Gays para os olhos

O QUE O SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO DEVIA ESTAR HOJE A EXPLICAR NA AR ERA COMO PODEM OS SEUS GOVERNOS TER FEITO A PIOR E MAIS DESASTROSA REFORMA DE QUE EXISTE MEMÓRIA NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO OU EJA UMA REFORMA QUE DEIXOU TUDO NA MESMA E O SENHOR MÁRIO NOGUEIRA A DIZER VITÓRIA:

«Os sindicatos de professores não lhe dão vinte valores, mas após 14 horas de negociações chegaram a acordo com o Ministério da Educação. A TSF explica-lhe as bases deste entendimento conseguido à conta de cedências de parte a parte.Na prática todos os professores com a classificação de “bom” poderão atingir, tal como exigiam os sindicatos, o topo da carreira. »

13 Comentários

  1. Anónimo
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 11:29 | Permalink

    Desde quando é que todos os militares chegam a generais?

  2. Critico
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 11:29 | Permalink

    Então mas há duvidas que se quer a educação cada vez mais estupidificada? Sempre o foi e sempre o será, enquanto houver Governos/Regimes que se rejam pelos interesses de poucos e não do colectivo,não interessa ter massas com espírito critico, com capacidade argumentativa, com “poder intelectual” de dar umas boas lições a quem finge que Governa e certamente tal seria um preludio ao fim de negociatas e afins,e tal não é só cá,vários exemplos pelo Globo fora podem ser dados.

  3. dói muito? isso passa
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 12:40 | Permalink

    E quando chegarem ao topo…saltam?

  4. Colonizado
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 13:46 | Permalink

    Com 83% de professores “BONS” o melhor era nem terem andado com estes stresses todos…
    O ambiente escolar anda de cortar à faca.Os mais velhos só querem sair.E os mais novos~vêm daqueles institutos PS cheios de ideias africanizadoras mas muito incompetentes na parte científica…
    Avaliar os alunos?Porra que seria discriminar os burros…e detectar quem nem sequer está interessado em ensinar e educar…

  5. Anónimo
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 14:08 | Permalink

    “Avaliar os alunos?Porra que seria discriminar os burros…e detectar quem nem sequer está interessado em ensinar e educar…”

    Avaliar sim! Quem não sabe chumba os anos que for preciso até ter notas para passar.
    Já sou “burro velho” e no meu tempo de escola primária, só se poderia sair da escola com a 4ª classe oucaso não a completasse, teriam que lá andar até os 14 anos. Havia alguns que andavam até aos 14 anos e saíam sem ter completado a 4ª classe. MKas não passavam.

  6. ASL
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 14:09 | Permalink

    Cada vez mais me apercebo que, quer os postistas deste blog, quer os comentaristas, continuam de olhos fechados e sem saberem bem qual é o problema real. Se acham que é com “reformas” daquelas que se resolveriam os problemas da educação em Portugal, então mais valiam estar calados.
    Tratem destes 3 problemas: disciplina, curriculos e avaliação de alunos. Verão que o sucesso será bem mais nítido que a neo-taylorização que muitos querem por na escola relativamente a professores.

    #Anonimo 1
    Desde quando uma hierarquia na escola é igual à dos militares?

    É que na minha PME , eu tenho 4 hieraquias ( administração, quadros, técnicos e operários), mas são todas funções distintas.Por isso uns ganham mais do que outros, mas por categoria. Desde quando ensinar Português com 5 anos de serviço é diferente de ensinar com 50 anos de serviço? A cartilha não é a mesma? Não vejo em que sentido tenham que vir buscar essa frase feita do cachaleiro nacional português.

  7. Tiroliro
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 15:18 | Permalink

    A mim o que me chateia são os BURROS que se limitam a decorar um chavão propagandístico posto a circular pelo departamento de propaganda do governo do ingenheiro da licenciatura tirada ao domingo!

    A metáfora militar – «os soldados não chegam todos a general» – não tem nada a ver com a situação do ensino. No ensino os generais são os presidentes dos conselhos executivos: há um por escola, esses sim, ganham bem mais que os profs. Até demais! Nem todos lá chegam. Há acessores como vice-presidentes e também esses têm um perfil funcional diferente. Ganham mais, são dois ou um por escola.

    Depois há os professores. Esses têm um perfil funcional comum: dão aulas (entre outras funções). E o que se trata é de aplicar, para esses, um princípio básico, constitucional e vigente em qualquer empresa, privada ou público: para trabalho igual, salário igual! Um professor que é avaliado com Bom, como qualquer trabalhador, deve poder atingir o topo da sua carreira, dentro do seu perfil profissional. Transitar para general seria ganhar como presidente do CE e ninguém exige isso. Mas isso é que seria o equivalente da metáfora militar. Não é comparável como percebe qualquer cabeça com dois neurónios.

    A mim o que me chateia são os BURROS que não sabem pensar para lá do slogan fácil. E é por causa de mentecaptos desses que temos de gramar com um trocatintas no governo. Irra!

  8. Australopithecus Republicanus
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 17:16 | Permalink

    Ontem tínhamos uma País pink. Hoje temos um País pinkie…

  9. Calpúrnia
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 19:59 | Permalink

    Se tivesse lido (e percebesse do assunto) não seria tão taxativa. O ME comprou por um prato de lentilhas a paz social no sector exactamente até 2013 (leia-se, até ao fim da legislatura). Quem diria que Isabel Alçada os vencia pelo cansaço? E pelo caminho ainda faz de MLR a má da festa, ajudando a branquear a imagem do PS. Confesso a minha surpresa.

  10. IO
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 20:10 | Permalink

    7
    Assessores, assessores, assessores…
    Também foi classificado com BOM?

  11. anónimo
    Posted 8 Janeiro, 2010 at 22:57 | Permalink

    Para quem não gostou do exemplo dos generais, nem todos chegam a majores, tenentes coroneis ou coroneis. Isto para os “mentecaptos”

  12. tiroliro
    Posted 9 Janeiro, 2010 at 23:58 | Permalink

    10: Assessores e não acessores, claro, agradeço a correcção. Não. Fui classificado com Muito Bom.

    11: Pois, é precisamente a mesma coisa, a metáfora é a mesma…

  13. Obelix
    Posted 10 Janeiro, 2010 at 19:14 | Permalink

    !2 #

    Mais 80% de prof’s com Bom. Que haja 15% com Excelentes e Muito Bom. Só sobrariam 5% de bons, razóaveis mediocres e maus. Deixe-se de tretas sr Tirolir. Isto de serem os pares a avaliarem-se uns aos outros dá em batota. Sei disso pois a minha mulher também é professora e sei do que falo. No caso dela, até foi prejudicada.
    Haja pachorra!


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