas podem, caso queiram, ver aqui alguma coisa de leitura leve sobre &lt;a href=&quot;http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/2009/09/nocoes-basicas-sobre-economia-da.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;economia da energia&lt;/a&gt;, destinada a desfazer estas mentiras.
E já agora: a &quot;polítca das eólicas&quot; não começou com Manuel Pinho. Começou com Oliveira Fernandes no Governo de Guterres, na sequência de Kioto. É uma polítida do 1º Ministro ele-mesmo.
Cordiais Saudações!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Venho um pouco fora de tempo e por seguir um rasto de visitas <a href="http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/" rel="nofollow">ao meu blog</a> oriundo daqui. Não é que não goste do BLASFÉMIAS! É apenas falta de tempo.<br />
Esta minha adenda é só para esclarecer que o comentador Henrique Pereira dos Santos tem uma excelente retórica, mas baseada em muitas alusões que constituem uma floresta de enganos. Desbravar essa floresta cansar-nos-ia a todos e talvez seja isso mesmo com que ele conta, mas há uma premissa dos seus raciocínios que é o que me levou a esta escrita: a alusão de que há uma relação entre o preço da energia eléctrica e a cotação do petróleo.<br />
Não há. E essa é das mais vis demagogias que este Governo tem invocado.<br />
Enfim, isto é um tema especializado, mas podem, caso queiram, ver aqui alguma coisa de leitura leve sobre <a href="http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/2009/09/nocoes-basicas-sobre-economia-da.html" rel="nofollow">economia da energia</a>, destinada a desfazer estas mentiras.<br />
E já agora: a &#8220;polítca das eólicas&#8221; não começou com Manuel Pinho. Começou com Oliveira Fernandes no Governo de Guterres, na sequência de Kioto. É uma polítida do 1º Ministro ele-mesmo.<br />
Cordiais Saudações!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo F.</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220643</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo F.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:22:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=22185#comment-220643</guid>
		<description><![CDATA[Caro Henrique Pereira dos Santos,

Nunca pus em dúvida, naturalmente, que haja pessoas em Portugal e já há algum tempo a tentar &lt;b&gt;conhecer&lt;/b&gt; as variáveis relevantes na matéria em discussão. É salutar que assim seja mas não era a esse público restrito que eu me estava a referir, pois não? (Devo dizer que já tinha lido o post lincado e fiquei com curiosidade de ler os dois estudos da APREN que, todavia, continuo sem ver disponibilizados na net).

O que eu contesto e que correspondeu ao conteúdo dos meus dois comentários anteriores que lhe dirigi, é que não faz qualquer sentido, &lt;b&gt;depois de a decisão ter sido tomada&lt;/b&gt; vir, depois, procurar defender a eventual racionalidade da decisão - &lt;b&gt;politicamente tomada&lt;/b&gt;, aceitando, pacificamente &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; ou, pelo menos, em tese, que haja hipóteses de a decisão tomada ter sido um enorme disparate do ponto de vista da eficiência económica.

Este tipo de raciocínio é exactamente o mesmo que &lt;b&gt;agora&lt;/b&gt; se desencadeou &lt;b&gt;após&lt;/b&gt; o investimento efectuado no aeroporto de Beja. Primeiro, constrói-se. Depois, logo se vê se se arranja passageiros ou carga. De onde e para onde ainda não se sabe. Mas, caramba, não nos bastou Sines, Alqueva e, agora, um estrambólico TGV para Madrid?

Por fim, repare-se que este meu ponto e a própria objecção, circunstancial em termos temporais, que HPS levanta a propósito dos preços relativos das diferentes fontes de energia, não fariam sequer sentido se a decisão de construir na tecnologia A ou B resultasse de uma decisão de mercado, caso em que a lógica económica teria imperado ao invés de uma lógica política que pretende cavalgar a &quot;modernidade&quot;, adoptar o dogma anti-CO2 e, obsessivamente, determos um lugar no pódio.

