Sábado, pelos jornais. Ou como o melhor é ir à praia.

Histórias de um país a ficar despovoado a ritmo galopante: “Já tivemos maternidade. Agora, nem uma farmácia” (e “Aldeias sem remédio”, no Expresso)

Um Estado que não conhece o país real – e se está marimbando para ele: Segurança Social exige aos beneficiários provas de recursos através da Internet

Maravilhas do nosso Ministério da Educação à beira do regresso às aulas: Travessia do Tejo é problema para 100 alunos

Mais uma “campanha negra”: PGR quer certidão sobre familiares de José Sócrates

O Governo mais centralista de que há memória: Lisboa ficou com quase todos fundos para modernizar Estado

A desonestidade política em todo o seu esplendor: Governo culpa AR por falta de verba para autarcas locais

22 Comentários

  1. Posted 28 Agosto, 2010 at 12:39 | Permalink

    Isso de uma visita guiada pelos jornais é para as criancinhas?

  2. gui
    Posted 28 Agosto, 2010 at 12:43 | Permalink

    Não deixo comentário nenhum.
    Vou para a praia.

  3. fernando antolin
    Posted 28 Agosto, 2010 at 12:43 | Permalink

    Que o ME deva,junto com a autarquia de Constância,arranjar a melhor e mais rápida solução(com a colaboração do min. das Obras Públicas)para o problema desses alunos, de acordo. Agora, nem o Ministério da Educação nem a Câmara de Constância adivinhavam que o MOPTC,por indicação da REFER, ia ter que fechar a ponte rodo-ferroviária(na componente rodoviária),devido a alegados problemas num pilar. Deseja-se uma rápida solução para o caso(ali bem perto há a engenharia militar,Tancos…), não se deseja concerteza outro Entre-os-Rios.

  4. Posted 28 Agosto, 2010 at 14:01 | Permalink

    Nova Desordem Mundial: As Farpas de Eça de Queirós(1871)

  5. Licas
    Posted 28 Agosto, 2010 at 14:59 | Permalink

    ____Rui Dias, referiu a existência de documentos de fluxos financeiros. Tem documentos que referem o desvio de 383 milhões de euros”, envolvendo “o tio, o primo e a mãe” do primeiro-ministro, José Sócrates. ____
    ***********
    O P.G.R. mandou passar certidão . . ..
    Vi de certeza tentar passar a ser considerado uma denúncia caluniosa, digo eu.
    As principais cabeças deste Ministério Público , com Cândida Almeida mais o CHEFE=Beirão Honesto, apenas servem para inocentar o Deus-Nosso-Senhor e a sua família : o Pai José, a Mãe=Virgem Maria, e o São Tiago) ao mesmo tempo, perseguir os denunciantes (anónimos ou conhecidos).

  6. Souza Carneiro
    Posted 28 Agosto, 2010 at 15:54 | Permalink

    So falta trazer aquilo, que foi bastante anunciado da impresa,,, Duarte Lima vs Advogado da Rosalina

  7. Posted 28 Agosto, 2010 at 15:55 | Permalink

    Em relação ao 2.º ponto, há prémios (exemplares do livro «Crónicas da InforFobia») para os melhores comentários feitos até às 20h de 30 Ago 10. Ver [aqui].

  8. António P. Castro
    Posted 28 Agosto, 2010 at 17:24 | Permalink

    Pelos vistos, o pastel de Belém é o único que ainda não concluíu que o (des)governo do falso engenheiro enlouqueceu. Em bloco e de vez.

  9. burns
    Posted 28 Agosto, 2010 at 18:14 | Permalink

    eu nem queria acreditar quando vi quem tinha sido escalado para a filha-da-putiçe do dia
    como o vitalino deve estar de férias e o silveira não tinha tomado o lítio,tiveram que chamar o outro inimputável,o junqueiro
    é sempre deprimente ver uma pessoa em cuecas ,a mentir e maquilhado de estadista
    para bobo da corte não está mal,só acho é que ganha dinheiro a mais,devia andar de chapéu na mão a pedir trocos
    o spill-over foi inventado em portugal,é típico de países africanos,capital cheia de carros do governo e de outros parasitas e o resto do pais ao abandono
    o ditado é velho,nunca sirvas quem serviu nem peças a quem pediu
    enquanto formos aturando beirões deslumbrados que foram sempre mamando na teta do estado estamos fdds

  10. e-ko
    Posted 28 Agosto, 2010 at 18:40 | Permalink

    falta ainda a entrevista do CCruz no “i”…

  11. crizzum
    Posted 28 Agosto, 2010 at 18:57 | Permalink

    O envio da certidão para a PGR faz parte dos procedimentos para abafar o caso. Enquanto lá estiver ninguém investiga. Sempre são 383 milhões de €uros…

  12. Francisco Colaço
    Posted 28 Agosto, 2010 at 19:24 | Permalink

    #8, Burns,

    Pois te digo que há mais investimento hoje no Uíge, em Malange e no Huambo, em Angola, que alguma vez haverá nas regiões Centro, Norte e Alentejo em Portugal.

