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	<title>Comentários em: Descaramento</title>
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	<description>A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade</description>
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		<title>Por: Licas</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248719</link>
		<dc:creator><![CDATA[Licas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 22:20:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[________filet-mignon
________bacalhau cozido com batatas e grelos.
________ pernil de porco assado no forno com batatas a murro.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>________filet-mignon<br />
________bacalhau cozido com batatas e grelos.<br />
________ pernil de porco assado no forno com batatas a murro.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248540</link>
		<dc:creator><![CDATA[Anónimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 12:37:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[que contributo é que uma tipa com este perfil, qualidade intelectual,curriculum profissional, experiencia de vida ,sem militancia ou intervenção politica, pode dar no sentido de ajudar a resolver os problemas reais com que se debate o povo português? Só a ESQUERDA festiva e gastrónoma que come marisco e pratos franceses de nomes compridíssimos saberá.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que contributo é que uma tipa com este perfil, qualidade intelectual,curriculum profissional, experiencia de vida ,sem militancia ou intervenção politica, pode dar no sentido de ajudar a resolver os problemas reais com que se debate o povo português? Só a ESQUERDA festiva e gastrónoma que come marisco e pratos franceses de nomes compridíssimos saberá.</p>
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		<title>Por: Licas</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248502</link>
		<dc:creator><![CDATA[Licas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 09:08:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi (é) nítido a gaja tentar (tal como os seus Camaradas) AVACALHAR a Comissão.
Contudo * UMA ANDORINHA*  não faz a Primavera . . . (se bem me entendem).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi (é) nítido a gaja tentar (tal como os seus Camaradas) AVACALHAR a Comissão.<br />
Contudo * UMA ANDORINHA*  não faz a Primavera . . . (se bem me entendem).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: José</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248344</link>
		<dc:creator><![CDATA[José]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 18:01:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[#66:

Esse inquérito ficou muito mal esclarecido e parece que ninguém se preocupou muito com isso. 

Por outro lado, o tal Ricardo Rodrigues mexe-se muito bem nos meandros do PS tendo sido uma figura-chave da alteração do processo penal em 2007. De tal modo que consta ter sido o autor da modificação do artº 30 do código penal no sentido de permitir a condenação por um único crime quando há continuação criminosa em crimes contra as pessoas e quando se trata da mesma vítima. Ou seja, cai que nem luva no crime de pedofilia continuado em que o ofendido é sempre o mesmo...

Este Ricardo Rodrigues é porventura a figura mais sinistra do Parlamento português. Na minha opinião.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>#66:</p>
<p>Esse inquérito ficou muito mal esclarecido e parece que ninguém se preocupou muito com isso. </p>
<p>Por outro lado, o tal Ricardo Rodrigues mexe-se muito bem nos meandros do PS tendo sido uma figura-chave da alteração do processo penal em 2007. De tal modo que consta ter sido o autor da modificação do artº 30 do código penal no sentido de permitir a condenação por um único crime quando há continuação criminosa em crimes contra as pessoas e quando se trata da mesma vítima. Ou seja, cai que nem luva no crime de pedofilia continuado em que o ofendido é sempre o mesmo&#8230;</p>
<p>Este Ricardo Rodrigues é porventura a figura mais sinistra do Parlamento português. Na minha opinião.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tribunus</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248339</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tribunus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 17:46:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O desempenho desta Medeiros na Comissão e no Parlamento, è tão mau
que me interrogo, quem do PS, a propoz para deputada do mesmo!
Não conseguindo ter uma postura de deputada e menos de mulher, que pretende ter um passado intelectual, em pouco tempo, conseguiu
ser notada por aquilo que acima dito.
Achando que lhe assistia o direito de ter viajas pagas semanalmente, a Paris ou Viena, è vergonhoso que surja a duvida do
direito que lhe assiste, quando a qualquer outro deputado do parlamento não è feito esse tipo de liquidação! O senhor Presidente da Assembleia, pessoa que se mostra correcta durante as
sessões, se deixe embrulhar, em algo que não dignifica um parlamento1]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O desempenho desta Medeiros na Comissão e no Parlamento, è tão mau<br />
que me interrogo, quem do PS, a propoz para deputada do mesmo!<br />
Não conseguindo ter uma postura de deputada e menos de mulher, que pretende ter um passado intelectual, em pouco tempo, conseguiu<br />
ser notada por aquilo que acima dito.<br />
Achando que lhe assistia o direito de ter viajas pagas semanalmente, a Paris ou Viena, è vergonhoso que surja a duvida do<br />
direito que lhe assiste, quando a qualquer outro deputado do parlamento não è feito esse tipo de liquidação! O senhor Presidente da Assembleia, pessoa que se mostra correcta durante as<br />
sessões, se deixe embrulhar, em algo que não dignifica um parlamento1</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: lili</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248304</link>
		<dc:creator><![CDATA[lili]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:09:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=24593#comment-248304</guid>
		<description><![CDATA[Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista 

Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime 

Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo. 

No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo. 

Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»... 

(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos. 

Denunciado em acareação
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista </p>
<p>Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime </p>
<p>Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)<br />
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo. </p>
<p>No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.<br />
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo. </p>
<p>Ligações perigosas<br />
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.<br />
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.<br />
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».<br />
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»&#8230; </p>
<p>(&#8230;)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos. </p>
<p>Denunciado em acareação<br />
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».<br />
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.<br />
<a href="http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html" rel="nofollow">http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248148</link>
		<dc:creator><![CDATA[Miguel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:56:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;jmf, cortou-me o sonho de vir a ser deputado: não tenho dinheiro para suportar as viagens entre a luminosa capital e a minha humilde aldeia no longínquo sotavento algarvio. Juntar-me a essa inefável assembleia seria a minha realização.É pena, mas alguma coisa se há de arranjar.&quot;

Fé... Nunca vi tanta fé.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;jmf, cortou-me o sonho de vir a ser deputado: não tenho dinheiro para suportar as viagens entre a luminosa capital e a minha humilde aldeia no longínquo sotavento algarvio. Juntar-me a essa inefável assembleia seria a minha realização.É pena, mas alguma coisa se há de arranjar.&#8221;</p>
<p>Fé&#8230; Nunca vi tanta fé.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: teixeira</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248137</link>
		<dc:creator><![CDATA[teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 10:11:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=24593#comment-248137</guid>
		<description><![CDATA[Marocas Assis
Meu humano enriquecido
Rico, deixe-me adivinhar os seus pensamentos ao abrir esta carta: -“esta só com uma providência cautelar é que se cala”, – ah,ah,ah…
Não é bem assim, amor, mas já sabe que eu não resisto a uma provocaçãozinha… ora, os seus inumérrimos aparecimentos na tv, os joguinhos do “despede não despede”, e principalmente o seu ar trágico-marítimo, fazem do meu salão de refeições, que a minha sopeirinha continua a chamar de cozinha grande, um espaço de tertúlia permanente.
Fazendo fé na minha assessora de imprensa, - a-tal-que-veio-dos-paises-que-o-António-não-gostava, - por causa desse seu divertimentozeco, só há uma coisa que na NET ainda ninguém lhe chamou: boa pessoa!!!  Ah, ah, ah…
A sopeirinha só diz que, uma empresa que pretende fazer uma remodelação e despede alguns dos melhores empregados, traz água no bico!...  Foi então que eu puxando do meu “savoir faire”, da minha experiência e principalmente do conhecimento das manhas do rico, lhe disse:
- Ó criatura, veja se acompanha os meus neurónios: se eu tiver um jardim muito bonito que é cuidado por dois jardineiros e quiser que o dito jardim se vá degradando, qual deles devo despedir, o bom ou o mau? 