Uma última nota para fazer notar que o Japão, que ao não deter quaisquer fontes de petróleo e importando praticamente todo o carvão que consome, tem uma dependência energética estratégica desde a sua industrialização(*), tenha uma utilização de energia eólica tão baixa. Por que razão será que isto acontece no país que celebrou Kyoto? &lt;a href=&quot;http://www.greentechmedia.com/articles/read/japans-wind-power-problem-828/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Aqui&lt;/a&gt; talvez esteja parte da explicação. Destaco um parágrafo: &lt;i&gt;«The case of wind in Japan is instructive, as it shows how renewable energy can stumble without proper government intervention. It’s especially significant given that Japan previously had been a green policy leader»&lt;/i&gt;.

(*) - Os governos de Hirohito, antes de, e durante a II GG, preocupados com esta dependência energética, conseguiram importantes fundos para promover, junto da sua comunidade científica, aturada investigação neste domínio.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Henrique Pereira dos Santos,</p>
<p>Nunca pus em dúvida, naturalmente, que haja pessoas em Portugal e já há algum tempo a tentar <b>conhecer</b> as variáveis relevantes na matéria em discussão. É salutar que assim seja mas não era a esse público restrito que eu me estava a referir, pois não? (Devo dizer que já tinha lido o post lincado e fiquei com curiosidade de ler os dois estudos da APREN que, todavia, continuo sem ver disponibilizados na net).</p>
<p>O que eu contesto e que correspondeu ao conteúdo dos meus dois comentários anteriores que lhe dirigi, é que não faz qualquer sentido, <b>depois de a decisão ter sido tomada</b> vir, depois, procurar defender a eventual racionalidade da decisão &#8211; <b>politicamente tomada</b>, aceitando, pacificamente <i>a priori</i> ou, pelo menos, em tese, que haja hipóteses de a decisão tomada ter sido um enorme disparate do ponto de vista da eficiência económica.</p>
<p>Este tipo de raciocínio é exactamente o mesmo que <b>agora</b> se desencadeou <b>após</b> o investimento efectuado no aeroporto de Beja. Primeiro, constrói-se. Depois, logo se vê se se arranja passageiros ou carga. De onde e para onde ainda não se sabe. Mas, caramba, não nos bastou Sines, Alqueva e, agora, um estrambólico TGV para Madrid?</p>
<p>Por fim, repare-se que este meu ponto e a própria objecção, circunstancial em termos temporais, que HPS levanta a propósito dos preços relativos das diferentes fontes de energia, não fariam sequer sentido se a decisão de construir na tecnologia A ou B resultasse de uma decisão de mercado, caso em que a lógica económica teria imperado ao invés de uma lógica política que pretende cavalgar a &#8220;modernidade&#8221;, adoptar o dogma anti-CO2 e, obsessivamente, determos um lugar no pódio.</p>
<p>Uma última nota para fazer notar que o Japão, que ao não deter quaisquer fontes de petróleo e importando praticamente todo o carvão que consome, tem uma dependência energética estratégica desde a sua industrialização(*), tenha uma utilização de energia eólica tão baixa. Por que razão será que isto acontece no país que celebrou Kyoto? <a href="http://www.greentechmedia.com/articles/read/japans-wind-power-problem-828/" rel="nofollow">Aqui</a> talvez esteja parte da explicação. Destaco um parágrafo: <i>«The case of wind in Japan is instructive, as it shows how renewable energy can stumble without proper government intervention. It’s especially significant given that Japan previously had been a green policy leader»</i>.</p>
<p>(*) &#8211; Os governos de Hirohito, antes de, e durante a II GG, preocupados com esta dependência energética, conseguiram importantes fundos para promover, junto da sua comunidade científica, aturada investigação neste domínio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220604</link>
		<dc:creator><![CDATA[tina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 23:00:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;Bem me parecia que não sabia responder a essa pergunta crucial. Se soubesse é bem possível que fosse mais cautelosa na defesa do nuclear.&quot;