    Não digas mal dos africanos.

  13. Farto deste "Chefe"
    Posted 28 Agosto, 2010 at 19:31 | Permalink

    Fernando Antolin
    Isto “Agora, nem o Ministério da Educação nem a Câmara de Constância adivinhavam que o MOPTC,por indicação da REFER, ia ter que fechar a ponte rodo-ferroviária(na componente rodoviária),devido a alegados problemas num pilar.”, em qualquer país minimamente organizado chama-se estudar mal os problemas alé de mostrar total falta de coordenação entre ministérios do mesmo governo. Gente competente não precisa de adivinhar. Alguém devia ser chamado a desponsabilizar-se por esta decisão.

  14. Francisco Colaço
    Posted 28 Agosto, 2010 at 19:33 | Permalink

    Como ninguém aqui propõe uma solução, proponho eu:

    Para reanimar a nossa economia, temos que seguir literalmente a fórmula de Keynes. Ele disse que em caso de crise mais valia meter as pessoas a cavar um grande buraco e a tapá-lo ouyra vez.

    Temos cerca de 500.000 desempregados. Como cada um pode deslocar 1,5m³ de terra por hora com auxílio de máquinas na proporção de 1/10, podemos ter cerca de trinta milhões de metros cúbicos por semana escavados. A sete metros de profundidade, corresponde a cerca de 4,3 milhões de metros quadrados à superfície, um buraco com mais de dois quilómetros e meio de diâmetro.

    Assumindo um rendimento efectivo de 50%, o buraco (ou buracos) poderia ser escavado em duas semanas.

    O plano seria:

    2 semanas para escavar o buraco,

    1 hora para colocar o Sócrates, o Junqueiro, a xuxaria toda e a esquerdalha caviar no fundo do buraco.

    2 semanas para o tapar.

    Os custos seriam basicamente o rendimento mínimo de meio milhão de pessoas (que o receberiam à mesma se paradas) e dois milhões de horas de máquina. A economia seria animada de vez com a ausência de quem a deprime.

  15. Farto deste "Chefe"
    Posted 28 Agosto, 2010 at 19:33 | Permalink

    Digo além e responsabilizar-se.

  16. DesconfiandoSempre
    Posted 28 Agosto, 2010 at 20:11 | Permalink

    Com tanto trabalho, tanto dinheiro e com um buraco desse tamanho, colocar só o Sócrates, o Junqueiro, a xuxaria toda e a esquerdalha caviar no fundo do buraco, seria um desperdício inqualificável.
    Sugire-lhe que reformule a proposta e ponha também, no buraco, tudo o que é de direita, liberais, neoliberais, conservadores, monárquicos. Quiçá se consiga animar a economia.

  17. Francisco Colaço
    Posted 28 Agosto, 2010 at 21:13 | Permalink

    #15, DesconfiandoSempre,

    Juntamos as aventesmas da Júlia Pinheiro de da Fátima Lopes e fazemos negócio.

    Podemos candidatar-nos a fundos comunitários? Temos é de ter a certeza de que o buraco é absolutamente «non-spill-over» e fazê-lo na Região de Lisboa.

    Alternativamente, podemos nomear o Sócrates Rei das Berlengas, e solicitar-lhe que vá tomar posse dos seus domínios.-

  18. Carlos Dias
    Posted 29 Agosto, 2010 at 01:53 | Permalink

    Não fui à praia, mas fui cagar (que é quase a mesma coisa).

  19. Posted 29 Agosto, 2010 at 02:26 | Permalink

    #13.

    Excelente.

    Seria a melhor empreitada dos últimos cem anos.

  20. e-ko
    Posted 29 Agosto, 2010 at 02:34 | Permalink

    19,

    mais um buraco? isto já é o país dos buracos… eu punha era o país a produzir tomates… batatas e feijões!…

    aí, sim, muita coisa ia mudar!… talvez deixassemos de ser dependentes da produção externa que é de cerca de 80% actualmente… até o défice e a dívida externa baixavam!…

  21. Francisco Colaço
    Posted 29 Agosto, 2010 at 22:55 | Permalink

    #22, E-Ko,

    eu punha era o país a produzir tomates… batatas e feijões!

    Pois sim, sem te livrares da xuxalhada primeiro, até os tomates te taxavam.

    Estes tipos estão janados no nosso dinheiro. Não há remédio, gastam quanto podem arrebanhar de ti e de mim. Ainda iriam criar mais uma empresa pública, em Lisboa, com dinheiros da Região Centro, para vender créditos de carbono do metano que gerasses com os feijões cultivados.


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