Bem, rico, não sei se ela acompanhou a velocidade dos meus neurónios, mas com aquela carinha de pão ázimo que Deus lhe deu, avançou:
- Sendo assim, o seu amigo, - referia-se a si - apesar de toda a fanfarronice, não passa dum mau jardineiro, que o dono do jardim pretende manter a todo custo!...
- Credo, criatura, vire para lá essa boca, - disse eu tentando manter algum respeito.
-… então, o “jardim” está cada vez mais degradado, as ervas daninhas são as plantas mais cuidadas, mais acarinhadas, as de que mais mordomias usufruem…
- A colega tem razão, tia, - volve agora a Natacha, - bom jardineiro, passe o eufemismo, é o que sabe afastar as ervas más. No Casino Estoril, para, como dizem os portugueses, chamarmos os bois pelos nomes, isso é tarefa impensável, com a agravante de, e aqui penso que até os deuses terão dificuldade em entender porquê, só proliferar a mediocridade e o compadrio! É voz corrente, que alguns empregados postos na lista de despedimentos, são profissionais de primeiríssima qualidade…
- Pronto, meus amores, acabou o recreio. A Maria vai fazer um arrozinho de carqueja para o jantar e a Natacha vai… vai… olhe vá ler um livrinho do Júlio Dinis porque a NET anda a pô-la stressadérrima, q’rida.
Puxa, rico, estas criaturas… parecem você nos bons velhos tempos… dá-se-lhe um pé… e em vez de pedirem a mão… querem é afastá-lo o mais possível do outro! Ah, ah, ah!
E isto não é nada, q’rido. Às vezes deixo-as sós… e ponho-me a escutá-las, pois se toda a gente escuta, tá a ver… O engraçado é que minha avó costumava dizer: - “Quem muito escuta, mal de si ouve”, - e agora vejo que é verdade, porque eu tenho ouvido dizer mal de si, ah, ah, ah! Não acha chiqérrimo?
  A sopeirinha então é de mais, como é prima daquele seu empregado que-a-coisa-mais-moderna-que-tem-em-casa-é-o-contador-da-água, e que ao que me consta também está para ir na “sua cheia”, (ela diz que ele se ofereceu!) só não diz que o rico é santo. Até diz que, “o rico está para o jogo, como o espeto de pau está para o ferreiro”, ih, ih, ih… Mas dizia mais: -“Até desconfio que o amiguinho da patroa deve ser filho de algum “pato-bravo”. É o chefão de um casino e só pensa em obras. Palpita-me que do que custa cem, apresenta facturas de duzentos; como o Estado paga metade… cala-te boca, que a inspecção faz de “Dona Isabel” mas as escutas andam por aí…”
- “Ai Maria, dizia a Natacha, se calhar estás a exagerar…”
- “Era bom que estivesse. O que tu lês nos jornais é só o que eles querem que se saiba. Por exemplo, quanto é que o Estado pagou por aquela parte da sala de jogos do Casino Estoril, que agora é uma discoteca alugada a uma amiguinha do presumivel “mau jardineiro”, pelo preço da uva mijona?”
Amor, não leve a mal mas, às vezes é melhor que ir ao teatro; deliro com aquelas expressões chiqérrimas  da “santa terrinha” Só lhe conto isto porque aqui, sei que fica entre nós. Pelo telefone, rico, vade rectro Satanás, não me atrevia, porque o SOL… tá a ver… tem ouvidos de tísico, ah, ah,ah… Se calhar também só ouve o que lhe convém, porque daquela rixa no seu mais que tudo (leia-se Casino de Lisboa) em que alguém até voou lá do alto para o rés-do-chão, ou como diria um parceirinho da velha guarda, arrufos da aristocracia, fez-se um silêncio ensurdecedor!...
Ainda dizem que o Primeiro-ministro controla a comunicação social! Comparado com o q’rido, Marocas não passa de um anjinho, ih,ih,ih…
E agora riqueza, num rigoroso exclusivo para si: (ainda está em segredo de justiça) como constou que o rico colecciona todo e qualquer “Santo António” que lhe apareça, é intenção da malta despedida, mandar fazer nas Caldas e oferecer-lhe, um daqueles que ao puxar um cordel, levanta… uma providência cautelar!
O rico tem tanta sorte! A mim ninguém me envia uma “providência” dessas. É um verdadeiro humano enriquecido!