Eu sei no caso de Koeberg na África do Sul, em aterros especiais próprios para resíduos nucleares. Falei no caso de França porque se eles têm tantas centrais nucleares e arranjaram uma maneira de dispôr do seu lixo nuclear, não sei porque Portugal é um caso tão especial assim que não poderia seguir o exemplo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Bem me parecia que não sabia responder a essa pergunta crucial. Se soubesse é bem possível que fosse mais cautelosa na defesa do nuclear.&#8221;</p>
<p>Eu sei no caso de Koeberg na África do Sul, em aterros especiais próprios para resíduos nucleares. Falei no caso de França porque se eles têm tantas centrais nucleares e arranjaram uma maneira de dispôr do seu lixo nuclear, não sei porque Portugal é um caso tão especial assim que não poderia seguir o exemplo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GovernoDeCorruptos</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220584</link>
		<dc:creator><![CDATA[GovernoDeCorruptos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:27:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E o Henrique sabe que a alemanha, que se parasse agora de produzir painéis de silício fotovoltaico só os venderia todos daqui a mais de 2 anos, vai instalar mais 6 centrais nucleares?
A solução actual é uma conjugação de todos os tipos de produção, garantido no entanto que, em cada zona, cada uma delas é rentável por si (como é evidente!).
Se o petróleo subir torna-se menos competitivo e tal como sempre haverá uma pressão para a sua substituição e para o aparecimento de outras formas de produção que sejam mais competitivas, como sempre aconteceu no passado (vejam por exemplo &quot;As novas tecnologias, o futuro dos impérios e os 4 cavaleiros do apocalipse&quot; do Prof. Carvalho Rodrigues - 1/e da teoria da informação). A necessidade aguça o engenho. É o mercado a funcionar (claro que isto para a esquerdalha e para a direitalha... querem é estado a meter o bedelho), mas isso nunca acontecerá se ele estiver distorcido, castrado pelos subsídios que são a forma de dar dinheiro a uma coisa que não é rentável, tirando esse dinheiro às pessoas, claro.
Sabem que o fotovoltaico desce muito de produção com o aumento da temperatura na célula??? 
Sabem que em espanha os subsídios levaram a que, por cada emprego criado e apregoado, nas renováveis se perdessem 2,tal empregos na economia em geral??????
O que interessa é o solar térmico, aquecer água, isso sim rentável, mas como dá trabalho em vez de subsídios foram inventar  a aldrabice dos bancos, que consistiu em pôr painéis ao dobro do preço, subsidiar a 50% e deixar a malta  a pagar juros (claro que o que o país precisa é de mais dívida). Não se metam, deixem trabalhar quem trabalha.
Sabem que o que parece que começa a ser rentável, para produção de electricidade, nos países com mais sol e calor, é precisamente o solar térmico: produção de vapor, turbinas a girar, electricidade. Vão ver o que estão a afazer em Almeria (espanha, aqui ao lado), EUA, Austrália.
O resto é conversa do politicamente correcto, ou seja, tontarias e chulice.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o Henrique sabe que a alemanha, que se parasse agora de produzir painéis de silício fotovoltaico só os venderia todos daqui a mais de 2 anos, vai instalar mais 6 centrais nucleares?<br />
A solução actual é uma conjugação de todos os tipos de produção, garantido no entanto que, em cada zona, cada uma delas é rentável por si (como é evidente!).<br />
Se o petróleo subir torna-se menos competitivo e tal como sempre haverá uma pressão para a sua substituição e para o aparecimento de outras formas de produção que sejam mais competitivas, como sempre aconteceu no passado (vejam por exemplo &#8220;As novas tecnologias, o futuro dos impérios e os 4 cavaleiros do apocalipse&#8221; do Prof. Carvalho Rodrigues &#8211; 1/e da teoria da informação). A necessidade aguça o engenho. É o mercado a funcionar (claro que isto para a esquerdalha e para a direitalha&#8230; querem é estado a meter o bedelho), mas isso nunca acontecerá se ele estiver distorcido, castrado pelos subsídios que são a forma de dar dinheiro a uma coisa que não é rentável, tirando esse dinheiro às pessoas, claro.<br />
Sabem que o fotovoltaico desce muito de produção com o aumento da temperatura na célula???<br />
Sabem que em espanha os subsídios levaram a que, por cada emprego criado e apregoado, nas renováveis se perdessem 2,tal empregos na economia em geral??????<br />
O que interessa é o solar térmico, aquecer água, isso sim rentável, mas como dá trabalho em vez de subsídios foram inventar  a aldrabice dos bancos, que consistiu em pôr painéis ao dobro do preço, subsidiar a 50% e deixar a malta  a pagar juros (claro que o que o país precisa é de mais dívida). Não se metam, deixem trabalhar quem trabalha.<br />
Sabem que o que parece que começa a ser rentável, para produção de electricidade, nos países com mais sol e calor, é precisamente o solar térmico: produção de vapor, turbinas a girar, electricidade. Vão ver o que estão a afazer em Almeria (espanha, aqui ao lado), EUA, Austrália.<br />
O resto é conversa do politicamente correcto, ou seja, tontarias e chulice.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GovernoDeCorruptos</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220575</link>
		<dc:creator><![CDATA[GovernoDeCorruptos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 22:08:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=22185#comment-220575</guid>
		<description><![CDATA[O #53 é mesmo um achado e provavelmente um acessor. Ser independente em casa com fotovoltaico e eólico??? Não somos todos especialistas no assunto, não. Tu não percebes mesmo nada disso. Vai ver a potência produzida por um painel, que é a potência máxima que ele produziria se estivessem reunidas simultaneamente 3 condições que nunca o estão, multiplica pelo preço e vais ver quanto gastas e se suportas a situação. Os tontos acham que falar é expelir sons pela boca.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O #53 é mesmo um achado e provavelmente um acessor. Ser independente em casa com fotovoltaico e eólico??? Não somos todos especialistas no assunto, não. Tu não percebes mesmo nada disso. Vai ver a potência produzida por um painel, que é a potência máxima que ele produziria se estivessem reunidas simultaneamente 3 condições que nunca o estão, multiplica pelo preço e vais ver quanto gastas e se suportas a situação. Os tontos acham que falar é expelir sons pela boca.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: henrique pereira dos santos</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220564</link>
		<dc:creator><![CDATA[henrique pereira dos santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 21:45:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tina,
Bem me parecia que não sabia responder a essa pergunta crucial. Se soubesse é bem possível que fosse mais cautelosa na defesa do nuclear. Já agora, as centrais de que fala no Reino Unido estão a contar com os certificados de carbono para serem rentáveis. E veremos o que ainda está para vir. Na central finlandesa o atraso já se conta em anos e os custos já estão 50% mais elevados que o previsto.
henrique pereira dos santos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tina,<br />
Bem me parecia que não sabia responder a essa pergunta crucial. Se soubesse é bem possível que fosse mais cautelosa na defesa do nuclear. Já agora, as centrais de que fala no Reino Unido estão a contar com os certificados de carbono para serem rentáveis. E veremos o que ainda está para vir. Na central finlandesa o atraso já se conta em anos e os custos já estão 50% mais elevados que o previsto.<br />
henrique pereira dos santos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220535</link>
		<dc:creator><![CDATA[tina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:11:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;O GRANDE PROBLEMA CONSISTE EM COMO NOS LIVRARMOS DOS RESÌDUOS QUE PRODUZ NECESSARIAMENTE..:&quot;

