A influência do João Miranda nas propostas do Bloco
Posted by helenafmatos em 3 Fevereiro, 2010
Agências de rating num mundo ideal - escreveu o Miranda a 29 deJaneiro de 2010. Ora aqui está já a proposta para a criação da dita: Bloco quer agência europeia de notação ou na versão ainda mais bloquista do PÚBLICO Bloco defende credibilização das agências de rating Sendo que naturalmente se teria de criar um Observatório da mesma agência quiçã supervisionado pelo Professor Boaventura ou na impossibilidade deste acumular outro Observatório que leva milhões para observar as consequências catastróficas da aplicação daquilo que ele mesmo sugere e ensina, creio que esta agência seria um local adequado para se colocar Vítor Constâncio.
Obs. Se o João Miranda não se importar não sugere mais nada nos próximos tempos. Sobretudo se for uma sugestão a brincar.
LR disse
Fabuloso é que a mirandérica influência já chegou à britânica Financial Services Authority e à americana Securities and Exchange Commission. Isto só prova, claro, que vigiar essa malta é mesmo ideia de comuna ou brincadeira de liberal de aviário.
http://www.investmentexecutive.com/client/en/News/DetailNews.asp?Id=52251&cat=8&IdSection=8&PageMem=&nbNews=&IdPub=
Cáustico disse
“Obs. Se o João Miranda não se importar não sugere mais nada nos próximos tempos. Sobretudo se for uma sugestão a brincar”
Olha uma ameaça velada ao João Miranda…
Tás aqui tás a levar um kick!
cinco dias » O Bloco conquistou Londres e Washington disse
[...] Matos aplaude a tese de João Miranda: a ideia de sujeitar o poder nas agências de notação financeira a alguma [...]
Q. disse
Lá que os especialistas de frangos não percebam, ainda vá, mas então o Doutor Louçã não consegue identificar uma ironia?…
Anónimo disse
À mesa da tasca os “habitués”, entre eles, riem-se das suas piadinhas, e os outros continuam a beber o cimbalino ao balcão, cagando para a conversa.
Portela Menos 1 disse
eu defendo, também, a credibilização dos editores do blasfémias :-)
tina disse
Não se percebe o que esta gente tem contra as agências de rating. Querem que Portugal chegue ao mesmo estado da Grécia?