Tchauzinho, amor
Catorreira da sua 
Jezabel Kanecas]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marocas Assis<br />
Meu humano enriquecido<br />
Rico, deixe-me adivinhar os seus pensamentos ao abrir esta carta: -“esta só com uma providência cautelar é que se cala”, – ah,ah,ah…<br />
Não é bem assim, amor, mas já sabe que eu não resisto a uma provocaçãozinha… ora, os seus inumérrimos aparecimentos na tv, os joguinhos do “despede não despede”, e principalmente o seu ar trágico-marítimo, fazem do meu salão de refeições, que a minha sopeirinha continua a chamar de cozinha grande, um espaço de tertúlia permanente.<br />
Fazendo fé na minha assessora de imprensa, &#8211; a-tal-que-veio-dos-paises-que-o-António-não-gostava, &#8211; por causa desse seu divertimentozeco, só há uma coisa que na NET ainda ninguém lhe chamou: boa pessoa!!!  Ah, ah, ah…<br />
A sopeirinha só diz que, uma empresa que pretende fazer uma remodelação e despede alguns dos melhores empregados, traz água no bico!&#8230;  Foi então que eu puxando do meu “savoir faire”, da minha experiência e principalmente do conhecimento das manhas do rico, lhe disse:<br />
- Ó criatura, veja se acompanha os meus neurónios: se eu tiver um jardim muito bonito que é cuidado por dois jardineiros e quiser que o dito jardim se vá degradando, qual deles devo despedir, o bom ou o mau?<br />
Bem, rico, não sei se ela acompanhou a velocidade dos meus neurónios, mas com aquela carinha de pão ázimo que Deus lhe deu, avançou:<br />
- Sendo assim, o seu amigo, &#8211; referia-se a si &#8211; apesar de toda a fanfarronice, não passa dum mau jardineiro, que o dono do jardim pretende manter a todo custo!&#8230;<br />
- Credo, criatura, vire para lá essa boca, &#8211; disse eu tentando manter algum respeito.<br />
-… então, o “jardim” está cada vez mais degradado, as ervas daninhas são as plantas mais cuidadas, mais acarinhadas, as de que mais mordomias usufruem…<br />
- A colega tem razão, tia, &#8211; volve agora a Natacha, &#8211; bom jardineiro, passe o eufemismo, é o que sabe afastar as ervas más. No Casino Estoril, para, como dizem os portugueses, chamarmos os bois pelos nomes, isso é tarefa impensável, com a agravante de, e aqui penso que até os deuses terão dificuldade em entender porquê, só proliferar a mediocridade e o compadrio! É voz corrente, que alguns empregados postos na lista de despedimentos, são profissionais de primeiríssima qualidade…<br />
- Pronto, meus amores, acabou o recreio. A Maria vai fazer um arrozinho de carqueja para o jantar e a Natacha vai… vai… olhe vá ler um livrinho do Júlio Dinis porque a NET anda a pô-la stressadérrima, q’rida.<br />
Puxa, rico, estas criaturas… parecem você nos bons velhos tempos… dá-se-lhe um pé… e em vez de pedirem a mão… querem é afastá-lo o mais possível do outro! Ah, ah, ah!<br />
E isto não é nada, q’rido. Às vezes deixo-as sós… e ponho-me a escutá-las, pois se toda a gente escuta, tá a ver… O engraçado é que minha avó costumava dizer: &#8211; “Quem muito escuta, mal de si ouve”, &#8211; e agora vejo que é verdade, porque eu tenho ouvido dizer mal de si, ah, ah, ah! Não acha chiqérrimo?<br />
  A sopeirinha então é de mais, como é prima daquele seu empregado que-a-coisa-mais-moderna-que-tem-em-casa-é-o-contador-da-água, e que ao que me consta também está para ir na “sua cheia”, (ela diz que ele se ofereceu!) só não diz que o rico é santo. Até diz que, “o rico está para o jogo, como o espeto de pau está para o ferreiro”, ih, ih, ih… Mas dizia mais: -“Até desconfio que o amiguinho da patroa deve ser filho de algum “pato-bravo”. É o chefão de um casino e só pensa em obras. Palpita-me que do que custa cem, apresenta facturas de duzentos; como o Estado paga metade… cala-te boca, que a inspecção faz de “Dona Isabel” mas as escutas andam por aí…”<br />
- “Ai Maria, dizia a Natacha, se calhar estás a exagerar…”<br />
- “Era bom que estivesse. O que tu lês nos jornais é só o que eles querem que se saiba. Por exemplo, quanto é que o Estado pagou por aquela parte da sala de jogos do Casino Estoril, que agora é uma discoteca alugada a uma amiguinha do presumivel “mau jardineiro”, pelo preço da uva mijona?”<br />
Amor, não leve a mal mas, às vezes é melhor que ir ao teatro; deliro com aquelas expressões chiqérrimas  da “santa terrinha” Só lhe conto isto porque aqui, sei que fica entre nós. Pelo telefone, rico, vade rectro Satanás, não me atrevia, porque o SOL… tá a ver… tem ouvidos de tísico, ah, ah,ah… Se calhar também só ouve o que lhe convém, porque daquela rixa no seu mais que tudo (leia-se Casino de Lisboa) em que alguém até voou lá do alto para o rés-do-chão, ou como diria um parceirinho da velha guarda, arrufos da aristocracia, fez-se um silêncio ensurdecedor!&#8230;<br />
Ainda dizem que o Primeiro-ministro controla a comunicação social! Comparado com o q’rido, Marocas não passa de um anjinho, ih,ih,ih…<br />
E agora riqueza, num rigoroso exclusivo para si: (ainda está em segredo de justiça) como constou que o rico colecciona todo e qualquer “Santo António” que lhe apareça, é intenção da malta despedida, mandar fazer nas Caldas e oferecer-lhe, um daqueles que ao puxar um cordel, levanta… uma providência cautelar!<br />
O rico tem tanta sorte! A mim ninguém me envia uma “providência” dessas. É um verdadeiro humano enriquecido!</p>
<p>Tchauzinho, amor<br />
Catorreira da sua<br />
Jezabel Kanecas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: os pontos nos i's!</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248120</link>
		<dc:creator><![CDATA[os pontos nos i's!]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 06:18:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[63.Rainha disse
12 Março, 2010 às 1:52 am 