E como consegue a França libertar-se dos resíduos das suas 70 e tal centrais nucleares? E a Espanha? Etc.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O GRANDE PROBLEMA CONSISTE EM COMO NOS LIVRARMOS DOS RESÌDUOS QUE PRODUZ NECESSARIAMENTE..:&#8221;</p>
<p>E como consegue a França libertar-se dos resíduos das suas 70 e tal centrais nucleares? E a Espanha? Etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Licas</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220490</link>
		<dc:creator><![CDATA[Licas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:10:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É preciso dizer a verdade : a energia nuclear é a única alternativa (depois das barragens) a consegui-se o mwh competitivo em preço. O GRANDE PROBLEMA CONSISTE EM COMO NOS LIVRARMOS DOS RESÌDUOS QUE PRODUZ NECESSARIAMENTE..:]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso dizer a verdade : a energia nuclear é a única alternativa (depois das barragens) a consegui-se o mwh competitivo em preço. O GRANDE PROBLEMA CONSISTE EM COMO NOS LIVRARMOS DOS RESÌDUOS QUE PRODUZ NECESSARIAMENTE..:</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Curioso</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220488</link>
		<dc:creator><![CDATA[Curioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:02:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sou do tempo (final dos anos oitenta) em que os ecologistas nacionais execravam as &quot;ventoinhas gigantes&quot; porque desfeavam a paisagem. Tentaram mesmo que os cabeços ficassem todos incluídos na REN, com vista a interditar a sua instalação.
Poucos anos depois, com o envolvimento activo (e empresariasl) de quem era, à data anterior, Secretário de Estado do Ambiente (Engº Carlos Pimenta), tudo se alterou e as ditas ventoínhas passaram a ser a salvação energética do País (a não importa qual custo...).
Curiosidades

