O falhanço da ciência arguidológica

Inventou a ciência arguidológica, segundo a qual um presidente de câmara deve demitir-se se for arguido excepto se, aaaah, for de Poiares ou de Leiria or else. Ofereceu de mão beijada a maior câmara do país a António Costa para parecer bem, que isto arguidos e culpados não tem grande diferença. Logo a seguir entregou o partido a um populista inconsequente que gosta de sobre-endividar autarquias. O arguido que ele achava que se devia demitir porque era arguido foi agora absolvido, 3 anos depois. O colectivo de juízes declarou o julgamento do caso como injustificável.

Gostaria agora de ouvir Marques Mendes perorar um pouco mais sobre o assunto.

10 Comentários

  1. lucklucky
    Posted 4 Maio, 2010 at 15:39 | Permalink

    Pois…o PSD é muito dependente das opiniões dos jornais…

  2. Semelha
    Posted 4 Maio, 2010 at 15:59 | Permalink

    Já o outro, com a PJ a ver com os olhinhos todos ( o cacau a passar ), foi aaaaaaaaaaaabsolvidoooooooooooooo !!

    Eles ” andem ” por aí !

  3. José
    Posted 4 Maio, 2010 at 16:22 | Permalink

    É caso para dizer: “arguidos, há muitos, seu palerma!”

    Porque não o dizem, então? Por uma razão: o Correio da Manhã, mesmo apesar do Eduardo Dâmaso ainda não o entendeu bem. Ou melhor, entender, entenderam. O que fazem é de conta que não entendem porque a diferença entre vender 5o mil exemplares e o dobro reside nisso, nesse pormenor de desentendidos.

  4. José
    Posted 4 Maio, 2010 at 16:35 | Permalink

    Vendo bem, o Eduardo Dâmaso entendeu bem, ou melhor entendeu perfeitamente, mas deixa transparecer que entendeu mal, porque se assim vende 50 mil exemplares e poderá sempre alegar que ao entender bem, venderá o dobro. Só perceptível por desentendidos, como é óbvio.

  5. Romão
    Posted 4 Maio, 2010 at 17:00 | Permalink

    Tenho quase a certeza que Marques Mendes sabia melhor desta poda do que o colectivo de Juízes que sobre ela fez sentença.

    O que não falta em Portugal são decisões absurdas sobre assuntos que podiam ser decididos por um colectivo de amibas sem grande margem para tergiversações.

  6. votoembranco
    Posted 4 Maio, 2010 at 17:34 | Permalink

    Pois, pois…
    Depois do caso do Névoa eu fico com muitas dúvidas acerca destas absolvições!

  7. Francisco
    Posted 4 Maio, 2010 at 17:36 | Permalink

    Pois… No caso de Leiria nem sequer se chegou a julgamento! Por que se chama agora para aqui?

  8. José
    Posted 4 Maio, 2010 at 17:54 | Permalink

    porque o caso de leiria que não tinha pernas para andar serviu para desviar as atenções do caso leirisport que tinha uma bela pernaça ou seria rabaça, tanto faz já não tá lá e com um bocado de sorte trabalha para a lenatrolha,sa.

  9. SMM
    Posted 5 Maio, 2010 at 23:05 | Permalink

    censura

  10. Conde Venceslau Joaquim Fernandes
    Posted 6 Maio, 2010 at 00:31 | Permalink

    “entregou o partido a um populista inconsequente que gosta de sobre-endividar autarquias”.

    Chamo a atenção para o facto de esse populista inconsequente ter obtido mais de 60% de votos na 3º maior autarquia do país e que a divida per capita de Gaia em nada se compara com a de Lisboa. Digo mais, dinheiro gasto em Gaia é mama que deixa de ser atirada ao rio Tejo. A única critica que faço ao Menezes, como Gaiense, é que, com os exemplos que têm vindo da Mouraria, o que ele tem gasto é pouco e que pode ainda fazer muito mais pela cidade. Os Gaienses agradecem e aplaudem de pé !!!


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