«Um anónimo que vem chamar bosta a uma deputada, só pode ser um cobarde.»

Este filho da puta a apelidar-se a si próprio de &quot;Raínha&quot; é a declaração de que está a querer denegrir alguém. Ou seja, o cabrão insulta-se a ele próprio, à mãe e a outras putas da sua família.
O sacana que chama a n-ao sei quem de cobarde não podia dar melhor exemplo de cobardia - a do próprio.
É esta classe de gente que o socialismo e a esquerdalhda estão a fazer.

Um cidadão contribuinte]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>63.Rainha disse<br />
12 Março, 2010 às 1:52 am </p>
<p>«Um anónimo que vem chamar bosta a uma deputada, só pode ser um cobarde.»</p>
<p>Este filho da puta a apelidar-se a si próprio de &#8220;Raínha&#8221; é a declaração de que está a querer denegrir alguém. Ou seja, o cabrão insulta-se a ele próprio, à mãe e a outras putas da sua família.<br />
O sacana que chama a n-ao sei quem de cobarde não podia dar melhor exemplo de cobardia &#8211; a do próprio.<br />
É esta classe de gente que o socialismo e a esquerdalhda estão a fazer.</p>
<p>Um cidadão contribuinte</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MJRB</title>
		<link>http://blasfemias.net/2010/03/11/descaramento/#comment-248103</link>
		<dc:creator><![CDATA[MJRB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 01:55:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blasfemias.net/?p=24593#comment-248103</guid>
		<description><![CDATA[Há uns 10, 11 anos, a bancada parlamentar do PS chegou ao desplante de propôr a aquisição, pelo Estado, de automóveis (+ chauffeur, claro !) para cada deputado...
Seria uma cortejo motivante (duzentos e muitos popós) para a populaça-NADA apreciar, invejar e ao mesmo tempo dizer &quot;adeus com beijinhos&quot; aos utentes... Aos seus &quot;representantes&quot;...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns 10, 11 anos, a bancada parlamentar do PS chegou ao desplante de propôr a aquisição, pelo Estado, de automóveis (+ chauffeur, claro !) para cada deputado&#8230;<br />
Seria uma cortejo motivante (duzentos e muitos popós) para a populaça-NADA apreciar, invejar e ao mesmo tempo dizer &#8220;adeus com beijinhos&#8221; aos utentes&#8230; Aos seus &#8220;representantes&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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