Curioso]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou do tempo (final dos anos oitenta) em que os ecologistas nacionais execravam as &#8220;ventoinhas gigantes&#8221; porque desfeavam a paisagem. Tentaram mesmo que os cabeços ficassem todos incluídos na REN, com vista a interditar a sua instalação.<br />
Poucos anos depois, com o envolvimento activo (e empresariasl) de quem era, à data anterior, Secretário de Estado do Ambiente (Engº Carlos Pimenta), tudo se alterou e as ditas ventoínhas passaram a ser a salvação energética do País (a não importa qual custo&#8230;).<br />
Curiosidades</p>
<p>Curioso</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/01/06/divida-escondida-as-eolicas/#comment-220469</link>
		<dc:creator><![CDATA[tina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:08:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=22185#comment-220469</guid>
		<description><![CDATA[Lisboa, 10 jan (Lusa) - O governo britânico aprovou nesta quinta-feira a construção de novas centrais nucleares no país para assegurar o abastecimento energético no futuro e combater as alterações climáticas, disse o ministro da Economia, John Hutton.

O ministro afirmou na Câmara dos Comuns que a energia nuclear &quot;deve ter um papel no futuro energético do país, ao lado de outras fontes energéticas de baixas emissões de dióxido de carbono&quot;.

Segundo Hutton, a energia nuclear está &quot;provada e testada&quot;, é segura e uma das opções mais baratas para o Reino Unido cumprir os seus objetivos de redução das emissões de dióxido de carbono.

O representante do governo britânico disse que as novas centrais serão pagas pelo setor privado e não pelo governo, fazendo um convite para as &quot;empresas energéticas apresentarem projetos de construção e operação para novas centrais nucleares&quot;.

As atuais centrais nucleares produzem cerca de 20% da eletricidade consumida no país. Londres defende a decisão, argumentado que muitas das centrais a carvão e nucleares terão de fechar dentro de 20 anos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa, 10 jan (Lusa) &#8211; O governo britânico aprovou nesta quinta-feira a construção de novas centrais nucleares no país para assegurar o abastecimento energético no futuro e combater as alterações climáticas, disse o ministro da Economia, John Hutton.</p>
<p>O ministro afirmou na Câmara dos Comuns que a energia nuclear &#8220;deve ter um papel no futuro energético do país, ao lado de outras fontes energéticas de baixas emissões de dióxido de carbono&#8221;.</p>
<p>Segundo Hutton, a energia nuclear está &#8220;provada e testada&#8221;, é segura e uma das opções mais baratas para o Reino Unido cumprir os seus objetivos de redução das emissões de dióxido de carbono.</p>
<p>O representante do governo britânico disse que as novas centrais serão pagas pelo setor privado e não pelo governo, fazendo um convite para as &#8220;empresas energéticas apresentarem projetos de construção e operação para novas centrais nucleares&#8221;.</p>
<p>As atuais centrais nucleares produzem cerca de 20% da eletricidade consumida no país. Londres defende a decisão, argumentado que muitas das centrais a carvão e nucleares terão de fechar dentro de 20 anos.</p>
]]></content:encoded>
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